Secrets of a Forbidden Life
1 Capítulo 1: How everything started
Notas iniciais
Olá,meu nome é Carter tenho 22 anos, moro em Nova Iorque me mudei recentemente nasci em Atlanta (Geórgia) moro com meu pai e irmão minha mãe faleceu ano passado foi muito difícil sinto saudades dela é de como meu pai Liam é meu irmão Daniel eram antes, meu irmão e mais velho ele tem 39 anos.
Ele que cuidou de mim quando eu era pequena mais de uns tempos para cá quando ele começou a frequentar a igreja ele mudou, ficou mais exigente comigo é.. antes de completar meu raciocínio Daniel me chamou.
Carter, o pai tá chamando
— Estou indo. — disse revirando os olhos desci e me deparei com o papai sentado no sofá, tentei passar direto mais ele logo me chamou.
— Aonde pensa que está indo, volta aqui mocinha . Ele me olhava sério, sentei ao lado dele e no outro sofá estava meu irmão então meu pai começou a falar.
— Carter querida, você sabe que estamos com dificuldade financeiras, você precisa arrumar um emprego querida.
— Ah sério pai que você me chamou pra isso para me dar lição de moral. -revirei os olhos
— Quando você vai para de ser assim garota só porque você é de maior de idade acha que pode tudo. -disse Daniel
— Foda-se eu não.. mal terminei de falar e meu pai já começou a gritar
— SILÊNCIO! – gritou meu pai.
Imediatamente eu subi de volta para o quarto pois já estava cheia dos dois me encherem o saco “Carter você precisa de um emprego”— imitei a voz do meu irmão (ou pelo menos tentei.)
Eles ainda falavam lá em baixo, então coloquei meus fones no máximo e deitei, ao olhar para cama notei que havia um jornal em cima do meu notebook que estava ao lado da cama pausei a música, então abri e comecei a procurar por vagas de emprego afinal eu tava louca pra sair dessa casa.
Estamos contratando "atores" sem experiência! — dizia no jornal.
Sem pensar duas vezes risquei o endereço do lugar e desci as escadas meu pai e meu irmão ainda continuavam cochichando de mim claro.
— Aonde você vai? disse Daniel.
— Procurar emprego. então peguei as chaves do carro e dirigi até local.
No mesmo dia
Carter pov's
Cheguei na Madison Square número 255, era um pouco longe de casa, o lugar era bonito o prédio era enorme (nenhuma novidade para quem mora em NY.) entrei no predio e quando cheguei fui logo a recepção uma moça que aparentava ter uns 30 anos me atendeu, Cíntia dizia em seu crachá.
— Oi, disse enquanto me aproximava timidamente — vi o anuncio no jornal e vi que estavam contratando,gostaria de saber onde fica a sala 42.
— Estão sim,e só pegar o elevador terceiro andar, corredor a direita.
— Obrigada. Disse e caminhei até o elevador.
Entrei no elevador e cheguei na tal sala 42 bati na porta.
—Entre. -disse a misteriosa voz masculina.
Quando entrei tinha um cara bem bonito por sinal sentado na cadeira.
— Oi — respondi meio sem graça
— Oi, ah tudo bem pode ficar a vontade, eh não mordo a propósito meu nome é Paul prazer, dei um aperto de mão e sentei.
— Carter Kristine.
Disse enquanto me acomodava na cadeira a sala era enorme as janelas de vidros e os lindos prédios de NY aos fundos eu amo essa cidade.
— Eu li no anúncio que vocês estão contratando atores, eh estou interessada na vaga. – disse diretamente.
Ele me olhou de cima a baixo seus olhos eram azuis, seus cabelos curtos e ja estavam grisalhos provavelmente ele teria uns 40 e poucos anos Paul ele mantinha um semblante sério.
— Para que você faça esse o teste preciso do seu nome completo e seu RG. preciso me certificar que você não e menor de idade. Dei meus dados e então ele disse.
— Como eu que dirijo os filmes preciso que vc faça uma coisa, eu preciso te avaliar. Disse enquanto me olhava atentamente.
— Preciso que tire a roupa- disse sem mais nem menos.
Fiquei sem graça, olhei para a porta de saída mais continuei na sala. Droga que droga! Não dizia que tinha que tirar a roupa na porra do jornal!
— Mas Comooo que é? — gaguejei.
Ele me olhava com olhos atentos, parecia se divertir com meu nervosismo.
— Eu preciso ver se você tem o tipo de corpo que se encaixe nos meus filmes então preciso que faça isso, não estou aqui com más intenções.
— Percebi que ele realmente falava a verdade, eu não conseguia falar mais nada. Fiquei ali sentada e imóvel.
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