Notas iniciais
Amoreees,
hoje faz um mês que estou postando a fic
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Estou tão feliz com o resultado dela, quero dizer que devo tudo isso a vocês e que amo muito cada uma das leitoras e leitores que sempre deixam review e recomendações. A fic não seria nada sem você. Eu, as Bella e os Edward aqui do S&P amamos muito tudo isso! ~♥
Esse capitulo é especialmente para a simoneipua, muito obrigado pelo seu carinho, estou extremamente feliz por você ter aprovado a fic, deixar reviews e pela linda recomendação!
Sem mais enrolação.
Booa Leitura.~
PS. reacadinho lá em baixo, tem um promoção meio loca!

POV_EDWARD

Eu estava ansioso.

Minhas mãos tremiam e meu corpo já demonstrava a excitação pelo tão esperado momento.

Sou Edward Cullen, 27 anos e casado com Isabella Swan.

Bom, deve estar se perguntando o que eu tanto venho esperando não e mesmo?

Vou me explicar. Sou agente da FBI há 3 anos, e a lista de criminosos que já coloquei atrás das grades é longa. É claro que isso resultaria um grande ódio direcionado a mim. Eu não me importava com isso, desde que não envolvesse minha família. Ai o bicho pega geral. Ou melhor, pegou! Um dos vagabundos que eu havia prendido, por incompetência de um dos policiais, fugiu no meio de um tiroteio. Eu sabia que isso iria dar confusão, mas não esperava que fosse com a minha mulher. A minha pequena e doce Isabella.

Um dia após sua fuga, minha menininha foi violentada. Meu sangue ferve só de me lembrar disso. O ódio que eu sinto por esse tal homem me domina e deixa-me cego por vontade de matá-lo. Mas eu não faria isso, mesmo que quisesse, seria ir contra meus princípios.

Isso não significa que ele sairia impune. Não. Eu o coloquei na pior das prisões do condado de Washington. Digamos que lá, ele seria muito bem recebido pelos outros presidiários que sempre se divertiam com a carne nova no pedaço.

Bom, isso ainda não explica minha expectativa, certo? Mas eu já chego lá. Após o trágico acontecimento com minha esposa ela ficou um período no hospital, mas felizmente, logo voltou para nossa casa.

Bella sempre foi uma mulher fogosa, e minha vida antes dela aparecer era bem movimentada, sexualmente falando. Acho que antes de conhecê-la, nunca Haia passado mais de dois dias sem sexo. Era bom, claro, mas depois da chegada de Bella n a minha vida as coisas mudaram. Ela ainda era virgem, e isso animou meus hormônios adolescentes, louco para sentir sua entrada apertadinha. Mas Bella era(e ainda é) especial. Eu a amava e nunca faria nada para machucá-la. Depois de nossa primeira vez, sexo virou rotineiro, até mais de uma vez por dia, em qualquer lugar e a qualquer hora.

As idéias malucas que ela tinha simplesmente me tiravam a sanidade completamente. Sexo com Bella foi uma das melhores cosas que eu já senti. Pois a outra foi ouvi-la dizer que me ama.

Desde que Bella foi violentada, eu não toquei em seu corpo. Eu tinha medo de sua reação, medo dela não querer mais nem um homem perto dela. Durante todo o período de resguardo em que o doutor- meu pai- a mandou ficar, e isso durou pouco mias de dois meses, pois seu útero foi machucado, eu continuei sem a tocar. Não queria pressioná-la a nada, não queria que ela tivesse medo de mim.

Isso estava me deixando louco. Eu sentia falta d seu corpo quente. Não era apenas sexo, era amor. Ela não dormia no nosso quarto, a cama ficava vazia, fria. Sem o calor do corpo dela, seus braçinhos me apertando sal respiração calma. Eu sentia falta de tudo, mesmo que ela não quisesse mais fazer sexo, eu queria poder velar por seu sono todas as noites, ouvir os múrmuros enquanto ela dormia profundamente em meus braços.

Mas ela não dava nem uma brecha para mim me aproximar, temi que esse fosse o fim do nosso casamento. Isso iria me destruir, eu não conseguiria viver uma vida sem ela. Ela é minha vida.

Mas como sempre Alice salvou o dia, ou melhor, minha vida, meu casamento.

Como? Bom, ela conversou com Bella, que pro sua vez se abriu com ela. Entre todas as possibilidades que eu havia formulado em minha mente, nem uma chegou perto do que realmente era a real. Lembro-me de cada palavra dita por Alice ontem a noite.

“ Vocês são dois bocós Edward. Como não perceberam que todo esse fogo não iria apagar assim tão fácil? O único problema da Bella e você. Ela está com medo Edward. Medo de você ter nojo dela pelo que aconteceu com ela. Ela tem medo da rejeição que pode haver de sua parte ao ter relações a ela.”

Eu ficava mais chocado ainda quando me lembrava dessas palavras. Eu era um boco, como Alice mesmo disse, em não perceber que era esse o problema. E a Bella, minha menininha, era uma boba em achar que algum dia eu não vou mais querer ela. Por Deus, essa é a coisa mais absurda e se ouvir. Não sei como ela nunca notou a devoção que eu tenha por ela, por seu corpo pequenininho, pelas suas idéias loucas e fetiches deliciosos.

A cada dia eu a amava mais e mais. Era imenso o tamanho do meu amor por ela. Esse sentimento parecia me sufocar.
Eu precisava dela, urgentemente. E como sempre, Alice me salvou. Estou devendo horrores a minha pequena fadinha, ela sempre me quebrava um galho quando eu mais precisava. E dessa vez não foi diferente.

Ela havia preparado tudo, o quarto estava perfeitamente decorado, igualmente em nossa lua de mel. Havia champanhe, chocolate, morangos, tudo que tinha direito. E é claro, alguns objetos não identificados pela minha pessoa. Provavelmente Alice havia visitado algum sex-shop para comprar essas coisas. Eu as escondi em algum lugar pois não usaria hoje. Hoje eu seria um verdadeiro gentleman, iria mostrar todo o meu amor por ela. Não seria só sexo selvagem, seria amor também.

E mais uma vez eu fui pego totalmente desprevenido. Alice havia falado com Bella também, dito que eu não tinha nojo dela e sentia sua falta. E para acabar totalmente com minha sanidade, Bella não queria amor primeiro, ela queria sexo, e do mais selvagem. Após quase três meses longe do seu corpo, longe de sua pele, eu aceitaria qualquer coisa. Mas eu precisava dela.

O único problema e que eu tinha mede de machucar seu corpo com a brutalidade do meu desejo. Pois quando Bella tinha suas fantasias loucas e queria sexo selvagem, eu digo que é selvagem mesmo, a coisa mais erótica que eu já presenciei. Ela é uma verdadeira putinha, e adora quando eu a chamo assim. Quando uso termos chulos, ela geme, quando eu fico no comando, como o poderoso ela vibra e eu vou junto.

Esperava ansioso por sua presença em nosso quarto. Ela estava no banho, e eu me segurando para não me juntar a ela.

Mas quando vi seu corpo entrar pela porta, quase enlouqueci. Vê-la vestida naqueles trajes poderia sem duvidas me levar a um orgasmo. Era um baby doll de renda preta, muito. Ela caminhava sensualmente em minha direção, como uma leoa no cio. Louquinha para que eu a coma. Meus planos de ser carinhoso estavam indo por água a baixo.

Eu estava sentado em uma das poltronas do nosso quarto, e ela se sentou nas minhas pernas, passando a mão pelo meu corpo, apertando meu pau já duro, querendo saltar para fora da calça. Sua língua umedecia freneticamente os lábios, e eu acompanhava o movimento lentamente, querendo fazer isso com minha própria língua. Ela abraçou meu corpo e por um momento vi a sua mascara escorregar e minha menina se manifestar.

-Senti tanto sua falta Ed, tive tanto medo de você não me querer mais.

-Não diga isso minha pequena, você sempre será minha, eu sempre vou te amar.

-Oh Eddie... faz amor comigo?... Por favor.

-Mas com essa sua roupa a única coisa que eu consigo pensar é em sexo selvagem e arrombar você inteira...

-Ahh, seu vadio, sabe que eu gosto de você assim não é?- Perguntado puxando meus cabelos e mordendo meu maxilar.

-Seu muito bem que quando eu fico no comando você geme feito uma vadia.

Mas uma vez a mascara se formou em seu rosto e seu olhar era sacana.

-É, mas... hoje você vai pagar por me fazer ficar todo esse tempo sem seu pau.... eu é que estou no comando...

-Porra...- Gemi.

-Sim, porra, caralho, cacete... bem duro e quente.- Disse apertando meu pau.- Pronto para me fazer ver estrelas.

Merda. Merda. Bella sem duvida era minha ruína. A mais prazerosa das ruínas.

Suas mãos ágeis já haviam arrancado minha camisa e ela mordia meu mamilo enquanto suas mãozinhas abriam o botão da minha calça. Ela foi descendo lentamente pelas minhas pernas, distribuindo beijos pelo caminho, arrancando gemidos altos de mim.

Sua língua trilhava a parte interna da minha coxa, perto do pobre coitado de meu pau, que sofria querendo atenção também. Surpreendi-me quando ela começou a retirar minha boxer com os dentes. A cena era sexy, enlouquecedora. Ela me olhava e seu sorriso sacana nunca abandonando seu rosto, as mãos apertavam minha coxa, onde sua boca havia estado antes e a sua imagem era fodidamente gostosa. Ela estava agachada entre minhas pernas, tocando a cabeça do meu pau, circulando-o lentamente. Eu queria mais, mais forte, mais contato, mais rápido...

Ela notou meu desespero e aumentou o ritmo dos movimentos, ver a mulher que eu amo que me deixa duro de tesão batendo uma punheta pra mim era sofregamente maravilhosa.

No lugar das suas mãos, surgiram seus lábios quentes e a língua molhada. Ela serpenteava a cabeça, sugava e os dentes raspavam no orifício que havia na ponte e meu pré-gozo saia. Eu queria gozar dentro dela, mas ter que ficar tanto tempo sem ejacular, e depois ter um par de mãos quentes me apertando era impossível esse feito.

Senti meu corpo convulsionar e se contrair, meu membro murchou um pouco para logo depois inflar freneticamente e se aliviar dentro da boca dela. Como uma verdadeira vadia ela sugou tudo o que havia saído, gemendo alto assim como eu.

-Você ainda tem aquele gosto delicioso. — Disse com a voz rouca e sedutora. Deus, eu havia criado um monstro. Uma putinha ninfomaníaca que eu amava principalmente por isso. O fogo dela jamais apaga.

Em um movimento rápido joguei o corpo dela na penteadeira em que ela se maquiava toda a manhã e comecei a rasgar sua roupa. Peça por peça até ela ficar totalmente nua. Suas pernas abertas me permitiam ver toda a sua excitação escorrer. Levei meu dedo até sua entrada, lambuzando-o com seu mel e depois trouxe para minha boca, sugando todo o liquido. Doce, quente, maravilhoso.

-Senti falta do seu gosto.

Abaixei um pouco meu corpo e deixei minha língua nadar no caos que estava sua intimidade. Minha língua penetrava sua entrada e sentia ela se apertar. Seus dedos estavam enrolados em meus cabelos, ditando um ritmo prazeroso para ambos. Meus dedos penetravam sua entrada e minha língua sugando seu clitóris inchado. Seu corpo começou a tremer e ela fazia uns movimentos com o quadril, jogando eles em minha direção. Senti seu mel escorrer ainda mais e suguei com mais força, me deliciando com o manjar dos deuses que escoria de do meu paraíso na terra.

Seu corpo ficou mole e ela me abraçou carinhosamente, como se me agradecesse. Beijei lentamente seu pescoço, deixando minha língua saborear a delicia que era sua pele. Suas mãos não paravam em um lugar especifico do meu corpo e as minhas eram a mesma coisa.

Abracei seu corpo e a levei até a cama. Deitei seu corpo e fui logo em cima dela, sugando seus seios rosados e túrgidos. Ela arqueava as costas em minha direção. Ela rebolava o quadril para cima, em busca de fricção, mas eu a impedia. Mesmo querendo loucamente estar dentro de sua buceta apertadinha, eu ainda me desfrutaria do seu corpo. Beijei seus seios com carinho e zelo, como se fosse a coisa mais frágil e deliciosa do mundo, e realmente era. Meus dentes raspavam a pele quente da sua barriga, descendo para o umbigo, onde enfiei a língua, a ouvindo gemer. Voltei para cima e beijei seus lábios com sôfrego, eu precisava estar nela, estava ficando insuportável. Meu desejo por ela era papável.

-Edward, me faça sua pelo amor de Deus... me faça esquecer o que aquele cara fez!- Pediu desesperadamente. Eu sabia que ela não estava totalmente curada do acontecimento. Deixei todo meu desejo equilibrado dentro de mim, canalizando apenas em seus prazeres próprio. Ela sempre viria em primeiro lugar.

Beijei seus lábios calmamente e deslizei meus dedos para sua entrada. Eu acariciava lentamente, apenas para deixá-la confortável, para deixá-la ansiosa.

Sua respiração era rápida e descompensada.

Grudei meus olhos no dela, eles estavam úmidos e vermelhos. Beijei toda sua face molhada secando as lagrima que havia ali e tirei minha mão de sua intimidade. Segurei seus cabelos carinhosamente e alisei toda sua intimide com a cabeça do meu pau. Seus olhos estavam grudados nos meus, mas isso não a impedia de revirá-los em alguns momentos.

Lentamente penetrei a cabeça e rebolei suavemente. Seu gemido cada vez mais alto me incentivavam a continuar. Eu sentia sua carne se abria gradativamente a cada pedaço meu que entrava nela. O lugar apertado e macio não fora esquecido por mim, apenas distorcido da realidade, onde era muito mais apertado e macio. Apos estar completamente dentro dela, fiquei alguns minutos parado, apenas para ela me receber melhor. Fui saindo tudo de novo calmamente e depois a penetrei com mias força. Minha respiração estava longe de ser normal. Meus lábios entreabertos soltavam lufadas de ar freneticamente.

Bella cravou suas unhas em minha bunda e me puxou de uma só vez para ela. Senti que havia encontrado um ponto extremamente prazeroso o que me fez gritar. E a ela também.

-Acho que encontrei seu porto G.- Disse fracamente.

Minhas estocadas agora eram rápidas e precisas. Os seus pés se plantaram na cama e ela jogava o quadril para cima freneticamente. Sua boceta mastigava meu pau com força, ela se contraia cada vez mais. Sentia-me na beira de um precipício, a ponto de me atirar.

-Não me deixe perder o controle. – Implorei, meu medo de machucá-la ainda estava presente.

-Porra Edward, esqueça a merda do controle e me fode com força.

Isso foi o suficiente para eu me acabar. Peguei uma de suas coxas e coloquei em meu ombro e a outra fiz com que ela abrisse a perna. Totalmente arreganhada para mim.

Pincelei sua entrada calmamente e com um movimento brusco a penetrei, sentindo-me chegar até seu útero.

Seu grito de prazer foi totalmente abafado pelo meu. Ela mordia meu ombro enquanto rebolava freneticamente e eu segurava na cabeceira da cama, controlando meus movimentos para não fazer com que ela chocasse sua cabeça com a mesma. A cama rugia, fazendo os mesmos movimentos de vai e vem, totalmente sincronizado comigo. Comecei a lamber sua perna que estava em meu ombro enquanto a penetrava com movimentos ora rápidos e fortes, ora fracos e lentos. Ela gemia, exatamente como a leoa no cio.

Quando mais eu penetrava mais ela gemia.

Sai de dentro dela, deixando apenas a cabeça do meu membro dentro e ela rebolou. Senti meus músculos travarem tamanho o prazer que eu sentia.

Sua entrada era extremamente apertada e isso fazia meu membro ser mastigado com maestria.

Comecei a acariciar sua coxa estimuladamente e senti sua carne se contrair agora com intervalos menores. Até que seu corpo tremeu violentamente, acompanhado do meu. Meu pau foi mastigado com força por sua boceta suculenta e nossos prazeres se misturaram conforme fomos nos liberando.

Amor. Prazer. Felicidade. Satisfação.

Era tudo isso que havia em seu olhar.

Após esperar nossas respiração se acalmarem virei seu corpo para ela ficar de frente para o meu. Não queria solta-la em hipótese nem uma.

-Eu amo você, mais do que qualquer outra coisa. Mais até do que a mim mesmo. Amo como você me faz feliz, amo como você faz sexo comigo. TUDO.

Seus olhos estavam úmidos novamente. Minhas palavras a deixou triste, eu não queria isso.

-Eu também te amor Edward Cullen, mais que minha própria vida. Obrigado por me fazer acreditar em nosso amor.

-Oh, Bella...- Disse emocionado. Merda. Apos fazer o melhor sexo do mundo, essa pequena tinha o poder de me deixar feito um bebe chorão.

Notas finais
entãoooo, como ficou??
Gente, esse é um dia especial para a fic, então eu os Eddie e as Bella esperamos ansiosos pelas reviews e também as recomendações!
PROMOÇÃO: amores, vi isso em uma outra fic - não me pergunte qual- A leitora manda uma pergunta em sua review para a Bella e o Edward desse capitulo e quando eu postar o proximo vai ter a resposta para a pergunta, ook? Então, querem participar? Espero que siim.
Mais uma vez obrigado por tudo e até a proxima
Beijos