Notas iniciais
ALÔ, VOCÊS. COMO ESTÃO? ESPERO QUE BEM. eowieowie
So... Primeiramente, me desculpem pelo atraso e pelo capítulo ruim.
Bom, pra começar, eu perdi o cronocrama dos capítulos. é.
Também cometi o erro de deixar meu irmão jogar no meu note e ele conseguiu excluir meu capítulo. :/
Eu tinha passado o feriadão todo me empenhando pra sair bom, e o infeliz excluiu. eowieowei Enfim, é rir pra não chorar.
Então esse não ta lá essas coisas... Mas eu prometo que daqui há uns dois capítulos a história vai melhorar muito. oewioe
*Desculpem os inconvenientes. Espero que gostem, de qualquer forma. :3

Brian bocejou pela enésima vez no dia. Estava sentado na varanda de sua casa, com um violão em colo, esperando Julie chegar.

A mesma passara a tarde em uma reunião com Larry. Ele não dera folga, colocou-a para trabalhar assim que fora contratada e ela agradecia em parte. O novo trabalho mantinha a cabeça ocupada de outras coisas, talvez ela precisasse de um folga de toda aquela história.

Apesar dos sete casamentos — ou golpes, como queira chamar -, ela não era exatamente uma azarona preguiçosa. Sempre trabalhara, e fazia seu dever muito bem.

Finalmente Brian pôde avistar o carro de Larry parar em frente a casa de Julie, ela falou algo com o mais novo chefe e saiu do carro.

Brian agradeceu a todos os santos que tinha conhecimento quando ela se debruçou sobre a janela do carro e trocou mais algumas palavras.

Ela usava um conjunto social em cor de vinho avermelhado — uma cor sombria e fechada -, juntamente com uma blusa branca, o cabelo que combinava com a roupa estava preso em um coque que não deixava nenhum fio fora do lugar, e também usava os seus óculos de leitura, mesmo sem estar lendo.

Brian achara muito sexy esse conjunto formal, lhe fazia ter algumas fantasias nada castas com... Hm, secretarias, ou talvez executivas.

O traje em si não era indecente, mas pra cabeça de um certo alguém encantado... Ah, se era! Sem contar que a posição da ruiva fazia a saia ficar apertada e demarcar seu corpo, o que fora muito satisfatório pra Brian.

Larry deu a volta com o carro e buzinou para Brian. Saiu da rua com um aceno de mão pela janela.

– E então? — Brian gritou para Julie. — Como foi seu primeiro dia no trabalho?

Ela sorriu largamente, um sorriso de mostrar todos os dentes — aquilo fez seus olhos se apertarem e o nariz franzir levemente -, e levantou os polegares de madeira infantil. Brian observou cada detalhe de seu rosto bonito e sorriu bobamente.

– Muito bom. Completamos a agenda Asiática, chefinho. — respondeu alegre.

A ultima palavra vez os pensamentos maliciosos se acumularem mais ainda na mente dele, que mudou o sorriso bobo para um sacana.

– Isso é bom. Quer conhecer seus outros patrões? — deixou de lado os pensamentos para se levantar e aguardar a resposta.

– Hm, pode ser. — ela maneou com a cabeça. — Vou só tomar um banho rápido e trocar essa roupa. — Ela indicou para o próprio corpo com uma careta.

Brian sorriu mais ainda. Contendo a vontade de pedir para que ela ficasse com aqueles trajes — ou sem nenhum traje -, entrou, colocou o violão em seu devido lugar e apenas trocou a bermuda por uma calça jeans; saiu de casa mais uma vez e sentou-se onde estava antes, esperando novamente.

Julie fechou a porta da casa, respirou fundo e se pôs a correr. Não pretendia demorar muito.

Começou soltando os cabelos, que ficaram com leves ondulações por ficar muito tempo preso. Decidiu não tomar banho, afinal, passara todo o período em uma sala climatizada, e seu cheiro também estava okay; assim como a maquiagem leve, que continuava intacta. Sendo assim correu ao guarda-roupas, onde separou um short jeans de lavagem clara, uma blusa listrada vermelha e branca e um vans azul. Enfiou-se na roupa sem mais delongas e parou em frente ao espelho.

– Blusa: ok. Shorts: ok. É, não esqueci nenhuma peça. — Falou consigo mesma e assentiu positivamente.

Correu escada abaixo. Passou cerca de cinco minutos correndo atrás de Thor, que insistia em não colaborar, e depois de conseguir pega-lo abriu a porta rapidamente.

Ela se perguntou se o cheiro e a maquiagem se manteriam tão intactos depois da correria causada pelo mascote que agora ofegava em seus braços.

Trancou a porta e fitou Brian, que a encarava da casa dele.

Ela sorriu de lado e saiu de seu terreno saltitante, atravessou a rua simulando uma dança com Thor, fazendo seu vizinho se divertir mais que o usual.

Quando chegou a frente da casa de Josh e ouviu Brian bater palmas, virou pra ele e fez uma breve reverência antes de tocar a campanhia.


(...)


Narrado por Julie.

Senti meu queixo cair quando a porta da casa de Josh foi aberta, revelando uma garota.

Parecia extremamente errado, nenhuma garota passava muito tempo na casa dele.

Sem falar que a blusa de Josh em seu corpo e o cabelo desgrenhado eram fortes indícios de... intimidade.

Recuei um passo, checando se tinha apertado a campainha da casa certa.

Refiz a expressão facial para uma tranquila.

– Hm... O Josh tá aí? — perguntei.

A garota de cabelos castanhos me analisou com desdém e deu um passo pra trás, dando-me passagem pra entrar.

– Vou chama-lo. — respondeu rudemente.

Olhei incrédula para o caminho que ela fez pelo corredor e depois pela escada.

– Julie! Boa tarde! — Josh disse enquanto descia as escadas com a garota em seu encalço.

Franzi o nariz. Ele parecia felizinho demais.

– Pode ficar com o monstrinho? — olhei para Thor, indicando-o.

– Posso, dá ele aqui. — Josh estendeu os braços e eu passei o mascote.

Thor latiu vez um som parecido com um ronronar e se acomodou nos braços de Josh.

– Bom... Só isso. Até mais tarde, Josh. — falei vagamente, pronta pra sair.

– Ei, Julie, não é? — a garota perguntou. — Antes de ir... Me responde uma pergunta? — olhou-me ceticamente.
Virei-me, ergui o rosto e devolvi a expressão. Não gostei dela.

– Raquel... — Josh repreendeu.

– Tudo bem, Josh. Pode pegar meu suéter azul também? Acho que deixei aqui... — intervi ainda olhando para ela.

Josh suspirou derrotado e subiu as escadas correndo novamente em meio a resmungos.

– Prossiga. — falei.

– Qual seria o segredo para um bom casamento? Será que você poderia me dizer tudo que fez para que eu possa fazer exatamente o contrário? Sabe como é... Quero que dê certo com o Josh. — falou cinicamente.

Prendi a respiração por um segundo. Josh desceu as escadas com meu suéter em mãos e me deu um pedido de desculpas com o olhar.

Ri ironicamente.

– As pessoas têm o costume de confundir atração com amor. Basta saber usar de certos atributos. — a olhei de cima a baixo. — Sobre dar certo... Não posso fazer nada quanto a isso. Mas já desejo que dê muito, mais muito errado. — trinquei o maxilar.

– Ei, vocês duas... Parem com isso, pelo amor de deus. — Josh suplicou passando as mãos no rosto. — Como já se apresentaram — disse irônico — posso dar uma palavrinha com você, Julie? — perguntou-me.


– Quem caralhos é essa vadia? — ralhei fechando a porta.

– Então... Um pequeno detalhe que eu esqueci de contar. — ele soltou o ar com força e fez careta.

– Detalhe? — ri ironicamente. — Pequeno detalhe? Cacete, Josh. Como você não me conta? Não acredito que vai se casar! Ainda mais com... Com essa 'zinha' aí. Viu como ela falou comigo? Ha, como se soubesse de algo! Como se me conhecesse! — Reclamei andando de um lado a outro, nervosa com a petulância da garota.

Como Josh poderia casar com uma garota daquelas?

Parei de súbito quando Josh comprimiu os lábios e não respondeu nada.

– Espera aí.. Como ela sabe dos casamentos? — perguntei. — Droga, Josh! Até onde ela sabe?

– Digamos que... Tudo. — ele sussurrou.

O olhei por um segundo tentando manter a linha, o que não deu muito certo já que no outro segundo eu distribuía socos em seu peito.

– Seu cretino! Não acredito que me traiu! — gritei, socando-o.

– Ai, ai. Para, Julie. Caralho, você é forte. — Pegou meus pulsos com força. — Olha, mil desculpas, serio mesmo. Mas ela me espremeu, eu juro que eu não queria contar.

– Não queria? Então porque o fez?

– Ela me espremeu! — repetiu mais alto.

Passei a mão no cabelo freneticamente.

– Ela é inofensiva, não se preocupe. — passou as mãos em meus ombros numa tentativa falha de me acalmar.

– Ah, ela me pareceu realmente muito inofensiva. Deu até vontade de esganar. — rebati ironicamente enquanto simulava estar apertando o pescoço dela.

Josh revirou os olhos.

– Ela só tem ciúmes de você. Sério, Julie. Eu juro que ela não vai intervir em nada. — prometeu.

Bufei enquanto rolava os olhos pelo quarto.

– Cobra. — resmunguei baixinho. — Depois conversamos. Vou sair com Brian. — dei um meio sorriso para que parecesse mais calma, o era totalmente o contrário do meu estado.

Josh riu sozinho.

– O que foi? — questionei esquecendo da minha raiva por um momento.

– Nada. Nada não. — balançou a cabeça. — Vai lá sair com o Brianzinho. — fez voz feminina.

Bati-lhe no ombro.

– Depois conversamos melhor. — terminei o diálogo com aquela frase, já saindo do quarto depois de deixar claro que o assunto não acabaria ali.

Pedi mentalmente que a tal Raquel não estivesse no andar de baixo quando eu passasse. Caso contrário, eu seria capaz de degolar ela ali mesmo.

Notas finais
Sweet Cherry Pie, oie, olha quem chegou no capítulo. eowieowie
Não se odeie, você vai fazer o futuro da história. u.u
.
So... Pra vocês odiarem a Julie um pouco mais.
A Raquel vai ser bem útil futuramente... é, façam suas apostas! oewieow
*Sobre o Josh... Bom, eu o imagino como o Kevin Zegers, então dêem uma Googlada marota aí.
**Roupa da Julie: http://www.polyvore.com/navy/set?id=49111319
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~Como diria minha antiga terapeuta: SOCIALIZAR É PRECISO. Portanto... vejo vocês nos reviews? oeiwoewi