Seduction And Perversion
32 UMA CARONA QUENTE III
Notas iniciais
poste supresa nessa noite fria de domingo!
Bom, segundo bônus de 'UMA CARONA QUENTE', espero que gostem.
Estamos com 591 reviews e rumo aos 600. 17 recomendações e quem sabe rumo aos 20. Quarta feira e meu aniversario e voua dorar ganhar isso de presente. Estou pensando em alguma promoção para fic, se alguem tiver alguma ideia e só falar.
Booa Leitura.~
UMA CARONA QUENTE III
POV_BELLA
“Eu estava morta, queria loucamente dormir. Meus olhos pesavam, mas eu não poderia deixar de fazer meu novo pedido. Aquele que eu sempre quis fazer e Edward seria a pessoa perfeita para isso.
-Edward, quando eu acordar, você faz amor comigo?”
Acordei sentindo meu corpo incrivelmente relaxado. A cama estava fria e maior que o normal. Olhei para o lado e notei a ausência de Edward. Estava explicado.
Procurei-o pelo quarto, mas ele não estava. Encontrei um bilhete seu na cômoda ao lado da cama.
“Amor,
tive que dar uma saída, estou te preparando uma surpresa.
Coma alguma coisa e me encontre no Hotel La Belle.
Não demore.
Te Amo.”
O que ele estava aprontando?
Tinha até medo de saber. Tomei um banho e fui tomar um café na lanchonete que havia aqui perto. Edward tinha deixado a chave do carro comigo, então eu fui o mais depressa possível.
O hotel não era cinco estrelas, mas era de luxo, nada comparado com o que eu estava acostumada a freqüentar. Quando entrei, uma mulher ruiva estava na recepção e me atendeu.
-Estou a procura de Edward Cullen, ele me disse que estava aqui.- Anunciei.
-Oh, sim! Isabella Swan?... Só um momento.
Ela foi ao telefone e falou algumas coisas que eu não consegui ouvir. Esperei impaciente, mas a mulher pareceu me esquecer ali. Quando estava pronta para chamar sua atenção, senti braços quentes ai redor e um beijo cálido em meu ombro nu.
-O que esta aprontando hein?- Perguntei me roendo de curiosidade.
-Vem, você vai ver. — Disse, mas não sem antes falar com a mulher. — Dispensem o serviço de quarto.
Oh shit! Eu já poderia imaginar o que ele estava aprontando.
Entramos no elevador e uma senhora pediu para segura-lo. Edward não queria, mas não achei certo com a vovozinha. Ele me olhou emburrado e eu mostrei a língua, ele tentou chupá-la, mas eu me afastei.
Edward estava ao meu lado e a senhora ao lado dele. Suas mãos estavam em minha cintura e logo desceu para meu bumbum, apertando deliciosamente.
-Onch... — Tentei repreende-lo, mas acabou saindo um gemido.
-Tudo bem criança?- Perguntou à senhora.
-Tudo sim. — Respondi.
A mão de Edward não me dava sossego. Meu vestido curto ajudava muito em seu trabalho. Seus dedos apertavam a parte interna de minha coxa, bem próximo a minha intimidade. Nessa altura ele já estava atas de mim e meu corpo estava escorado no seu, sentindo sua ereção em minha bunda. Rebolei lentamente e ele mordeu meu ombro para evitar um gemido. Sua mão já massageava minha intimidade por cima da calcinha, que já estava ensopada. Respirei fundo em busca de ar, quando senti seu dedo afastar a calçinha para o lado. Porra, ele não vai fazer isso com a senhora aqui, vai?
Oh sim, ele ia. Senti seus dedos tocarem a carne quente e extremamente molhada. Minha mão estava em sua coxa, apertando fortemente, para tentar conter um gemido. Ele ria malicioso em meu ouvido. Cafajeste!
Ele fazia movimentos circulares com dois dedos dentro de mim.
-Eddie. — implorei.
-Fala neném. — Sussurrou.
-Aqui não...
-Porque amor, estou louco para estar dentro de você. Deixa-me ir bem fundo em sua gruta melada? Aqui, agora?
-Você nunca precisa pedir love, mas aqui não, muito menos com a senhora ali. Ela pode ter um infarto.
-Eu pode querer participar de um ménage.
Dessa eu gargalhei.
Quando finalmente chegamos ao andar, Edward puxou-me violentamente para fora. Passou o cartão na entrada e a porta se abriu. Senti meu corpo ser esmagado contra a mesma, sua ereção pulsava deliciosamente em minha barriga, sua boca estava na minha ferozmente. Sua língua massageava a minha com maestria. Mas logo ele se afastou, parecendo querer se controlar. Ele sorriu e me puxou para o quarto, fazendo um suspense maligno. A porta estava fechada e ele me olhava hesitante. Quando ele abriu a porta, senti meu corpo paralisar. Havia muitas velas, e pétalas de rosas espalhadas pelo chão e a cama, Toto o quarto era braço e em contraste com o vermelho das rosas, ficou lindo. O ar de penumbra dava um clima excitante e sensual. Soltei o ar que nem havia notado que estava preso em meus pulmões.
-E então?- Perguntou com a voz baixa.
-Isso é...é incrível Edward. Ficou perfeito, você é perfeito.
Ele me pegou em seus braços e me levou ate a cama. Tirou minhas roupas lentamente, suas mãos passavam pela minha pele quente, me deixando arrepiada. Ele também tirava sal roupas e a cada peça que sai, seu corpo lindo era revelado, me deixando ainda mais ansiosa pelo que estava por vir.
Quando ele já estava nu, meus braços envolveram seu pescoço e eu puxei seu rosto para um beijo. Seus lábios finos eram tão deliciosos e me beijando dessa forma carinhoso, me deixava mole e sedenta por mais. Sua língua invadia minha boca, simulando a penetração de seu membro em mim, ela massageava a minha freneticamente, e depois ele chupava. Minhas mãos grudadas em seus cabelos, puxando ele cada vez mais para mim.
Seus beijos desceram para meu pescoço, chupando, lambendo, mordiscando, deixando a região marcada. Toquei em seu membro duro e pulsante e ouvi seu gemido contra minha pele.
O quarto estava quente pó causa das velas, meu corpo parecia lava incandescente, eu estava pegando fogo, e minha intimidade era a área mais afetada. Troquei nossas posições e ele ficou por baixo. Desci meu corpo para baixo até ficar de frente para seu membro. Peguei-o nas mãos e ouvi seu gemido rouco. Movi meus dedos lentamente, apertando a cabeça inchada. Sua cabeça estava jogada para trás, e seu peito subia e descia por conta da respiração rápida.
Chupei a cabeça de seu membro com delicadeza e ele rebolou suavemente em minha boca, fazendo o membro entrar mais.
-Nossa neném, isso é uma delicia.
Suas mãos se embrenharam nos meus cabelos, auxiliando com os movimentos.
-Hey baby, olhe para mim. Olhe como eu adore te chupar.
-Oh shit! Vou gozar assim love.
-Eu o que eu mais quero amor.
Aumentei a velocidade de meus movimentos, chupando com força, fazendo seu corpo se contorcer.
Senti meu membro pulsar cada vez, mas intenso dentro de minha boca, mas antes que pudesse terminar meu serviço ele me puxou e se deitou em cima de mim.
-Hoje nos vamos fazer amor neném. Eu quero gozar dentro de você.
Ele me olhava nos olhos de uma forma tão intensa que eu sentia meu corpo mole em seus braços.
-Sabe love... Eu adorei seus peitos. Eles são tão pequenos e deliciosos. — Sussurrou rouco, enquanto massageava o bico túrgido dos meus seios. -Você gosta disso?- Perguntou quando apertou com mais força.
-Não tanto. — Sussurre e quase ri com sua expressão confusa. — Eu prefiro que você chupe.
-E isso que você quer?- Perguntou sensualmente. Apenas assenti com a cabeça. — Então pede love, pede que eu dou.
-Chupa eles amor, daquele jeito que só você sabe.
-Porra.
Senti seus lábios na pele de meu seio e ele parecia ainda mais quente que eu. Sua língua delineava a auréola rosada. Suas mãos estavam pousadas em minhas costas massageando lentamente. Seus dentes me mordiscavam deliciosamente. Sua boca sugou meu seio inteiro e sua língua massageou o bico, me fazendo gemer.
Eu precisava sentir seu corpo dentro de mim. Precisava abrigá-lo em meu interior. Sentia gotas de suor escorrer por minha nuca.
-Eu quero você... Edward... Quero você dentro de mim, quente e pulsante. — Peguei sua mão e levei até minha intimidade. — Quero você aqui dentro. Agora.
Ele apenas gemeu e apertou meu clitóris entre os dedos, me fazendo arquear as costas.
Mas ele se levantou e foi até uma sacola que estava em cima da poltrona. Voltou com um frasco nas mãos e eu não entendi o que era.
Ele também não falou nada, apenas espalhou o gel em sua mão e delineou toda minha intimidade com o conteúdo. Senti um frescor naquela área, parecia ser hortelã ou menta. Minha intimidade quente, de repente estava fresca, mas ainda pulsante. Ele se abaixou e assoprou, fazendo meu corpo se contorcer.
Os Céus, o que é isso? Minhas mãos seguraram os lençóis fortemente e quando senti a sua língua extremamente quente em minha intimidade fresca, gritei. Puxava os lençóis fortemente, entregue aquela sensação deliciosa. Aquilo era bom demais. Ele sugava meu clitóris que estava fresco e eu rebolava em sua língua. Mas da mesma forma que ele queria gozam em mim, eu também queria gozar nele.
-Vem love, eu quero gozar como você dentro de mim.
Ele apenas se deitou ao meu lado e me olhou com o olhar de brasa.
-Vem neném, senta nele que está louco para te sentir toda molhadinha.
Não foi preciso pedir novamente, me levantei e sentei lentamente em cima de seu membro, fazendo nossos corpos se encaixar perfeitamente. Sua boca voltou a sugar meus seios deliciosamente, suas mãos estavam em meu quadril, me ajudando a subir e descer por seu pau quente.
-Assim love...rebolo gostoso no meu caralho...- Disse rouco. Minhas mãos apoiadas em seu peito arranhavam a pele daquela área.
Abaixei mais meu corpo para procurar por sua boca. Nossas línguas se enroscaram em movimentos loucos e alucinados. Seus braços ao meu redor me apertavam deliciosamente.
Tudo ali era feito lentamente, deliciosamente, com amor, paixão, luxuria. Nossas peles suadas, nossos corpos se chocando um contra o outro. Línguas, lábios, mãos e braços em uma dança sensual e louca. Eu estava fazendo amor. Pela primeira vez. E isso era extasiante.
-Eu vou goza love...- Sussurrei
-Então vem amor, goza comigo.
Ele apertou meu clitóris, também lentamente.
Aquilo estava me levando ao delírio.
Senti seu corpo inchar dentro de mim, eu estava latejando ao redor de seu membro. Senti o meu corpo escorrer ao redor do seu, enquanto ele gozava dentro de mim. Seus movimentos não paravam, tentando aproveitar ao máximo daquele momento.
Os espasmos de prazer foram abandonando meu corpo letamente.
Deitei em seu peito e ele alisou meu cabelo carinhosamente.
Ficamos quietos por um longo momento, mas eu sentia a necessidade de dizer o que se passava comigo, não seria a primeira vez que eu falava, mas agora, era com toda a veracidade que existia dentro de mim.
-Eu te amo love.
-Eu também te amo, neném!
Notas finais
Vou confessar que ameeei escrever esse capitulo.
Um dos mais gostosos de se escrever.
Agora, vou me esforçar para postar mais vezes por semana, ok?
Espero pelas reviews e recomendações.
Beijos
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