Notas iniciais
Ok galera eu fiz um dramalhão que iria desistir dessa fic né? Eu sei e me desculpo por isso, eu não vou, eu percebi o quanto amo esta história depois de reler ela em uma noite kkk eu sei agora eu to meio chapada mas como eu já tinha dois caps prontos não tem perigo de eu escrever besteira, ate o final da fic A será revelado e preso. Enfim eu peço desculpas pelo drama e e peço paciência de vocês, eu estou a um ano sem escrever nem comentários, eu não estou escrevendo nada na verdade estou apenas trazendo o que já tenho pronto, editando e corrigindo, então por favor de verdade, paciência comigo. Enjoy

Os carros chegaram praticamente ao mesmo tempo no restaurante todos os ocupantes desceram dos veículos ao mesmo tempo depois de estacionarem, o grupo seguiu ate uma mesa grande no meio do salão sentaram e já pediram suas bebidas, ate que escutaram o barulho da campainha quando a porta do restaurante abriu, como que por instinto, Rachel virou em direção ao som e quando viu quem entrava bufou.

—O que foi Rach? – Charlotte perguntou.

—Finn. – Bastou o nome ser proferido para todos os amigos revirarem os olhos e bufarem em uma sincronia perfeita, ao mesmo tempo em que Finn se dirigia a mesa do grupo.

—Rachel! – Finn chamou a morena ignorando as pessoas que estavam junto a ela. – Porque você faltou?

—Sério Hudson, que você nos seguiu ate aqui apenas para saber porque a minha irmã faltou aula hoje? – Santana sussurrou e Hanna gargalhou quando o garoto a encarou para entender o motivo da risada ela o encarou divertida.

—Cara, você é patético, para com isso, você um dia vai ser preso só por essa obsessão pela Rach.

—Para a sua informação, o que você diz ou deixa de dizer para mim não faz a menor diferença.

—Eu se fosse você escutava, cara, isso pode te trazer problemas. – Caleb concordou com a namorada e recebeu um selinho em agradecimento.

—Certo Finn, volta para a escola e para de me seguir, tem dois agentes na frente do restaurante, eles só precisam de um sinal para entrar se acontecer alguma coisa aqui dentro, você não quer ser preso por perseguição a um policial, certo? – A morena desdenhou. – Agora me deixa almoçar com os meus amigos, — Voltou a atenção a eles – Então pessoal me contem como está a vida na Pensilvânia? Faz tempo que não apareço lá. – Finn bufando saiu do restaurante, percebera que não conseguiria nada lá.

—Pois é, fora os problemas de sempre. – Caleb revirou os olhos. – As coisas estão calmas, eu fiz uma prova para me formar antes, a Ali fez uma para entrar.

—Eu virei assistente da técnica de natação, você sabe, depois que A quase me atropelou e eu tive que salvar Mona – Todos riram da ironia da situação, inclusive Mona que por sinal era a que ria mais alto. – Acabei contundindo o manguito rotador.

—Bom, no fim A não te sacaneou tanto. – Quinn comentou e piscou para a amiga.

—É mas graças a A eu não vou poder continuar nadando nem competindo por um bom tempo.

—Eu sei, mas você só precisa se recuperar para voltar melhor do que antes. – Paige selou os lábios da namorada e a abraçou confortando-a.

—É!

—E vocês meninas?

—Ah eu esqueci de contar Rach, me chamaram para expor algumas fotos.

—Isso é demais Ari, eu adoraria ver, quando vai ser?

—Próxima sexta feira. – A morena sorriu.

—Legal, nós três estaremos lá! – As outras duas assentiram concordando.

—Não tem problema vocês irem?

—Claro que não, eu estou de folga, e matar um dia de aula não fará mal a ninguém. – Santana encarou a irmã surpresa.

—Não?!

—É a primeira exposição da nossa prima Santy, eu faço questão de estar lá prestigiando.

—Se é assim, eu concordo, e aproveito e conheço a cidade de vocês.

Depois do almoço o grupo de Rosewood seguiu com os agentes e Charlotte para o centro da cidade onde Hanna gastou dinheiro e tempo comprando tecidos, ela começaria um curso de extensão na UPenn ela queria ir preparada.

—Meninas, este é lindo. – Apontou um tecido amarelo bem clarinho.

—Ate já imagino um vestido com este tecido. – Os olhos de Alison brilharam.

—Esta é a sua cor mesmo amiga. – Emily sorriu para a menor.

Depois da loja de tecidos seguiram pela rua visitaram mais algumas lojas Aria não desgrudava da câmera fotográfica, não perceberam que alguém as vigiava a distância.

—Lima é legal, mas é tão pequena, a gente andou por todo o centro e ainda falta uma hora para o ensaio das meninas. – Spencer resmungou.

—Porque não vamos ao Lima Beans matar tempo em quanto isso? – Sugeriu Mike.

—Boa ideia – Caleb concordou – eu vou avisar ao agente Davis. – Falou o menino seguindo com Toby em direção ao agente que olhava diretamente para o outro extremo da rua.

—Agente, desculpa incomodar. – Toby chamou a atenção do homem. – Nós estávamos pensando em ir ao Lima Beans tomar um café. – O agente encarou Toby e assentiu, quando voltou a olhar o local onde vigiava segundos atrás perdera a pessoa, que ele sabia estar vigiando os adolescentes, de vista. Toby voltou para o grupo e fez com que eles voltassem para a van.

O homem mascarado conseguira se esconder rapidamente, vira que o agente o descobrira. Ele estava grato por toda a proteção que Rachel disponibilizara mais uma vez para o grupo, ele sabia que não precisaria entrar em ação, não ali em Lima, mas devia uma explicação para a morena, ele não queria que ela tirasse conclusões erradas e mais queria esclarecer alguns pontos com ela, voltou calmamente ao hotel onde estava hospedado, ele tinha a intenção de marcar um encontro com a baixinha, que mesmo sem conhecer já tinha um grande apreço.

O grupo saiu da cafeteria uma hora depois e seguiu sorridente e descontraído em direção à escola, onde combinaram de encontrar as gêmeas e assistir ao ensaio, quando chegaram foram logo recepcionados ainda na entrada por uma loira, alta de olhos azuis extremamente empolgada e feliz.

—A Santana me contou que vocês viriam. – Brittany contou abraçando a todos numa empolgação contagiante.

—Oi Britt. – Falaram todos abraçando a loirinha.

—Quer dizer que se acertou com a Santana? – Emilly perguntou confusa.

—Ainda não conversamos, faremos isso depois do ensaio.

—Isso é ótimo Britt, espero que se acertem, mas cuidado com o que vai falar com ela. – Charlotte avisou séria.

—Eu sei, eu sei que errei muito com a Santana, eu espero que pelo menos possamos voltar a ser amigas, agora vamos para o auditório, estamos todos aguardando vocês.

Se dirigiram ao auditório, inclusive o agente Davis que tinha uma grande curiosidade no ensaio do coral que tanto Rachel quanto Quinn viviam falando no trabalho, o que ninguém viu foi o homem mascarado se esgueirando pelo camarote, ele também queria assistir e ficar mais próximo mesmo que longe de duas pessoas daquele grupo, ele sentia falta.

Brittany se despediu e foi direto para os bastidores onde o grupo se reunia.

—Estão todos aqui? – Rachel perguntou.

—Sim. – A loira assentiu empolgada. – Estão na plateia.

—Ótimo, pessoal, eu sei que é apenas um ensaio, mas vamos fazer como se fosse um ensaio geral, assim marcamos os erros e ainda apresentamos para a família da Rachel, concordam? – Will sugeriu e todos concordaram.

—Ótimo.

A apresentação durou pelo menos vinte minutos, enquanto Rachel cantava seu solo seu olhar se perdeu na plateia onde todos ficaram paralisados ao escutarem a música que a morena cantava.

—É uma original! – Hanna comentou surpresa e ao mesmo tempo orgulhosa da amiga.

As lágrimas escorriam dos olhos de todos principalmente do mascarado e de Charlotte. Após o final da canção o resto do time entrou e começaram a cantar outra música, também original que era mais leve e divertida, Mona ria na maior parte da letra, afinal sua vida escolar ate dois anos antes não era muito diferente.

—Essa música é incrível, ainda bem que eu gravei tudo em áudio. – Contou a pequena morena para os amigos.

—Eu também gravei, estou amando a apresentação. – Aria mostrou o vídeo em sua câmera.

Ao final do ensaio todos saíram da plateia e se dirigiram ao palco para cumprimentar os colegas das amigas.

—Pessoal, vocês foram demais! – Emilly abraçou as amigas e aos colegas das meninas que elas haviam conhecido na vez anterior.

—Deixem eu apresentar algumas pessoas para vocês pessoal. – Santana pediu atenção e foi apresentando os calegas para os amigos, quando eles estavam distraídos o suficiente Rachel saiu do palco e muito discretamente seguiu ate o camarote embora tenha sido seguida pelo outro agente.

—Agente Berry, algum problema?

—Não te preocupa Agente, isso eu dou conta. – Subiu e encarou o mascarado. – Precisamos conversar.

—Eu sei, desculpa eu sei que não deveria ter vindo aqui, mas...

—Tudo bem, eu entendo, faça o seguinte, me espere aqui, eu vou me livrar de todos e volto em alguns minutos. Virou discretamente para o palco onde encontrou o olhar de sua irmã gêmea, ela estava confusa e também preocupada.

—Santana está desconfiada, melhor...

—Não, me espere aqui. – Sorriu e desceu rapidamente.

—Rach! – Santana aguardava Rachel na escada. – O que houve.

—Finalmente vou conseguir respostas Santy, leva o pessoal para fora eu preciso resolver isso. Avisa para a Q que eu vou levar mais um tempo aqui.

—Não é perigoso?

—Não te preocupa, essa jaqueta é a prova de balas, mas creio que com ele não tenho que me preocupar. Avisa a Sue, para reforçar a segurança das meninas, se ele está aqui, é porque temos problemas.

—Tudo bem, eu faço isso, qualquer coisa, me chama pelo relógio. – Santana e Rachel tinham um relógio que fazia as vezes de comunicador.

—Se eu tiver problemas eu chamo a Quinn, Santy você não vai poder fazer nada por mim.

—Eu sei, eu me sinto inútil.

—Não se sinta. Te amo, agora vá, eu preciso resolver isso.

Santana saiu e guiou os colegas e os amigos para fora do auditório fez tudo o que a irmã pedira o grupo de amigos seguiu com o agente Davis e um colega e a latina foi com Brittany e Charlotte para a praça de Lima onde um agente as escoltava.

— Por garantia eu vou ficar perto. – Charlotte avisou.

—Ordens da Rachel? – Brittany perguntou.

—Não, dessa vez é por superproteção minha, Santana se tornou como uma irmã para mim também, então loirinha, vê se não fala nada que possa magoar a minha latina aqui. – A mais velha falou seriamente e saiu do banco onde as duas estavam sentadas.

— Essas duas te amam.

—Eu sei, e sou muito grata às duas. Então, o que queria me falar?

—Bom, eu gostaria de pedir desculpas, eu tenho agido como uma verdadeira otária com você, o que eu fiz...

—Me deixou magoada Britt, eu fiquei arrasada.

—Eu sei, e o pior é que eu nunca amei o Sam, era apenas vingança.

—Pois é, o problema que não é fácil para todos se aceitarem do jeito que são Britt, Se não fosse pela minha irmã eu continuaria me escondendo, Rachel é maravilhosa para dar conselhos e mais ainda para nos passar segurança.

—Eu sei. San, eu não vim aqui para te pedir para reatarmos nosso namoro eu quero sugerir que voltemos a ser amigas.

—Eu quero ser tua amiga de novo Britt, mas eu preciso que entenda, que precisarei ter certeza que posso confiar novamente em ti, eu quero me sentir novamente segura contigo.

—Eu vou fazer de tudo para provar que eu sou digna da sua amizade e confiança Santana Lopez.

—Que bom Britt. – A latina sorriu e deu um abraço carinhoso na amiga.

—Agora me conta, o que aconteceu nesse tempo que nos afastamos?

Santana sorriu e começou a contar sobre as novidades.

Noah Puckerman seguira junto ao grupo, ele estava com saudades dos amigos.

—Então pessoal, empolgados com a festa? – O judeu perguntou esfregando as mãos na calça.

—Claro, as festas do Puck são históricas. – Hanna sorriu para o amigo.

—Que bom. – Abraçou o ombro de Ali. – Vocês vão onde agora?

—Não pensamos em nada. Sugere alguma coisa? – Ali perguntou derretida para o moreno.

—Bom, aqui é Lima, não tem muito o que fazer, mas podemos ir para a casa da Rach, afinal, é o maior lugar e mais interessante que podemos encontrar. – Charlotte sugeriu. – Além do mais a Rach instalou a piscina ela disse que não tem problema se usarmos.

—Eu topo, podemos passar antes no hotel para pegarmos nossas roupas de banho.

—Claro.

O grupo seguiu para o hotel, pegaram as coisas necessárias, depois seguiram para a mansão das gêmeas, Noah correu ate em casa trocou de roupa e voltou para a casa da judia.

Rachel sentou em uma das cadeiras do camarote e encarou o rapaz loiro de olhos verdes agora sem máscara que sorria simpático para ela.

—Então Charles, me explique.

Notas finais
Até o próximo, e se quiserem podem me xingar nos comentários, eu não me importo, to em dívida com vocês mesmo!