Notas iniciais
Primeiramente eu queria me desculpar pela demora, tô realmente sem tempo. Gente poucos de vocês comentaram o capítulo anterior! :'( Ficou ruim?? Podem ser honestos, desde sejam educados. Por favor comentem esse capítulo! kkk. Beijos e boa leitura!

Thor volta ao normal de repente, e eu continuo encarando-o, incrédula.

— O que é? — ele pergunta, desnorteado.

— Nada não.

Eu recosto minha cabeça na parede e espero, me corroendo internamente por causa da mensagem, imaginando se Xavier estaria chateado por eu não ter atendido a sua oferta instantaneamente. E como agiria quando visse Logan.

Bucky e Steve conversam, mas não tenho certeza sobre o assunto.

— Do que vocês estão falando?

— Estou tentando acrescentar algumas memórias a mente dele. — Steve responde.

— Hum... Como se lembrou?

— Não foi muito fácil. Eu tive muita ajuda! Um tal de Tony Stark.

— Tony Stark?! — todos nós indagamps em coro.

— Isso aí. Um cara meio alto, cabelos escuros.

— Metido? Convencido? Petulante? — eu completei.

— Você percebeu que só disse sinônimos? — Steve brincou.

— Ele parecia assim mesmo, mas foi muito legal ao me ajudar, e falou muito bem de você. — ele se direcionou para Steve.

— Inacreditável!

De repente ouvimos um estalo, todos nos viramos na direção do som. Era uma garota pequena, com olhos delineados de gatinho, com uma trançado com mechas pretas e rosas.

— A senhorita acabou de aparatar de um portal cor de rosa? — Thor indaga.

— Você é Natasha? Fui enviada para buscá-los, mas... não estou conseguindo abrir meu portal aí dentro.

— É uma força mágica. O nível do seu poder não deve ser alto o suficiente.

— Talvez se eu trouxesse outros X-men aqui...

— Talvez. — Steve se apressa. — Qual é seu nome?

— Blink.

— Tudo bem Blink, faça o seguinte: aparate para fora e busque um mutante muito poderoso, depois tente canalizar sua força para passar, ou então busque um que consiga desligar isso aqui.

Blink assente e desaparece em mais um de seus portais cor de rosa.

— Ótimo! Porque meu resgate foi frustrado. — Bucky comenta.

— Você tentou. — eu brinco.

Logo que Blink voltou eu me arrependi de ter concordado. Ela está com Logan. É claro que está.

Enquanto ele a ajuda a ultrapassar a barreira, seus olhos se mantêem focados nos meus por um bom tempo, até desistirem.

— É impossível.

— Não, não é. — eu digo, já tendo uma ideia. — Se Xavier entrasse na mente de um dos soldados, talvez ele alcance a fonte geral, e tem que a destruir toda!

— Não vai ser assim tão fácil.

— Mas vai dar tempo de a gente sair, e então quando já estivermos lá fora podemos pensar em algo melhor!

— Eu concordo plenamente com a Lady Romanoff.

— Vou falar com ele. — mal pronuncia as palavras, Blink desaparece, deixando Wolwerine conosco.

— Como foram parar aí afinal?! — ele pergunta, de seu modo cético e desinteressado ao mesmo tempo.

— Estávamos em missão. — eu respondo, seca.

Alguns minutos depois um alarme diferente ressoa no cômodo.

" O sistema falhou. Alerta 1, código 12. Repetindo, alerta 1, código 12."

As grades se levantam até o teto e nós passamos o mais rápido possível. Blink reapareceu e montou um de seus portais. Eu não fui altruísta e deixei os outros irem primeiro, na primeira oportunidade que vi pulei. Demorou um só instante, mas meu estômago revirou e eu não aterrissei muito bem do outro lado.

O lado de fora.

Finalmente livres. Quase sou atropelada pelos outros nos próximos portais. Um helicóptero sobrevoa nossas cabeças, e uma escada de corda é lançada para nós. Blink, é claro, não precisou.

Dentro do helicóptero, onde eu esperava ver Xavier, só havia uma mulher de cabelos brancos, Tempestade, presumi, e o Anjo.

— Xavier está no Instituto. Ele precisa do Cérebro para realizar a missão. — Tempestade avisa, sem tirar os olhos do painel.

— Ahn... É claro que ele precisa do cérebro, qualquer um precisa. — Steve comenta exatamente o que eu estava pensando, o que arrancou risadas de todos, menos os não mutantes.

— O Cérebro não é o que você está pensando, é como uma máquina. — esclarece Tempestade.

— Ah... — ele está corado de maneira fofa, eu não resisto e o abraço de lado, o que atrai olhares curiosos de Bucky e Wolwerine.

— Então vocês voltaram? — Bucky pergunta.

— Então vocês estavam juntos?! — Wolwerine completa.

— Sim e sim. — eu retruco.

A viagem é muito tranquila, e chegamos ao Instituto no fim da tarde. Imediatamente, ligo para Coulson.

— Ah, Natasha, graças a Deus! Estive enviando dezenas de agentes para o seu resgate, e nenhum deles voltou. Você os encontrou? — é o seu "olá" para mim.

— Não, sinto muito. Demos um jeito de sair com ajuda dos X-men. Mas a missão não foi concluída. Precisamos de um plano melhor. O computador se regenera!

— Ouvi falar nisso. Fique tranquila e aproveite suas sessões com Xavier.

— Espere um pouco. Está me excluindo da missão?

— Estou. Foi o que você pediu, certo?

— Não! Eu quero as sessões, mas isso é meu trabalho, é mais importante que tudo na minha vida. — exceto Steve, eu acho.

— Então... quer que eu te deixe atualizada?

— E me chame se necessário.

— Tudo bem. Adeus, agente Romanoff.

— Adeus, diretor Coulson.

Eu penso em encontrar Steve, e evito todos os caminhos onde posso encontrar Logan, ou mesmo Xavier, porque ainda estou meio indecisa.

— Steve? Está aí? — eu chamo da porta de seu quarto. Ninguém responde, então eu entro mesmo assim.

Fico preocupada, então abro a porta do banheiro lentamente.

— Oh, desculpe! — eu exclamo quando o vejo no chuveiro. Mas não me preocupo em fechá-la de volta.

— Não tem problema. — ele diz, tímido.

Reparo na água escorrendo pelos músculos no seu abdmome e me vejo parada contemplando a bela vista.

— Sabe, eu ainda não tomei banho. — eu insinuo.

— É? — ele começa a entrar na brincadeira. — Acho que cabe você aqui.

Eu tiro as roupas e entro no boxe. Passo a mão por seu abdome, chegando um pouco mais baixo.

...

— Então, já tomou sua decisão sobre Xavier? — Steve me pergnta enquanto nos enxugamos do "banho".

— Já.

— E?

— Eu vou ficar aqui. Quer dizer, por um tempo. Não deve demorar muito.

— Vou ficar com você.

— Você não precisa...

— Eu sei que não. Eu quero. Porque você é a coisa mais preciosa na minha vida, não quero ficar longe nem por um segundo.

Eu sorrio e o beijo suavemente.

— Obrigada. Significa muito para mim.

— Olha, eu tenho uma surpresinha pra você depois, lá fora. Então, vá para seu quarto e arrume-se.

— Não pode ser aqui?

— Não. — ele diz, o que me surpreende e me mata de curiosidade ao mesmo tempo.

— Tudo bem. Vejo você em...

— Uma hora e meia.

— Pois bem.

— Tchau. — ele se despede com um sorriso malicioso e eu corro para o quarto para me vestir o melhor possível.

Notas finais
Eu sei que tá curto e não tá lá o melhor, mas eu estou realmente sem tempo como eu disse, e aí fica difícil também por causa da falta de criatividade né colegas... Mesmo assim, espero que vocês tenham gostado.. Deixem seus comentários, favoritações e tal kkk. Beijinhos