Segredos.

3 PARE DE MEXER NAS COISAS QUE NÃO SÃO SUAS.


Notas iniciais
UAHUSHAUSHAUSHAU
Oi negada ~ Como vai? Tudo bem? Então tá bom.

HAHA, o próximo capítulo será o último.

A propósito, nenhuma chance do Mello estar vivo ;D

Matt estava tremendo. Aquilo seria uma violação – mas Mello não estava mais lá. Teria algum problema?

- Não tem problema. – consolou-lhe novamente Near. – As chances de alguém notar esse caderno é de apenas 0,2%. Mas eu te entenderei, caso você queira “preservar” as coisas do seu melhor amigo.

Com essa frase, Matt sentiu uma súbita raiva e abriu o caderno. Na primeira página estava escrito todos os dados de Mello, inclusive seu nome verdadeiro – que ele já sabia. Na página seguinte, estava uma foto dele.

“Eu... Nunca... Imaginaria... Uma... Coisa... Dessas...”, pensou o ruivo pasmo ao ver a foto. Observou aquela foto – nunca tinha a visto – e passou de página, fazendo uma careta. A letra de Mello estava mais feia que o normal. Não que a sua fosse a mais linda.

- Não sei como nem por que eu me tornei assim. – Matt começou a ler alto, com uma certa dificuldade para entender a letra. – Mas sabe, é bom que ninguém encontre isso. Começar a escrever algo assim não foi ideia do Roger, mas é que ultimamente eu passo por dias bastante complicados, e parece que o Matt está percebendo isso. Eu acho. A propósito, Matt é o meu melhor amigo. Que legal, ele colocou meu nome no meio ~

Near tomou o caderno de Matt e fechou-o.

- Vou ser sincero com você, espero que entenda.

- Fale.

- Aqui está cheio de terror.

- O quê?

- Aqui está cheio de terror. – repetiu. – Eu tenho medo daqui. Você não tem medo daqui?

- Eu não. – riu o ruivo. – Você deve estar assistindo muito filme.

Near estava com o rosto muito próximo do seu. Se afastou. E ele chegou mais próximo novamente. Se afastou até bater suas costas na parede.

- Por que está se afastando de mim?

- Nada...

Então, quando menos esperou, o menor lhe beijou.

- Como eu disse, eu tenho medo daqui. Eu quero que você me proteja. Por favor.

- Quem é você e o que fez com aquele Near quieto e ignorado?

Matt se enrolou nos cobertores, ficando só com a cabeça de fora.

- Você está possuído, no mínimo. Por favor, fique longe de mim.

Near sorriu, e o ruivo teve certeza de que algo vermelho brilhou no seu olhar, e se encolheu mais um pouco.

- Espere e veja aqueles monitores tirarem as coisas do Mello daqui. Se isso acontecer, me chame, e eu vou rir de você. Se te matarem, eu também vou rir de você, longe do seu funeral.

- Você está me assustando!

- Você não confia em mim?

- Pare de mudar de assunto.

- Tchau. – Near se levantou, com a testa franzida.

Matt viu ele sair do quarto, e voltou a olhar para o caderno largado no chão. Precisava saber. Talvez ali estivesse escrito o por quê dele ter morrido. Largou seus cobertores e pegou o caderno, abrindo-o na última página.

Parecia estar escrito em sangue, letras bem grande escrito “ADEUS, AGORA EU ME DESPEÇO DESSE LUGAR HORRÍVEL”.

-AH! – gritou o garoto, jogando o caderno longe.

“Mello... Se matou”, pensou, antes de perder a consciência.

Near achou que havia sido muito mal com seu amigo, mas ele realmente não entendia as coisas, então deu meia volta e voltou ao quarto.

Matt estava caído no chão, com o caderno aberto em mãos.

- Você é tão teimoso...

Notas finais
Sou tão do mal... HAHAHA!

Hum, se não me engano, teve um beijo aí. E o Near está muito OOC, o Near é OOC nessa fic.

Sim, o próximo será o último.
Não esperem que alguém viva aqui.

Como é o meu primeiro beijo entre dois garotos, precisava saber o que vocês acharam.

Ja nee~