Notas iniciais
esse é o terçeiro e ultimo capitulo que eu havia postado anteriormente. A partir de amanhã os capitulos será ineditos!! Booa Leitura.~

Aqueles que reprimem o desejo, assim o fazem porque seu desejo é fraco o suficiente para ser reprimido. ‘Willian Blake’

Inglaterra 1876

Isabella Swan é uma garota de 22 anos que já tem o destino escolhido pelos pais. Filha do Rei Charlie Swan e sua esposa Renée Swan.

Para garantir uma união dos dois reinos, -que foram divididos depois de um roubo- Isabella terá que se casar com o filho do Rei da província vizinha. Jacob Black é um homem bom, mas não tem o coração da princesa destinada a ele. E isso se tornaria um problema!

Isabella sempre sonhou em encontrar um amor e se entregar ao desejo, até agora desconhecido pela donzela, mas viu que isso se tornaria impossível após a decisão do casamento.

Bella, como gosta de ser chamada, tinha costume de passear durante a tarde pelos campos do castelo e foi em um desses passeios que conheceu Edward, um plebeu da corte que também tinha o costume de andar por ai.

Edward, um homem de aparência belíssima, olhos cor de esmeralda com o corpo másculo e viril, os cabelos em um tom forte de ouro, uma mandíbula bem definida.

Fez com que a menina ficasse deslumbrada com toda a beleza destinada ao simples plebeu.

Ela se aproximou do rapaz um pouco hesitante, — nunca havia ficado na presença de um homem sem a companhia de alguém.

Ele por sua vez ficou fascinado pela delicadeza e sensualidade da jovem princesa.

-Alteza, deculpe-me atrapalhar sua caminhada. — disse com a voz rouca naturalmente fazendo os pelos do corpo dela eriçar.

-Não a problema nem um jovem, você gostaria de me acompanhar?- Ela mesma não acreditava na sua própria ousadia e ele por sua vez, -mesmo querendo com todas as forças aceitar- achou melhor seguir seu caminho para não cair em tentação.

-Acho que não seria apropriado se alguém nos visse juntos, seu marido pode não aceitar isso muito bem. — Disse com um tom de ironia..

-Ainda não sou casada, portanto ele não é meu marido. Mas seria uma indelicadeza da sua parte negar um pedido da princesa, alias, não é adequado para uma dama andar sozinho, apenas me acompanhe ate o castelo

Edward se viu perdido nos movimentos da boca da moça e não proferiu nem uma palavra.

Isabella estava fascinada com todas as sensações que sentia em seu interior. Desafio, ousadia... Desejo.

-Por que foge jovem?

-Muitas pessoas fogem por varias razões. — Finalmente achou sua voz mas mesmo assim ela saiu fraca.

-Eu sou um motivo para fuga?- Perguntou ela hipnotizada pelo olhar de esmeralda dele. Deu um passo em sua direção e ele sentiu seu cheiro de morangos.

-Você tem um cheiro delicioso. — Disse ele ao se aproximar dela, pegar uma mecha de seus cabelos e cheirar. O perfume entrou pela suas narinas fazendo um choque de desejo percorrer todo seu corpo.

Edward ficou sem saída e acabou aceitando acompanhar a princesa ate o castelo, não teria como não fazê-lo, pois a cada instante que passava ao lado dela ficava mais fascinado e sem forças para se separar.

O caminho todo foi silencioso, um silencio confortável, ela já ultrapassou a cota de ousadia por um dia, mas tinha uma coisa que ela ainda faria, ou pediria.

-Pronto vossa alteza, esta entregue.

-Eu quero uma coisa?- Disse ela com uma voz fraca e com o rosto corado o que despertou um desejo louco no rapaz de acariciar sua face, mas se conteve.

-Diga.

-Eu quero um beijo!- Edward se espantou pelo pedido dela, não esperava nada parecido com isso.

-Não acho que isso seja correto. — Disse, juntando todas as forças para não pega-la em seus braços e provar o gosto daqueles lábios vermelhos.

-O que te impede?- Perguntou ela destruindo o espaço entre eles e colocando a mão nos seus cabelos perto da nuca. — Eu sei que os homens da província vão todas as noites na casa da Madame Esme para ficar com as garota e sei também que beijar é uma coisa muito boa e quero provar.

Todo o controle dele foi destruído junto como espaço, as mãos dele foram para sua cintura e apertaram o local fazendo as pernas da bela moça falhar. Decidiu mostrar que estava brincando com fogo.

-Porque não pede para seu futuro marido?- Perguntou ele acariciando os lábios dela com os dele. A respiração de Bella saia desregular fazendo a seu hálito bater contra a face dele deixando-o em um estado ainda mais deslumbrado.

-Porque eu não senti por ele o que estou sentindo por você. Você despertou meu corpo, por hoje quero um beijo, mas so por hora, você ainda tem muito a me ensinar. — Disse puxando os cabelos dele fazendo-o se aproximar mais para seus lábios finalmente se tocarem.

Ele a puxou de encontro a seu corpo e o beijo queimou nos lábios dela com a intensidade de um raio. Ela apenas o abraçou.

A excitação percorreu pelo corpo de ambos. Ela queria tocá-lo e queria ser tocada, mas aonde? Não se sabia, ela apenas sentia.

A meiguice dos lábios dela afastou qualquer medo que ele sentia pelos dois se alguém visse. Edward escorreu a língua entre seus lábios para acariciar cada canto sensível de sua boca. Os movimentos eram ritmados e ela logo conseguiu acompanha, a excitação pelos mesmos movimentos fez com que ela gemesse de prazer.

Edward afastou a boca e prendeu-lhe o olhar se deliciando em emaranhar os dedos em seus cabelos castanhos. Ele nunca havia sentido nada igual com nenhuma das meninas da Madame Esme. Bella fechou os olhos quando sua boca desceu para o pescoço acariciando com beijos ardentes. Puxou-lhe a boca para sua a fim de compartilhar cada segundo dessa tempestade.

Ouviram barulho de alguma conversa e se separaram ofegantes e com os lábios inchados.

-Me encontre no mesmo lugar amanhã, estarei a sua espera no final da tarde.

Ela não deu tempo para que ele respondesse e saiu correndo em direção a entrada principal.

Os lábios do rapaz ainda queimavam com e o gosto estava empreguinado em sua memória.

Até o dia seguinte seria uma eternidade.

...

Bella olhava para todos os lados procurando pelo rapaz que despertou todas as sensações em seu corpo, queria repetir tudo e aprender um pouco mais, so que não imaginava que não teria uma próxima vez!

-Alteza, não podemos, mas nos encontrar.- Disse ele triste, nem ao menos disse oi.

-Por quê? Você não quer?- Disse ela abraçando seus ombros e com lagrimas nos olhos. Ele nada entendia a dor em seu peito em dizer essas palavras e ver o rosto da menina mulher a sua frente.

Nada foi respondido por ele e ela chegou a conclusão de que ele preferia as mulheres da casa da Madame.

-Obrigado por ter me acompanhado ontem. — Disse ela se afastando.

Ele a segurou.

-Obrigada pelo convite.

-Que convite? Do que esta falando?- Ela pensou que fosse por te-lo chamado para acompanhá-la. Engano seu.

-Disto.

Ele a beijou e ela respondeu calorosamente. A boca de Edward mostrava-se decidida a devorar cada canto da sua, a língua em uma dança louca e estimulante.

Bella ouviu a própria respiração alterada e não conteve um gemido quando os lábios traçaram uma linha úmida por seu queixo e pescoço. Suspirou ainda mais alto quando ele inclinou seu rosto para o lado acariciando a orelha com a língua. Temendo que suas pernas falhassem se apoiou mais ainda no corpo dele e com um gesto ousado suas mãos adentraram pela camisa dele que exalou o ar ruidosamente e tomou-lhe a boca novamente.

De maneira vagarosa e relutante ele afastou os lábios sorrindo. Era óbvio que não resistiria a ela, estava claro.

-Eu quis dizer este convite, ou melhor, pedido.

Ela apenas sorriu com o rosto corado.

-Ei, cadê a menina ousada que me pediu um beijo?- disse ele rindo.

-Ela que pedir outra coisa. — Disse mais corada ainda.

-Então peça. — Sussurrou em seu ouvido fazendo ela arrepiar.

-Me ame.

O coração dele disparou e ele sentiu seu corpo em chams so de imaginar o corpo nu dela sobre o seu.

-Seu marido deve fazer isso. — Disse com a voz fraca pelo desejo.

-Mas eu quero você.

Seu olhar era luxuriante para uma mulher que nada conhecia dos prazeres carnais. Mas ele a ensinaria, estava decidido.

Beijou-a e emaranhou os dedos em seus cabelos e soltando-os quando o beijo se aprofundou, ela deslizou mão por suas costas ansiosa por mais, querendo loucamente entregar-se a paixão.

Ela gemeu ao sentir ele pressionou seus quadris contra os dela sentindo o corpo viril e rijo.

Ele pôs as mãos nas dobras de seus joelhos e a ergueu em seu colo com as pernas em volta do joelho.

-Espero que tenha bastante energia coração, eu sou um homem faminto. — Ela não entendeu o que ele quis dizer, mas estava mais que disposta a saber.

Ele a levou ate um estábulo, estavam rodeados pelas sombras, o sol se punha vagarosa mente trazendo o noite fria de inverno que prometia ser quente!

Ela deitou-se em um monte de feno mas não sabia o que faze ou como fazer.

Ele se deitou por cima dela e com a língua traçou uma linha ao redor do seu queixo fazendo-a suspirar alto. As mãos dela entraram dentro da camisa dele aranhando suas costas e ombros largos.

-Não quero que se sinta obrigado a isso so porque sou a princesa.

Ele olhou para ela a procura de uma mudança de idéia e não encontrou, mas por via das duvidas achou melhor perguntar.

-Eu me sinto obrigado sim, mas pelo meu desejo, e você, ainda quer ir ate o fim?

-É tudo que eu mais quero.

-Então porque não para de falar e me beija?- Disse ele brincando.

Ela o beijou com certa violência devido ao deseje, ele riu entre o beijo e suavizou o ato.

Cada caricia da língua dele provocava-lhe uma onde de calor por todo seu corpo concentrando-se no meio das suas pernas.

Os botões da camisa dele abriram com toda facilidade possível e ela sorriu satisfeita. Ele arrancou o espartilho que ela usava libertando os seios dela, ele gemeu com a visão e acariciou. Beijou toda a região e o calor no corpo dela apenas aumentava.

Segurando-o pelos ombros ela puxou-lhe para cima e apossou-se da sua boca outra vez. Toda o suavidade do beijo anterior desapareceu dando lugar a um ato selvagem.

Mas ele não se contentou apenas com a boca, beijou-lhe todo seu pescoço. Sua língua afoita deixava um rastro úmido por lá. Ele riu quando ela disse seu nome de uma forma alucinada. Ela arrancou a camisa dele e se deliciou com o prazer de tocar seu peitoral definido e não parou nem mesmo no momento em que ele se livrava do resto das roupar.

Seus beijos desceram novamente para seus seios entre lambidas e mordidas. Ela arqueava as costas em busca de mais contato, sentia sua intimidade latejar.

‘Deus, será que eu agüento tanto prazer?’ pensou ela.

A língua dele delineou o mamilo intumescido pelo desejo. Ela apenas gemia e se esfregava contra o corpo nu dele.

Com caricias estimulantes, ele estava determinado a tocar todas as partes do seu corpo. Sua língua entrou em contato com a intimidade dela fazendo-a gritar, ele estava alucinado, desesperado... Amando. Sua língua circulou um ponto ‘chave’ na intimidade dela que sentiu esta na ponta de um precipício pronta pra pular.

Ele voltou a deitar-se por cima de seu corpo sem que ela sentisse seu peso.

-Olhe em meus olhos coração. — Ela abriu os olhos e se perdeu nas esmeraldas, havia tanto carinho ali.

Penetrou seu corpo com todo carinho possível e viu uma careta de dor em seu lindo rosto. Beijou toda sua face a fim de que ela se acalmasse. Ficou um tempo parado dentro de seu corpo para acostumar com o tamanho ate sentir ela se mexer dentro dele gemendo em seguida.

Ela olhou para ele satisfeita consigo mesma por ter dado-lhe prazer.

Seus movimentos eram lentos e cuidadosos, mas as unha dela apertando seus braços, a respiração descontrolada o língua que umedecia os lábios constantemente foi o suficiente para fazê-lo perder o controle.

Começou a investir forte dentro de seu corpo enterrando seu rosto nos cabelos de morangos dela esperando finalmente se libertar daquele prazer.

Os dois corpos unidos em perfeita harmonia, tocando se intimamente, cariciam estimulantes e prazerosas. Com a boca na sua ele finalizou aquela dança sensual ate alcançar o êxtase enlouquecedoramente.

Entregaram-se ao prazer que os fundiu num momento esplendoroso.

...

Após acalmar a respiração ele tirou os fios de cabelo grudados no rosto suado dela e olhou profundamente em seus olhos em busca de respostas para perguntas que nem ele sabia.

Ele a amava, isso estava claro para ele e bastava ela dizer que sim que ele lutaria por ela. Lutaria contra qualquer coisa e qualquer um para te-la novamente em seus braços tremula e ofegante, amando de todas as maneiras possíveis.

Quanto mais próximo o homem estiver do desejo, mais o deseja; e se não consegue realizá-lo, maior dor sente. ‘Niccolo Maquiavel’

Notas finais
então,o que acharam?? REVIEWS?? até a proxima by.Lih-Cullen