Seduction And Perversion
30 Short-Fic | Halloween Com Edward Cullen
Notas iniciais
Halloween Com Edward Cullen
POV_BELLA
-Vem Bella. Vamos, vai ser legal!
Alice insistia nessa idéia louca.
Estávamos na festa de Halloween da escola, mas sinceramente estava uma merda!
E qual era a idéia dela? Ir ao cemitério.
Alice fazia parte da família Cullen –a mais popular da escola- e eu era a novata, havia chegado a menos de três meses.
Mesmo sendo uma das garotas mais populares, ela é muito simpática e boa amiga.
-Acho que não é uma boa idéia. — Disse receosa.
-Qual é Bellinha, vamos com a gente?
-A gente quem?- Perguntei.
-Eu o Jazz a Rose e o Emmet.
-Tudo bem, vamos logo antes que eu me arrependa.
Fomos todos em um carro só, e eu já estava arrependida de ter concordado. Todos estavam em casal, e eu era a única que estava sobrando ali. Desde que Jacob havia me traído com a puta da Tânia, não me relacionei com mais ninguém. Trágico, eu sei.
Quando chegamos ao cemitério, a escuridão era total. Quer dizer, fora o som assustador da que uma coruja fazia.
Emmet havia trazido algumas bebidas e Alice trouxe uns cachorros quentes.
O cemitério parecia estar abandonado, havia sepulturas quebradas e caixões abertos. Eu nem queria imaginar o que aquelas pessoas góticas faziam aqui!
Rose escolheu um tumulo dos grandes, aqueles que tinham a família inteira sepultada. Uma família chamada Salvatore. A foto mostrava que todos eram irmãos muito jovens. E lindos. O tumulo era o mais conservado do local.
Jasper, o namorado de Alice, ligou aqueles rádios portáteis e uma musica animada começou a tocar. Emmet que já estava um pouco bêbado, começou a dançar em cima da sepultura e Rose a fazer uma strip-tease. Antes de entrar, havíamos ligados algumas luzes que tinha no local, elas já eram velhas e a iluminação era pouca, deixando um ar de penumbra.
Eu também bebia um pouco da cerveja, mas ainda não estava tonta.
Ouvi alguns barulhos estranhos e senti meu coração acelerar. Pensei em chamar a atenção deles, mas não queria atrapalhar a diversão. Deixei a paranóia de lado e comecei a dançar no ritmo da musica.
Mas derepende as luzes apagaram e tudo voltou à escuridão total.
Eu senti meu corpo começar a tremer. Alice gritou e Rose também.
-Calma, deve ser mau contato, essas luzes estão aqui desde o século passado. — Eu vou dar uma olhada. — Disse Jazz, pois era o único que não havia bebido.
Um estrondoso trovão ecoou pelo local e o grito foi geral. Cada um começou a correr para um lado, gritando em desespero. Eu não via nada, e nem sabia se estava indo para o lado correto. Os gritos dos outros estavam cada vez mais distante, minhas pernas já protestavam e eu senti como se alguma coisa segurasse minha canela, me fazendo cair. Comecei a gritar desesperada, mas logo notei que meu pé havia enganchado em um tronco de arvore. Quando fui levantar, não entendi o que aconteceu, meus pés se embolaram e eu fui ao chão, batendo a cabeça em uma pedra. Tudo se apagou e a escuridão ainda mais assustadora, tomou conta de mim.
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Acordei sentindo uma dor gostosa (?) em minha cabeça e meu pescoço.
Tentei me mexer, mas notei que minhas mãos estavam amaradas.
Oh merda!
Eu estava seminua, amarada em cima do tumulo da família Salvatore.
Minhas mãos estavam amaradas, me deixando com os braços abertos, e minhas pernas do mesmo jeito. Eu estava deitada naquele mármore frio, mas eu sentia uma estranha queimação em meu interior.
O mais estranho de tudo e que eu não sentia medo algum.
Era como se eu esperasse por aquilo.
Mas eu tinha que arranjar um jeito de sair daqui. Onde será que os outros foram parar? Porque eles me deixaram aqui?
O medo começou a ganhar poder dentro de mim e um grito agudo de ajuda escapou por meus lábios.
-SOCORROOOOOO.
Nada, nem um barulho sequer. Apenas um vulto escuro correndo de um lado para o outro.
Tentei levantar um pouco minha cabeça para ver se via alguém e senti algo molhado em baixo de mim. Virei à cabeça para o lado e vi que minha cabeça estava em uma pequena poça de sangue. Meu coração começou a bater em desespero. Eu sentia que esse sangue saia de meu pescoço. Vi uma silhueta escura se aproximar e meu corpo começou a tremer. Eu não via o rosto da pessoa, mas dava para notar que era um homem, por causa do seu tamanho e corpo musculoso.
Quando ele entrou na luz da lua, senti minha respiração presa. Era o ser mais lindo que já havia visto em toda minha vida. A pele de porcelana extremamente branca, o queixo quadrado e sedutor. Os olhos dourados, que pareciam ouro derretido e por ultimo a boca. Não dava para notar o seu formato, pois ela estava coberta de sangue. E eu sabia que esse sangue era meu.
Sua beleza extremamente sedutora, era também intimidadora.
O medo estava entalado em minha garganta, mas eu não tinha forças para gritar, pois havia outro sentimento abafando o pavor que eu sentia.
Eu estava excitada.
Eu sentia meus fluidos escorrerem por minha entrada como se eu estivesse gozando.
O homem expirou o ar com os olhos fechados, como se estivesse saboreando o perfume mais doce e potente que existia. Quando ele passou a língua pelos lábios, tirando o excesso de sangue dali, foi impossível não gemer. A cena era enlouquecedora. Esfreguei as minhas pernas, uma na outra, tentando aplacar o calor, a necessidade que eu sentia ali, mas não funcionava.
Minha respiração estava desregular, meu coração parecia que iria furar meu peito sair para fora, de tão rápido que batia.
Em menos de um segundo, em uma velocidade sobre-humana, o homem estava perto de mim.
Sua beleza, assim de tão perto, era ainda mais incrível.
Sua respiração batia gelada em meu rosto, seu hálito não tinha cheiro de nada, ao mesmo tempo em que o cheiro parecia de alguma coisa afrodisíaca.
Senti uma onda cheia de choques percorrerem por meu corpo e o homem respirou fundo novamente.
-Seu cheiro esta me enlouquecendo. — Disse ela com a voz de veludo extremamente rouca e sedutora.
-Quem é voe?- Perguntei com a voz estranhamente rouca.
-Edward Cullen. E você é a Bella, correto?
-Como sabe quem eu sou?- Perguntei confusa.
-Eu ouvi seus amigos falarem.
Ele me olhava de uma forma que me deixava constrangida. Sua posição em cima de mim também era constrangedora. Ele estava praticamente de quatro, e com o rosto bem próximo do meu. Ele olhava entre meus olhos e minha boca, como se procurasse algum defeito.
-O que você é?- Perguntei temendo a resposta.
Ele apenas deu um sorriso torno, extremamente sedutor, e abaixou a cabeça, aproximando a boca de meu pescoço. Seus dentes raparam na pele onde eu sentia o sangue escorrer e logo senti os mesmos cravarem com força no meu pescoço.
Gritei desesperada, mas o incrível é que o grito era de prazer.
Suas mãos fortes estavam em minha cintura, puxando meu quadril para me fazer sentir a ereção extremamente dura. Inconseqüentemente rebolei para friccionar ainda mais nossas intimidades e senti um rugido escapar da boca do estranho chamado Edward.
Meus olhos reviravam, tamanho o prazer que eu sentia, eu puxava minhas mãos, tentando loucamente solta-las do aperto das cordas para poder puxar aqueles cabelos dourados que transmitiam sexo.
Sentia a hora que seus dentes saíram de dentro de minha pele e logo depois a língua extremamente quente começou a lamber o local, provavelmente retirando o sangue dali.
Ele voltou seu olhar para mim, e dessa vez não era mais ouro derretido e sim vermelho, quase preto.
-Vampiro. — Sussurrei.
O mesmo sorriso torto encantador brincou em seus lábios e ele também sussurrou com sua voz rouca.
-E está com medo?
-Para ser sincera eu estou excitada. — Disse sentindo minhas bochechas corarem.
Sua língua quente delineou a pele corada e ele deu uma leve mordidinha.
-Eu sei. Eu sinto você escorrendo de tesão.- Disse rouco descendo sua mão para minha intimidade e massageando deliciosamente por cima da calçinha.- Merda, está molhadinha, pronta para receber meu pau duro e quente.
Minha cabeça rodava e eu me perguntava se iria agüentar tanto prazer.
-Esta pronta para sentir meu pau te esfolar, pronta para sentir o maior prazer de toda sua vida?
Eu nada respondi, apenas rebolei em sua mão que ainda massageava minha intimidade.
Em uma velocidade que não consegui acompanhar ele puxou suas roupas de marca de uma só vez, arrancando-a de seu corpo. Olhei para seu corpo de mármore e tive a certeza que ele foi esculpido por Deuses. Não, ele era um Deus.
Mas o que mais me hipnotizou foi seu membro extremamente duro e pulsante.
Por um momento tive medo de tudo aquilo não caber dentro de mim, mas o medo logo dissipou quando senti sua mão massagear meu seio esquerdo.
Seus olhos estavam fechados, sua expressão era de prazer.
Em outro movimento rápido, minhas mãos estavam soltas e meu sutiã fora do corpo.
Quando sua boca quente tocou no meu mamilo túrgido, gritei extasiada e levei minhas mãos para seu membro, que clamava por meu toque e apertei.
Foi a sua vez de gritar. Mas na realidade era um rosnado sombrio e sedutor.
Seus lábios mordiam meu seio deliciosamente e o outro ele massageava freneticamente. Friccionava seu pau em minha intimidade, que ainda estava coberta pela calçinha. Eu rebolava, pedindo por mais contato.
Senti que seu dentes cravaram na pele do meu seio e senti-o sugar meu sangue.
Sua mão penetrou dentro da minha calçinha e enfiou seu dedo dentro da minha gruta melada. Minha respiração estava tão sufocada, que eu não consegui gritar, pois era isso que eu queria fazer. Deus, aquilo era a melhor coisa que eu já havia sentido em minha vida. Seu dedão massageava meu clitóris freneticamente, enquanto seu dedo indicador me penetrava em uma velocidade vampiresca. E ele ainda sugava meu sangue, soltando rosnados que eu interpretava como sendo de prazer.
Eu sentia choques percorrer por todo meu corpo, minha cabeça rodava e meus olhos reviravam. Eu apertava seu membro com tanta força, que se ele fosse um humano, estaria machucando. Senti pequenas explosões em meu baixo ventre e logo depois, meu liquido escorreu por seu dedo, lambuzando toda sua mão e parte da minha perna. O grito que escapou por meus lábios foi tão alto que minha garganta protesto. Meu corpo todo relaxou em cima do mármore gelado, que deu uma sensação gostosa em contato com minha pele quente.
Ele me olhava com um sorriso enorme, seus lábios ainda estavam sujos com meu sangue e uma vontade louca de sentir o sabor tomou conta de mim. Em um ato totalmente impensado, lambi o seu queixo e toda sua boca, sorvendo o liquido vermelho que era estranhamente delicioso. Seus dentes capturaram minha língua e ele a chupou fervorosamente. Massageando-a com sua própria língua.
Senti o tesão escorrer novamente por minha entrada e eu ergui os quadris, em busca de mais contato.
O beijo era avassalador. Meu corpo estava todo suado, os cabelos grudavam por meu corpo. Suas mãos estavam grudadas em minha bunda, fazendo-me rebolar em uma velocidade louca em seu membro.
-Edward... Eu quero você- Sussurrei tomada pelo desejo.
-Fala de novo. — Pediu enquanto descia seus beijos lentamente por minha barriga.
-O que?- Perguntei sem realmente saber. Eu estava com a mente ocupada com seus lábios em minha pele.
-Meu nome. — Disse em um sussurro rouco.
-Edward. Edward... -Ele parecia cada vez mais desesperado a cada vez que eu dizia seu nome. Em um puxão ele arrancou minha calçinha e sua língua afundou em minha entrada. — EDWARD...
-Isso, geme meu nome neném! É isso que eu quero.
-Oh, Edwaaard.
Eu rebolava eu seu rosto, e sua língua ia cada vez mais fundo dentro de mim. Ela era quente e áspera, e isso me deixava ainda mais louca.
Eu puxava seus cabelos, arranhava sua nuca e gritava.
Estaca completamente tomada pelo prazer.
Ele voltou para cima de mim rápido e começou a lamber meu pescoço do lado oposto onde ele tinha mordido.
-Posso te pedir uma coisa?- Perguntou meio hesitante.
-O que quiser. — Eu daria qualquer coisa para ele. Para ter ele novamente.
-Estou louco para sentir sua boquinha no meu pau.
Fiz uma força sobrenatural e empurrei seu corpo para o lado, fazendo-o ficar deitado da mesma forma que eu estava.
Sentei em cima da sua cintura e rebolei lentamente em sua barriga, fazendo meu liquido lambuzá-lo todo.
Ele apenas gemeu e jogou a cabeça para traz, com os olhos fechados.
Eu estava adorando sua expressão de prazer, então em um pensamento muito louco, falei.
-Olha para mim... Edward!- Sussurrei tentando parecer sexy.
Ele me olhou, com um sorriso de lado e eu toquei no meu mamilo túrgido. Sua respiração ficou mais rápida e eu sorri com isso.
Comecei a descer meu quadril lentamente e quando cheguei em seu membro, rebolei, fazendo-o penetrar apenas a cabeça. Ele jogou a Ca beça para trás com tanta vontade que acabou batendo-a contra o mármore.
Foi impossível não gargalhar com essa imagem.
Ele voltou a me olhar, maquiavélico e sorriu, trocando nossas posições.
Seu membro estava apenas com a cabeça dentro de mim e ele rebolou lenta e sensualmente.
Porra, eu estava fodida.
Literalmente.
CONTINUA
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