Seduction And Perversion
25 A CABANA- PARTE ll
Notas iniciais
Esse é um bônus especial um leitor muito fofo que acompanha minha fic aqui no NYAH, mesmo não tendo uma conta aqui.
Bom querido, espero que goste do bônus que fiz com muito carinho do jeitinho que você pediu!
O capitulo que recebeu o bônus é A CABANA. Eu vou colocar ele aqui novamente, pois eu sei que tem leitoras que não lêem todos os capitulos, e também para quem quiser reler.
Próximo capitulo já será o Oscar. Quem está ansiosa??
õ/
Booa Leitura.~
A CABANA- PARTE II
POV_Bella
Aqui estava eu, no meio da estrada, à noite e com uma puta tempestade. Achei que estava ruim, mas piorou. Como? A merda do meu carro quebrou no meio da estrada.
Quem sou eu? Isabella Swan, 22 anos, faço faculdade de filosofia e adoro falar palavrão.
Estou de volta a Forks depois de 6 anos. Aqui eu vivi toda minha infância. Foi onde dei meu primeiro beijo, pelo cara que eu tinha uma paixão platônica. Edward.
Bom, voltando a minha situação, eu não fazia idéia de onde estava, a estrada deserta não ajudava em nada. Quando a chuva diminuiu um pouco, vesti meu casaco e saiu do carro pegando uma lanterna na porta malas. A lua iluminava bastante a noite escura e podia ver a uma certa distancia uma casa.
Fechei o carro e fui me aproximar. Era uma espécie de cabana, o único problema para mim chegar lá era o mato. Havia muito mato até chegar à casa.
A sorte é que eu estava com calça e bostas. Mas não estava sendo nada fácil andar com aqueles saltos finos.
Quanto mais eu andava, mas parecia estar longe. Mesmo com a chuva fraca meu corpo estava todo molhado pelo tempo exposto nos pingos de água.
Para minha total infelicidade a luz da lanterna se apagou completamente. Era só o que me faltava. Mas pior que está não fica.
Para que eu fui pensar isso.
O ar de penumbra não me permitia ver, mas eu podia ouvir barulho de passos próximo de mim. Já ouvi meu primo Jacob dizer que as florestas de Forks eram habitadas por ursos.
porra, o que eu fui fazer no meio do nada?
Meus dentes começou a bater pelo frio e pelo medo. Um grito estridente rompeu minha garganta quando eu senti um par de mãos apertaram meus braços.
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh
A ultima coisa que eu vi foi um par de olhos verdes e depois tudo se apagou.
...
Abri meus olhos tentando me situar do que havia acontecido
Chuva.
Carro.
Lanterna.
Olhos verdes.
Flashes dos últimos acontecimentos passaram em minha mente e eu levantei rapidamente de onde estava deitada.
Eu estava em uma cama, muito confortável por sinal, e minhas roupas eu não sabia nem de quem eram ou como vieram parar em mim.
Era apenas uma camisa masculina. Branca e enorme.
Tirei a pilha de edredons que havia em cima de mim e me levantei. Havia um taco de baseball em um canto, peguei em minhas mãos, medindo o peso. Provavelmente seria capaz de me defender com isso.
Caminhei até o lugar de onde vinham alguns sons e notei que havia uma silhueta masculina e fodidamente gostosa. Aproximei-me calmamente sem fazer som e com o taco nas mãos, pronta para qualquer eventualidade.
Os cabelos do homem me eram muito familiar. Dourados completamente revolto. Incríveis.
Surpreendi-me quando a figura se virou para mim, deixando um prato cair no chão ao notar minha proximidade. Um grito escapou pelos meus lábios, mas eu logo o cortei.
-Calma. — Disse a voz rouca e sexy. — Eu não vou te machucar.
-Desculpe. — Disse.
-Não se lembra de mim?- Perguntou com um tom de decepção.
-Deveria?- Perguntei em duvida, eu sabia que já havia visto esses cabelos em algum lugar.
-Edward Cullen.
Meu queixo caiu. Literalmente. Abri algumas vezes tentando dizer alguma coisa, mas sem sair som nenhum.
Edward, o meu Edward? O menino feio que eu dei o primeiro beijo?
Era inacreditável. Eu me lembrava perfeitamente daquele dia. Eu tinha 13 anos e o Edward 16. Eu não era bonita, nem ele, mas tinha uma paixão louca por ele e Alice me fez perdeu meu BV com Edward, alegando que ele também gostava de mim.
Nunca acreditei nisso, ele era mais velho e eu só uma pirralha. Mas foi o meu primeiro e melhor beijo.
Depois de uns 2 anos, minha mãe se separou de meu pai e fomos embora. Eu falava com Edward às vezes, mas com o tempo a comunicação acabou.
Ele me olhava divertido, esperando que eu falasse alguma coisa. Em um ato inconseqüente pulei em sua direção abraçando seu corpo, fazendo-o dar alguns passos para trás em busca de equilíbrio.
Alguns segundos depois ele correspondeu meu abraço calorosamente. Seu aperto era forte e eu me sentia perdida em seus braços e corpo grande. Ele me transmitia calor, era incrível como ele ainda me fazia sentir choques quando nossas peles se tocavam. Eu nunca senti isso com ninguém, foi isso que fez nosso beijo o melhor de todos.
Após alguns minutos assim me separei dele. Seu rosto estava corado, era incrível como ele ficava lindo tímido.
-Me desculpe, mas é que eu estava com saudade.
-Eu também estava com muitas saudades de você. — Disse olhando profundamente para meus olhos. Senti minha cabeça um pouco tonta. Ele ainda despertava essas sensações em mim. Estava mais que claro, eu ainda sou apaixonada por ele.
-Não sabia que morava no meio do nada. — Disse divertida.
-Vamos lá para a sala, temos muito que conversar.
...
Foi inacreditável saber que Edward havia namorado a idiota da Tânia. Mas para minha total felicidade, eles não deram certo.
Ele mostrou-se triste quando falamos de nossa falta de contato por muito tempo.
Mas quando falamos do nosso primeiro beijo, fiquei incrivelmente surpresa ao saber que ele também não havia beijado ninguém.
Era incrível como minha paixão por ele havia durado. Parece que a distancia e o tempo longe fez com que esse sentimento amadurecesse e se consistisse.
Dessa vez eu não deixaria esse sentimento passar. Antes eu era uma menina boba, ingênua, mas agora eu o queria para mim.
-Eu tenho uma coisa para te confessar.
-Fala. — Pediu animado. Pela primeira vez eu muito tempo eu me senti constrangida.
-Eu era apaixonada por você. — Disse, era melhor ir com calma. Falar uma coisa de cada vez.
Muitos sentimentos passaram em seus olhos. Dor, raiva, surpresa, carinho e alguns eu não soube reconhecer.
-Edward, tudo bem?- Perguntei preocupada com sua total falta de ação.
-Então Alice teve razão esse tempo todo, nós perdemos todo esse tempo... Tudo por nada?- Ele parecia falar para ele mesmo, mas eu podia ouvir e não entendia nada.
-O que... o que você quer dizer?- perguntei. Preocupei-me por ele não gostar de saber disso, talvez ele me ache uma louca! Caralhos que me fodam o rabo, eu não devia ter falado nada.
-Bella, faz idéia do quanto eu queria ouvir isso?- Disse olhando em meus olhos e segurando meu rosto entre as mãos.
-Bella, desde antes do nosso primeiro beijo eu amava você, quando você foi embora eu me amaldiçoei eternamente por não demonstrar meus sentimentos para você. Eu só parei de falar com você quando soube que começou a namorar o James. Eu não queria mais me martirizar por esse amor não correspondido. Alice sempre dizia que que nos devíamos ficar junto, mas eu nunca acreditei que uma menina adorável como você fosse olhar para aquele garoto tolo que eu era.
Eu fiquei paralisada. Sentia lagrima correr pelos meus olhos. Isso explicava porque ele não me ligava mais quando comecei a namorar James. Foi uma maneira de tentar esquecer ele, mas totalmente inútil. Esse tempo todo que podíamos estar juntos foi apenas um desperdício de tempo.
-Fomos dois tolos por não mostrar-mos nossos sentimentos um pelo outro. — Disse através das lagrimas.
-Eu sempre te amei Bella, sempre... — Disse ele desesperado.
Sem agüentar esperar mais, totalmente dominados pelos anos de sentimentos reprimidos, avançamos um no outro. Grudando nossas bocas com desespero
O gosto de sua boca ainda era o mesmo de 9 anos atrás. Incrível.
Sua língua pediu passagem afoita em busca da minha e eu prontamente atendi.
O choque de sempre percorreu meu corpo e só se intensificou quando nossas línguas se tocaram selvagemente.
Eu sugava com desespero e ele mordia meu lábio inferior.
Ele puxou seu corpo para cima do meu, apertando minhas coxas expostas pela camisa curta que eu vestia, provavelmente dele. Suas mãos subiram levando junto a camisa, passando por minha bunda, onde ele apertou, fazendo nossas intimidades de esfregarem deliciosamente, e foram subindo mais.
Seus dedos quentes em minhas costas enquanto eu puxava seu cabelo, louco para tê-lo perto de mim.
Seus dedos desabotoavam os pequenos botões com rapidez incrível e logo meu corpo completamente nu foi exposto para ele. Ele se levantou um pouco e ficou me olhando. Um olhar cheio de fome, desejo. Eu sentia minha intimidade escorrer freneticamente.
Arranquei sua camisa com pressa, me maravilhando com seu corpo fodidamente sensual, deixando minhas unhas marcarem toda a pele de suas costas. Ele gemeu e caiu de boca em meu seio. Sua língua fazia um trabalho divino lá, os dentes raspavam no bico incrivelmente duro e excitado.
Os barulhinhos que sua boca fazia ao sugar meu seio eram engraçados, eu sorri.
-O que é tão engraçado?-Perguntou ofegante.
-Cala boca e me beija. — Implorei. Já havíamos perdido muito tempo, não podia, mas desperdiçar.
-Vamos para o quarto?- Pediu.
Não respondi, apenas puxei seu corpo e sem quebrar o beijo fomos nos arrastando em direção ao quarto.
Antes dos nossos corpos caírem na cama, puxei sua boxer para baixo, revelando um membro completamente duro. Eu queria provar seu sabor, mas quando ia me agachar em sua frente ele me empurrou para cama. Meu Deus, cadê meu menininho tímido?
Após estar na cama ele começou a beijar meu pé, subindo para minhas coxas, lambendo a parte interna, mas pulando meu ponto latejante.
Depois beijou minha barriga quase que com devoção. Eu arqueava minhas costas em busca de mais enquanto apertava minhas coxas tentando aplacar a ansiedade que havia ali.
-Calma anjo, vou cuidar disso. — Ele gentilmente separou minhas pernas, olhou-me totalmente aberta para ele. Passou a língua para umedecer os lábios e isso me fez gemer. Aquele sorriso, o meu sorriso torto brotou em seus lábios e logo depois ele caiu de boca em minha intimidade.
Sua língua fazia um trabalho magistral, sugando meu clitóris, penetrando minha entrada com movimentos bruscos e prazerosos.
Quando meu orgasmo estava próximo ele levantou seu rosto e me olhou com olhos de luxuria.
Suas mãos foram para minha intimidade, beliscando freneticamente meu clitóris. Eu jogava meu quadril na direção de seus dedos, mas ele me imobilizou.
Com apenas um dedo penetrou minha intimidade e movimentou lentamente. Meus olhos reviravam de prazer.
-Tão molhadinha... Não faz idéia de como sonhei com isso.- Ele retirou o dedo de dentro de mim e o levou a boca, chupando de olhos fechados.- Delicioso.
Empurrei seu corpo para longe e mandei ele se levantar. Um pouco confuso ele fez o que pedi e eu fiquei sentada na beirada da cama.
Peguei meus seios nas mãos e o exprimi um contra o outro, ele gemeu ao entender o que eu queria fazer.
Aproximou-se sorrateiramente, segurando seu pênis entre as mãos e loco colocou-o entre meus seios. Os movimentos eram rápidos, a imagem de seu pênis fodendo meus seios era deliciosa. Ele era quente, duro e com a cabeça inchada e vermelha. Seu pré gozo sujava meu seio, mas eu não me importava, a sensação era maravilhosa.
Senti seu membro inchar entre meus seios e ele se afastou.
-Fica de quatro. — Pediu com o rosto um pouco corado.
Eu quase não acreditei quando ele pediu isso. Definitivamente esse novo Ed era muito melhor.
Fiz o que ele pediu e senti seu membro pincelado minha entrada e logo depois penetrar de uma só vez.
Gritei.
O prazer imenso me consumia. Senti minha carne mastigar seu membro deliciosamente. Os movimentos eram rápidos, ele entrava e saiu com precisão. Segurava minha cintura, puxando meu corpo para o seu. O barulho dos nossos quadris se chocando preenchiam junto com os gemidos o quarto.
Minhas mãos que até então seguravam os lençóis, foram para a cabeceira da cama, segurando com força, para meu corpo não desabar, tamanha era a força de suas investidas.
Eu sentia meu corpo todo tremer, os choques corriam por minha veia e logo meu ápice chegaria.
Mas antes que isso acontecesse, ele se retirou de mim e recebeu um gemido de frustração de minha parte.
Ele se sentou e me trouxe para seu colo.
Sim, essa posição definitivamente seria melhor. Sentei de uma só vez em seu membro pulsante e ele gritou.
Suas mãos estavam em meus ombros, me empurrando cada vez mais para baixo, me fazendo penetrá-lo com força até o talo.
Sua língua serpenteava meu pescoço e as mãos agarradas em meus cabelos, puxando com força em um ato selvagem e fodidamente sexy.
Minhas unhas estavam afundadas em seus ombros, enquanto meu corpo todo tremia e subia e descia loucamente. Nossos peitos oprimidos com força. Seu pênis inchou dentro de mim e minha carne se contraiu ao seu redor.
Joguei minha cabeça para trás, me deliciando com o prazer que sentia e ele gemeu em meu ouvido. As palavras mais lindas que eu já ouvi.
-Eu te amo... Amo. Amo. Amo.
.
.
.
Acordei sentindo-me mais quente que o normal. Mas eu sabia por que disso.
Era por causa do corpo extremamente grande e quente que estava me abraçando possessivamente.
E eu achando que era tudo um sonho.
Porra. Eu tava mesmo com ele. Ele me amava e eu o amava.
Alice sempre esteve certa. O tempo todo. E eu fui uma burra.
Mas agora, com ele aqui, ao meu lado, vejo que foi a coisa certa a fazer. Com a distancia, aprendemos muitas coisas com a vida, e também isso fez com que nosso sentimento apenas crescesse cada vez mais. Se tivéssemos namorado naquela época, talvez não estivéssemos junto até hoje, pois ainda éramos crianças imaturas e não sabíamos nada da vida.
Virei-me lentamente, temendo acordá-lo, e fiquei frente a frente com seu rosto lindo.
Merda. Ele era lindo mesmo com a cara inchada pelo sono.
O maxilar quadrado tinha um ar sedutor, os olhos hipnóticos eram sua maior perdição –tá, nem tanto assim, ele tinha coisas maiores *cof cof*- e a boca sedutora. Porra, ele era todo sexy.
Não resisti e comecei a beijar seu peito malhado, que tinha muitas marcas de minhas unhas e senti sua respiração se alterar.
-Respeite um pobre homem dormindo. — Disse ele com a voz rouca.
-Você não parece um pobre homem, já que acorda com seu membro duro do jeito que esta. –Peguei seu membro entre minhas mãos, já que ele estava nu, e apertei a cabeça inchada.
-Mas o que eu posso fazer se você é a porra de uma mulher gostosa.
-É, disso eu não posso discordar. — Disse me fingindo pensar em suas palavras.
-Acho melhor eu tomar um banho, tenho que ligar para meus pais, eles devem estar loucos atrás de mim.
-Quando a isso, faça agora, pois você vai demorar no banho. — Disse ele indo em direção ao banheiro e quando chegou na porta, detalhe –completamente nu-, falou:- Não demora amor, se não vou ter que cuidar do meu amigo sozinho.
Eu estava em choque com a cena que havia presensiado. Deu vontade de dizer exatamente como nos filmes : quem é você e o que fez com meu namorado?
Liguei para minha mãe e disse que já estava tudo bem, que ainda estava viva. Ela estava arrancando os seus cabelos lindo, provavelmente, e meu pai louco de preocupação.
Eu estava ansiosa para fazer amor com Edward novamente. Ele estava tão diferente, havia mudado muito. Para melhor, é claro.
Quando entrei no banheiro e vi Edward com uma mão encostada na parede, a outra em seu membro e gemendo meu nome, senti minha intimidade latejar. Caralho, ele era quente.
Fui em passos silenciosos e o abracei por trás, pegando em seu membro por cima da sua mão. Ele gemeu alto e se virou, ficando de frente para mim, me abraçando com força.
Seus olhos estavam negros, sua boca entreaberta e seu membro extremamente duro.
Me beijou com fervor. A fome que ele estava, ela era igual a minha. Senti ele deslizar suas mãos ensaboas por minhas costas, cintura, bumbum e quando ele enfiou sua mão entre minhas nadegas, minhas pernas falharam e se ele não tivesse me segurando eu teria ido ao chão.Sua boca foi para meu seio com volúpia. Ele mordia, sugava, a língua lambia toda a estenção e os dentes mordiscavam o mamilo tugido. Ele fazia movimentos dolorosamentre lentos, e eu precisava de mais. Precisava de força, de rapidez. Eu queria sexo selvagem.
-Edward. Porra, vai com força. Me fode bem forte.
Apenas senti seu corpo tremer violentamente. Ele segurava seu membro com força e pincelava em minha entrada. ARGH, eu rebolava, mas ele não fazia nada para penetrar. Eu já´estava enlouquecendo, então empurrei ele contra a parede gelada do box e segurei suas mãos do lado de seu corpo. Sabia que se quisesse, ele poderia sair a qualquer hora, mas ele estava gostando desse meu lado selvagem.
Não agüentando esperar mais, e parece que ele também não, pois inverteu nossas posições e me prendeu contra a parede. Busquei seus lábios com pressa. Nossas línguas se encontravam em uma batalha deliciosa, minhas mãos estavam em suas costas largas e eu arranhava, tentando controlar o desejo louco. Suas mãos estavam uma em meu seio e a outra em minha cintura, subindo e descendo pela lateral do corpo. Quando o ar nos faltou, comecei a beijar seu peitoral, sugando seu mamilo, pois já havia ouvido que era exitante para um homem, e parecia que ele realmente estava gostando, pois mordia meu ombro com certa força. Sua língua foi para meu pescoço, sugando a agua quente que descia por ali. Mordia o lóbulo da minha orelha e suas mãos foram para meu traseiro e senti-o me dando impulso para envolver sua cintura com minhas pernas. Assim o fiz, e logo senti a parede gelada do box em minha costa. Seus lábios estavam em meu pescoço, lambendo deliciosamente. Ele metia com força e rapidez, do jeito que eu gostava. Eu rebolava rápido, fazendo um barulho estranho dos nossos quadris se chocando com violencia. Eu sentia cada polegada dele dentro de mim, tudo estava rodando. Seus dentes agora maltratavam o bico do meu seio. Vi a hora que ele pegou a mangueira do chuveiro, ligou e jogou a agua quente em meu clitores. Gritei, tamanho era o prazer que eu sentia com aquilo. Era muito bom, eu não sabia colocar em palavras o que eu sentia. Joguei minha cabeça para trás, me deliciando com as sensações de choques que meu corpo sentia. O banheiro estava todo cheio de fumaça, as paredes de vidro do box, embaçadas. Só era possível ouvir nossas respirações rápidas, os corações acelerados e choque entre nossos quadris. Eu me sentia totalmente preenchida, cada parte de minha intimidade estava...cheia dele. Sim, essa era a palavra correta. Tudo ali o remetia, só havia ele e eu nesse momento. Sentia meu ápice perto, pois seu membro estava extremamente inchado e grosso dentro de mim.
-Mais...oh..porra... eu quero mais Edward...
Não foi preciso pedir duas vezes. Ele abriu minhas penar no ar, do jeito que dava e me penetrou. Meu corpo tremia, assim como o dele, choques corriam por todo meu corpo e a sensação de entrega era total. Nossas respirações estavam rápidas. O prazer era extremo, a entregua era total. Eu estava em casa, depois de muito tempo.
-Eu te amo. – Sussurrou com os lábios colados aos meus.
-Eu também te amo.
-Então casa comigo?
Fique surpresa com seu pedido.
-Serio?
-Sim, não quero ter perder novamente e tenho certeza que quero você ao meu lado para sempre.
-Sim, eu aceito me casar com você.
-Obrigado.
-Vai me agradecer, mas de outra forma!- Disse sedutoramente.
-Acho que já tenho uma idéia de como. Mas vou adorar ouvir.
-Nossa lua de mel será em uma praia de nudismo.
Notas finais
g,suisssssssss,morri e to no ceu!!
meninas se escapar algum erro me perdoem,mas esse cap,como essa fic
é de matar!!
comentem e recomendem muitooooooooo !!!
no autora merece,e fantasminhas saiam das trevas!!vem pra luz!!
bjkassssssss até galera o proximo cap!!!
bom se minha amiga Lih não me matar primeiro!!kkkkkkk
nota da Lih:::::: Sabias palavras Mona.
Não se preocupa, eu preciso de você viva- hahahahah
Então meu povo, o que acho do cap.?
REVIEWS&RECOMENDAÇÕES??
Beijos galeraa
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