Segredos Revelados

2 Visitas e rimas


Notas iniciais
Iae pessoas da Tera, como estão? Como sempre, fiquei hiper feliz com os primeiros reviews, vocês são demais!

O garoto de cabelos ruivos se levantou, deparando-se com dois velhos conhecidos, Kuchiki Rukia e Abarai Renji.


Ichigo: O que pensa que está fazendo chegando desse jeito maldita?

Rukia: Você não muda mesmo Ichigo.

Orihime: Kuchiki-san, Abarai-kun, como estão?

Rukia: Bem, obrigada Inoue.

Ishida: De qualquer forma, qual o motivo da visita, algum problema?

Renji: Nenhum, só estamos fazendo uma inspeção. Vai levar alguns dias, mas é um trabalho bem fácil.

Ichigo: E deixa eu adivinhar, uma certa anã vai querer ficar na minha casa de novo.

Rukia: Já que ofereceu....

Ichigo: Eu queria muito poder dizer não, mas você iria falar com meu pai e com minhas irmãs e eles aceitariam de qualquer jeito... Fazer o que.

Rukia: Que bom que passamos por isso na tranquilidade.

Orihime: Bem... Está ficando tarde então é melhor eu ir embora.

Ishida: Inoue-san esse caminho também vai para sua casa.

Orihime: Mas eu.... Eu acabei de lembrar que tenho de comprar umas coisas, então vejo vocês na escola amanhã. Bem vindos Abarai-kun.... Kuchiki-san. (sai correndo)


Depois daquela incomum cena, Ishida e Sado se dirigiram a suas casas, Renji foi até a loja de Urahara e Ichigo e Rukia foram para a casa do substituto de shinigami.


Ichigo: Estou em casa. E trouxe uma pessoa.

Yuzu: RUKIA-CHAN!

Rukia: Oi como vai!

Isshin: Olhe Masaki, minha terceira filha está de volta!

Rukia: É muito bom rever a todos. Escuta tio, eu vou passar uns tempos na cidade, então será que poso ficar aqui?

Isshin: Nem precisa perguntar, essa casa é sua também. Fique a vontade.

Yuzu: Karin-chan termine de por a mesa que eu vou arrumar uma cama para a Rukia-chan.

Karin: Ok.


Depois de toda a maluquice de sempre da família Kurosaki e do ataque de um certo urso de pelúcia a sua ‘‘Nee-san’’, Rukia e Ichigo começaram a conversar.


Rukia: Antes que eu me esqueça, porque não me conta a razão de estar tão nervoso naquela hora antes de eu te chutar?

Ichigo: Não foi nada...

Rukia: Sei... Você estava falando com a Inoue, então... NÃO ME DIGA QUE GOSTA DELA!

Ichigo: DÁ PARA FALAR MAIS BAIXO SUA PESTE!

Rukia: Isso foi um sim?

Ichigo: Não, mas e se alguém ouvir?

Rukia: Se não é verdade porque se incomoda tanto?

Ichigo: CALADA CRIATURA!

Rukia: Uhhh Ichigo e Inoue... Melhor Ichigo e Orihime... Ichihime! Esse é o nome perfeito!

Ichigo: Você não sabe o que quer dizer silencio?

Rukia: Nossa ele tá nervosinho! Mas cuidado Ichigo, não vá magoar a Inoue ouviu?

Ichigo: Do que você está falando eu e a Inoue não temos nada! Nós somos muito amigos, eu nunca pensaria em acabar essa amizade. E alem do mais, ela nem deve gostar de mim.

Rukia: Quer dizer que admite que gosta dela? Que já teve pensamentos impuros? Sonhos indecentes?

Ichigo: AHHH quer saber, eu vou tomar banho que é o melhor que eu faço. Vê se esquece esse assunto ok? (sai batendo a porta com força)

Rukia: Ah Ichigo, você é mesmo um estúpido. Como ainda não percebeu os sentimentos dela?

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Dor. Isso era o que Inoue Orihime sentia naquele momento. Seu corpo todo se contorcia com uma sensação terrível. Ela procurava algum ferimento ou sangramento, mas não achava nada. Até que viu no espelho o reflexo do seu ombro. Ótimo, aquilo estava escurecendo de novo.

‘‘Aquilo’’ era uma marca de nascença que a garota tinha em formato de lua no ombro. Ninguém sabia da sua existência, até porque não havia nenhum motivo para contar tal coisa, mas por algum motivo de tempos e tempos uma parte da ‘‘lua’’ ficava encoberta por uma mancha completamente negra. E era principalmente nos dias em que Orihime se sentia triste ou com raiva. Quando o incidente em Las noches acabou foi o ponto onde a marca ficou quase que completamente coberta. Mas depois que ela se dedicou a sua vida normal e arranjou um emprego para esquecer-se de toda aquela situação aterrorizante, aos poucos a escuridão cedeu e a lua ficou clara novamente. Pelo menos até o presente momento.

Inoue tentou esquecer seus terríveis pensamentos e sentimentos escrevendo poesia, um hobbie escondido que ela insistia não por ser boa, mas por ser sua única companhia de angustia. Encostou o lápis na folha branca de papel e as palavras fluíram.


‘‘Invisível. É assim que eu me sinto.

Porque meus sentimentos continuam sendo ignorados?

Eles gritam implorando por liberdade, mas esse conforto nunca chega.

Oh meu doce amado, eu sempre estive aqui então porque me ignora?

Será que meus milhares de lagrimas não são oferenda suficiente para ter seu amor?’’


Inoue sentiu os olhos marejados, mas mesmo assim não parou, tinha tanta coisa para colocar pra fora e essa era a única maneira.


‘‘Será mesmo que esse é o jeito certo de se viver?

Eu venho escolhendo o caminho do bem, mas será esse mesmo o certo?

Até agora eu lhe dei tudo e ele não me ofereceu nada alem de desespero,

Os únicos momentos onde eu realmente me encontrei foi quando estava...

Na escuridão...’’


Aquelas palavras já não batiam mais com Orihime, mas ela não se importava. Aquele simples caderno era o único conforto para sua tristeza. De repente, a garota sentiu o reiatsu de um hollow bem perto dali. Normalmente deixaria isso para Ichigo, mas seu corpo tomado pela magoa se moveu antes de seu cérebro conseguir pensar, em direção ao lugar exato. Logo que ficou de frente ao monstro, mesmo antes de Inoue utilizar qualquer pode de seus prendedores, uma coisa estranha aconteceu: O hollow de 5 metros de altura se esvaiu como uma cortina de fumaça só por se aproximar mais da garota.

Notas finais
Nossa o que aconteceu? OBS: Desculpem pela poesia improvisada. Ja ne!