Segredos Amargos
28 Capitulo Bônus: Encerrando a noite... ou não.
Notas iniciais
Ainda abraçada ao marido, Natasha sente as mãos dele apertando sua cintura por baixo do tecido fino da camisa dele que ela usava. Não demorou para que eles estivessem se beijando e as mãos dela bagunçassem ainda mais o cabelo já desgrenhado do loiro. Ele por sua vez, para deixa-la mais alta e a sua melhor disposição, a ergue facilmente pela cintura e a coloca – não tão sutilmente – sentada sobre o balcão de mármore, onde alguns minutos antes ela comia seu jantar gelado.
Uma das mãos dele sobe em direção ao seu rosto e quando ela espera sentir alguma caricia típica do marido, o que ela sente é a mão dele subindo pela sua nuca e puxando os cabelos ruivos dela com força. Ela geme, tanto de dor quanto de prazer. O loiro puxa ainda mais, o que faz ela pender a cabeça para trás, deixando seu pescoço completamente a disposição dos lábios dele.
Steve traça um caminho entre o pescoço e a clavícula da mulher, distribuindo beijos, chupões e mordidas nele. Natasha retira as mãos do cabelo do loiro e tenta retirar a camisa dele que se afasta dela e retira ele mesmo a camisa, fazendo o mesmo com a mulher. Ela usava apenas uma calcinha de algodão por baixo, nada que fosse considerado sexy, mas Steve era um homem categórico, não se importava com lingeries uma vez que quando terminassem, ambos estariam nus.
Ele dá um pequeno passo à frente se se abaixa um pouco, deixando seus olhos na altura do olhos da mulher (mesmo estando sentada no balcão, ela ainda continuava menor que ele) e se aproxima ainda mais. Primeiro ele beija-lhe os lábios, em seguida bochecha, pescoço, clavícula, e assim vai descendo, enquanto Natasha gemia baixo e tentava manter os olhos abertos.
Steve chega a calcinha da mulher e usando o dedo indicador ergue um pouco a mesma, ele dá uma ‘espiada’ no que a mesma esconde e encara a mulher com um sorriso maliciosos brotando-lhe nos lábios. Natasha já sabia o que esperar: Tortura. E é exatamente o que o homem começa a fazer, retirando lentamente a calcinha dela sem desviar os olhos do rosto da mulher. Ele alisa as pernas da esposa no processo e ao retirar completamente a calcinha, a joga por sobre o ombro e faz o mesmo processo que havia feito – beijos e cariciais — para chegar novamente aonde queria.
Natasha sentia seu corpo em combustão, os pelos se arrepiando e a respiração cada vez mais difícil de controlar. Quando ela sente os lábios do marido – assim como a língua – lá, os olhos se fecham abruptamente e ela tenta ao máximo manter a respiração constante.
Steve por sua vez, tem os olhos extremamente abertos e alertas para toda e qualquer reação da mulher, que ora coloca as mãos na sua cabeça o impulsionando a ir mais fundo, ora as posicionava sobre a bancada, buscando apoio para o corpo que tremia de excitação. Ele amava tê-la daquela forma, vulnerável, excitada, gemendo de prazer... ele sentia sua própria excitação aumentar ainda mais só de vê-la daquela forma.
As palavras de incentivo dela eram música para seus ouvidos, assim como os puxões de cabelo que eram cada vez mais constantes e agressivos. Natasha morde firmemente o lábio inferior, chegando a sentir o gosto de sangue na boca, numa tentativa de conter os sons que ela produzia, mas quando chega ao ápice, ela solta um grito que tem certeza que pôde ser ouvido nas ruas vizinhas.
O homem se ergue rápido e embora a mulher ainda tenha a respiração ofegante e as pernas levemente tremulas, ele se posiciona entre elas, e a beija com ferocidade. Natasha retribuiu o beijo com a mesma intensidade e cruza as pernas nas costas do marido, o trazendo para mais perto de si. Ela explora todo o corpo dele, inclusive sua ereção que mesmo coberta pela calca de moletom que o mesmo usa, mostra claramente que está a ponto de ‘explodir’.
Ela desfaz o nó que prende a calca a cintura do marido e a mesma desliza pelas pernas dele, revelando o membro completamente ereto do marido. Ela – literalmente – lambe os lábios ao vê-lo e Steve sorri malicioso. Natasha começa a acaricia-lo do jeito que ele gosta de ser, enquanto as mãos do loiro a excitam ainda mais. Steve está prestes a atingir o seu ápice, mas diferente do que a mulher esperava, ele retira as mãos dela do seu membro e com um movimento rápido a puxa pelas pernas, pressionando seu membro contra a esposa.
Natasha volta a cruzar as pernas entorno no marido, que começa a se mover de forma lenta, ritmada. Ela apoia ambas as mãos nos ombros do marido, enquanto ela mesma tenta acompanha-lo, porem Steve aumenta a velocidade e intensidade dos movimentos, obrigando a ruiva a buscar apoio na bancada. Ela estende os braços em ambos os lados do corpo e com as mãos abertas sobre o frio mármore, sente todas as emoções e sensações que o corpo forte do marido proporciona ao seu próprio corpo.
As ondas de prazer vem cada vez mais rápido e com mais intensidade, e quando ela atinge seu segundo orgasmo, o marido a acompanha. E mesmo depois disso, ele não para, obviamente queria impossibilita-la de andar, uma vez que ao atingir o terceiro orgasmo a pouca força que ainda restava a ruiva, a abandona e é preciso que Steve passe um dos braços pela cintura dela, para mantê-la sentada no balcão.
As pernas se mantem cruzadas com grande esforço entorno do loiro, que retira os fios ruivos que estão grudados no rosto da esposa.
“Isso foi...” Steve começa com a respiração entrecortada.
“Intenso.” Natasha completa, ofegante.
Ela passa uma das mãos pelos próprios cabelos, sentindo a umidade presente no mesmo.
“Preciso de um banho.” Avisa tentando mascarar a malicia com uma expressão inocente.
“Ainda bem que temos um box enorme... porque eu também” Steve concorda, já excitado.
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