Seduction And Perversion
13 O PECADO DORME AO LADO
Notas iniciais
O PECADO DORME AO LADO
POV_EDWARD
Minha vida já estava decidida.
Desde meus 16 anos minha mão me convenceu a seguir a vida religiosa. Inicialmente eu discordei, mas com o tempo eu realmente notei que era o ideal para mim.
Viver longe das coisas mundanas e dos pecados cometidos principalmente pelo homem era uma excelente escolha.
Eu estava feliz com isso, mas eu sempre sentia falta de alguma coisa.
Deixei essas idéias tolas de lado e esperei o avião decolar.
Eu estava indo para casa, passar as férias com minha família.
O olhar cheio do pecado da luxuria que as mulheres direcionavam para mim me incomodava, mas eu as ignorei completamente.
A viagem foi cansativa, quando desembarquei no aeroporto Emmet já estava a minha espera.
Como sempre nunca deixou de fazer piadinhas sem graça sobre minha vida religiosa.
E disse que estávamos com visita, uma amiga de faculdade da minha irmã Alice estava morando em nossa casa.
Cheguei à casa cansado, minha família me recebeu muito bem como sempre. Eles faziam muita falta quando eu ficava todos esses meses no seminário. Mas era a coisa certa a fazer.
Alice como sempre começou uma discussão desnecessária sobre minha vida, dizendo que eu precisava de uma “boa foda” para ver que essa vida não era pra mim. Mas eu ignorei completamente as suas palavras quando eu a vi.
Um anjo.
A menina com traços delicados era perfeita. Os cabelos castanhos avermelhados caindo em cascata por seu ombro, a pele branca e convidativa, os olhos profundos e penetrantes, o corpo muito bem delineado com curvas espetaculares e por ultimo, mas não menos importante, os lábios. Ah, esses mereciam a melhor das descrições, eles era vermelhos intensos e carnudos, como se tivesse acabado de dar um beijo selvagem. Comecei a imaginar que gosto teria. Provavelmente seriam extremamente doces.
Deus, o que é isso Edward? Você é um futuro padre e fica pensando nesse tipo de coisa. Oh céus, vou ter que pagar penitencia.
-Eddie, essa é a Bella, minha amiga. — Apresentou Alice me lançando um olhar desafiador.
-Como vai Bella?- Bella, sim, ela é muito bela mesmo.
Surpreendi-me quando ela deu um passo em minha direção e suas pequenas mãos tocaram em meu ombro, ondulando seu corpo em minha direção. Mas o pior de tudo foi quando ela tocou seus lábios em minha bochecha e depois seu sussurro em meu ouvido.
-É um imenso prazer conhecê-lo Eddie. — Eu fique estarrecido! E pela primeira vez não me incomodei por me chamarem de Eddie, foi a coisa mais sexy que eu já ouvi.
Ela se afastou sorrindo como se nada tivesse acontecido.
Deus, essa menina seria o meu pecado. Alice me olhava divertidamente tentando prender o riso.
Sai de lá antes que fizesse alguma besteira e fui para meu quarto. Não tinha muito o que fazer e fiquei o tempo todo lá, tentando deixar minha mente longe da garota.
Já era hora do jantar e u estava faminto, mas não arriscaria me encontrar com ela por esses corredores ai então esperaria minha mãe chamar.
Mas, para minha extrema infelicidade foi a Alice.
-Eddie...
-Alice, sabe que não gosto que me chama assim. — Repreendi.
-Você pareceu não se incomodar quando foi a Bella.
Paralisei, merda, será que é possível eu esquecer ela pelo menos por um minuto?
-Sei o que está tentando anã, mas não vai conseguir jogar sua amiguinha para cima de mim. Eu sei o que eu quero.
-Você não sabe de nada Edward, se você tivesse certeza que quer ser padre, não teria sentido atração por ela.
-Eu não senti atração nem uma. – Disse, mas havia sentido sim. O corpo dela parecia clamar pelo meu.
-A não? Então vamos ver como você reage a isso! Imagina ela nua pra você, em seus braços, e você penetrando o corpo quente dela com seu membro pulsante... e ai?
Meu Deus, minha irmãzinha mais nova está mesmo falando isso? Pior, só de imaginar as SUS palavras sinto meu membro inflar e se contorcer dentro da calça.
Eu nada disse, ela podia ver minha situação.
-Eddie, não deixa a mamãe interferir na sua vida. Se você não quer isso, não se sinta pressionado a nada, ela vai entender sempre. Sabe disso.
-Eu sei o que eu quero Allie, já esta descido. – Mentira, a única coisa que minha cabeça pensava era nela, pelo menos a cabeça de baixo. OH MERDA!
-Tudo bem, faz o que achar melhor, e estamos te esperando para jantar.
Depois que ela saiu fiquei alguns minutos pensando.
Eu me sentia feliz no seminário, mas tudo mudou quando essa menina apareceu. De repente eu achei um motivo para pensar direito. E a única coisa que eu pensava era em beijar cada pedaço daquele corpo e penetrar seu corpo a noite toda.
Eu estava ferra. Muito ferrado.
Tinha medo de decepcionar minha mãe. Mas eu não faria nada, eu não iria “atacar” a menina. Mas se ela mostrar um pouquinho de interesse, eu não vou tentar resistir.
Fui me reunir aos outros na mesa do jantar, mas ainda não estavam todos lá. Nem ela.
Quando o jantar foi servido ela era a única que não havia se reunido com a gente. Reprimi minha curiosidade e não perguntei onde ela estava. Mas Alice olhou para mim divertidamente e disse.
-A Bella pediu desculpas, mas não se juntou conosco pois não se sentia bem.
-Oh, aconteceu alguma coisa?-Perguntou minha mãe preocupada.
-Não, apenas um mal estar. — Respondeu Alice rápida.
Estava comendo tranquilamente quando sinto um par de mãos quente no cós da minha calça.
Engasguei. Meu pai batia em minhas costas enquanto Alice me dava um copo de água.
Isso só pode ser brincadeira de mau gosto. Quer dizer, nem tão mal assim.
Após me recuperar da crise te tosse, senti novamente as mãos, dessa vez abrindo o zíper da minha calça.
Inferno era para lá que eu iria, junto com Isabella.
Ela começou a me massagear ainda por cima da boxer, mas eu já estava duro como pedra. Era inevitável. Seus dedos apertavam a cabeça lentamente, mas queria mais pressão.
Ela retirou meu membro de dentro da boxer e o toque quente de suas mãos na pele inchada do meu membro me fez soltar um suspiro alto. Alice me olhou com uma sobrancelha arqueada questionadoramente. Se ela tiver alguma coisa a ver com isso estava fazendo um excelente papel.
O aperto dos dedos delicados de Bella continuava lento e fraco apenas na cabeça, mas eu queria sua mão inteira em contado com meu membro pulsante para acalmar minha necessidade.
Sem acreditar muito no que estava fazendo baixei minha mão e fiz com que a dela apertasse todo o comprimento do membro. Ah, eu queria gemer, mas me controlei.
Ela fazia movimentos de vai e vem com força e maestria. Eu não consegui mais comer, fique apenas brincando com o resto da comida esperando essa deliciosa tortura acabar.
Quando senti sua língua lambendo o pré-gozo na cabeça do meu membro foi impossível não gemer.
-Ohh..
-Algum problema filho?- Perguntou minha mãe. — Você esta vermelho.
Quando iria responder ela abocanhou todo meu membro chupando com força.
Travei minhas mãos nos talheres e fechei os olhos com força para não gemer.
-Filho, você esta muito vermelho. — Minha mãe estendeu sua mão e tocou minha testa levemente suada. –Oh Deus, esta com muita febre. Alice, vá pegar um remédio de febre para seu irmão.
Alice saiu da mesa e eu continuei com o maxilar travado enquanto a língua dela trabalhava em meu membro. Ela mordia a cabeça e depois sugava.
Eu sentia o ápice perto.
Deixei meu corpo cair na cadeira e escorreguei um pouco para poder deixá-la com um acesso melhor ao meu membro.
Eu já nem tinha mais noção da minha família na mesa. Eu só queira gozar logo. Com minha mão embaixo da mesa novamente, segurei seus cabelos e comecei a ditar o ritmo que eu necessitava. Disfarçadamente, jogava meu quadril para frente, fazendo meu membro entrar todo em sua boca.
Foi impossível não gozar quando suas mãos começaram a massagear minhas bolas.
Os jatos saíram do meu membro diretamente para a boca dela, que sugou tudo. Meu corpo estava mole, eu tremia levemente e minha tensa estava suada.
-Acho melhor levá-lo ao medico, esta tremendo. — Disse minha mãe preocupada.
-Não se preocupe mãe, é apenas alergia.
-Não sabia que tinha alergia. — Disse confusa.
-Pois é, um vírus que faz ficarmos com alergias passageiras. — Não acredito que falei essa mentira estúpida para minha mãe.
-Se não se importa gostaria de me retirar. — Disse, após fechar o zíper da minha calça.
Levantei-me apressadamente e fui para meu quarto.
Mesmo com o banho quente eu ainda estava assim... duro.
Pelo resto da noite fiquei no quarto, calculando alguma forma de me vingar daquela garota, aquele anjo que se mostrou um verdadeiro lúcifer.
Mas ela havia despertado em mim um mostro sexual, um ninfomaníaco tarado por sexo. Eu queria me enterrar dentro dela. Logo.
Já era mais de meia noite e provavelmente todos estavam dormindo. Fui para o quarto dela que era justo na frente do meu e me surpreendi quando vi sal cama intacta. Mas o barulho do chuveiro a denunciou.
A porta estava aberta. Tão inocente.
Tirei minha roupa e entre no banheiro sem fazer nem um barulho.
Porra, eu deveria estar possuído.
Abri a porta do box e me deliciei com a imagem de seu corpo nu. O traseiro empinado e as coxas roliças. A cintura fina e sensual. Abracei seu corpo por trás e ela se assustou, mas quando virou em minha direção e sorriu.
-Pensei que não viria nunca. – Disse presunçosa.
Safada, sabia que não resistiria e viria atrás dela.
Aproximei seu corpo do meu de comecei a passar a língua em seu pescoço.
Os arrepios em seu corpo me deixavam ainda mais incentivado a continuar.
É, realmente eu estava possuído. Nunca me imaginei fazendo isso, Elias, nem sexo eu me imaginei fazendo. Até essa capetinha chegar.
Suas pequenas mãos quentes não perderam tempo e foram para meu membro, apertando ao redor deliciosamente.
Tirei os cabelos molhado do meu caminho e beijei sua nuca, descendo minha língua por suas costas. Virei-a em minha direção e olhei seus lábios, eles clamavam para serem sugados. E assim eu fiz, deixei minha boca repousar na sua, nossos lábios entreabertos, permitindo minha língua de entrar em contato com a sua. Ela sugava loucamente, me tirando todo o juízo.
Deus, ela é simplesmente maravilhoso, o gosto, o sabor, cheiro e textura. Tudo nela é perfeito e me enfeitiçava como magia.
Seus olhos de chocolates estavam escuros, ela me olhava penetrante e eu reconhecia a luxuria ali. O meu provavelmente estaria do mesmo jeito.
Eu me senti um obcecado, louco para tê-la completamente para mim.
Deixei minha língua na pele da sua clavícula e minha mão esquerda estava em seus seio, delineando o bico lentamente, massageando com calma e destreza, ela apenas gemia e arqueava o corpo em minha direção enquanto puxava os meus cabelos.
Acompanhei uma gota de água que escorreu de seu pescoço ao seio e fiz o mesmo caminho com minha língua. Quando senti o gosto da pele do seu seio eu enlouqueci, sugava com força, lambia a auréola rosada e enrijecida. As marcas dos meus dentes já ficavam pela pelo do local. Perfeito. Isso mostraria como ela era minha. Merda, ela não é minha.
Mas eu vou fazer ser.
Espalmei minha mão na parte lateral de sua coxa e comecei a massagear freneticamente. Escorreguei a mão para parte interna, bem perto de sua intimidade e ela rebolou, em busca de contato. Mas ainda não era a hora.
Troquei minha boca de lugar e fui para o outro seio, enquanto a outra mão, pousava em concha no seio onde minha boca havia estado.
Minhas caricias parecia satisfazê-la plenamente, seus gemidos e suas unhas cravadas em minhas costas denunciava isso.
Voltei minha boca para a sua e coloquei minha língua lá, demonstrando que eu queria apenas que ela sugasse. E, oh céus, ela fazia isso divinamente.
Notei que suas pernas se roçavam, provavelmente tentando aplacar o desejo em sua intimidade.
Segurei firme em suas coxas e a impedi de se mexer.
-Calma anjo, eu vou resolver isso.
Agachei-me em sua frente e deixei minha língua em sua barriga, lambendo as gotas de água que havia ali.
Fui abaixando cada vez mais, e quando estava em seu ventre ela pediu.
-Argh...Edward, acaba logo... com isso...
Eu ri de sua presa e para não fazê-la esperar mais deixei minha língua serpente ar por toda sua intimidade.
Ela estava muito molhada, e não era por causa da água. O gosto era divino e deixou minha cabeça tonta.
O calor que emanava dali era imenso e com um dedo penetrei sua entrada.
Deus, como ela é apertada. Só de imaginar meu membro nessa gruta pequena ele se contorcia la em baixo, ansioso.
Dois dedos estavam penetrando-a e com o dedão em massageava seu clitóris freneticamente. Sua respiração estava rápida, e as mãos mais uma vez seguravam meus cabelos, onde ela puxou para minha boca voltar e sua intimidade. E assim fiz, penetrei a entrada com a língua e senti suas pernas falharem. O seu gosto delicioso me deixava tonto. Mordi seu clitóris lentamente e depois suguei. O seu ápice estava perto, eu podia notar. Mas queria que fosse comigo dentro dela.
Levantei-me e tomei sua boca para um beijo selvagem, com seu gosto na minha língua. Ela me empurrou até a parede, onde eu fiquei prensado e se ajoelhou. Ah, inferno, eu não agüentaria isso por muito tempo. São quando 7 anos sem sexo, e nem me masturbar.
Quando sua boca rodeou todo meu membro eu gemi. Sua língua era quente e fazia coisas fodidamente deliciosas lá em baixo.
Seus dentes arranhavam a cabeça do meu membro enquanto suas unhas clamavam em minha bunda. Sugava como se fosse um sorvete saboroso.
Meus pensamentos estavam nublados e eu senti meu membro inflar. Com muita dificuldade puxei seu corpo para cima novamente e capturei seus lábios. O meu gosto em sua boca me deixava ainda mais louco.
Minha perna estava entre as suas e ela fazia questão de rebolar sua intimidade molhada em minha coxa.
Não agüentando mais girei nossos corpos e a prensei contra a parede.
Segurei meu membro entre as mãos e pincelei em sua entrada. Ela já gemia freneticamente, jogando os quadris em minha direção, fazendo a cabeça do meu membro penetrá-la.
Abri um pouco mais suas pernas enquanto mordiscava seu mamilo incrivelmente duro e comecei a penetrá-la. Eu grui ao sentir como ela estava lubrificada. Os meus primeiros movimentos eram calmos e lentos. Eu saia e entrava vagarosamente.
Mas isso ao era o suficiente para ela, pois suas mãos se afundaram no meu traseiro e ela me puxou para frente, fazendo-me entrar rápido, forte e tudo de uma só vez. Seu grito histérico fez minhas mãos taparem sua boca.
-Shhh, quietinha anjo!
Tirei minha mão da sua boca e comecei a bombear freneticamente. Com força e rapidez, o que parecia agradá-la.
Peguei sua coxa e subi até minha cintura, ela jogou a outra o que a fez ficar pendurada em mim. Quando penetrei novamente, fui tão fundo e o prazer foi tão grande que tive que me escorar na parede enquanto ela mordia meu ombro para não gritar.
Sentia meu membro cada vez mais inchado, sua carne praticamente o mastigava.
-Era isso que você queria não é sua putinha. Você queria que eu fodesse você até não agüentasse mais.
-Ohhh...
Ela nada conseguia responder então me retirei de dentro dela.
-Reponde. — Disse com falsa seriedade.
-Sim... sim, seu vadio, eu queria que seu pau me esfolasse.
Nunca pensei que termos tão chulos poderiam-me deixar tão louco como eu fiquei. Voltei a penetrá-la com força e sua carne me mastigava deliciosamente.
Deixei minha boca junto à dele, sugando sua língua deliciosa, mordendo o lábio inferior e ela só gemei.
Senti o meu prazer se aproximando, o desejo surgiu como um buraco negro que me fez ficar perdido entre sensações e prazer. Eu estava no limite. Apertei os olhos enquanto sentia meu membro explodir enquanto sua carne me apertava deliciosamente.
Ela gemi e meu maxilar ficou travado tamanho o prazer que eu sentia. A sensação prazerosa havia atingido ao nosso ápice. Escorreguei pela parede fazendo ficar sentado n chão com ela em meu colo, enquanto a água quente caia em nossos corpos.
Seus seios estavam com marcas de dentes, sua boca inchada e suas bochechas em um tom extremo de vermelho, a respiração entrecortada e o coração acelerado. Eu a queria para mim. A vida religiosa já não tinha mais graça, o que faltava em mim era ela.
Eu nada falei e nem ela. Mas não eram necessárias palavras.
Alice tinha razão como sempre. Eu precisava de uma boa foda
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