Segredo
1 Capítulo Unico
–Dr. Uchiha, recepção! – A voz metálica avisa por todo o andar pediátrico.
O homem alto, forte e de rosto bonito, despede-se dos pais de seu paciente e vai até a recepção do andar onde a loira estonteante Yamaha Ino conversava com suas duas amigas a Médica pediátrica e obstetra Sakura, uma mulher peculiar de rosto delicado e cabelos tingidos de rosa e corpo esquio; e Karin Uzumaki a enfermeira chefe do andar. As três pararam e sorriram docemente para ele.
– Senhor Uchiha, a senhora Senju o requisitou em sua sala. – Ino comenta com frases profissionais e olhar profundo dando um sorriso de lado no final. – E é bom ir preparado viu, ela estava uma fera.
–Hm.. – Responde ele erguendo uma sobrancelha.
– O que será que você aprontou em Sasuke para a mestra ficar assim? – Sakura que fora aprendiz da mulher perguntava com um sorriso de lado, foi colega de sala junto com Uzumaki Naruto e era o que poderia chamar de amiga, embora bem soubesse da paixão quase doentia dela para com ele. –Né Sasuke, não quero você e Naruto irritando Tsunade em!
– Deixa ele Sakura! Você não sabe que Sasuke não faria nada de errado?! – Intervém Karin passando os braços sobre o braço do moreno o abraçando. – Sasuke no máximo terá de explicar alguma bobeira que Naruto fez...
– Tsc... Irritantes... – Sasuke fala apático e cansado dessa ladainha. – Por que eu teria aprontado algo ou ter de explicar algo que Naruto fez?
– Sasuke, você irá passar o natal com Naruto e família? – Sakura pergunta esperançosa claramente ansiosa.
– Não.
– Claro que não Sakura, eu o convidei semana passada para passar comigo Jugo e Suigetsu – Karin comenta altiva. Afinal eles foram seus companheiros de quando serviu como médico na cruz vermelha e algumas vezes quando voltaram comemoraram juntos.
– Também não.
Simplesmente livrou-se do aperto e apertando o botão do elevador distante da recepção mas aquelas mulheres falavam alto o suficiente para ele ouvir.
– Ah! Esse homem na minha cama por duas horas... – A voz da Ino dizia profunda e risonha.
– Deixa de ser assanhada porca! Você está noiva do Sai, caramba, você tem um filho com ele! – Exclama alto a escandalosa Sakura suspirando. – Um dia ele ainda vai ver quem pode fazer tudo por ele...
– Eu, é claro! – Karin comenta rindo e pelo estrondo Sakura havia novamente socado a mesa.
Deu graças a Deus quando a porta do elevador abriu. Aquelas mulheres eram loucas!
Claro que sua felicidade durou pouco afinal encostado na parede do elevador de braços cruzados estava um loiro alto forte e imenso com um sorriso empolgado na face.
– Yo, Sobe?! – Disse aquela voz rouca e infantil perene do amigo quando o outro apertou o botão somente acenou indicando o ultimo andar com o dedo. – Vai lá para casa no natal?
– Não.
– Por que não seu idiota?! – Perguntou agora exasperado Naruto. – Hinata está totalmente dedicada há dias me deixando louca e Boruto quer saber quando vai ver o padrinho!!
– Por que tenho um compromisso.
– No natal?
– No natal.
– Mas e sua filha? – Naruto se referia a Sarada a filha dele e de Sakura feita por inseminação artificial, a rosada anos atrás teve problemas sérios no útero e logo não poderia mais ter filhos, sonho de sua vida, e como Sasuke também sempre quis ter filhos e reerguer sua família após o trágico acidente decidiram entrar nessa juntos.
– Passarei com ela a semana do dia vinte e seis até dia primeiro. Ao contrário de seu mini-babaca minha filha é inteligente e compreende que nem sempre passaremos juntos, nem por isso ela é menos importante.
– Seu IDIOTA! – Ele ia completar quando as portas abriram no penúltimo andar, o andar da medicina diagnóstica. A esposa de Naruto era chefe do andar com seus dois braços direitos o biomédico Kiba e o biólogo Shino. Bem sabia que seu amigo o chefe pronto-socorrista, matava suas horas livre ali em uma salinha com sua esposa.
Eram dos coelhos. Se bem que nunca ousaria de dizer isso na frente na esposa dele. Afinal, ambos conheceram-se no exército servindo como médicos, e sabia que a mulher usava seus conhecimentos para envenenar os inimigos e outras coisas. Quem diria que a doce, gentil e sempre tímida Hinata poderia ser mortal?
– Vai lá matar sua hora de almoço com sua esposa, não esquece de fechar a braguilha que nem da última vez.
– Eu só não continuo o papo por que tenho mesmo coisas melhores para fazer – Seu amigo despediu-se com o maior sorriso malicioso de todos.
Permitiu um suspiro de alivio. Finalmente em paz As portas se abriram e ele viu a recepção da sala de Tsunade Senju logo estava de frente à assistente e sobrinha dela. Morena pequena de olhos e cabelos castanhos e jeito simples.
– Fui chamado à sala da Senju. – Disse simplesmente colocando a mão no bolso foi anunciado e logo a morena de cabelo chanel levantou sorrindo feliz. – Boa noite Sasuke, ela me dispensou por hoje, vai no natal da família Uzumaki?
– Não.
– Que pena, Kakashi estava contando de vê-lo lá.
– Avise ao seu marido que outro dia passo no setor dele para conversamos. – Kakashi era seu “chefe” e mentor, era o diretor de oncologia de todo o hospital e na ausência de Tsunade, o diretor geral.
– Aviso sim, então já que não o verei até depois do natal, bom natal! – A mulher disse sorrindo e saindo.
Deu uma batida na porta e entrou encontrando uma loira alta com um corpo escultural e seios avantajados longos cabelos lisos e olhos mel. Engoliu em seco ela o olhava irritada.
– Uhicha. – Ela disse cruzando os braços e o olhando. A coisa estava feia.
– Hum.. – Nem por isso ele daria o braço a torcer começou a andar calmamente em direção a ela.
– Me explica o que foi aquilo que eu vi na recepção hoje cedo quando cheguei... – Ela inquiriu dura com superioridade lhe dando as costas e olhando a cidade pela janela. Colou seu corpo ao dela respirando em sua nuca e a sentindo arrepiar.
– Eu não tenho idéia. – Respondeu enlaçando sua cintura e sentiu a rígida mas não afastou.
– Não se faça de babaca. – Estava mesmo irritada.
– Você fala sobre o abraço que dei em Sakura? – Perguntou com uma voz cansada. Aquele tipo de coisa, embora ergue-se sua já bem alta auto-confiança, cansava. Sabia que pela diferença de idade a deixa insegura. Isso e claro, metade do hospital dando em cima dele.
– Hmm. – Respondeu ela sem querer dar o braço a torcer.
– Ciumenta – Mordeu sua nuca sorrindo de lado. – Estava contando a ela que nossa filha não tinha tumores e ela se emocionou feliz somente isso. Você sabe que os exames dela deram alterados, mas foi só um nódulo que se desmanchará até o meio do não que vem.
– Oh! – Exclamou percebendo a situação e voltando-se dentro do abraço para olhá-lo.
– Sim e deveria eu a ficar puto com você, afinal nem me perguntou nada sobre minha filha estava e você além de mim e Sakura e Kakashi era a única que soube. – Respondeu apertando o abraço em sua cintura como para provar seu ponto. Realmente aquela situação de sua filha o deixou preocupado, ele Kakashi e Sakura.
– Desculpe é que.. – Começou ela mas ele a interrompeu.
– Que é uma cabeça quente. Eu sei. – A beijou com vontade sugando aquele lábio macio entre os seus dando uma mordida. – Agora terá de me recompensar por ser tão insegura.
– Quem disse? – Ela respondeu enlaçando os braços em seu pescoço e fazendo carinho, claramente entrando no clima.
– Eu disse. – Desceu os lábios raspando o dente por todo seu pescoço enquanto uma mão abriu os botões do terninho pulando estrategicamente o botão logo abaixo dos seios. – Já disse se estou com você, estou com você e ponto.
Desceu os beijos pelo colo dando a volta daqueles seios fartos sem tirá-los do sutiã a sentindo suspirar e puxar seus cabelos da nuca pedindo por mais, mas não, queria torturá-la. Sentir seu corpo ferver e pedir pelo dele.
Mordeu a pele de um deles fazendo a soltar um gemidinho rouco de seu nome.
Sacana como era tinha deixado o botão logo abaixo dos seios do terninho fechado e todos os outros abertos bem como a blusa de seda por baixo então circulou a cintura delgada e branca com suas mãos passando de volta sobre a costela e relando os seios por baixo enquanto lambia a curva do seio e respirava em cima a sentindo vibrar.
– As...sasuke... Anda logo com isso... – Ela pediu sofrida enquanto passava as unhas por seu abdômen por baixo da blusa social, o paletó a muito estava no chão.
– Não! – Disse duro, prensando corpo volumoso contra o vidro da janela, fazendo a sentir sua ereção. – Você sua safada! –Roçou o corpo a fazendo gemer alto– Merece ser punida!
Desceu as mãos pela lateral do corpo dela lentamente apertando aqui e ali até chegar nas coxas onde pegou em uma lateral da sai puxando com força fazendo a saia rasgar e ela gritar. Contente com a reação sugou novamente aqueles lábios enquanto jogava os restos da saia no chão e apertava as coxas com a mão fazendo um caminho sinuoso até o meio das coxas tocando somente com o dedão raspando em sua feminilidade de leve sentindo quão úmida e pronta ela estava e o deixando mais louco ainda!
Ela ergueu uma das coxas transando-a em suas costas enquanto subia as mãos pelas costas arranhando e tirando a blusa com toda a experiência que o fazia amar estar com uma mulher mais velha.
Beijou com devoção novamente, era vicioso beijar aqueles lábios o melhor vicio voltando a mão para a cintura e a erguendo no ar colocando ambas as pernas em sua cintura a como amava aquele corpo carregado de curvas de pernas grossas quadril largo e seios mais que fartos assim entregue para si assim.
Ela rebolava em seu colo enquanto arranhava sua nuca puxando seu cabelo, desceu novamente os beijos não resistindo e atacando os seios colocando ambos os bicos na boca e brincando apertando todo em mão para logo em seguida descer as mãos uma indo ao seu traseiro e a trazendo mais para si e a outra abrindo o próprio zíper da calça social e a fazendo sentir seu pênis roçando sua entrada.
– Você quer? – Sorri sacana perguntando sem medo de ser feliz estava louco para entrar naquela cavidade úmida que sentia pulsar.
– S-sim... – Respondeu em um sussurro perdida em sensações.
– Mais alto... Não ouvi. – Disse enquanto apertava o bico do seio e torcia.
– SIM! – Gritou sem dó. Nem piedade entorpecida e querendo mais.
– Então pede perdão por duvidar de mim. – Pediu sacana querendo mais e mais para si a sentia se jogar contra sua cintura enquanto dizia:
– hmm... Não torture..
– Fala.. – Segurou sua cintura impedindo de rebolar.
– Perdão! – A penetrou urrando ambos já não aquentavam mais a ouvindo gritar. – OH! SIM!
– Minha safada... – Foi mais fundo apertando a bunda com força a marcando. – É disso que gosta né?
– Adoro. – Voltou a rebolar insanamente contra o moreno o fazendo querer mais.
– Você quer eu fundo em você para você sentir minhas bolas em você né.
– Quero com mais força! – Ela mordeu seu pescoço arrancando sangue e o fazendo gritar de prazer.
– Sem vergonha! – Bateu tão forte que barulho do vidro foi alto, haviam trincado e ambos riram mas não parou simplesmente virou a apoiando na mesa que jogou o corpo para trás jogando todo o papel no chão e o permitindo contemplar aquele corpo delicioso entrou novamente com força fazendo os dois gemerem alto.
Escorreu a mão por sua cintura atingindo os seios e deitando o corpo sobre o dela mordendo o queixo e depois a beijando com vontade mordendo os lábios até sangrar e sentir o gosto dela em si aumentou a velocidade e se perdeu a sentindo acompanhar chamando de diversas formas seu nome sem pudor algum.
Pouco depois esvaiu dentro dela sentindo contrair contra si mastigando seu pênis.
Apoiou a cabeça nos seios dela e os braços sobre a cabeça da loira respirando fundo. Sorriu feliz ao senti-la acariciar sua cabeça de leve. Adorava esse carinho feito com amor.
Afinal ali era seu paraíso.
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