Seguindo meu instinto - Perina
4 Em auto MAR
Notas iniciais
Gael acordou cedo com a “noticia” passei de iate com a família Ramos.
–O que? Não, não, não... O dia todo com aquele maluco e a família dele? O que deu no Pai, ta maluco também? E outra coisa será que ele esqueceu que ele tinha marcado de visitar três academias hoje? Já esta tudo certo. Gritou Karina no quarto com Bianca.
–Karina ele sabe, mas como ele ia dizer não para eles?
–Assim oh.. “NÃO! TEMOS COMPROMISSO”. Karina debochou.
–Chega Karina você vai e pronto. Papai já pagou o aluguel e você terá que ir. Disse Bianca cheia de suas reclamações.
A questão não era ir, era Karina ter que ir sozinha. Bianca e Duca conseguiu dobrar Gael, com a desculpa do aniversario de Karina estar próximo, iriam atrás dos presentes e dos preparativos para festa. Ela estaria completando seus 17anos em 3 dias. Bianca realmente iria comprar o presente, mas também queria tirar umas horas pra namorar na suíte que alugaram.
–E vai se arrumar pra tomar café vou indo que o Duca esta me esperando. Bianca falou saindo do quarto.
Karina estava revoltada, “um dia todo com aqueles malucos?” Pensou Karina. Tomou banho, ainda tinha tempo de tomar seu café “tranquila”, desceu com seu fones nos ouvidos. Ao chegar restaurante do hotel sentiu uma pancada e algo molhado e gelado em sua roupa.
–Não isso não pode esta acontecendo. Você não enxerga por onde anda? Karina disse furiosa até ver quem era. –Não. Eu não estou acredito. Você de novo? Qual é o seu problema? Você é retardado mental? Era Pedro com a sua cara de desespero de novo. Não sabia o que dizer. Todos os olhavam como se fosse dois loucos.
–Desculpa esquentadinha. Foi sem querer. Disse em sua defesa.
Bianca e Duca chegaram tentando acalmar, eles viam no olhar de Karina que ela ia pular em seu pescoço logo, logo.
–Karina fica calma. Pediu Bianca. Enquanto Duca a segurava pela cintura.
–Eu te disse Bianca, família de psicopata. Ele deve estar querendo me matar.
–Não é nada disso esquentadinha. Não te vi chegar.
–É verdade Karina. Encontramos ele tomando café com a família aqui, e nós contou que eles também estavam hospedados nesse hotel. Explicou Bianca.
–O que eles TODOS estão aqui?
–Sim. Ka vamos subir e trocar essa roupa. Pediu Bianca.
–É vai ka. Completou Duca.
–Eu vou se você me soltar. E você abre o olho, por que da próxima vez que agente se encontrar não terá eles pra te socorrer. Disse ameaçando o garoto que empalideceu.
–A minha nossas sr da guitarra elétrica, eu vou sair com a esquentadinha, já tinha esquecido.
–É você vai sim e nós não vamos poder ir. Nem o Papai. Você se comporta. Por que ela ta querendo te quebrar inteirinho. Nem sei como ela não fez isso ainda.
–Deve ser o meu charme. Pedro disse sorrindo.
–Sei. Charme é? Se você encostar nela não quero estar na sua pele. Falou Duca, tirando o sorrisinho da boca de Pedro.
–É serio assim? Perguntou assustado.
–Sim. Respondeu Bianca. Duca a levou para terminar o café.
Pov Karina
Eu devo estar maluca mesmo, aceitar sair com aquele bando de psicopata. Pior é o filho que não pode me ver que esta trombando ou tropeçando em mim. Do jeito que as coisas estão é perigoso ele me matar em alguma ilha e me deixar pros bichos comer, ninguém nunca vai me encontrar. Olha meu estado toda molhada de suco de laranja. É desajeitado mesmo. Mereço. Chega Karina, não seja covarde, se eles tentarem encostar em você, você derruba eles e chuta. Sou uma lutadora sei me defender. Aiii... E aquele moleque se chegar perto de mim, vou servi-lo pros tubarões.
Pov Narradora
9 hrs quando Gael deixou Karina na marina do restaurante Lafayette onde encontraria a família Ramos. Marcelo e Gael resolveram o passeio enquanto conversavam no bar noite passada, viram o panfleto com o passeio e se animaram, dividiram as despesas, escolheu o maior iate onde toda a família poderia ir confortáveis.
–Filha se comporta. Eles não vão demorar a chegar. Não posso esperar eles já estou atrasado. Fala que mandei um abraço e se desculpe por não poder ir.
–Ta. Tá. Tchau. Disse beijando a Buchecha do pai e descendo do carro.
–Te amo filha! Karina suspirou com as palavras do pai, não era a primeira vez que ela ouvia isso, mas sempre a tocava profundamente.
–Também te amo pai.
–Tchau. Disse saindo com o carro.
Karina olhou os barcos, lanchas e jet-skis impressionada com a beleza das maquinas.
Ouvia musica alto em seus ouvidos sentada no Deck. O sol brilhava em meio as nuvens negras que se formava. A brisa era fria. Karina usava shorts jeans claro desfiado, uma regata preta justa sobre um biquíni rosa por baixo que Bianca a fez por sobre preção. (rsrsrs) Karina odiava a cor rosa, mas já estava cansada de discutir. Karina já estava a 15 min esperando quando apenas um da família Ramos chegou, (É sim o próprio), Pedro com seu cabelo bagunçado, shorts jeans e uma camiseta escrito “Tapatío” (Irônico sei). Karina sorriu com a palavra.
–Oi esquentadinha, desculpa a demora. Por que esta sorrindo? É o meu charme?
–RARARARa... Nada não. Algo inteligente que eu li apouco. Respondeu observando que ele estava sozinho. –Cadê seus pais, Tomtom e o esquisito do seu primo?
–Então eles não vão poder vir.
–O que? Por que? Eu não acredito. Disse incrédula.
–A Tomtom teve uma crise durante a noite e acabou ficando em observação no hospital.
–Crise? Crise do que? Algo que ela comeu?
–Não. Não. Foi uma crise de asma.
–Meu Deus, mas ela esta bem?
–Esta sim, ela sempre tem. Mas ontem foi forte, mas agora ela já esta bem. Acho que ela estava muito cansada, há três dias que estamos aqui ela não para. Aii.. Acabou tendo uma crise. Meus pais estão com ela. Disseram que na hora do almoço estarão no hotel já.
–Que bom!! Espero que ela melhore. Ela é bem legal, mesmo tendo um irmão idiota e desastrado como você.
–Uiii.. Magoou esquentadinha.
–“Esquentadinha” é a sua... Quer saber não importa. Cadê seu primo estranho?
–Ah.. aquele não larga o vídeo game, não quis vir, sabia que não conseguiria acessar nada no mar. Então será só nós dois? Fiquei sabendo que a Bi, Duca e o Mestre também não vem.
–É eles não puderam vir. Você não acha melhor agente deixar esse passei pra amanhã? Por que eu acho.
–Eu e você sozinhos em um iate no mar? Acho ótimo!!! Piscou pra ela.
–Engraçadinho. Vamos entrar logo pra ver a reserva.
Foram até a recepção do Lafayette. Karina tentou trocar a reserva para o outro dia, mas não tinha jeito o barco já estava reservado para outra família. Pedro sorriu vitorio enquanto Karina resmungava, mas não daria gostinho do metido a rockeiro se divertir as custo de seu pai, iria ir junto e fazer do passeio dele ser bem especial.
Já passava das 10hrs da manhã quando o barco se distancia da marina. Karina sorria feito boba nunca havia andado de iate, ou barco, lancha, ou qualquer coisa que flutue sobre mar antes. Era uma experiência memorável, apesar do garoto cabeludo na sua cola.

–Fica longe de mim e vê se não derruba nada em mim. Ainda estou com as costelas roxas.
Pedro sorriu.
–Vai ser difícil, teremos uma tarde inteira juntos e fica difícil ficar longe de você num lugar tão pequeno. Karina bufou.
–Então fica ai que eu vou achar algo pra comer, por que alguém estragou meu café mais cedo. Disse Karina. Desceu a pequena escada que dava para uma sala com uma cozinha embutida e um corredor que dava para dois quartos. Sorriu com a beleza do cômodo. “Bonito por fora e por dentro” pensou ela. Karina achou alguns sanduiches, salada de salmão, risoto de camarão, suco, citros e água. Karina se serviu de dois sanduiche e uma garrafa de suco de laranja. Sentou no sofá de couro branco confortável, desceu seus fones até seus ouvidos, Bastille tocava alto. Demoraria pelo menos 1hrs e 30 min até a ilha onde iriam ancorar para o almoço. Karina comia distraída.
–Rhumrhum... Pigarreou Pedro sentando em um sofá de frente a Karina. Karina tirou seus fones e revirou os olhos.
– Escuta. Acho que começamos com o pé errado. Disse Pedro
–Também acho que sim.
–Tudo bem..
–Mas aceito suas desculpas.
–Desculpas? E quem foi que pediu desculpas? Eu só estava dizendo... Foi interrompido.
–Por favor, não fale mais nada esta bem? Só vai me aborrecer.
–Esta bem eu me calo se você se calar.
–Esta bem eu me calo.
–Ótimo!
–Ótimo!
–Ótimo!! Disse os dois juntos. Karina voltou para o seu sanduiche e Pedro colocou seus pés sobre o sofá que Karina estava sentada.
–O que você esta ouvindo? Pedro perguntou quebrando o silencio.
–Você não disse que ficaria calado? Disse para irrita-lo. Pedro olhou com um sorriso que a desarmou. –Codyplay. Paradise.
–Curto esse cara. Posso ouvir com você? Deixei meu celular no hotel.
–Ta bom. Karina colocou seu fone reserva para que ele pudesse escutar. Pedro serviu se de um sanduiche e uma citros e sentou se ao lado de Ka. A musica trocou para “Fix you — Coldplay”
Pedro se distraiu com musica e Karina roubou seu sanduiche e sorriu pela cara do rapaz e quase engasgou com o lanche.
–Bonito em dona “esquentadinha” roubando o lanche das pessoas?
–Deu mole perdeu. Riu alto da cara do rapaz.
–A é vou roubar uma coisa de você também.
–É? O que seria isso? Karina o desafiou.
Pedro tirou o fone de seu ouvido, tirou os pratos e colocou no balcão.
–Anda estou esperando. Intimou Karina.
Pegou o cel das suas mãos. Segurou em suas bochechas, olhou no fundo dos olhos azuis de Karina que ficou apreensiva. Quando deu por si estava sendo beijada por Pedro. Pedro a trouxe mais perto pela cintura quase em seu colo, Karina segurava os cabelos de Pedro com os olhos fechados, suas línguas se tocavam. O beijo se aprofundou rapidamente. O ar faltava em seus pulmões, mas as sensações seriam rompidas se se afastassem. Não seguravam mais a respiração quando se soltaram. Pedro sorriu fazendo Karina sorrir ainda confusa. Eles estavam muito próximo, Pedro iria iniciar outro beijo, quando Karina deu por si e o empurrou.
–Ta maluco me beijar assim? Disse furiosa.
–Calma esquentadinha. Eu sei que você gostou. E foi só um beijo. E eu beijo muito bom. Nem deu pra reparar que foi seu primeiro. Disse rindo.
–E como você sabe que é o meu primeiro? Perguntou envergonhada.
–Karina, você não me engana. Esse seu jeito marrento não me assusta. Eu sei que é só pra se proteger. E eu adoro!!! Disse serio.
–Você é um babaca mesmo. Disse levantando e subindo para frente do iate. Não queria olha-lo ele tinha razão era o seu primeiro beijo, mas expola assim a envergonhou e a irritou muito. “Quem é esse garoto para me beijar e depois jogar meu segredo assim. Quero mata-lo” Pensou. Karina estava sentada na frente do iate alguns minutos sentindo o vento que estava frio mais agradável. Pedro não a incomodou se sentiu mau por ter feito aquilo avia falado sem pensar. Ficou frustrado pela rejeição da lutadora, mas não queria magoa-la. Não demorou quando o iate ancorou, já era mais de meio dia, demoraram mais do que o previsto. Ancorou em uma pequena ilha deserta com uma pequena praia, água era transparente, sem ondas o piloto avisou que ficariam por ali 2 horas então eles poderiam nadar e almoçar tranquilos. Karina desceu na frente ainda chateada.
–Ka espere. Chamou o garoto.
–O que é? Vai jogar mais alguma coisa na minha cara? Espera eu adivinho “você é virgem?” Bom já respondendo não é da sua conta.
–Calma. Só queria me desculpar pelo que eu disse. Eu sou um cara de sorte se fui o primeiro a experimentar esses lábios lindos. Disse sincero.
–Rum. Você nunca vai saber. Disse e se virou.
–Então você me desculpa?
–Anda Mané. Pedro correu ao seu lado e sorriu.
–Bora mergulhar depois almoçamos?
–Bora. Karina tirou sua regata e shorts, onde Pedro quase enfartou com as curva da lutadora.
–Meu Deus. Você é linda!
–Cala boca. Respondeu.
Pedro tirou os tênis, sua bermuda e camiseta colocara tudo junto areia. Karina o esperou, mas se perdeu olhando o corpo do musico, tanquinho definido.
–Esta gostando do que vê “esquentadinha”?
–Até que você não é tão magrelo. Respondeu distraída, aumentando o sorriso do musico. –Quer dizer.. Vamos. O sorriso do músico se desfez.
–O que foi? Pedro fala comigo.
–Meu Deus. “Esquentadinha” me perdoa, por favor, não queria ter feito isso. Disse olhando o roxo ainda em suas costelas.
–A isso? Calma estou acostumada com hematomas. Apesar de ser a primeira vez ter um aqui. Fica tranquilo. Nem esta doendo mais. Disse tentando acalma-lo.
Pedro a abraçou.
–Se você me beijar de novo eu te dou uma surra aqui, e vou descontar todas as surras atrasadas. Disse fazendo o solta-la.
–Não ia te beijar.
–Ta sei. Vamos ou não?
–Vamos. Disse correndo até o mar tranquilo e quente. Pedro e Karina mergulharam. Karina ria como uma criança e Pedro sorria junto. Fizeram guerrinha de água ele começou para irrita-la. Pedro a catou no colo e a levou mais fundo a assustando, ela batia em seu peito e ele só a risos. O sol ainda brilhava fraco, mas não atrapalhou a diversão do casal. Pedro pós ela no chão e a olhou ela estava corada do sol e da aproximação, queria beija-la de novo, mas não se atreveria. Karina o olhou, seus cabelos escorrerem água sobre seus ombros ela queria outro beijo. Nunca assumiria o quanto aquele beijo foi especial não pra ele. “Lindo” Pensou Ka. Pedro quebrou o espaço entre eles. Eles se olharam não precisaria pedir permissão. “Posso te beijar?” Era a pergunta que estava no ar. Seus olhos e seus corpos já respondiam. Pedro a trouxe mais perto segurou em sua cintura. Karina segurou seus cabelos. Quando suas bocas se tocaram nada mais importava, era outro momento especial. Eles nem se conheciam direito, não sabia nada um do outro. A não ser que ela era “esquentadinha” e ele “um desastrado”, mas era com ele que ela queria dividir esse momento, esse lugar e ele com ela. Os instintos lhe mostravam isso. O beijo era casto, suas línguas brincavam, Pedro mordeu seu lábio carinhosamente fazendo a se arrepiar, sorriu ao sentir seu arrepio. A trouxe mais perto, aquele beijo era eterno. Nada nem ninguém os atrapalhariam ali. Ela o segurava perto. Quando o piloto do iate apitou a buzina, os assustando. Já era hora de ir. Nem percebera que 2 horas já tinha se passado. Pedro sorria e Karina olhou envergonhada.
–É melhor agente ir. Disse Pedro dando um selinho e andando ao seu lado.
Pegaram suas coisas na areia e subiram ao iate. O piloto chamou Pedro.
–Esquentadinha me espera pra almoçar, não demoro. Disse sorrindo e indo encontrar o piloto.
–Iai cara? Vamos demorar pra chegar à próxima ilha?
–Cara foi mal atrapalhar o clima de vocês.
–Tranquilo. Mas o que você queria me dizer?
–Olha tem uma tempestade vindo, acho melhor agente não parar na ilha e irmos direto para a doca.
–Tranquilo. Mar com tempestade não é nada legal.
–Falei com o pessoal do restaurante, disseram que vão reembolsar parte do dinheiro.
–Tudo bem vemos isso depois.
–Valeu cara. Agora volta lá pra sua gatinha.
–Falou fera. Qualquer coisa me avisa.
Pedro foi encontrar Karina na cozinha para almoçarem. Karina avia se secado e colocado suas roupas.
–Oi!!! Disse Pedro encontrando Karina sentada o esperando.
–Oi! Sem apelidos?
–Por quê? Você gosta deles?
–É... NÃO. Respondeu. -Agora eu posso comer? Estou morrendo de fome.
–Claro linda. Também estou morrendo de fome. Karina sorriu e se levantou para comer. Pedro esperou ela pegar e depois foi a sua vez. Comeram de frente um pro outro em uma mesa conjunta. Pedro serviu suco para Ka e se serviu também. Karina não disse nada o almoço todo. Pedro apenas observa ela comer. Depois de comerem fizeram sua higiene, a empresa disponibilizava tudo. Pedro e Karina foram se sentar no sofá de frente pro outro. Ela esticou seus pés sobre o sofá que ele estava sentado e ele fez o mesmo. Pedro acariciou seus pés, a assustando.
–Calma ka. Você não me disse nada até agora. Foi tão ruim assim o nosso beijo?
–N-Não. Disse gaguejando. –É que eu não estou acostumada com isso. E como você disse mais cedo “primeiro beijo”. Disse envergonhada.
–Já te pedi desculpa sobre o que eu disse. Mas sabe de uma coisa?
–O que?
–Você admitiu. Amei, saber que fui seu primeiro. Ela ficou vermelha. –Ka não precisa se envergonhar. Nunca vou contar isso pra ninguém. É um segredo só nosso.
–Obrigada!! Karina bocejou.
–Ka dorme um pouco quando chegarmos na doca eu te acordo.
–As docas? Por quê? Não iriamos a outra praia?
–Sim. Mas parece que vem uma tempestade e acharam melhor nós voltarmos. Dorme um pouco que eu te chamo depois. Disse e beijou sua boca, um beijo rápido, mas carinhoso. –Me empresta seu cel, pra curtir um som.
–Mas tu é muito folgado em. Não acaba com a bateria. Ele riu e viu Ka atravessar o corredor até um dos quartos.
Não demorou para tempestade acertar o pequeno iate, balançava muito. Pedro ouviu um barulho correu para ver. Ao entrar no quarto, Karina estava caída no chão, caiu quando o iate balançou.
–Você esta bem? Machucou? Disse ajudando a se levantar.
–Não. Só bati o cotovelo na mesinha. O que esta acontecendo? Pedro olhou o cotovelo que não tinha sinal nenhum.
–Não vai ficar roxo. Karina é a tempestade. O iate balançou de novo fazendo os dois cair na cama. Pedro estava por cima. Ela o olhou.
–P-Pedro.. Gaguejou. Suas bocas se tocaram quando o iate balançou mais forte. O Piloto os chamou. Subiram rapidamente.
–Acho melhor vocês colocarem esses coletes salva vidas. Disse apontando para um par de coletes laranja encima de uma cadeira.
–Esta tudo bem? Falou Pedro.
–Tudo sobre controle. Isso é só os procedimentos. Disse os tranquilizando.
–Falta muito pra chegarmos? Perguntou Karina assustada.
–Mais ou menos 40 min.
Já passava das 5 hrs da tarde, mas o céu estava negro parecia bem mais tarde. O iate balançava de um lado pro outro. Karina e Pedro colocaram seus coletes. E subiram para entrarem para a cozinha. Quiseram ver a chuva antes de entrarem. Karina se assustou com trovão e o abraçou. Pedro sorriu de sua fragilidade. Quando o barco balançou batendo em uma pedra tão forte os derrubando no mar.
–Pedro socorro. Karina gritou muito assustada.
–Calma Karina. Vai ficar tudo bem. Se agarre em alguma coisa. Olha tem uma corda aqui.
Pedro segurou em Karina tentando faze-la subir. Mas Ka não percebeu que ela tinha agarrado um bote que estava presa a beirada, o bote se desprende-o os jogados no mar outra vez. Pedro puxou a corda do bote o armando para que eles subissem. Pedro ajudou a Karina subir e subiu atrás dela.
–Karina vai ficar tudo bem, nós vamos sair dessa eu prometo.
–Pedro como vamos sair dessa, aquele homem não vai dar falta da gente enquanto não ancorar na marina. O que vamos fazer até lá?
–Não sei Ka. Disse trite vendo o desespero da moça. Pedro a abraçou, Karina estava tão indefesa que chorou nos ombros do rapaz.
.....
Aqui estamos agora
Tudo está prestes a mudar
Encaramos o amanhã quando damos adeus ao passado
O capítulo acaba, mas a história está só começando
Uma página se vira para todos
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