Seducing The Enemy
19 Capítulo XIX – Never Gonna Leave You
Notas iniciais
Capítulo XIX – Never Gonna Leave You
– Rachel? — Quinn murmurou e Judy olhou para as duas.
– Vou dar um tempo para vocês. — Judy diz com um sorriso. Ela se inclina e beija a bochecha da Rachel. — É ótimo ver você, Rachel.
– O mesmo, Sra. Fabray. — Rachel murmurou educadamente.
– Pode me chamar de Judy, querida. — Judy responde e pega seu casaco ao lado da porta. — Vou tomar um café na padaria próxima, querem que eu traga alguma coisa?
– Meu suco? — Quinn disse e fez um beicinho fazendo Judy revirar os olhos.
– Mais alguma coisa?
– Torta de limão. — Quinn diz e sorri. Judy ri e olha para Rachel.
– E você, querida? Quer alguma coisa?
– Não, eu comi antes de sair de casa. — Rachel murmura e Quinn observa sua mãe assentir e sair de casa.
Rachel não encarou Quinn. Mas a loira não tirava os olhos dela. Parecia impressionada que a morena estava ali. E ela realmente estava. Nem ao menos sabia que a morena sabia onde ela morava.
Quinn colocou a perna engessada em cima na mesa de centro e passou a mão pelo cabelo. Viu que Rachel observava os seus movimentos com um olhar preocupado. Sorriu para a morena e bateu no sofá ao seu lado.
– Vai ficar ai em pé? — Murmurou sorrindo e viu Rachel corar levemente.
A morena sentou no sofá e Quinn sorriu sentindo seu próprio rosto corar. Rachel estava retraída e isso fez o sorriso em seu rosto desaparecer. Seu peito apertou e ela abaixou a cabeça.
– Não me perdoou, não é? — Quinn perguntou, já sabendo a resposta. Quando a morena não respondeu, sentiu o ar da sala, desaparecer.
– Eu não tenho como te perdoar, Quinn. — Rachel falou baixo e Quinn respirou fundo, seu peito queimando. — O que você fez... É impossível de perdoar.
– Por favor... não fala nada. — Quinn ficou repentinamente irritada. Rachel a olhou confusa.
Quinn não tinha razão de estar irritada. Mas quando sentiu sua garganta apertar percebeu que não estava irritada com a morena, nem ao menos estava irritada, e sim, frustrada. Muito frustrada.
– Quinn, você...
– Desculpa. — Murmurou e passou as mãos pelo rosto. A frustração era tão grande que ela tinha vontade de chorar. — Eu só... eu... Rachel, o que eu tenho que fazer?
– Não tem nada que você possa fazer. — Rachel disse e Quinn quis levantar do sofá, mas sua perna a impedia de fazer isso.
– Então...
– Isso vai depender de mim, e como eu me sinto em relação a você.
– Mas... o que?
– Eu... eu vim pedir uma coisa. — Rachel sentou-se ereta e Quinn engoliu em seco. — Eu quero te perdoar, Quinn. Quero muito. Você nem tem ideia. Mesmo assim, eu não consigo parar de pensar no que você fez comigo. E não só comigo, mas com todo mundo.
– Rachel, eu...
– Você tem alguma ideia de como isso dói?
Quinn abaixou a cabeça e apertou as mãos. Ela não tinha coragem de encarar a morena. Rachel tinha todo o direito que odiá-la, mas ela não parecia estar com ódio dela.
– Eu quero que você volte para o McKinley. — Rachel diz e Quinn finalmente levanta o rosto para olhá-la. — Quero que volte para o nosso Glee clube.
Quinn arregalou os olhos e comprimiu os lábios. Não podia ser verdade. Rachel queria que ela ficasse mais próxima dela. Respirou fundo e sentiu o ar da sala voltar.
– Muito obrigada. — Quinn sussurrou e fechou os olhos com força. Sentiu uma mão cobrir as suas. Respirou aliviada e abriu os olhos, encontrando os escuros da morena.
– Você não tem que me agradecer, Quinn.
– Sim, eu tenho. — Assentiu veementemente. Se inclinou na direção da morena e respirou levemente, sentindo o cheiro leve de baunilha. — Eu vou fazer de tudo para você me perdoar, Rach.
Os olhos de Rachel se concentraram na sua boca e não conseguiu evitar morder o lábio. Rachel respirou fundo e se afastou de Quinn, que abaixou o olhar e levantou a mão para segurar o pulso da morena, seu polegar acariciando a parte inferior do pulso, sentindo o batimento cardiaco de Rachel aumentar.
– É melhor eu ir embora. — Rachel sussurrou e Quinn se inclinou mais um pouco. Sua perna latejou e ela assobiou de dor, voltando a sentar normalmente.
– Desculpe. — Disse e se inclinou para a perna, tocando os dedos avermelhados. — Fica inchando quando passo muito tempo com ela para baixo.
– Ela não está em uma altura boa. — Rachel se levanta do sofá e aponta para ele. — Se deite. — Disse e Quinn a olhou com uma sobrancelha erguida. — Apenas se deite, vai se sentir melhor.
Quinn passou alguns segundos olhando para a morena, antes de deitar no sofá e colocar a perna em cima de uma almofada. Rachel se aproximou e pegou mais duas almofadas do outro sofá. Colocou as almofadas no chão e levantou a perna de Quinn.
– Caralho! — Quinn jogou a cabeça para trás, sua perna latejou loucamente. — Isso não está ajudando!
– Eu sei que não, estou apenas me aproveitando do momento. — Rachel sorriu de canto e colocou as almofadas sob a perna de Quinn. Colocou a perna da loira nas almofadas e Quinn respirou aliviada, sentindo sua perna parar de latejar. — Melhor?
– Muito. — Disse gemendo, seus olhos se fechando de alivio.
– Okay, então... eu vou embora. — Rachel assentiu para si mesma e pegou sua bolsa na mesa de centro.
– Porque agora? — Quinn perguntou e viu a morena sorrir.
– Você está fazendo beicinho. — Rachel falou rindo e respirou fundo, parando de rir. — Okay, então, você vai voltar?
– Eu preciso pensar, Rachel.
– Okay, então... Eu vou indo.
– Porque quer que eu volte? — Quinn perguntou e passou as mãos pelo abdomen. Sentindo a fome lhe abater. — Achei que queria ficar longe de mim.
– Eu queria. — Rachel murmurou e sentou no braço do sofá. Ela apertou as pernas juntas em nervosismo e Quinn se sentou no sofá, a perna ainda erguida. Sua coxa ardeu. — Mas precisamos de você, e eu sei que você não vai continuar no Vocal Adrenaline.
– Como sabe disso?
– Porque... eu conversei com a Taylor, e ela me disse o tipo de pessoa que você era. Então... sim, eu sei o que você vai fazer.
– Ela te disse que eu ia sair?
– Não, ela só me disse como você age quando sabe o que fazer.
– Hm?
– Apenas... volte, okay? Vamos precisar de você. — Rachel disse e sentou ao lado de Quinn, no sofá. Tocou o braço da loira. — Eu sei que não quer ver o Vocal Adrenaline ganhando a competição.
– Eu com a perna quebrada vai fazer com que vocês ganhem?
– Não estará com a perna quebrada até lá. Sei que vamos ganhar. — O aperto em seu braço aumentou e Quinn sorriu de canto. — Eu tenho que ir.
Rachel se levantou e se afastou. Quinn viu como a morena ainda parecia retraida. Respirou fundo e se sentiu pior por fazer isso com a morena, mas precisava conversar com ela. Precisava saber se a morena iria perdoá-la Eu faria de tudo para Rachel voltasse a sorrir honestamente para ela.
– Você vai me perdoar?
Rachel parou em pé e Quinn viu que ela engoliu em seco. O corpo da morena tencionou e Quinn respirou fundo.
– Esquece que eu perguntei. — Falou baixinho e fechou os olhos, sentindo seu peito arder.
– Eu vou te perdoar, Quinn. — Abriu os olhos e levantou o rosto para a morena. — Não sei quando, ou como, mas eu sei que vou.
Quinn assentiu lentamente e respirou fundo. A morena levantou e caminhou até a saída. A loira observou a morena sair e voltou a deitar no sofá, sentindo o corpo querer levantar e ir atrás da morena, abraçá-la e beijá-la. Mas apenas ficou ali, se sentindo o mais inútil possível.
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Sra. South já tinha retirado o gesso da sua perna. Quinn observava como sua perna estava estranhamente branca. Fez uma careta e jogou a cabeça na poltrona, sentiu dedos finos entrarem no seu cabelo e acariciarem sua cabeça. Abriu os olhos e viu Taylor.
– Eu te amo. – Sussurrou olhando nos olhos verdes. Taylor sorriu de canto e se inclinou, beijando a testa de Quinn.
– Eu sei. – Sussurrou com os lábios colados entre os olhos de Quinn. A loira fechou os olhos e pegou o pulso da ruiva. – Eu também te amo.
– Você me perdoa? – Perguntou sentindo o carinho de Taylor parar.
– Não tenho nada para perdoar, Quinn.
Os olhos da loira se abriram e encontraram os verdes.
– Eu desejei ter outra pessoa, quando deveria desejar apenas você. – Quinn falou baixinho e viu a dor nos olhos da ruiva. Então Taylor desviou os olhos e Quinn desejou nunca ter dito isso, mas não conseguia deixar de ser honesta com ela.
Sentou na maca e apertou os dedos do pé. Suspirou sentindo uma leve dor.
– Dra. South disse que você vai ter que usar uma meia ortopédica por um tempo. Só pra imobilizar. – Taylor lhe informou e Quinn assentiu lentamente.
– Fale comigo, Taylor.
A sala ficou silenciosa. Quinn viu que elas estavam sozinhas. Taylor respirou fundo e finalmente olhou nos olhos de Quinn. O brilho que, geralmente, eles tinham, não estava mais lá.
– Esse não é o local para falarmos sobre isso, Quinn.
– Então quando?
Novamente a sala ficou silenciosa. Quinn respirou o cheiro da ruiva e abraçou a cintura dela, colocando o rosto em seu ombro. Não queria que Taylor pensasse que ela iria abandoná-la. Isso estava fora de cogitação. Amava Taylor, e tinha certeza disso. Mesmo que tenha desejado Rachel por tanto tempo. E ainda desejasse.
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Andava pelo corredor da Carmel. Quinn tinha recebido uma mensagem da ruiva para encontrá-la no lugar onde elas tinham se visto pela primeira vez. Quinn ficou hesitante em fazer isso. Ainda mancava levemente enquando andava, sua perna não doía como antes, mas ainda inchava quando passava muito tempo com ela para baixo.
Parou em frente a porta da sala que Taylor pediu para encontrá-la.
A ruiva estava encostada no piano quando Quinn entrou na sala. Respirou fundo e olhou ao redor. Foi ali que se conheceram. Eram apenas crianças na primeira aula de música. Colocou as mãos no bolso e olhou para Taylor. O corpo estava retraído perto do piano. Quinn entendeu o que ela queria.
Sentiu o ar ir embora quando seus olhos encontraram os de Taylor.
– Uma ultima vez? – Implorou e Taylor desviou o olhar. Sua sobrancelha franzindo em uma expressão dolorosa. – Só mais uma vez. Por favor...
– Porque? – Taylor perguntou. Quinn sentiu seu peito arder quando percebeu a voz quebrada da ruiva.
– Por favor...
Taylor respirou fundo e andou até o banco do piano. Sentou e passou os dedos pelas teclas.
– Que música? – Ela pergunta e Quinn apressa o passo e pega um violão ao lado do piano.
– Deixa... deixa eu começar? – Pediu e viu a ruiva assentir, sem olhar ela nos olhos. Começou a dedilhar o violão no ritmo da música e respirou fundo antes de começar a cantar.
When my legs don't work like they used to before
And I can't sweep you off of your feet
Will your mouth still remember the taste of my love?
Will your eyes still smile from your cheeks?
Quando foi cantar o próximo verso, seu peito doeu quando Taylor começou a cantar com ela, no mesmo momento que começou a tocar o piano. Mas não era a mesma música. E isso machucou. Ela sabia que tinha machucado a ruiva, isso a machucava mais ainda. Sua voz se retraiu no momento que a ruiva entrou na música.
And, darling, I will be loving you 'til we're 70
(You and me, we made a vow
For better or for worse)
And, baby, my heart could still fall as hard at 23
(I can't believe you let me down
But the proof is in the way it hurts)
And I'm thinking 'bout how people fall in love in mysterious ways
(For months on end I've had my doubts)
Maybe just the touch of a hand
(Denying every tear)
Me-I fall in love with you
(Every single day)
(And I just wanna tell you I am)
So, baby, now
Quando Quinn ia abrir a boca, Taylor começou o próximo verso. Sua voz intensa e dolorida. Quinn cantou logo em seguida. Sua voz se encolhendo diante da voz da ruiva. Taylor tinha essa voz que fazia com que Quinn se apaixonasse mais ainda, mas nesse momento, ela só se arrependia de ter machucado tanto a ruiva. Sua voz soou desesperada diante da dor da ruiva. Quase como se estivesse implorando para perdoá-la.
(You say I'm crazy)
Take me into your loving arms
(Cause you don't think I know what you've done)
Kiss me under the light of a thousand stars
(But when you call me baby)
Place your head on my beating heart
(I know I'm not the only one)
I'm thinking out loud
Maybe,
(We found love right where we are)
No ultimo verso, elas cantaram juntas. Seus olhos se encontrando. Quinn sentiu vontade chorar. Porque não podia ter sido mais verdadeiro. Um sorriso pequeno surgiu nos lábios de Taylor, e Quinn espelhou. Elas cantaram várias partes da música que Quinn iniciou.
When my hair's all but gone and my memory fades
(You've been so unavailable)
And the crowds don't remember my name
(Now sadly I know why)
When my hands don't play the strings the same way
(Your heart is unobtainable)
I know you will still love me the same
(I'm thinking 'bout how people fall in love in mysterious ways)
Cause your soul could never grow old, it's evergreen
(Maybe it's all part of a plan)
(Baby I'll just keep on making the same mistakes)
(Hoping that you'll understand)
But, baby, now
Seu peito ardeu mais uma vez no refrão. A ruiva desviou seus olhos do dela e Quinn fechou os próprios. Apertando e tentando demonstrar o que sentia através da música.
(You say I'm crazy)
Take me into your loving arms
(Cause you don't think I know what you've done)
Kiss me under the light of a thousand stars
(But when you call me baby)
Place your head on my beating heart
(I know I'm not the only one)
I'm thinking out loud
Maybe,
(We found love right where we are)
I have loved you for many years
(Maybe I am just not enough)
Ooohooo
(You've made me realize my deepest fear)
(By lying) Oh
(And tearing) Oh (Us up)
So, Baby, now
(You say I'm crazy)
Take me into your loving arms
(Cause you don't think I know what you've done)
Oh, Kiss me under the light of a thousand stars
(But when you call me baby)
Place your head on my beating heart
(I know I'm not the only one)
I'm thinking out loud
(And I know, and I know, and I know, and I know, and I know ohh)
Seu desespero no final foi tão grande que as lágrimas desciam. De ambas. Taylor tentava cantar, mas os soluços a impediam. Quinn balançou a cabeça, o cabelo caindo em seus olhos. Seus dedos ainda tocando o violão enquanto Taylor ainda tocava o piano. A ruiva respirou fundo e terminaram a ultima parte juntas.
(I know I'm not the only one)
We found love right where we are
Encontrou os olhos da ruiva e fungou. Colocou o violão de lado e se ajoelhou ao lado do banco do piano. Taylor chorava copiosamente. Suas mãos cobriam o rosto e Quinn colocou as mãos nos pulsos da ruiva.
– Me desculpa... Por favor... – Chorou e retirou as mãos da ruiva do rosto, vendo a expressão dela contorcida em dor. – Tay...
– Você a ama, não é? – Taylor pergunta com a voz tremida. Quinn levou as mãos até o rosto da ruiva e enxugou as lágrimas que caiam. Taylor abriu os olhos e encontrou os da loira. – Você me disse que a amava e eu te prendi a mim. Eu fiz com que você se sentisse mal por amar outra pessoa...
O rosto sorridente de Rachel surgiu na sua mente e um sorriso triste surgiu em seu rosto. O sorriso de Rachel era tudo pra ela. Não sabia quando foi o momento em que ela começou a se apaixonar por Rachel, mas nunca tinha deixado de amar Taylor. Mesmo que agora, ela amasse Rachel de uma maneira que não poderia descrever, ela sempre amaria Taylor.
– Não diz isso... – Falou sussurrando e viu a ruiva suspirar e desviar o olhar do dela. Sua boca tremendo. – Mas eu também te amo. Nunca vou deixar de te amar.
– Eu sei que não. – As mãos da ruiva tocaram o seu rosto. Quinn fechou os olhos com força e estremeceu com os dedos frios de Taylor. – Você nunca iria conseguir se deixar ir.
– O que...? – Quinn a olhou confusa. Um sorriso se formou nos lábios rosados da ruiva, e ela se inclinou, colando seus lábios nos da loira.
Um ultimo beijo.
Era isso que Quinn sentia. Seu corpo tremeu e ela colocou as mãos sob as mãos da ruiva, apertando seus pulsos e apreciando aquele ultimo toque. Que não passou de um encostar de lábios. E a ruiva se separou de Quinn. A loira olhava nos olhos de Taylor, tentando encontrar algo que ela sabia que não estava lá.
– É por isso que eu estou deixando você ir. – Taylor murmurou baixinho, ainda contra os lábios de Quinn. A loira tremeu e fechou os olhos, se aproximou de Taylor e enterrou o rosto no estomago da ruiva. Se deixou chorar, sentindo os dedos de Taylor acariciar seu cabelo. Os lábios da ruiva foram para a sua orelha e ela sussurrou: — Eu estou terminando com você.
– Não...
– Você está livre para ir atrás de quem você realmente ama.
– Eu te amo! — Apertou o rosto no estomago da ruiva que riu fracamente, enquanto soluçava.
– Eu sei, mas você a ama mais.
– Tay...
– Eu sempre serei a sua melhor amiga, Q. – Os dedos da ruiva se fecharam no cabelo de Quinn, fazendo-a encará-la. – E eu sempre vou te amar, é por isso que quero que seja feliz.
– Por favor... – Implorou e apoiou a testa no joelho da ruiva. Taylor continuou acariciando seu cabelo. – Não saia da minha vida...
Novamente a ruiva segurou o rosto de Quinn, fazendo-a olhá-la. Os olhos de Taylor brilhavam. Quinn sentiu o lábio inferior tremer. A ruiva acariciava o seu cabelo, colocando-o para trás e sorrindo.
– Eu te amo, Quinn. Eu te amo muito. Não importa como eu vou estar na sua vida, como melhor amiga ou namorada, eu só quero estar na sua vida. Eu nunca me afastaria de você, meu amor. – Sorriu tristemente e Quinn apertou o rosto no estomago da ruiva. Os longos dedos da ruiva acariciavam o seu cabelo, fazendo-a ficar levemente sonolenta. – Eu nunca vou me afastar de você, Quinn. Nunca.
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