Segredos de Sangue

22 O Caos Que Você Semeia


Notas iniciais
"E Se fosse possível criar uma arma capaz de parar, ou frear o bioterrorismo?" É isso que vamos explorar nesse capítulo a criação de uma criatura que poderá salvar a humanidade e escolhi chamá-la de Psyche.



Instalações Subaquáticas da Neo-Umbrella

1 de Julho de 2013


O avião da Shadows sobrevoa vários quilômetros sobre o mar aberto, até conseguirem avistar a tal plataforma petrolífera. O avião sofre um pouco para conseguir pousar ali devido a força dos ventos e, quando consegue descer, Leon, Chris e Piers apenas pegam tudo o que precisam de armamentos, checam as últimas informações que tem sobre o lugar e seguem para o seu objetivo.

"Bom, se preparem!" O loiro disse arrumando o seu coleto à prova de balas e engatilhando sua arma, enquanto os outros dois homens faziam o mesmo. "Sherry e Jake precisam da gente. Não podemos desapontá-los."

Já no interior da plataforma, eles seguem para um dos dois elevadores que desce por dentro de uma passagem com vários metros de profundidade e dali se podia ver as profundezas do mar envolta de todo aquele complexo subaquático.

Assim que o elevador para o trio já se depara com um corredor cheio de rastros de sangue no chão que os leva até uma primeira sala enorme, com computadores, câmeras e com muitos corpos de soldados da Neo-Umbrella mortos e espalhados pelo local. O cheiro que pairava ali era horrível, fazendo seus narizes se enrugarem de desgosto.

Gotas de sangue caem sobre o ombro de Leon, chamando a sua atenção.

"Mas, o que aconteceu aqui?!" Dizia Leon ao perceber que havia um corpo preso no teto. O agente americano dá um passo para trás deixando que uma poça de sangue se forme no chão.

"Bem, tenham cuidado. Não sabemos que armas biológicas vamos encontrar aqui." Chris afirma observando como o chão sob seus pés parecia derretido e pegajoso, dificultando a caminhada por ali. E se parasse para perceber mais atentamente, podia-se ver pegadas de pés pequenos, bem como marcas de mãos humanas nas paredes. E onde as mãos tocaram, também deixava danificado o material.

Piers e Chris trocam um olhar apreensivo ao perceber como aquele cenário era bastante familiar. Aquele cenário bizarro os fez lembrar, logo, do porta-aviões.

O capitão ainda está preso em seus próprios pensamentos quando seus olhos, assim como os de Leon, param olhando para uma das câmeras, observando a movimentação horrenda dos corredores.

Pelas gravações das câmeras, os corredores do lugar estavam cheios de soldados tentando lutar contra uma criatura que parecia difícil de ser vencida.

Os olhos de Leon ainda continuaram focados num dos computadores, tentando encontrar o lugar certo onde Birkin e Muller eram mantidos, até que conseguiu encontrar o paradeiro primeiro de Sherry e depois o de Jake.

"Acho que vamos ter que nos separar." Disse Leon, mas o seu raciocínio para, assim que vê numa das câmeras uma mulher presa em uma sala. Seus olhos azuis estavam quase hipnotizados olhando para ela ali, parecendo perfeitamente viva.

“Ada... Ela ainda está viva.” Ver ela ali naquelas imagens, fez seu coração pulsar com uma emoção que era uma mistura confusa de alívio e desespero.


***/ /***


Carla Radames não poderia estar mais orgulhosa de todo o seu trabalho, pois o C-vírus tinha cumprido todas as suas expectativas e, a prova disso, era assistir como os Governos pareciam desnorteados sem saber que rumo tomar.

Para Radames com os atentados bioterroristas e com as suas grandes criações, a sua nova Organização estava se tornando uma grande potência, forte e imparável, capaz de causar a desordem no mundo e ainda medir forças com a FAMÍLIA, que não demoraria muito a sucumbir agora que o seu líder havia sido derrubado e transformado numa de suas cobaias.

Simmons agora estava a sua mercê como uma fera enjaulada. Sua mutação era uma das mais perigosas e incontroláveis, mesmo assim, Carla o mantinha ainda sob o seu domínio. De alguma forma, o C-Vírus ainda o mantinha vivo e capaz de continuar causando mutações.

Derek até havia tentado fugir de sua prisão tentando usar a sua própria mutação a seu favor, até conseguiu matar alguns de seus soldados. Entretanto, era óbvio que sua prima nunca deixaria ele fugir.

"Como o mundo dá voltas! Um dia ele era o dono do jogo e agora se tornou um mero peão, fácil de ser manipulado." Carla dizia enquanto assistia a gravação de uma câmera, onde aparecia Ustanak lutando contra Simmons que estava levando a pior, o cão fiel de Radames acabou decepando um dos braços de Derek o fazendo rugir de agonia.

"O que você está achando, Wong? Não é divertido vê-lo sofrer?" Radames desiste de continuar assistindo Simmons agonizar e se vira para encarar Ada.

"Isso é um verdadeiro show de horrores." Ada reclama atordoada e sentindo seus braços doerem com a força das correntes que prendiam seus braços numa posição, totalmente, desconfortável.

Ada ao se deparar com aquela situação, aos poucos começou a lembrar de como ela foi arrastada até aquele local pelo Ustanak que, sob o comando de Radames, a acorrentou ali em pé, com os braços esticados para cima presos por uma corrente que ia até o teto no meio da sala, forçando-a a se equilibrar praticamente nas pontas de seus pés descalços. A espiã também percebeu que trocaram as suas roupas por um conjunto preto e cinza com calça de moletom e regata sem graça. A bela chinesa sabia que estava ali para ser a prisioneira e nova cobaia da cientista.

"Eu obtive um vírus que seria descartado, o T-Veronica e consegui desintoxicá-lo. Simmons confiou a mim as pesquisas de novos modelos de armas biológicas, mas eu decidi melhorá-lo primeiro. Então, eu comecei a fazer vários testes." Carla decidiu lhe fazer várias revelações importantes sobre o próprio T-Veronica que corria em suas veias. "Mas, ao invés de compartilhar isso com Simmons, eu decidi dividir as minhas pesquisas com Albert Wesker."

Nessa altura do campeonato, Ada já tinha descoberto que Albert Wesker manteve por anos uma aliança com a Radames. Entretanto, a parte pior disso tudo, ainda estava por vir.

"Albert também havia conseguido uma amostra do T-Veronica. Mas os testes que fez com aquela amostra, não tinham dado certo. Então, eu o convenci a usar o MEU vírus aprimorado. Porém, só faltava a cobaia perfeita para concluir o nosso projeto. E adivinha..."

"Deixa-me adivinhar... Eu fui essa cobaia?" Ada indagou irônica.

"Sim. Você acertou. O meu plano era te transformar numa cobaia, fácil para eu manipular na hora que quisesse contra o seu próprio amante. Lembra-se?!" A menção de Derek como seu amante, fez Ada sentir náuseas. "No entanto, o seu organismo decidiu agir por conta própria, trazendo uma nova mutação que nem eu, ou Wesker havíamos previsto."

"Deve ter sido frustrante, perceber que eu não era a sua marionete." Ada riu provocativa e ganhou um tapa na cara, deixando um arranhão na sua bela face.

"Eu tinha muitos planos para você, mas as coisas saíram do meu controle. Você tem razão... foi decepcionante..." Ela parou de falar como se estivesse refletindo, cuidadosamente, sobre suas palavras. "Até que eu conheci a sua ingênua irmã gêmea." Na menção cruel sobre a Mei, Ada sentiu o seu coração se apertar dolorosamente. "Ela era muito fraca e fácil de ser manipulável. E foi essa fraqueza que a tornou a minha cobaia favorita." Radames sibilava cheia de um orgulho sardônico.

"Filha da puta!" Os olhos carmesins de Ada queimavam em ódio. "Eu vou sair daqui e vou acabar com você. Eu juro!" Ada decidiu lutar contra aquelas correntes, tentando, desesperadamente, se libertar.

"Você é tão intrigante com essa sua mutação pelo T-Veronica." Carla caminhava em sua frente como se estivesse brincando com a sua presa. "Embora os efeitos do vírus em seu organismo sejam bastante corrosivos, ainda assim você tem lutado por anos para manter o seu autocontrole." A mulher decidiu parar bem próximo ao seu rosto. "Mas, o tumor causado pelo vírus em seu cérebro, chegou ao seu ápice, se transformando numa bomba relógio prestes a explodir de uma hora para outra." De repente Ada soltou uma gargalhada louca surpreendendo a cientista.

"Você acha que me importo com isso?!" Ada continuava a rir. "A morte é tudo o que eu mais quero. Por que você não facilita as nossas vidas?"

"Por que facilitar a sua vida, nunca foi o meu objetivo." As duas se fuzilavam com os olhos. "A verdade é que você Ada Wong, acabou por fazer parte de um plano maior e mais audacioso."

"O que você quer dizer com isso?" A espiã indagou nervosa, já temendo a resposta.

"Eu sintetizei a cura contra o C-vírus, usando o sangue de Jake Muller. O filho..."

"O filho de Wesker. É, eu sei." Ada dizia de forma desdenhosa, ainda focada em tentar se livrar das correntes em seus pulsos.

"Sim, o filho de Wesker tem me servido bem. Com o sangue dele eu pude concluir uma das minhas criações mais valiosas."

Então, a mulher retirou de dentro de seu manto negro, o que parecia ser um mini controle remoto para criar uma projeção holográfica no meio da sala entre ela e Ada. Na projeção holográfica é exibida cenas de um laboratório, onde o corpo inconsciente de Jake era mantido imergido dentro de uma cápsula. Dessa cápsula, saiam cinco tubos que se seguiam até se fundir num enorme casulo.

"Essa é a Psyche, uma nova criatura muito especial que está se nutrindo, puramente, dos anticorpos existentes no sangue de Jake Muller." A cientista parecia quase fascinada pela cena do holograma onde uma enorme borboleta de cor violeta aparecia.

"Você tá matando-o para alimentar essa coisa?!" Ada exclamou horrorizada.

"Essa COISA..." Enfatizou frustrada. "Será a salvação da humanidade." A cientista dizia numa postura pretensiosa. "Além disso, Wesker Júnior é bastante resistente. E a cura em seu organismo, ainda é muito valiosa para mim e para o mundo." Continuou indiferente. "Portanto, a vida dele é essencial para todos nós."

Ada ainda estava chocada, olhando entre a excêntrica cientista e as projeções holográficas do laboratório, onde estava o casulo e a cápsula com Jake.

"Afinal, por que você está me contando isso?" Ada perguntou relutante, sabendo que aquela mulher não era confiável. "Por que você ainda está me mantendo viva? O que você quer?"

A espiã ainda estava assustada, mas também bastante intrigada sobre a misteriosa criatura, que Radames dizia carregar a cura para a salvação da humanidade.

Afinal, o que aquela mulher realmente queria com tudo aquilo? Ainda mais, depois de ter causado todo esse caos com o C-Vírus. Para a bela espiã chinesa, a cientista Carla Radames parecia louca e contraditória.

"Para Psyche concluir a sua metamorfose, ainda falta uma parte essencial. E você pode fazer parte disso." Radames em seguida, passou a lhe explicar a última parte de seu plano audacioso. "Psyche precisa se fundir a um corpo humano compatível e depois da fusão a metamorfose estará completa. E, só então, eu libertarei o meu belo inseto sobre toda a cidade."

A projeção no holograma mostrava uma simulação de como seria se Psyche (já fundida com o DNA de um corpo humano) fosse solta sobre Lanshiang, onde havia tantos infectados pelo C-Vírus. Em questão de minutos, milhares de pequenas borboletas seriam liberadas por toda a cidade, para que elas pulverizassem o ar intoxicado com a cura.

Resumindo: a Psyche será usada para higienizar toda Lanshiang. Com a cura solta livremente pela cidade, existia a possibilidade de a metade da população ser curada e a outra parte seria exterminada, tudo dependeria do grau de infecção de cada indivíduo. Ou seja, de uma forma ou de outra, a infecção pelo C-Vírus seria contida.

"Bem, a mídia já começou a espalhar por aí, os nomes dos verdadeiros vilões dessa história. Então está na hora dessa HISTÓRIA, ganhar uma verdadeira heroína. Uma grande cientista que usou a sua genialidade também para sintetizar uma cura contra esse mesmo vírus letal, assim dando uma solução eficiente para vencer o bioterrorismo. Algo que ninguém jamais conseguiu."

"Uau. Eu tenho que admitir que você é muito audaciosa mesmo. Se seu plano funcionar, você conseguiria tudo o que Wesker e Simmons sempre almejaram, mas falharam." Ada parou sentindo uma certa trepidação na sala, porém ignorou a princípio a sensação estranha. "Você parece que pensou em tudo mesmo. Mas... e se o seu plano não der certo."

"Por que não daria?! É um plano perfeito que tem sido criado há muito tempo. E o seu corpo é compatível para a fusão. Assim, eu não precisaria sacrificar a vida do Wesker júnior para colocar o meu plano em ação."

"Eu não confio em você. E eu não vou te ajudar a concluir a metamorfose do seu monstrinho!"

Ada sabia que pessoas como Radames, Simmons, ou Wesker, nunca iriam querer parar com o bioterrorismo, porque eles lucravam muito com isso. Psyche seria apenas uma falsa esperança de que todo esse caos, poderia ter fim, mas na real isso nunca acabaria.

“E quem disse que você tem escolha.” Radames sorri se sentindo vitoriosa. Ela tinha razão, Ada Wong era um produto criada para servir ao propósito da sua Organização. Portanto, a espiã chinesa só seria livre se morresse.

"Você nunca será uma heroína, porque você é uma criatura maquiavélica e nojenta como o seu pai!" A espiã esbravejou impetuosa, nesse momento um dos soldados da Neo-Umbrella se aproxima dela e, repentinamente, a atacou com um único golpe cruel em seu abdômen, fazendo-a se contorcer de dor e cuspir sangue.

De repente, um novo tremor mais intenso atinge a sala, como se fosse um pequeno terremoto, fazendo a luz piscar e alguns barulhos de tiros e gritos ecoarem pelo complexo. Os sinais de alerta são disparados, a segurança comprometida, o local começa a sofrer abalos constantes, o teto parece querer ceder como se tivesse alguma coisa extremamente pesada sendo pressionada sobre ele.

"Mas, o que está acontecendo lá em cima?" Ela desiste de provocar Ada e passa a tentar entrar em contato com a sua equipe, mas ninguém responde.

Em contragosto, a cientista é forçada a abandonar a sua prisioneira com a promessa que retornaria para concluir o seu novo plano. A espiã chinesa percebeu que novamente seria transformada em cobaia e não tinha como escapar disso.


***/ /***



Ada já se encontrava cansada de tentar se libertar daquelas correntes, fechou os olhos por um instante, até que ouviu alguns barulhos de tiros vindos do corredor, em seguida a porta se abre para revelar um homem de cabelos loiros escuros, com seu corpo forte, ágil e aquela voz rouca.

“Ei, eu te encontrei! E eu vou tirar você daqui.” Leon se aproxima dela e começa a libertá-la das correntes. Seus pulsos doem quando ele a toca.

“O que você faz aqui?” Suas pernas quase fraquejam, mas sem dificuldade ele a segura em seus braços. E o corpo dele é quente e acolhedor.

"Acho que vim salvar a sua vida." Havia um tom presunçoso em sua voz que faz Ada quase rir, se não fosse pela dor que sentiu em sua face. Sua expressão não passou despercebido por Leon que, ao observá-la com mais calma, viu que havia sangue em seu nariz e um hematoma roxo se formando em seu belo rosto.

"Ada, o que fizeram com você?" Ele rugiu furioso querendo matar quem havia machucado ela. Ada estremeceu um pouco de frio e de dor, mas não queria se mostrar debilitada perto do agente.

"Eu estou bem, eu só..." Mas novamente a dor persistiu, fazendo sua voz falhar e seu corpo estremecer de novo de frio. Leon por sorte já estava com seus braços em volta dela tentando lhe dar algum apoio. Ele podia sentir como a sua pele estava fria, junto com o seu corpo frágil tremendo em seus braços.

Os olhos pequenos e sedutores de Ada ainda não eram os seus castanhos naturais, mas também não eram como os carmesins ferozes de antes. Algo definitivamente estava fora do lugar e isso deixou Leon com medo.

"Você não está bem. Você está fraca e muita fria." Ela tentou se desvencilhar dos braços acolhedores e dos olhares tão preocupados dele. "Talvez, você só precise de um pouco da minha força vital pra te fortalecer."

"Não, eu não posso!" Ada recuou nervosa. "E mesmo se pudesse... no estado em que estou... eu mataria você." Ela lhe deu um olhar mortal, mostrando o quão sério estava a situação.

"Tudo bem. Calma!" O agente decidiu tirar a jaqueta da BSAA que usava e ajudou ela a se vestir, percebendo que aqueles pulsos delicados também possuíam hematomas.

"Obrigada!" Ela aceitou de bom grado a sua gentileza. Leon gentilmente ainda fechou o zíper da jaqueta e tirou de dentro de um dos bolsos, um cantil com uísque que ele lhe ofereceu. Ada bebeu um gole da bebida, já sentindo o álcool lhe aquecer e entorpecer suas emoções.

Eventualmente, os dois saíram para o corredor onde já havia alguns corpos de soldados da Umbrella mortos por Leon.

“Uau, você fez um estrago por aqui.” Ada tentou brincar.

"Ada... Minha querida, Ada. Você voltou para mim!" Entretanto, a situação retorna a fica tensa e perigosa porque a dupla acaba esbarrando com Derek Simmons.

O braço que Ustanak decepou havia sofrido uma mutação se transformando em tentáculos e é com esses tentáculos que ele consegue agarrar as pernas da mulher, fazendo-a perder o equilíbrio e cair, violentamente, contra o chão.

"Você não pode mais fugir!" Simmons murmura com uma voz grossa e sinistra causando um arrepio horripilante na espiã.

"FIQUE LONGE DELA!" Leon começa a disparar vários tiros contra a criatura, porém no meio da batalha, as instalações subaquáticas começam a sofrer, novamente, vários abalos, desta vez, com uma intensidade tão forte que se pode ouvir o ranger das estruturas de aço, enquanto seus corpos são jogados de um lado para outro, dificultando o equilíbrio de qualquer um. E de novo as luzes começam a piscar.

"Nós temos que sair daqui!" Leon consegue uma brecha para chegar em Ada, ele segura uma das mãos dela e juntos correrem na direção dos elevadores.

Em segundos a porta se fecha e eles estão seguros dentro do elevador que começa a descer. Ambos estão ofegantes, com seus corações pulsando acelerados, suas mãos ainda estão entrelaçadas e seus olhos ainda permanecem presos um no outro, como se não pudessem se separar.





Notas finais
Já que em RE6 A AMEAÇA era global, achei interessante criar uma cura que pudesse combater a infecção do C-virus que fosse mais rápido do que as vacinas, ai fui pesquisar um nome legal e que combinasse com a jornada da Ada nessa reta final. O nome Psyche acabou tendo um significado que vai se encaixar perfeitamente para o final da jornada da nossa espiã. Bjus!