Segredos de Cinderela
11 Capitulo 10- 'Cause I want it now, I want it now, Give me your heart and your soul And I'm breaking out, I'm breaking out, Last chance to lose control
Notas iniciais
Pov Elena
Sentia meu corpo desabar e não conseguir nada para segurar e se salvar, era agora não poderia voltar atrás.
Flashback
Ai meu Deus é hoje que minha vida vai mudar, eu ainda não acredito, eu o tirei, o cara mais gostoso, sexy, lindo, perfeito, sexy, engraçado, chique, sexy, charmoso, bem sucedido e eu já falei sexy, é acho que já. Estava nas nuvens eu que ia entrevistar ele, haha não foi nenhuma daquelas meninas patricinhas atiradas.
Assim que paro meu bebê em frente ao prédio da Salvatore’s olho no espelho retrovisor como estava e ainda estou linda, apesar de não ser magricela e tipo modelo, me sinto uma moça bonita, não linda isso nunca seria eu, mas bonita sim. Respiro fundo pego minha bolsa e saio acionando o alarme e seguindo para o caminho da minha felicidade, aiii isso só pode ser um sonho, mas que meu despertador não apite me acordando na boa hora.
Adentro aquele lugar maravilhoso e vou andando até a recepcionista perguntando onde é a sala do senhor Salvatore, explico a razão e ele me pede para esperar um minuto, fico sentada esperando e depois de uns minutinhos ela me chama dizendo que é para ir ficar na sala de espera do sua sala no 20º andar, pego o elevador e sigo até lá.
Quando chego uma miss EUA, por assim dizer de tão bela me atende e fica me fitando dos pés a cabeça o que me faz me sentir menor já que suas roupas são de primeira e superfina. Sento-me a espera dele poder me atender e fico ali uma meia hora mais ou menos, a senhorita miss vem me chamar e eu me levanto ajeito a saia e a sigo até uma porta dupla negra com o nome e o cargo dele escritos em uma linda escrita prateada.
Aquilo me deixa ansiosa demais, meu deus nesse momento gostaria que Daniel estivesse comigo para me ajudar. Ela abre a porta e se retira e ao entrar e o vê-lo lindo ali tropeço caindo e derrubando tudo de minha bolsa, ele apenas revira os olhos e não faz menção nenhuma de levantar-se e me ajudar, mas também eu que tenho que deixar de ser atrapalhada, ele deveria estar muito ocupado.
Termino de recolher minhas coisas e levanto-me desculpando da cena, e ele apenas assenti e me pede para sentar-me à sua frente, sento-me em uma cadeira e na outra coloco minhas coisas, pego o pequeno gravador e as perguntas, mas estava como um bambu no vento de tanto que tremia.
–Tem dificuldade até em ligar um simples gravador? Pelo amor de Deus, dê-me isso aqui que eu mesmo ligarei.- ele fala rude e toma o aparelho de minhas mãos e o liga.
–O-o.o.obrigada.- gaguejo e ele fecha ainda mais a cara.
–Olhe senhorita faça-me o favor de apressar-se logo, pois não tenho o dia todo pode começar as perguntas.
–Que perguntas?
–Minha querida, por favor, né você veio me entrevistar ou o que?
–Oh sim, é que estou nervosa.- digo sentindo o pânico começar a me tomar.- Bom é... Para começar é... A pergunta é... Bom... Quando vo-você quis, ou melhor, planejou querer é... bom montar a empresa?
–Meu deus paciência.- ele sussurrou baixo para si mesmo.- Bom eu planejei montar a empresa, sobre a empresa multimilionária do meu pai e bom com isso fui aumentando suas vertentes, não queria algo que mexesse apenas com publicidade, ou apenas com alimentos, queria algo que englobasse todo o mercado de trabalho, visando em um novo e revolucionário conceito, que me deixasse sem nenhum concorrente.- ele termina e vejo o quão dominador ele é.
Continuo as perguntas ainda tropeçando em minhas palavras o deixando irritado cada vez mais, mas ele deveria estar tendo um dia cheio e ruim, por isso estava tão impaciente, mas isso não me fazia o ver tão incrível, ele é o homem da minha vida, perfeito para casar, imagine, nós casados, com lindos filhos com seus olhos azuis, uma casinha como a dos anões da branca de neve, delicada com um cachorro e um gato, um quintal lindo com um jardim, e ele chegando todos os dias a tarde e me beijando com amor e abraçando as crianças, nós jantando conversando sobre nossos dias e no final iriamos colocar as crianças para dormir e depois iriamos para nosso quarto, colocaríamos nossos pijamas e depois nós nos deitaríamos e ele iria olhar e me dizer o quanto me amava e que eu sou a mulher de sua vida, a decisão perfeita para ele, nos beijaríamos e faríamos amor e quando estivéssemos exaustos e saciados, dormiríamos nos braços um do outro, com a esperança de um amanhecer ainda melhor.
Sou tirada de meus devaneios quando ele começa a estalar os dedos em frente aos meus olhos depois de terminar a sua resposta.
–Sabe de uma coisa criatura, você nunca vai ser uma grande jornalista, me entendeu? NUNCA, e sabe porque, porque você é uma lesada que não sabe se comunicar e não sabe envolver as pessoas como uma jornalista deve, provavelmente seu diploma você terá, porque com essa cara de nerd que você tem no escrito você só deve tirar 10, mas no prático é 0.
–Mas eu vim preparada com uma boa entrevista, bem vestida e tudo mais.- digo segurando o choro.
–Haha o que? Bem vestida? Boa entrevista? E o que mais?- ele diz rindo em escarnio.- Menina se liga, você é uma atrapalhada, sem noção, não sabe se comunicar bem, se enrola nas próprias palavras, erra tudo, seu comportamento é ridículo, e suas roupas o que são isso? Comprou de um brechó, porque acho que até minha vó se veste melhor que isso, você mistura roupas velhas e antiquadas com roupas de uma garotinha, você é feia e desajeitada, acorda, você é adulta. E essa entrevista é a mais lixo que já me fizeram, não sei porque concedi meu precioso tempo com uma menininha nada, uma zé ninguém da vida, se enxerga, vai crescer depois você pensa em algo a fazer para ganhar seu misero dinheirinho, porque como jornalista, você não tem futuro.- ele termina e não aguento.
Jogo minhas coisas na bolsa e saio correndo chorando enquanto ele ri do meu jeito bobo e atrapalhado, como alguém que é tão lindo e parece perfeito, pode ser tão cretino e sem coração, como ele faz isso e me machuca assim, quem ele acha pra falar que não sou nada? Saio da empresa correndo e aos prantos e quando chego no meu carro sinto como se fosse minha fortaleza, estava me sentindo destruída, dói muito ouvir isso.
Saio em disparada aquele lugar é como um antro do demônio que me sufoca, vou seguindo sem rumo, perdida em pensamentos, e acabada, um sonho, tudo não se passou de um sonho, bobo de uma garotinha. Chego em casa e encontro Daniel jogado no sofá comendo pipoca e bebendo cereja, vendo um filme, quando entro chorando corro direto para seus braços, ele me pergunta o que houve, mas não consigo responder, só chorar, mas aquilo serviu-me como um combustível, eu vou mudar, eu tenho que mudar e um dia esse homem ainda vai se arrepender, pois serei uma nova Elena.
Flashback off
Termino de relatar já chorando, estar naquele lugar e reviver tudo o que houve com aquele homem que foi um monstro comigo, me deixou as margens, jogada na tristeza e no infortúnio de relembrar tudo.
–Eu sempre achei que conhecia esse seus olhos, mas nunca lembrei de onde...- ele diz com uma voz perdida.- Eu sempre me arrependi daquele dia, eu sempre quis reencontrar a menina da entrevista, mas havia me esquecido de seu nome e agora que eu sei que ela é você, a mulher que estou apaixonado me sinto ainda pior.
–Damon cala a boca.
–O que? Por quê?
–É isso mesmo cala essa maldita boca, caralho para de fala “Estou apaixonado por você” eu sei que é mentira, que o que você quer é mais sexo e sexo e sexo, mas eu estou farta com tudo, e até comigo mesma por ficar todos esses anos atrás de você dizendo repetidas vezes que te amava e que um dia o faria meu de corpo e alma, eu cansei, você sempre faz isso, me humilha, me encanta com seu jeito e depois no final me humilha, seu grande desgraçado, você é o capeta m forma de homem, não há mais volta, não há mais desculpas eu cansei. CHEGA.- grito histericamente já estava cansada daquilo.- Acabou, Damon, ACABOU, me esquece, não me procure, faça como em todos esses anos que se passaram como se eu não existisse.
–Como sua louca? Eu te amo, pare com isso, me escuta me desculpa, por tudo, pelo passado, eu errei feio, eu nunca deveria ter falado aquilo, mas eu era um garoto egocêntrico e com a fama na cabeça, e por aquele dia, é serio ela me beijou, eu sei que fui errado, mas eu jamais te trairia, porque eu iria querer outra se tinha você, você me dá tudo que eu preciso, e me desculpe por agora, por te fazer chorar e relembrar tudo, me desculpa, volta pra mim.
–Não, já deu cansei disso, pra mim acabou.- eu digo e me levanto, mas ele se joga ajoelhado em meus pés, abraçando minha cintura e chorando.
–Por favor, não faz isso, me deixa concertar tudo, eu não aguento ficar mais um minuto assim com você indiferente, estou aqui nos seus pés, te pedindo perdão, por você eu me humilho em publico, mas volta pra mim.
–Já disse que não chega de ceninha isso já deu, adeus Damon, depois peço para alguém vir lhe entrevistar e eu marco algo com sua mãe, até nunca mais.- sou ríspida e o empurro e sigo para porta.
Ainda o vejo e o ouço chorar pelo que houve aquilo estava me partindo ao meio, mas era o melhor para todos deixar tudo para trás e seguir em frente. Vou até sua sala chamo Caroline, me despeço de Edna e sigo para fora daquele lugar, disposta a não voltar ali nunca mais.
–Antes de abrir a boca senhorita Forbes, eu não estou com um pingo de paciência, então siga calada é só o que lhe peço.- digo formalmente, estava irritada com tudo e todos.
Voltamos para o prédio sem um ruído sequer a deixo ali e peço para que avise que não estava me sentindo bem e por isso fui para minha casa, me recolher para melhorar. Eu precisava disso ficar longe de tudo e todos, sozinha em baixo das cobertas, no silencio só com meus pensamentos, que os colocaria em ordem já que nada em minha vida tem ordem.
O caminho que gasto em torno de uma hora gastei vinte minutos, vim voando, entrei e joguei tudo de qualquer jeito, no meio do caminho mesmo fui retirando minhas roupas precisava de um banho, pra lavar minha alma e meu coração.
Pov Damon
Estava ainda sentado petrificado no mesmo lugar, era ela, a menina que eu fui um incrível desgraçado do caralho, e eu fiz de novo a detonei, mas a diferença é que hoje eu sou louco por ele, eu sou apaixonadíssimo por ela e o que eu faria agora, ela não quer mais contato comigo, porque de novo eu fui um miserável.
Estava ali perdido e inerte a tempo ou qualquer coisa e minha mãe adentra a sala e ao me ver assim se abaixa ao meu lado e eu caio em seu colo chorando, eu arruinei tudo, isso é de família eu sou um Giuseppe 2.0, que só machuca os outros para ganhar o que quer, ela acariciava meu cabelo e falava coisas doces e eu ali sofrendo, meu coração estava do tamanho de um grão de areia.
Depois de quase secar todo meu corpo em lagrimas como um menininho, conto tudo a minha mãe que me olha com reprovação e entendo-a, depois ela me aconselha a mostrar para Elena o quão verdadeiro são meus sentimentos por ela, e como eu me sinto deixando todos esses medos e inseguranças para trás, para construir um novo caminho sem deixar que isso nos abale, ela diz para irmos em casa que ela me daria algo para ajudar com isso e assim faço. Peço para minha secretaria cancelar tudo que eu tinha para o período da tarde e vou com minha mãe.
Ela vai me dando dicas e conselhos por todo o caminho e pede para que eu faça algo para surpreendê-la, concordo, mas antes quero saber o que minha mãe tem para nos ajudar. Quando chegamos eu fico na sala e ele segue à seu quarto, me deixando ali bolando um plano.
Logo ela desce com um pequenino porta-joias em mãos e sentasse ao meu lado.
–Aqui querido, pegue isso.- ela passa-me a pequena caixa de cerâmica chinesa desenhada e delicada.- Abra e veja o que temos aí.
Abro com cuidado por tamanha delicadeza e me deparo com algo lindo.
–Mamãe esse...
–Anel seu bisavô deu para a sua bisavó quando ele teve certeza que ela era a mulher da vida dele e o seu avô com sua avó e seu pai comigo, como ele nunca pediu de volta guardei e pensei “o meu filho quando encontrar alguém especial dará a ela” e aqui está é sua vez de passar a sua amada e que o amor de vocês prospere como o amor de seus avós, meu filho se você a ama lute por ela.- ela diz chorando e sorri para mim.
–Mãe eu não sei o que dizer é lindo.- eu digo e ela aperta meu braço.
–Para mim não há o que dizer, para ela há muito, ou melhor, tudo o que está aqui.- ela põe a mão no meu coração.
–É isso que vou fazer mãe, antes preciso de uma ajuda, vou fazer uma ligação e já vou seguir com meu plano.
Devolvo a caixinha para minha mãe e pego meu celular discando rápido o numero que me salvaria ou me mataria com isso, mas por ela eu assumo qualquer risco, espero 4 toques e enfim sou atendido.
–Alô.
–Ufa graças a Deus você me atendeu, preciso falar serio com você é urgente.
–Urgente? Como? Aconteceu algo? Pode falar.
–Não calma, não é nada com relação a problema de saúde, mas você pode me salvar, só me escute e depois diga o que você quiser.
–Certo pode começar.
–Bom é o seguinte...
Comecei a falar com a esperança renovada no meu peito com ajuda ou sem ajuda ela vai ser minha... Para sempre.
Pov Elena
Estava deitada no silencio e no escuro do meu quarto só de camisola, as 16 horas, nossa em plena tarde e eu aqui, de novo como um maldito zumbi. Cara acho que vou mudar de profissão, os zumbis estão em alta, acho que vou produzir uma serie “O Zumbi do Amor” e serei a protagonista também, jesus onde já se viu alguém como eu assim.
Sou incomodada de meus pensamentos pelo meu celular tocando Queen- Radio Gaga e sei que é o gay mais filho da puta do mundo, o que aquele puto do Daniel queria comigo, ele sabe que se eu não atendo no escritório e nem no de casa é porque não quero me comunicar, porra porque não desliguei essa merda.
–Daniel o que raios cósmicos de luz magica você quer comigo, seu viado dos infernos?
–Nossa sua grossa, só liguei pra saber como você está e avisar que estou indo pra sua casa, como tenho a chave não estranhe se me ouvir.
–Ah Dan, eu quero ficar sozinha, nem rola, você sabe, não atendi...
–No escritório e nem em casa, não liga no celular, não quero falar com ninguém, dois beijos para o recalque.- ele imitou minha voz e eu ri sem vontade.- Eu sei Lens, mas me preocupei, você me esqueceu e só quer saber daquela loira de farmácia e da bruxinha agora.
–Culpa sua, mas é serio tô bem nem se preocupa, nem vem.
–Já tô no caminho o bitch chata em 15 minutos estou aí.- ele diz e desliga sem me deixar responder.
Eu mereço perdi o momento de paz ele vai me azucrinar pra caralho, como sempre. Nem faço menção de levantar, ele que inventou vir, ele que se vire, não tô nem azul para isso. Depois de algum tempo ouço o barulho dele chegando e não faço nada, mas escuto mais do que apenas as suas passadas pela casa, alguém andava pela casa junto com ele, quem será? Será que esse desgraçado não sabe o que significa paz? Ou eu quero ficar sozinha?
Levanto-me pego meu robe em cima da cabeira faço um rabo mal feito, e enfim saio em direção a sala.
–Oi Lens.- ele vem me abraçar.
–Oi Dan.- devolvo o abraço.- Quem veio com você, só levantei porque ouvi mais passos do que apenas os seus.- digo rápido para voltar rápido ara meu quarto.
–Ah foi o porteiro eu fiz umas comprinhas e eram muitas sacolas no carro e ele me ajudou com um pouco, e por falar em porteiro, ele é novo por aqui? Nunca o vi, que homem lindo, mesmo sendo mais velho é um puta gato.- ele diz papeando.
–É o porteiro que está cobrindo o sr. Damião que está de férias, ele começou semana passada e é muito gentil, mas é casado meu caro amigo, você é muito ordinário, já tá se jogando para o moço.
–Eu não sua bitch nojenta estou só constatando a beleza dele.
–Ok, como era ele tudo bem, vou voltar para meu quarto.- digo virando-me e ele me segura me impedindo.
–Não Lens, espera eu trouxe algo que você gosta para te animar.- reviro os olhos para ele que me dá um tapa na coxa.
–Não faz isso, eu não gosto, mas venha.- ele me puxa pela mão e vamos a cozinha cheia de sacolas.- Trouxe sorvete de chocolate e calda de menta, seus favoritos e aluguei a Julia Roberts em Noiva em fuga e Pretty Womam nossos favoritos dela.
–Ah não quero nada só meu quarto.
–Pare com isso Lens, vamos viver, quem morreu?- ele pergunta e começo a rir.
–O que ninguém morreu, na verdade ele morreu, metaforicamente para mim, ele morreu e isso tá machucando.- digo ainda rindo na beira de um ataque histérico.- Ele morreu e eu não queria isso, mas foi o melhor, mas tá doendo.- digo e começo a chorar.- Faz para de doer Dan eu não aguento mais, olhe só já tô chorando de novo.- digo abraçada com ele.
–Shii pequena, estou aqui, estou aqui, tudo vai ficar bem.
–Como você fala com essa convicção?
–Porque eu sei que vai ficar tudo bem, eu sempre acerto quando falo, acho que sou o pai Daniel das previsões.
–Eu quero que fique bem, mas como sem ele, mas eu tenho que ficar bem sem ele, me entende?
–Sim, entendo, eu fiquei assim quando o Sid me deixou.
–Caralho seu imbecil, tá comparando minha situação à morte do seu calango?
–Não fala do Sid assim, eu o amo ainda, e não era calango, era um lagarto albino.
–Crende os pai, seu lunático o Damon não é um lagarto, é o meu homem, ou melhor, o homem que eu amo e você compara a nossa situação a morte da sua lagartixa?
–Não é lagartixa é lagarto.
–Foda-se você que falou isso.
–Certo vamos para seu quarto você está muito estressada e grossa hoje, eu venho aqui te fazer feliz e você faz isso? Insensível.- balanço a cabeça e seguimos para meu quarto.
Quando chegamos à porta está fechada, mas eu não a fechei quando sai o que é que ele tá me aprontado?!
–Daniel que porra você tá aprontando?
–Elena que boca suja a sua hoje caralho.
–Ainda me corrige com mais palavrões. Anda desembucha o que você tá aprontando?
–Ajudando minha melhor amiga a voltar a ser feliz.
Ele abre a porta e eu não acredito no que eu vejo e Daniel também não, ele apronta as dele depois fica com cara de idiota e ainda melhor comendo o meu homem com os olhos, mas também ele é gostoso demais, por isso.
Damon estava de cueca box azul contrastando com sua pele e combinando com seus olhos, com um violão a ponto de tocar para mim, e um grande buquê de rosas mistas no meio da cama e mais varias pétalas por todo quarto, e junto com as rosas tive o vislumbre de uma caixinha de porcelana linda e delicada.
–Elena eu não menti em minuto algum, mas você não acreditou, agora estou pedindo uma terceira chance, vamos ser felizes, vamos escrever um novo futuro, vamos deixar o passado para trás?- ele diz convicto e eu estou ali como uma estatua viva agora.
Senhor e agora o que eu farei? Será que dou uma nova chance ou o mando embora agora mesmo, junto com essa traíra do Daniel? Escolhas, escolhas, tudo está em minhas mãos.

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