Segredos Revelados

14 A noticia do objeto misterioso


Notas iniciais
Iae pessoas da Terra como estão? Ultimo capitulo da semana, e ultimo dia antes do meu maravilhoso e lindo recesso!

Já era de noite e Orihime decidiu chamar Kuno para mais uma lição do treinamento. Apesar de não estar muito disposta, a garota aceitou, já que estava de bom humor. Logo ambas estavam com bastões de poder em mãos, mas uma coisa ainda deixava Orihime confusa.

Orihime: Nossa, eu nunca te vi sorrir tanto, aconteceu algo que eu não estou sabendo?

Kuno: Ah eu estou apaixonada! Os donuts conseguiram conquistar meu coração! Eu me rendo a eles de corpo, mente e alma! Quero morar em um donut gigante e depois comer minha própria casa!

Orihime: Só você mesmo para se apaixonar por donuts...

Kuno: Você se apaixonou por um único morango, então não pode nem falar de mim.

Orihime: Ah Kuno, antes do treinamento eu queria te perguntar uma coisinha.

Kuno: Fala ai.

Orihime: Essa marca que eu tenho no ombro, o que significa?

Kuno: A Marca da lua? Sinceramente, eu não faço à mínima ideia. A única coisa que sei é que ela fica clara ou coberta por ‘‘nuvens’’ negras de acordo com seu estado de humor. É bem maneiro.

Orihime: Pensei que você soubesse mais alguma coisa...

Kuno: Eu tenho cara de enciclopédia por um acaso? Não. Agora vamos treinar logo.

Orihime: Ok.

Kuno: Preste atenção, tenha foco, sabe muito bem que se descuidar-se não vou pensar duas vezes em te cortar.

Orihime: Já sei, mas, por favor, não me coloque no modo descontrolada.

Kuno: Vou pensar no seu caso... Vamos lá!

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Na casa da família Kurosaki, todos estavam jantando, quando um rapaz de cabelos ruivos chegou ao local.

Renji: Com licença.

Ichigo: Renji o que tá fazendo na minha casa essa hora?

Yuzu: Oni-chan isso é jeito de falar com seu amigo? Licença, você quer jantar com a gente?

Renji: Obrigado, é bom ver que o Ichigo é um retardado grosseiro por vontade própria e não por genética, mas eu não posso. Rukia, preciso falar com você.

Rukia: Comigo? Pode falar.

Renji: Tem que ser em particular.

Ichigo: HUMMMMMM EU SEI O ‘‘PARTICULAR’’ QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO RENJI...

Renji (tenta disfarçar que corou): Com certeza não é o mesmo ‘‘particular’’ que você anda tendo com a Inoue.

Ichigo: Não somos como você e a nanica, a Orihime é uma menina inocente.

Rukia: Você acabou de me insultar seu maldito?

Renji: Vamos logo antes que eu acabe com ele.

Os dois shinigamis saíram pelas ruas de Karakura até uma sorveteria, e pela expressão do amigo, Rukia percebeu que havia algo de errado.

Rukia: Renji, o que aconteceu?

Renji: Não se preocupe tanto, pode ser alguma coisa, mas também pode não ser nada.

Rukia: O que foi, fala logo?

Renji: Um grupo de shinigamis capturou um hollow hoje aqui nos arredores da cidade. Nele haviam umas coisas.

Rukia: Muito especifico você.

Renji: Mas é exatamente isso, ninguém sabia o que era, mas não tentou matá-los. O material foi enviado para o décimo segundo batalhão, e a única coisa que descobriram até agora é que é uma espécie de tecnologia.

Rukia: Tecnologia? Impossível! Será que tem mais alguém planejando alguma coisa em Hueco Mundo?

Renji: Ainda não chegamos a essa conclusão, pode ser apenas um resto de algum experimento desconhecido do Aizen ou daquele Espada cientista. De qualquer maneira, fique com os olhos abertos.

Garçonete: Aqui estão seus pedidos.

Rukia: Obrigada.

Garçonete: Vocês realmente são um casal bastante fofo!

Renji: O-O-O Q-Q-QUE?

Rukia: N-nós n-não s-somos na-namorados.

Garçonete: Desculpem então, qualquer coisa é só chamar.

Rukia: Porque todo mundo fica falando essas coisas? É mais do que obvio que a única coisa que você sente por mim é amizade.

Renji: E que você só quer que sejamos amigos.

Rukia: Eu acho melhor eu ir embora.

Renji: Mas você nem tomou seu sorvete.

Rukia: Pode ficar. (levanta da mesa e vai embora, mas Renji segura seu braço)

Renji: Espera... Fica por favor.

Rukia: Renji...

Renji: Eu preciso te contar uma coisa. Eu sei que estou correndo risco de acabar destruindo nossa amizade, ou de ser fatiado por milhares de laminas, mas eu não aguento mais guardar esse segredo. Rukia eu....

O ruivo travou. Ele tinha guardado seus sentimentos já fazia tanto tempo que parecia que aquelas palavras não se juntavam para formar a frase.

Rukia: Você o que?

Renji: Euamovocê.

Rukia: Fala devagar.

Renji: Eu te amo.

Renji sinceramente não sabia o que ia acontecer agora, mas ficou meio surpreso quando sentiu a mão de Rukia estapear com força sua cara.

Rukia: IDIOTA! Sabe há quanto tempo eu estou esperando você dizer isso? Eu devia te matar, arrancar seus ossos para fazer chaveiros!

Renji: Então você...

Rukia: Sim, eu também amo você.

E depois daquelas palavras, já não havia mais nada a ser dito ou feito, pois o que ambos tinham esperado por longos e longos anos finalmente tinha se realizado, e justamente por isso não haviam palavras bonitas o suficiente para a situação.

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No palácio em Las Noches, Aizen entrava em um cômodo bastante amplo, com uma televisão gigante, onde Ulquiorra observava com atenção o treinamento de uma garota ruiva.

Aizen: E então?

Ulquiorra: Em minha opinião o nível de desenvolvimento da mulher em relação ao uso de seus poderes já está satisfatório.

Aizen: E quanto aos outros?

Ulquiorra: Apenas as pessoas previstas estão na cidade de Karakura, os shinigamis mais próximos vão demorar em média uma hora para perceberem o problema e se deslocarem até o local.

Aizen: Ótimo. Vamos Ulquiorra, podemos começar de imediato.

Ulquiorra: Como desejar, Aizen-sama.

Notas finais
Deixa eu correr das pedras por matar voces de curiosidade no fim de semana. Ja ne!