Notas iniciais
Demorei muuito, eu sei, mas esse ano as coisas estão um pouco complicadas lá na escola... Enfim, aqui estou!!!!!!!!!! Muuito obrigada à Isabella Granger, que me enviou duas recomendações maravilhosas!!!!!! Muito obrigada, mesmo! Adorei!!!!

Capítulo 1 – Explanations

“Explicações”

Violet ainda estava acordada quando a manhã úmida e fria despontou no céu e pequenos raios de sol refletiram no fundo do Lago Negro. Passou a noite toda pensando em como seria dalí para frente, afinal, aquele era seu último dia em Hogwarts e Voldemort estava de volta. Porém, assim que a manhã avançou, ela e Harry foram chamados por Dumbledore para terem uma longa e séria conversa.

O diretor finalmente percebera que cometeu um grande erro ao esconder de Harry a verdade sobre seu passado. Era chegada a hora de dizer tudo aos irmãos.

– Você deve se perguntar por que foi deixado com seus tios ao invés de alguma família bruxa ou mesmo num orfanato, como Minerva fez com sua irmã... – começou o diretor – Minha prioridade na época era mantê-lo vivo, você estava em maior perigo do que pensávamos. Sua irmã era mais valiosa, é claro, mas também era desconhecida, portanto, estava segura. Com a queda de Voldemort seus seguidores estavam desesperados, e muitos eram tão perigosos quanto o próprio Lord das Trevas. E então tive que tomar minha decisão. Eu sabia que Voldemort voltaria mais cedo ou mais tarde e que não descansaria até te matar, e também sabia que, por mais complexos e poderosos que fossem meus encantos e magias de defesa, não seriam suficientes para impedi-lo. Mas eu sabia seu ponto fraco.

– Ele tem ponto fraco? – interessou-se o garoto.

– Voldemort nunca acreditou na força que o amor pode exercer, ele sempre o desprezou e acabou pagando por isso. Estou falando, é claro, do fato da mãe de vocês morrer por você, Harry. Ela deu a você uma proteção duradoura que flui em suas veias até hoje...

Violet não gostava de Lillian, mas saber que a ruiva dera a vida por Harry a fazia se lembrar de o quanto foi excluída e abandonada pela própria “mãe”, e por mais que odiasse a ruiva, ainda sentia uma dor no peito.

– Eu então depositei minha confiança no sangue seu sua mãe e te entreguei à irmã dela, sua única patente viva.

– Tia Petúnia não me ama e não se importa comigo...

– Mas ela o recebeu. Ela pode ter ficado com você amargamente e de má vontade, mas ainda assim ela o recebeu. E fazendo isso selou o encanto que eu pus sobre você. O sacrifício de sua mãe fez dos laços de sangue o mais forte escudo que eu poderia ter dado.

Violet começava a entender o que Dumbledore dizia, porém, Harry estava numa situação extremamente contrária.

– Enquanto você puder chamar de lar o lugar onde mora o sangue de sua mãe, você não poderá ser alcançado ou ferido por Voldemort. Ela derramou seu sangue, mas ele ainda vive em você e na irmã dela, sua tia, e em Violet também, claro. O sangue dela se tornou seu refúgio. Você precisa voltar lá apenas uma vez por ano, mas enquanto estiver lá, ele não pode te ferir. Eu expliquei o que havia feito na carta que deixei com você na porta da casa dela, a Sra. Dursley sabe que recebê-lo em casa pode tê-lo mantido vivo nos últimos quinze anos.

– Então tia Petúnia é a responsável pelo Harry estar vivo? – perguntou Violet.

– Exato. – respondeu ele.

– E o que isso tem a ver com minha cicatriz?

– Quando você chegou à Hogwarts eu vi que meu plano estava indo bem, você não estava tão saudável ou feliz quanto gostaria, mas ainda assim, estava vivo. Deve se lembrar do que aconteceu em seu primeiro ano, você triunfou magnificamente sobre os desafios impostos à você e, em seguida, viu-se frente à frente com Voldemort. E novamente, sobreviveu. Contudo, havia uma falha em meu plano, uma falha que poderia arruinar tudo. Você se lembra de que me perguntou o porquê de Voldemort ter tentado te matar quando era apenas um bebê? Eu deveria ter te contado, porém, julguei que onze anos era uma idade muito jovem para que você soubesse. Chegamos então em seu segundo ano e, mais uma vez, enfrentou desafios ainda maiores. Eu me preocupei mas com sua felicidade do que com seu conhecimento e agi exatamente como Voldemort espera que nós, os que amam, ajam. – suspirou pesarosamente – Então chegou o terceiro ano, e com ele, sua irmã. Na época eu não tive dúvidas de que Violet era realmente filha de Lilly e Severo, mas deixei que o professor Snape a professora McGonagall descobrissem por si próprios. No meio do ano letivo, entretanto, ouvi uma nova profecia relacionada à ela que poderia mudar tudo... Creio que sabe do que estou falando não é Srta. Snape?

– Sim. – concordou a garota, surpresa por Dumbledore já saber da profecia – A professora Trelawney fez uma profecia relacionada a mim enquanto eu estava tentando descobrir mais do meu passado... Mas na época eu não sabia que a pessoa relacionada à profecia era eu e apenas ignorei...

– Mas eu não. Foi então que soube que as coisas seriam mais complicadas do que já eram. Acompanhei à distância enquanto você lutava para repelir os dementadores e em como sua irmã já era madura para a idade, enquanto você encontrava Sirius, aprendia quem ele era e o salvava. – falou voltando sua atenção ao garoto — Deveria ter contado a verdade a você quando triunfantemente libertou seu padrinho das garras do Ministério? Aos treze anos minhas desculpas estavam se acabando, e eu sabia que a hora chegaria... A cada ano protelei a verdade, porém, ao ver como você ajudou sua irmã e a protegeu de Voldemort, eu finalmente percebi que está preparado para o conhecimento há muito tempo.

– Eu ainda não entendo.

Merlin, como ele pode ser meu irmão? Eu já entendi o que Dumbledore quer há muito tempo!”, pensou Violet incredulamente.

– Voldemort tentou matá-lo quando você era um bebê por causa de uma profecia feita um pouco antes de você nascer. Ele sabia que ela existia, porém, não a conhecia totalmente. Por causa dela ele partiu para matar você enquanto era um bebê, acreditando que estava eliminando a “concorrência”. Ele descobriu que estava enganado quando o feitiço dirigido a você foi devolvido, e assim, desde o retorno ao seu corpo, ele tem estado determinado em escutar a profecia na sua totalidade. Ela é a arma que ele vem procurando tão assiduamente dede sua volta: o conhecimento de como te destruir.

– Mas a profecia está destruída... Eu a derrubei acidentalmente...

– O que se quebrou foi o registro da profecia feita pelo Departamento de Mistérios. Mas ela foi proferida a alguém e esta pessoa tem os meios de recuperá-la.

– Quem a ouviu?

– Não é óbvio? – interferiu Violet finalmente.

– Em uma noite há dezesseis anos atrás eu estava numa sala sobre o bar da estalagem Hog’s Head para examinar uma candidata ao posto de Adivinhação. A mulher era a tataraneta de um bruxo muito famoso e poderoso, logo, considerei que seria uma cortesia encontrá-la. Fiquei muito desapontado quando percebi que ela não tinha qualquer traço do dom mágico, no entanto, ela me recitou uma profecia. A professora Trelawney não é vidente, mas às vezes pode ser acometida por um momento do dom mágico, ao qual ela não se recorda depois.

– O que dizia a profecia? – perguntou Harry.

– “Aquele com o poder de vencer o Lord Negro se aproxima... Nascido daqueles que por três vezes o desafiaram, nascido ao fim do sétimo mês... E o Lord vai marcá-lo como seu igual mas ele terá um poder desconhecido pelo Lord Negro... E um deve morrer pelas mãos do outro portanto nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver...”

– Isso... Isso quer dizer... O que isso significa?

Eu amo meu irmão, mas às vezes ele é tão tapado!”, exclamou Violet em pensamento, já irritada.

– Isto significa que a única pessoa que pode por bem vencer Lord Voldemort nasceu no final de julho, há quase dezesseis anos. Esse menino nasceria de pais que já tivessem enfrentado Voldemort três vezes... – respondeu Dumbledore pacientemente – Apenas dois casais se encaixavam nessa profecia. Lillian e Tiago Potter, e Alice e Frank Longbottom.

– Então Neville pode ser o garoto! Por que eu? – insistiu.

– Porque quem informou à Voldemort sobre a profecia não a ouviu por completo, logo, Voldemort achou melhor eliminar ambas as crianças, começando por você. O que ele não sabia era que, fazendo isso, iria cumprir os últimos termos da profecia.

– Então... Suas ações fizeram com que eu fosse o garoto da profecia? – repetiu Harry – O único capaz de matá-lo?

– Sim, entretanto... – concordou Dumbledore – Como eu disse agora a pouco, em seu terceiro ano ouvi a Professora Trelawney recitar uma profecia que complica ainda mais a situação. Você não é o único capaz de derrotar Voldemort, diria até que a segunda profecia anulou a primeira.

– E quem mais pode?

– Eu. – respondeu Violet, surpreendendo Harry.

– Acho que você leu a matéria no Profeta Diário sobre “A Escolhida”? – perguntou o diretor.

– Li, mas a Skeeter inventa tantas mentiras que eu nem dei atenção...

– Um pouco antes de eu nascer, uma profecia foi feita e no terceiro ano foi reafirmada – começou Violet – Eu já te contei sobre ela, mas você nunca se perguntou o que dizia a profecia?

– Sim, mas acabei esquecendo de perguntar...

“Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas não estará sozinho. Um novo herdeiro será capaz de decidir o destino de todos, é o único com o poder de levar o Lord das Trevas à vitória, assim como levá-lo à derrota. Quando a batalha final chegar, aquele com sangue real deverá fazer uma escolha, determinando quem sobreviverá. O herdeiro nascido no início do nono mês, fruto da relação de grandes opostos, o fruto da traição e rejeição...se aproxima...o herdeiro... está... em Hogwards!” – recitou Dumbledore – Essa foi a reafirmação da profecia feita pela professora Trelawney.

– Quando estávamos no Ministério eu também encontrei uma profecia com o meu nome, mas com a confusão acabei não contando... – disse Violet.

– E o que dizia?

– “A batalha final se aproxima e apenas o Escolhido poderá decidir a vitória. A partir de uma escolha o destino do mundo bruxo será tecido. O escolhido terá poderes que até mesmo o Lorde Das Trevas desconhece” – respondeu a garota.

– Vê agora Harry? Vê o quanto essa profecia complica as coisas e o porquê de Voldemort querer vocês dois? – perguntou Dumbledore – Violet é a única capaz de derrotar o Lorde das Trevas, entretanto, você foi marcado como igual por ele, fazendo com que apenas um de vocês sobreviva... Voldemort quer duas coisas: Violet no grupo dos comensais e você morto. Ele quer o poder que a garota da profecia pode lhe oferecer, mas também quer que a sua interferência seja anulada. Obviamente, pegar você dará a ele uma vantagem...

– Se ele tiver as pessoas que amo em suas mãos, eu também estarei nelas... – completou Violet.

– Vê agora o porquê de eu ter protelado isso tudo por tanto tempo? Você era apenas uma criança redescobrindo o mundo do qual foi tirado, eu não sentia que era meu direito acabar com sua infância para lhe dar tamanha responsabilidade, mas agora não tem como ignorá-la... Portanto Harry, você voltará para a casa de seus tios por alguns dias e depois irá para a Toca. E você Violet, irá para a sede da Ordem e ficará lá até o fim das férias.

– Por que ela não pode ir à Toca também?

– Eu não aguentaria. – respondeu Violet de imediato – Eu não me dou bem com as confusões daquela casa e, embora goste muito deles, não conseguiria passar tanto tempo trancada com os Weasley... Além do mais, você estará protegido pelos laços de sangue, mas eu não. Se for para lá, serei um alvo fácil para os Comensais e ainda colocarei todos em risco.

– E eu não posso ir para a sede da Ordem também? Por que precisamos ficar separados?

– Voldemort quer os dois, não podemos facilitar as coisas... Vocês precisam ficar separados durante as férias para estarem mais seguros. Além do mais, os membros da Ordem não têm muita paciência com adolescentes e alguns já reclamaram por terem que “bancarem babás” da Srta. Snape e da Srta. Chambers... – riu Dumbledore.

– Alessa também vai?

– Ela tem que ficar com a irmã mais velha, não podemos nos preocupar em proteger mais uma família... As Srtas. Seyfried e Addams estarão seguras com os pais aurores, e os seus amigos Harry, estarão com você... – explicou Dumbledore – Ambos voltarão no Expresso de Hogwarts e, assim que chegarem, Violet irá com a Ordem e Harry com os Dursley.

Aquela foi a última explicação que Dumbledore deu aos jovens, que saíram da diretoria um tanto quanto atordoados. Violet sempre soube das profecias e sabia da responsabilidade que a aguardava, estava tensa é claro, mas ao mesmo tempo aliviada por saber que seu irmão e seus amigos ficariam seguros. Ainda doía a rejeição de Lillian, mas ao menos Harry estava protegido. Era isso que importava.

O último dia no castelo foi melancólico e passou terrivelmente rápido, todos os alunos já haviam empacotado suas coisas e, na manhã seguinte, se despediam de mais um ano passado.

– Pai, por que o senhor não pode ir comigo? – pediu Violet novamente antes de pegar o Expresso de Hogwarts.

– Tenho que ficar em casa Violet, preciso cuidar de algumas coisas... – explicou soltando a pena que usava para escrever cartas e finalmente olhando para a filha. – Mas eu vou visitá-la... Não consigo ficar longe por muito tempo...

Ele então levantou-se e abriu os braços, onde sua filha rapidamente se aconchegou.

– Vou sentir falta disso... – confessou.

– Eu também, mas é preciso, você sabe...

– Sim, eu sei... – suspirou – Vai ao menos me receber na Ordem?

– É claro, não acha que vou confiar a um velho rabugento a sua segurança, acha?

– Vocês dois precisam se resolver... – riu ela.

Logo que o relógio soou nove horas todos os alunos se acomodaram em suas carruagens e logo partiram para a estação de Hogsmead.

– Violet –

– Vocês não respeitam mesmo a noção de espaço não é? – riu Gemma ao entrar em nossa cabine e perceber um grande grupo acima do número permitido.

À minha frente estavam Sophie, Draco, Mary e Blás, e ao meu lado Alessa e Theo.

– Fazer o quê, eles me amam! – ri

– Tá, então chega para lá que também quero um espaço... – falou sentando-se ao lado de Theo, na ponta. – Então... Já sabem se vão fazer alguma coisa nessas férias?

– Eu certamente vou passar de vela... Minha irmã arranjou um namorado. – disse Alessa referindo-se à Sirius, já que Jullie a havia avisado por cartas.

Conversamos amenidades a viajem toda, trocamos endereços e prometemos escrever sempre, porém, eu sabia que seria mais complicado de eu receber cartas estando na Ordem. Quando o trem começou a diminuir sua velocidade eu desejei que nunca tivesse que sair de lá, mas tinha que encarar a realidade.

Nos despedimos dos meninos e de Gemma ali mesmo e, quando saíamos do trem, encontramos com Harry, Hermione e os Weasley, pegamos nossos malões e atravessamos a parede da estação King’s Cross, porém, surpreendi-me com a “comitiva” que nos esperava.

Uau... – murmurei ao perceber Moody, Tonks, Lupin, Meryl, Pierce, Catherine, George, Jullie, Molly, Arthur, Fred e Jorge e um casal que só poderia ser os pais de Hermione. – Segurança nunca é demais, mas acho que dessa vez exageraram um pouco...

E então nosso grupo se dispersou. Rony e Gina correram até os pais, assim como Mary, Sophie, Alessa e Hermione correram para os seus. Harry ficou indeciso mas acabou por seguir Rony enquanto eu me dirigia até meu padrinho.

– Alastor! – exclamei ao abraçá-lo e sendo correspondida. – Senti sua falta...

– Como está pirralha? – debochou.

– Olá Violet... – cumprimentou Tonks após Moody me soltar e dar espaço à mulher de cabelo cor de amora.

– Olá... Uau, vocês realmente tem um grupo grande não? – debochei abraçada à ela pela cintura.

– O que fazem aqui? – perguntou Harry.

– Nós pensamos em dar uma conversinha com seus tios antes que eles o levem para casa.

– Acho que não é uma boa ideia... – respondeu Harry instantaneamente.

– Eu já acho uma excelente ideia... – rebateu Moody – Não são eles ali no canto Potter?

Harry e eu olhamos na direção que Alastor indicava e finalmente encontramos os Dursley, que aparentavam estar apavorados com nossa “recepção”. Petúnia, no entanto, não tirava os olhos de mim e Tonks.

– Vamos lá então? – sugeriu Lupin sendo seguido por Alastor, que mantinha um dos braços ao meu redor.

Olhei para trás e vi que apenas eu, Moody, Arthur, Harry, Rony, Hermione e Tonks seguiram Lupin, que logo tratou de se apresentar.

– Boa tarde, se lembram de mim? Meu nome é Remo Lupin...

Com a invasão que eu, Lupin e Tonks fizemos no verão passado era impossível que Valter não se lembrasse.

– Pensamos em falar com o senhor sobre o Harry...

– Ou sobre como ele é tratado em sua casa. – completou Moody.

– Acho que o que acontece em minha casa não é da conta de vocês! – rebateu Valter com o rosto vermelho.

– O que você acha não interessa Dursley.

– O ponto não é esse – interveio Tonks – Se soubermos que de alguma forma vocês foram ruins para o Harry...

– E acredite, nós saberemos – completou Lupin ameaçadoramente.

– Se vocês fizeram qualquer coisa contra o Harry, terão que responder por isso.

– Você está me ameaçando?! – exclamou Valter.

– Sim. – respondeu Moody com uma expressão ameaçadora, porém, Valter ainda não tinha percebido o olho mecânico.

– E eu pareço o tipo de homem que se sente ameaçado?

– Bem... – respondeu Moody revelando o olho mágico e fazendo com que Valter engolisse em seco e desse dois passos para trás – Eu diria que sim.

– Então Harry, mantenha contato... – começou Lupin

– Se não tivermos notícias suas por três dias seguidos mandaremos alguém... – completou Moody – Cuide-se Potter... E não demore Violet. – falou afastando-se.

Enquanto os outros se despediam do Harry, aproximei-me dos Dursley.

– Lembra-se de mim “titio”? – ironizei.

– Outra monstruosidade... – rosnou ele.

– Lembre-se disso quando for tentar maltratar meu irmão... – avisei com a expressão fechada.

– Quem era o homem que te abraçava? – perguntou Petúnia disfarçando.

– Meu padrinho.

– Violet?

Olhei para trás e percebi que apenas Lupin e Harry me esperavam, sendo que todos os outros já estavam prestes a deixar a estação. Aproximei-me de Harry e o abracei.

– Cuide-se hein? – sussurrou – Sentirei sua falta...

– Eu também irmãozinho... – respondi sorrindo e soltando-me do abraço – Fique bem!

– Mande um abraço a ele... Diga que sentirei sua falta...

– Digo sim — sorri beijando sua bochecha e abraçando-o uma última vez antes de me virar para os Dursley.

– Até mais... – pisquei e sorri ao receber um meio sorriso de Tia Petúnia antes de me virar para Lupin e acompanhá-lo até o grande grupo que nos esperava.

Eu e as meninas nos despedimos com um abraço grupal antes que Sophie e Mary aparatassem com os pais, assim como os Weasley e Hermione, que me abraçaram antes de deixarem a estação. Alessa já havia ido com a irmã e Tonks, e Lupin e Moody estenderam suas mãos para aparatarmos.

Notas finais
Dumbledore finalmente contou a verdade (até onde ele sabe, claro), Harry é meio lerdo e a comitiva de recepção realmente era grande não??? Agora eu faço uma pergunta... Que tipo de brincadeira a Violet e a Alessa poderiam fazer com alguns membros da Ordem? ---------------------------------------- Capítulo 2 – Unbelievable (...) - Muito engraçado Moody, realmente muito engraçado... – respondeu tomando outro gole do suco – Hmm... Isso tá bom... E fique você sabendo, que sou um cachorro de raça... - E qual raça tem os pelos cor-de-rosa? – perguntou Tonks prendendo um riso, assim como os demais. - Deve ser da sua raça, já que seu cabelo é colorido... - Está me chamando de cachorro?! – perguntou ela com os cabelos cor de fogo. - Eu... Eu não... Eu não... (...) --------------------------------------- Sirius, Sirius... Nunca irrite um auror!!! O que acham que aconteceu para todos estarem rindo?? Não deixem de comentar, bjjss e até depois!!!