Seeking The Truth
20 Capítulo 20- Encontrando o Principe (parte3)
Bill Narrando:
Ainda estava sentado lá feito um tonto olhando a garota, meu Deus como era linda, aquela blusa branca, parecia se juntar com seu jeens e sua pele, pois ambos eram bem justos aquela jaqueta de couro meio vermelha a mantinha ser aquecida, imagino como é ser aquela jaqueta, ou aquele cachecol que ficava aquecendo seu pescoço, de repente uma coisa me tira a atenção daquela linda menina, um homem tão alto quanto eu chega e coloca em sua cabeça um gorro preto e lhe entrega uma par de luva sem dedos, quando ela terminou de colocar as luvas em suas delicadas mãos ele pegou ela no colo e começou a gira-la, mais quem ele pensava que era pra fazer aquilo com a minha menina?
Mesmo sem nunca termos trocado nenhuma palavra, ela me pertencia, era a minha menina, minha linda, minha preciosa, parecia amor a primeira vista, e pelo visto era.
Decidi ir até lá, não tirar satisfações com ele, e sim falar com ela, perguntar quem é ela, mais quando aquele humanóide musculoso a colocou no chão e ela me viu chegando ela começou a correr, correu tanto que seu gorro caiu de sua cabeça e seu cachecol saiu de seu pescoço, eu a segui e comecei a correr também, mais minha nossa como aquela menina corria, então busquei forças de onde não tinha e corri até ficar perto dela, quando chegamos a um lago ela tropeçou e caiu, rolou até a margem daquele lago gelado. Aproximei-me e estendi minha mão para ajudá-la a se levantar.
— Não era preciso correr- disse enquanto tentava recuperar o fôlego e estendendo a mão para tentar ajudar, ela não tinha escolha, ou pegava na minha mão, ou tentava se apoiar na água do lago e caia lá dentro- eu só quero falar com você, não tem motivo para medo.
Ela segurou minha mão e se levantou, eu não queria soltar aqueles dedos macios que agora estavam entrelaçados nos meus, nunca mais.
-O que você quer comigo? – Disse de pé tentando ficar da minha altura, mais mesmo com a bota de salto ela não passava dos 1,76, mais de perto podia apreciar sua beleza, aqueles olhos verdes que entravam em minha alma e faziam meu coração disparar.
— Senta aqui. – Apontei para o banco, logo ela fez o que pedi e se sentou, sentei-me ao seu lado respirei para conter a emoção, a final aquilo era mesmo real? Claro que era, pude sentir a calides de nossos dedos entrelaçados e agora podia ouvir sua voz que para mim era tão suave quanto uma brisa. – Qual o seu nome?
-Meu nome é Angel Rincón, e você quem é?
— Me chamo Bill Kaulitz. — Não conseguia parar de olhar aqueles olhos verdes, minha vontade não era de conversar com ela, era de agarrá-la e beijar aqueles lábios que o próprio Deus havia esculpido com todo empenho cuidado, eram perfeitos, eu estava aliviado por não ter me apaixonado por uma alucinação, ela existia e era mais perfeita do que eu imaginava.
-Então, senhor Bill Kaulitz, volto a perguntar, o que quer comigo?- disse ela me tirando dos meus devaneios.
— Eu queria te dizer... — as palavras me fugiram naquele momento, peguei uma flor de uma planta que estava atrás da gente e entreguei para ela. — você é mais delicada e linda do que qualquer flor do mundo.
— O que? – o seus olhos tinham agora um brilho de surpresa e esperança, acho que ela entendeu o que eu estava dizendo. — Se eu te beijar agora aquela garota de olhos azuis vai me xingar até a morte não é ?
-Não, não vai, prometo, eu não estou mais com ela. – Falei com a voz tremendo e me perguntei como ela conhecia Selene mais aquilo pouco importava.
— E me promete que não vai estar só em meus sonhos?
— Só se você prometer o mesmo.
Não foi preciso falar muita coisa, parecia que quando ela olhava nos meus olhos, sabia exatamente o que eu estava pensando, fomos nos aproximando, nossas mãos se tocaram, nossos rostos estavam tão perto um do outro que eu podia sentir sua respiração, aos poucos senti a sua boca encostando-se à minha em seguida coloquei minha outra mão na sua cintura, e ela colocou a dela na minha nuca, seus dedos entrando em meu cabelo, era maravilhoso aquilo até que... Quando íamos parar com o beijo, e ela se distanciou o pircing dela ficou preso no meu.
De vagar desprendi os pircings e rimos juntos da cena, então ela olhou fixamente por cima do meu ombro, então eu olhei também, olhei para ela e nos dois rimos amarelo para aquele grupo, ela se levantou e em seguida também me levantei e andamos tentando fazer de conta que nada havia acontecido, o cara alto estava de braços cruzados e batendo o pé com cara de ‘’explica o que ta havendo aqui, você é muito nova pra namorar filha’’, a morena estava olhando para a gente e sorrindo com cara de ‘’parabéns amiga’’, e a loirinha tava olhando com cara de ‘’po, que doideira é essa que ta havendo aqui ?’’
-Em, eu posso explicar. – Disse Angel
— É bom mesmo, porque assim você não está se valorizando nada, primeiro foge dele, depois ta com o seu pircing preso no dele. – Disse o carinha com uma voz um tanto estranha.
-Eu concordo com o Mark, e desde quando você tem esse pircing?- Falou a loirinha.
-Eu to entendendo essa história pela metade então vamos TODOS, sem exceção lá pra casa e os dois vão explicar tudo, bem explicadinho pra a gente, ta bem?!- Disse Anne com ar de autoridade.
— Ta bem. – Dissemos eu e Angel em coro.
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