Sedução Da Noite

14 Esse amor é perigoso, e eu gosto disso.


Notas iniciais
Put your lips close to mine, As long as they dont touch, Out of focus, eye to eye, Til the gravitys too much, And Ill do anything you say, If you say it with your hands, And Id be smart to walk away, But youre quicksand. - Taylor Swift

Veja bem, eu não me orgulho sobre o que aconteceu, entende?

Sim, eu deixei meus hormônios tomarem o melhor sobre mim e de repente eu era toda incentivo aos avanços de Lucian.

Mas você vê, eu não sou uma maldita hipócrita. Eu sei que a culpa não foi toda das reações hormonais do meu corpo.

Oh não, eu tinha muita culpa ai também.

Acontece que eu no fundo sentia algo pelo doce, sombrio, sexy Lucian. Embora eu morra negando caso alguém me confronte sobre isso.

Mas naquele momento, quando Lucian me tomou em seus braços e me beijou com uma fome que nada tinha a ver com meu sangue... Bom, eu pirei.

De uma forma totalmente boa.

Claro, então havia Josh e apenas uns minutos antes eu estava falando sobre como meu coração pertencia a ele e Lucian não tinha nenhuma chance.

Mas o toque de Lucian... Nossa! Era fogo, era gelo. Completamente inflamável.

E eu simplesmente me perdi.

E antes de você querer me julgar pelas minhas atitudes – Não que eu me importe, é claro. – Veja por si mesmo e decida se você também não deixaria de lado suas convicções e se entregaria aos instintos.

Como um amigo uma vez me disse:

“Se você está no inferno Alexya, abrace o diabo e o tire pra dançar.”

E foi o que eu fiz.

Os lábios e Lucian estavam colados nos de Alexya, suas mãos estavam... Por toda parte.

Ela prendeu seus braços ao redor do pescoço do vampiro e expulsou qualquer pensamento coerente pra longe.

Desesperada, é como ela se sentia.

Queria se entregar, sentir a pele dele contra a sua. Queria ser irresponsável, ao menos por uma noite. Queria afastar todo o medo que sentiu ao ver Josh machucado, a frustração de não poder mudar seu destino, a pressão de ser a filha perfeita. Queria afogar sua consciência em um lago raso e abandoná-la ali.

Lucian enlaçou seus braços ao redor de Alexya, enquanto ela prendia suas pernas ao redor dele.

Em um momento, estavam na sala, Sabina os encarando divertida, e no momento seguinte estavam na cama de Lucian, a porta do quarto fechada.

Ele nunca parou de beijá-la.

Alexya era fogo, seu corpo ardia de desejo, sua temperatura subia a cada beijo que trocava com Lucian.

Ela prendeu suas mãos na barra da camiseta dele e a arrancou, sem pedir permissão. Precisava sentir sua pele contra a dele.

Lucian era gelo, sua pele fria ao toque era incrivelmente macia. Seu corpo esculpido em seda e mármore, e Alexya não se cansava em desenhar as linhas do corpo dele com seus olhos e mãos.

Oh, Deus. Ela estava derretendo.

Lucian tirou o vestido de Alexya, e de repente ela estava nua em sua cama. Um rubor de desejo em suas bochechas era a única coisa que ela vestia.

Lucian lhe lançou um olhar cheio de desejo que fez Alexya se sentir mais excitada do que já estava.

Ele voltou a beijá-la e cada beijo fazia com que ela se perdesse mais fundo dentro de sua consciência, agindo somente por instinto.

Alexya correu suas mãos pelas costas de Lucian, seu peito, seus cabelos. Sua pele gelada era perfeita contra a sua quente, os dedos dele correndo pelo corpo dela fazendo com que sua pele se arrepiasse.

As mãos de Alexya se moveram para os Jeans de Lucian, os abrindo e deslizando de seu corpo junto com suas boxers e logo ele estava gloriosamente nu.

Ele lançou um sorriso sedutor para Alexya que fez o coração dela palpitar de uma forma esquisita, e logo os lábios dele se encontraram com os dela novamente.

Ah, como ele beijava bem.

Alexya sentia a ereção de Lucian perigosamente – incrivelmente – perto de sua vagina, seu pênis roçando contra seus grandes lábios fazendo seu corpo se contorcer de desejo e antecipação.

Lucian moveu os braços de Alexya acima de sua cabeça e ela pensou que ele a penetraria naquele momento, seu corpo aflito esperando o prazer de senti-lo dentro dela finalmente.

Mas Lucian tinha outros planos, suas mãos deslizando pelos braços de Alexya, descendo até suas pernas, sentindo cada linha do corpo dela como se quisesse decorá-las.

Seu toque era fogo e gelo, e Alexya não poderia ter o suficiente dele.

Embora seus corpos estivessem colados e os lábios de Lucian nunca tenham abandonado os de Alexya por mais do que alguns instantes, ela ainda sentia como se não estivessem próximos o suficiente.

Mas Lucian seguia seu próprio ritmo, descendo seus lábios, arrastando-os pelo pescoço e ombro, seguindo até seus seios e correndo sua língua pelos mamilos rijos de Alexya.

Sua mão direita desceu até sua pélvis, enquanto a mão esquerda massageava um de seus seios. Seus lábios voltaram para os lábios de Alexya.

Seus dedos deslizavam pelos grandes lábios de Alexya, passando pelo clitóris e descendo até a entrada de sua vagina. Mas eles nunca penetraram ali, para desespero de Alexya.

Eles apenas movimentavam-se ali, de vagar, friccionando, enchendo-a de desejo, deixando-a mais molhada do que achava possível. Algumas vezes os dedos de Lucian faziam contato com seu clitóris, e então ele o massageava, fazendo com que Alexya gemesse contra seus lábios, quando o ar lhe faltava.

Alexya não sabia quanto tempo mais ela suportaria daquela tortura, mas então Lucian ergueu seus braços acima de sua cabeça e os prendeu ali, com uma mão, enquanto a outra descia pelo corpo de Alexya parando em sua coxa.

E então, Lucian a penetrou.

Alexya podia senti-lo em toda parte, dentro e fora dela, e ainda sim... Não era o suficiente.

Lucian começou a movimentar-se dentro dela – Para dentro, para fora, mas ainda dentro, rebolando contra Alexya, para dentro de novo... – E logo Alexya afastou seus lábios dos dele para poder respirar.

Os gemidos eram a única forma que o corpo de Alexya encontrou para descrever a miríade de sensações que a dominavam.

Seu corpo era somente sensações, sua mente a muito tinha a abandonado e então Alexya sentia-se completa como nunca havia sentido antes.

Ela era fogo e gelo, era uma brisa e um furacão. Era aconchego e carinho. Era paixão ardente. Era tudo e era nada.

E ela se sentia tão, tão perto...

Lucian intensificou os movimentos, fortes, rápidos. Os gemidos de Alexya ficaram mais altos.

Ele beijava seu pescoço, suas mãos percorriam seu corpo.

Alexya cravou suas unhas nas costas de Lucian, por puro instinto. Lucian olhou em seus olhos, ele era puro desejo. Ela era puro desejo.

E então, ele a mordeu.

E Alexya estava caindo, se perdendo.

As sensações intensificadas, sua pele parecia hiper sensível.

Estava bêbada de sensações, queria rir, chorar, gritar...

E então Lucian moveu-se cada vez mais forte, mais rápido e ela se sentia no limite como nunca havia se sentido.

Isso era tão errado e tão certo e ela não dava a mínima.

Tudo era Lucian.

Ele afastou seus lábios do pescoço de Alexya e seus olhares se prenderam um no outro.

Deus, ele é tão lindo. Alexya pensou.

Ele parecia como um anjo torturado e Alexya queria poder apagar o desespero que viu naqueles olhos.

– Oh, Alexya. – Lucian disse ainda a olhando. – eu quero você para sempre.

E como se um interruptor tivesse sido acionado, todo o corpo de Alexya se acendeu como os fogos de quatro de Julho.

Lucian chegou ao seu limite e gozou.

E pela primeira vez, Alexya não precisaria fingir que foi tão bom pra ela quanto foi pra ele.

Ela havia tido seu primeiro orgasmo.

E havia sido incrível.

Notas finais
E ai galera, o que acharam? #EuQueriaSerAAlexya E vocês?