Segredos Revelados

38 Tempo livre


Notas iniciais
GENTE AVISO! ESSE CAPITULO ESTÁ MUITO RUIM, EU PASSEI O DIA INTEIRO RESOLVENDO UMAS COISAS PRUM TRABALHO ONTEM E SÓ TIVE MEIA HORA DE NOITE PARA ESCREVER.

Tic Tac, Tic Tac. O relógio parecia uma tortura sádica a cada segundo.

Tic Tac, Tic Tac. Cada badalada avisava que a batalha estava um pouco mais próxima de começar, e Orihime achou que se não saísse do quarto naquele momento ia acabar gritando até seus pulmões estourarem. Como Kuno estava dormindo esparramada na cama, a garota pegou um caderno e uma caneta e foi para o jardim, para quem sabe começar seu livro.

Mas o que ela escreveria afinal de contas? Seria perigoso mencionar a existência de shinigamis ou de qualquer coisa que está acontecendo, então a história tinha de ser mudada.

“Há muito tempo atrás, existia uma garota chamada...”

Não, a ideia maluca de Kuno sobre a princesa ursinho tinha ficado em sua cabeça. Precisava de algo melhor.

Orihime ficou com bastante duvida: Como seu livro devia desenvolver a história? A que ponto poderia se distanciar da verdade sem ser exageradamente fantasioso? De repente, alguma coisa atingiu sua cabeça, mais especificamente uma laranja.

Orihime: Ai! Kuno, você pirou de vez?

Kuno: Eu fui na cozinha e a única coisa que tem são essas bolas.

Orihime: Não são bolas, e sim laranjas.

Kuno: O nome não é importante.

Orihime: Pensei que você ia dormir mais.

Kuno: Eu até ia voltar a dormir, mas tava tendo um sonho sobre um rio de donuts, levantei para comer algum e vi que aquele morceguinho emo bocó jogou os meus fora de novo.

Orihime: Calma, eu faço mais.

Kuno: Não isso exigiu uma vingança.

Orihime: Kuno, o que você fez?

Kuno: Nada demais, eu apenas achei um pobre bichinho sofrendo no deserto e dei um lar a ele, que por coincidência era o travesseiro daquele troço de maquiagem mal feita.

Orihime: Do que isso vai adiantar, ele não tem medo de bichos, pelo menos não parece lógico.

Kuno: Eu sei disso, mas sem estar esperando todos os seres do planeta se assustam com um bicho no travesseiro.

Orihime: Tsc, você não muda...

Kuno: Enfim, o que tava fazendo antes de eu chegar?

Orihime: Bem, não tinha nada para fazer então decidi começar meu livro.

Kuno: Já escreveu alguma coisa?

Orihime: Nem uma única linha, parece que as coisas insistem em não sair.

Kuno: Fica fria, uma hora você acaba conseguindo.

Orihime: Se você diz...

O tempo passava cada vez mais lentamente, quando Orihime se levantou eufórica.

Orihime: Finalmente consegui!

Kuno: Sério? Me mostra!

Orihime: Não sei se você vai gostar...

Kuno: Qual é, mostra logo.

Orihime: Tudo bem. “Ouvindo o barulho da torneira, Jess tentava dormir, mas os pesadelos cheios de sangue não permitiam. O fato é que ela já havia aceitado que em sua vida só haveria escuridão pela frente, e tudo por causa daquela maldita empresa. Graças ao que todos em sua volta chamavam de ‘milagre dos negócios’, ela precisava ficar presa em um quarto, escondida do resto do mundo, só para que pudesse ver a luz do sol mais uma vez. Mas para que continuar vendo-a com barras de metal na frente?”

Kuno: Nossa... Isso ficou...

Orihime: Horrível não foi? Tsc, só vou amassar isso e desistir dessa ideia estúpida.

Kuno: Não Orihime, a história está maneira. Faz uma boa metáfora. Mas diz, como eu apareço nela?

Orihime: Você é filha de um dos seguranças da casa, e começa a “me” ajudar a escapar parta ver o mundo.

Kuno: Nossa, eu sou demais em qualquer realidade.

Orihime: Sério mesmo que gostou?

Kuno: Claro que sim, eu não gosto de mentir.

Orihime: Muito honesto de sua parte.

Kuno: Não se engane, não é por honestidade, só prefiro não mentir para não ter o trabalho de pensar e manter uma mentira.

Orihime: Kuno!

Kuno: Orihime! Agora que paramos com o jogo “fale o nome da outra em um tom extremamente fino”, me responda uma coisa: Se por alguma possibilidade, seus amigos da Soul Society, ficarem contra você, o que faria?

Orihime: Não fale isso, eles com certeza estão...

Kuno: Eu só estou apontando que há uma chance de isso acontecer, mesmo que seja pequena.

Orihime: Antes me responda você uma coisa: Quando o plano começar, você vai lutar também?

Kuno: Se é isso que você quer tudo bem. Mas não posso ajudar com relação ao Rei das Almas, isso é uma coisa que tem de fazer sozinha.

Orihime: Eu sei...

Kuno: Escuta, eu estive pensando, faltou te ensinar uma ultima coisinha.

Orihime: O que?

Kuno: Na verdade essa técnica não é 100% garantida, e gasta muito poder, por isso nem tenho certeza se você vai poder usar. Mesmo assim seria injusto não contar.

Orihime: Agora me deixou preocupada.

Kuno: Orihime... Eu vou te ensinar... Um método de purificação de alma.

Com a pronuncia dessas palavras, o rascunho de uma história fictícia foi deixada de lado por enquanto, pois o terrível mundo real chamava.

Notas finais
Desculpem mais uma vez, até amanhã!