Segredos Dos Populares

3 Bêbadas são engraçadas


Notas iniciais
Hey. Desculpa a demora, sabe como é, escola, provas e bla bla bla... Mas aqui vai um capitulo novinho. Não ficou bom como eu gostaria, mas foi o que deu pra fazer... Espero que gostem (não sei porque estou falando no plural, só tenho uma leitora, mas ok kkk)

A minha vida inteira eu venho tentado entender a física e suas leis. Uma coisa básica que eu entendi rapidamente foi a Impenetrabilidade. Ela diz que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Simples? Eu achava que sim. Até entrar na casa de Annabeth.

Provavelmente os adolescentes da cidade inteira estavam ali. Eu sei que eu disse que a cidade era pequena, só com 1200 habitantes. Mas desses 1200, uns 700 são adolescentes, e, no momento, todos estavam na casa de Annabeth. Mesmo com a arquitetura da casa bem elaborada, cabendo vários cômodos e, consequentemente várias pessoas, parecia impossível toda essa gente estar reunida ali (a não ser que a Impenetrabilidade esteja errada e caibam dois corpos no mesmo espaço ao mesmo tempo). Ou talvez eu simplesmente fosse péssima em matemática e não houvesse tudo isso de gente.

Eu pensei em tudo isso em menos de um minuto, o que foi tempo suficiente para que eu perdesse Will e Miranda de vista. Mas outra pessoa entrou em meu campo de visão: alto, moreno, olhos escuros, estilo emo. Lindo. Perfeito.

Coloquei a mão na cintura e fiz uma pose ridiculamente provocante (pelo menos eu esperava que parecesse provocante) e disse, da maneira mais sexy possível:

- Oi – Minha voz sensual era muito estranha. E não causou o efeito que eu esperava.

Ele começou a rir. Rir! Me senti patética.

- Oi – ele respondeu, bem mais sexy do que eu, parecendo fazer muito menos esforços – Você é a aluna nova?

- Sou. Por quê?

- Nada. Eu gosto de conhecer gente nova. Sou Nico di Angelo – ele beijou as costas da minha mão.

- Katie Gardner – Falei.

- Quer companhia, Srta. Gardner?

- Adoraria, Sr.Di Angelo. – estendi-lhe o braço e deixei que ele me conduzisse. Lembro de tê-lo visto conversando com o namorado de Annabeth, então ele deveria ser popular.

Paramos em frente ao balcão. Nico pediu duas garrafas de vodka, depois olhou para mim.

- Você bebe, né?

- Claro – Respondi, mas ficou obvio que era mentira. Fiquei com vergonha de dizer que as únicas vezes em que eu havia bebido fora quando eu era pequena, quando bebi o vidro de acetona da minha mãe e no natal e ano novo, que eu bebo champanhe.

O rapaz voltou, trazendo as garrafas.

- E o copo? – Perguntei

Nico deu uma risadinha e piscou para o homem, que saiu de lá com uma expressão engraçada.

— Não sei como faziam na sua cidade, mas aqui a gente bebe direto da garrafa.

Ele apanhou uma das garrafas e virou, tomando dois grandes goles. Peguei a outra garrafa e me preparei para fazer igual a ele, mas quando virei senti o gosto de álcool queimar minha garganta e comecei a tossir freneticamente.

- Não precisa tomar, já que nunca bebeu antes. Não quero ser o responsável por corromper uma doce alma inocente. – ele exibia um sorriso charmoso.

- E quem disse que eu sou uma doce alma inocente? – Estreitei os olhos e bebi mais alguns goles – É bom. – E era mesmo, só era forte.

Ficamos bebendo e dançando. Quando acabamos a garrafa começamos outra. Nico misturou um pouco de soda em cada uma das garrafas. Experimentei e dei risada. Não sei por quê. Talvez fosse por eu estar bêbada. Sei que aquilo era muito bom.

Depois de não sei quanto tempo disse ao Nico que precisava de um descanso e ele foi beber sozinho num canto.

Cambaleei até o quintal, onde varias pessoas se divertiam e algumas até entravam na piscina (com roupas mesmo). Avistei Will.

- Ooooooi Willzitooo – cantarolei e em seguida tive um pequeno acesso de riso.

- Você ta bem?

- Estou nas nuuvens, sério.

- Já entendi, você ta bêbada.

Ri.

- Eu estou completamente bêbada.

- Katie! Não havia visto você, oi.

Quem é essa loira me cumprimentando? Concentre-se Katie, você sabe que a conhece. Ah, é Annabeth!

- Oi.

- Pelo visto está se divertindo. Fico feliz em saber disso.

- Estou me divertindo muuuito, alias que casa liinda.

- Obrigada. Bom, vou ver o Percy. Continuem se divertindo.

Ela saiu e outra figura apareceu no lugar.

- Oi Katiezinha. Oi Will.

- E aí Travis?

- A gente ta se divertindo. – Falei, com bico.

- Ta bêbada?

Ri novamente. Travis riu.

- Posso cuidar dela um pouco?

- Toda sua – Disse Will se afastando.

- Eu não preciso que cuidem de mim, sou grande – Dito isso, virei e dei de cara com a parede.

Travis gargalhou.

- Acho que precisa sim. Vem.

Ele pegou minha mão e me arrastou até não sei aonde. Minha visão estava embaçada.

Depois ele pegou umas coisas e voltou a vir na minha direção.

- Levanta a cabeça.

- Cabeça?

- Sim a cabeça. Preciso limpar seu nariz. Ta saindo sangue dele depois daquele beijo que você deu na parede.

- Nariz? Voldemort não tem nariz, sabia?

- Sabia – ele riu um pouco – Você é engraçada quando está bêbada.

- Mas eu não estou bêbada. – Falei e depois rir, simplesmente por ter dito uma mentira tão idiota – Só um pouco.

Não sei bem o que houve depois disso. Ele começou a limpar meu sangue e eu adormeci.

Notas finais
Nada a declarar. Como ja disse, nao gostei desse capítulo, e prometo fazer o próximo melhor. Só não sei quando irei postar... Beijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.