Secrets Of The Heart
1 Introdução
Notas iniciais
Mais um dia normal como qualquer um, um dia chuvoso e escuro. Acordei com um som suave que passava pela minha janela pela qual deixei aberta a noite toda e então levantei calcei meu par de chinelos e sai para a varanda que dava de cara com uma paisagem linda... Várias plantas flores e como ainda não tinha amanhecido uma escuridão, porém um silêncio gostoso... Tranquilo.
Sentei no sofazinho que fica ali fora e então fiquei olhando a paisagem... Adormeci.
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Acordei com uma caneta que jogaram em minha janela, sim foi a minha melhor amiga Sarah se existe a amiga mais doida e engraçada do mundo essa era Sarah.
– Vamos para a escola você está atrasada – Gritou lá debaixo me olhando com os olhos quase fechados por causa do Sol fraquinho.
– Sobe aqui! – Falei.
– Joga a chave, Espertinha. – Disse Sarah correndo até a porta.
Desci correndo as escadas minha mãe logo gritou da cozinha:
– Não corre Menina!
– A Sarah está aqui mamãe! – Gritei!
Abri a porta e logo Sarah se jogou em cima de mim me dando o maior abraço!
– E aí, Espertinha!
– E aí Sarah, vamos lá ao quarto estamos atrasadas!
– Nem me importo aquela professora sempre chega na segunda aula mesmo.
– Será mesmo?
Chegamos ao quarto comecei a correr que nem doida procurando cada peça do uniforme.
– E os gatinhos, amiga? – Sarah perguntou fazendo cara de esperta.
– Não começa Sarah!
– Você sempre brava quando toca nesse assunto.
– Tchau Sarah!
Entrei no banheiro e tranquei a porta deixei a Sarah falando sozinha então fui tomar meu Banho.
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– O que você está fazendo? – Abri a porta do banheiro com a toalha enrolada no corpo. Vi Sarah mexendo em minha gaveta ela estava com um papel na mão.
– Que lindo!
– Me dá! – Pedi o papel.
– Não você tem que mostrar isso para ele. – Ela falou com um sorriso enorme no rosto. Naquele papel estava uma música que escrevi para o garoto que eu estou afim.
– De jeito algum ele vai rasgar e jogar fora.
– Será mesmo?
– Com certeza, Sarah!
– Rachel Collins, você vai entregar sim para ele! – Sarah falou com uma voz autoritária e ainda por cima meu nome inteiro. Quando ela falava meu nome inteiro era porque tinha que ser do jeito dela se não ela mesma ia fazer isso.
– Vou pensar. – Puxei o papel da mão dela e joguei em outra gaveta e fui me arrumar.
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Descemos as escadas correndo.
– Não correm meninas, Rachel não vai tomar o café? – Minha mãe falou.
– Não mamãe, to atrasada tchau. – Dei um beijo em sua testa e sai.
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