Secrets

22 Epílogo


Damon desceu as escadas e colocou a mala que estava na mão junto com as outras, aquela era a última. Olhou o relógio e viu que ainda tinha alguns minutos até o táxi que ele chamou chegar e decidiu ir até a frente da casa.

Ficou olhando para aquele quintal totalmente branco, assim como o restante da rua. Tinha nevado em Nova York na noite anterior, duas semanas antes do que estava previsto, mas nada que prejudicasse o transito da cidade ou os voos dos aviões.

Não pode deixar de sorrir enquanto se lembrava de como sua vida deu um giro de 180º graus nos últimos quatro anos. Para começar, ele era um homem casado e com ninguém menos que a mulher da sua vida. Ele e Elena se casaram apenas três meses depois dela se divorciar do seu irmão, foi uma grande festa com tudo que tinham direito, exatamente com Damon queria.

Já sua carreira não teve muitas mudanças. Ainda era sócio de Katherine na agência de modas, mas depois de passar seis meses se dedicando somente a sua nova função, percebeu que não conseguia ficar sem fotografar, então fez um acordo com sua sócia de que iria voltar para Nova York para seguir sendo modelo e iria para Atlanta, pelo menos, uma vez por mês. Essa mudança também foi boa para sua esposa, que começou a se dedicar a biologia marinha, seu verdadeiro sonho.

- Pai! — virou-se para a filha, que estava perto da entrada da garagem – Olha só que lindo o boneco de neve que fiz.

Foi então que viu a “escultura” que ela tinha feito. Estava totalmente torto e o fato da neve estar começando a derreter não ajudava muito.

- Está muito legal, Giu – foi tudo que conseguiu dizer, o problema era que ele não era muito bom em mentir.

- Eu sei que está horrível – fez uma pequena careta – Mas também, você não quis me ajudar.

- Precisava descer com as nossas malas – lembrou – Quem mais poderia fazer isso?

- Eu não queria ir para Mystic Falls – cruzou os braços – Por que é que a gente não pode passar o natal aqui em Nova York?

- Vamos passar o natal em família, todos juntos, e já faz muito tempo que não fazemos isso – passou a mão pelos cabelos da menina – Acho que a última vez foi antes de eu terminar o Ensino Médio e me mudar da cidade.

- Já faz tempo mesmo – se fingiu de espantada – Eu ainda nem tinha nascido nessa época.

- Por isso é muito importante para mim – a puxou para mais pero de si e deu um beijo no topo da sua cabeça – Vai ser divertido, eu prometo.

- Tudo bem – disse, por fim – Seria mais legal se em Mystic Falls nevasse.

- Não tem nada que possamos fazer quanto a isso – riu – Mas, quando voltarmos podemos fazer um boneco de neve juntos, com direito a nariz de cenoura, chapéu e cachecol. O que você acha?

- Adorei! — começou a dar pulinhos de alegria – Alguma vez eu já disse que você é o melhor pai do mundo?

- Na verdade não – colocou a mão no queixo, pensativo – Mas eu sei disso porque eu também tenho a melhor filha do mundo. O meu bebê.

- Não me chama de bebê – reclamou – Eu já tenho oito anos.

Você pode estar com 50 anos que ainda vai ser o meu bebê – comentou – Não se esqueça disso.

Foi nesse momento que o carro amarelo entrou na rua e parou bem em frente a casa.

- É o nosso táxi – Damon comentou – Giu, por que você não vai lá em cima chamar a sua mãe?

Ela concordou antes de entrar, correndo, no local. O homem saiu de dentro do veículo e foi em direção ao moreno.

- Damon Salvatore? — perguntou.

- Eu mesmo! — respondeu enquanto afirmava com a cabeça – Só preciso pegar as malas lá dentro, espere só um minuto.

No momento em que colocou os pés na sala encontrou Elena segurando uma das malas e caminhando na sua direção.

- O que a senhora pensa que está fazendo? — perguntou enquanto retirava o objeto de suas mãos e o colocava no chão – Eu disse para a Giu te chamar para irmos para o táxi, não para você carregar as malas.

- Mas essa nem está pesada – garantiu – Posso muito bem carregá-la até o lado de fora. Detesto me sentir uma inútil, e você sabe disso.

- Elena, será que você não entende – passou a mão pela barriga dela, que estava começando a ficar bem grande devido aos seis meses de gravidez – Quero que você e a nossa princesinha tenham todo o conforto do mundo até chegar a hora dela nascer.

Como a morena tinha voltado a estudar não pensaram em ter mais filhos logo no inicio do casamento. Há cerca de um ano, como ela já tinha terminado seu curso de extensão e estava estável no seu novo emprego, decidiram começar a tentar ter um outro bebê. Esperavam uma outra menina, que se chamaria Laura.

- Não preciso ser mimada, Damon – reclamou – Já passei por isso antes e ficou tudo bem. Tenho certeza de que está tudo certo.

- Mas eu quero te mimar e muito – colocou uma mecha de cabelos atrás da orelha dela – Quero que sempre se lembre que você, a Giu e a Laurinha são as coisas mais importantes da minha vida.

Colocou a mão sob a barriga dela e, no mesmo momento, pode sentir um pequeno chute naquela região.

- Você sentiu isso? — Elena não pode deixar de sorrir.

Claro, e sabe o que ela está dizendo? — perguntou, divertido – Obrigada, papai, por me proteger da minha mãe querendo carregar peso.

- Não é isso que ela está dizendo – o corrigiu – Ela está dizendo: não precisa se preocupar, papai, nós vamos ficar bem.

- De qualquer maneira não vou te deixar pegar peso – continuou – São ordens médicas, lembra.

- Quando a médica disse que eu não poderia pegar peso era só pelos primeiros meses, quando qualquer coisa pode causar um aborto espontâneo – explicou com calma – Mas agora não tem problema.

- Você sempre tem um argumento para tudo, não é? — passou a mão pelo rosto da esposa – É por isso que eu te amo tanto.

- Eu também te amo, Damon – deu um fraco sorriso – Nem acredito que demorei tanto tempo para perceber isso.

- Não vamos falar sobre isso agora – ficou fazendo movimentos circulares na bochecha dela – Vamos pensar somente no futuro.

Puxou Elena para mais perto de si e a beijou. Estavam tão distraídos nos lábios um do outro que nem perceberam o barulho de passos descendo a escada.

- Eca! — quando se separaram encontraram Giulia em pé no último degrau da escada e fazendo uma cara de nojo – Como vocês tem coragem de fazer isso sabendo que eu também estou em casa, é nojento.

- Você diz isso agora, minha filha – a morena comentou – Daqui alguns anos não vai mais achar tão nojento.

- De maneira nenhuma – Damon interferiu – Pode continuar a achando isso nojento, minha filha, você está completamente certa.

- Deixa de ser ciumento, Damon – deu alguns tapinhas nas costas do marido – Sabe que não vai conseguir controlar nenhuma das suas duas filhas.

- Não quero pensar nisso agora – tapou os ouvidos e fechou os olhos, em um gesto bem infantil.

- Não ligue para o que o seu pai diz, Giu – voltou a falar com a filha – Um dia você vai conhecer alguém que te faça muito feliz, como ele me faz.

- O que acha de nos apressarmos para levar essas malas? — sugeriu, mudando totalmente de assunto – Se continuarmos de conversa fiada vamos acabar perdendo o nosso voo.

Então, o moreno levou todas as malas para o lado de fora da casa e, logo, estavam dentro do táxi a caminho do aeroporto. Quando chegaram a Virgínia Beach, alugaram um carro para poderem ir até Mystic Falls. Já tinha escurecido quando entraram na cidade.

- Nós vamos ficar na casa do vovô ou da tia Jena? — Giulia, com a voz meio sonolenta, perguntou.

- Na casa do seu avô – foi a morena quem respondeu – Jeremy também está vindo para cá com a Anna e não teria espaço para todos nós na casa.

- Lá, por outro lado, tem espaço para todo mundo – o homem completou – Mesmo junto com Stefan e a Katherine aqui.

- Entendi – soltou um pequeno bocejo e se ajeitou melhor no banco de trás do veículo – Eu estou ficando com sono.

- Já estamos chegando, minha filha – Elena virou-se, rapidamente, para poder olhá-la – Só mais alguns minutinhos.

Como ela tinha dito, cinco minutos depois, estavam estacionando em frente a mansão Salvatore. Damon ajudou a esposa e a filha a se levantarem e caminharam em direção a porta. Tocou a campainha e logo Stefan atendeu.

- Irmãozinho! — fingiu estar surpreso por vê-los ali – Não esperava te encontrar aqui em Mystic Falls.

- Estávamos de passagem e decidimos vir até aqui – resolveu entrar na brincadeira também – Mas agora é sério, aonde está o papai.

- Foi até a cidade comprar algumas coisas – explicou – Disse que queria ter alguma coisa para preparar para o jantar quando vocês chegassem aqui.

- Comemos alguma coisa na lanchonete do aeroporto antes de pegar a estrada para Mystic Falls – o irmão mais velho falou – Acho que ninguém aqui está com fome, não é mesmo Elena?

- Sem dúvida – a morena concordou – Não aguento mais ver comida na minha frente.

Nesse momento surgiu de dentro da casa um menino que, apesar dos cabelos escuros iguais aos da mãe, era a cópia perfeita de Stefan. Antes de que ele pudesse dar mais um passo, o loiro o pegou no colo.

- Aonde é que você pensa que vai, mocinho? — o levantou para ficar na altura dos seus olhos, fazendo com que ficasse balançando as perninhas no ar.

- Anda, papai! — disse – Deixa eu anda, papai.

- Como ele está grande, Stefan – foi Elena quem comentou – Ainda me lembro daquele embrulhinho azul nos braços da Katherine quando fomos visitar vocês em Atlanta logo depois do nascimento dele.

- Sim, agora ele está enorme – estava com um pequeno sorriso enquanto jogava, de leve, o filho no ar – E também está dando muito trabalho.

Diferente do outro casal, Stefan e Katherine não pretendiam ter filhos tão cedo, mas durante um pequena viagem a Los Angeles acabaram se descuidando e ela ficou grávida, mas isso não os fez ficarem menos empolgados com a ideia de terem um bebê. Quando ficou sabendo da novidade, o homem não pensou duas vezes antes de pedi-la em casamento, foi uma cerimônia simples, já que nenhum dos dois queria algo muito elaborado. Além disso, foi só para formalizar, pois tinha ido morar juntos há alguns meses.

Agora, o pequeno Joseph estava com um ano e era a maior alegria não só dos pais, mas também de sua avó materna, que fazia questão de ir toda hora aos Estados Unidos para vê-lo.

- O que acha de entrarmos? – Stefan sugeriu, por fim – Está começando a esfriar, tenho certeza de que não estão querendo ficar aqui fora.

Então eles foram para dentro da casa e Damon fechou a porta da frente. No mesmo momento, avistaram Katherine descendo as escadas.

- Mamãe! — Joseph esticava os bracinhos e tentava pular do colo do pai.

- Vem aqui, meu bebê – o pegou fazendo com que ficasse bem próximo do seu corpo – Vou tentar colocá-lo para dormir, espero que consiga. Ele ainda está totalmente acordado por causa da viagem.

- Se você quiser eu posso fazer isso, Kath – o loiro sugeriu – Sabe que eu não me importo com isso.

- Não precisa – garantiu – Além disso, seu irmão acabou de chegar. Você não vai deixá-lo aqui sozinho, não é mesmo?

- Desculpe interromper a conversa – Damon interferiu – Mas nós não nos importamos se vocês dois forem lá para cima. Já somos de casa.

- De qualquer maneira, não preciso – devolveu o filho, de volta para o marido – Fica com ele um pouco enquanto eu vou preparar a mamadeira.

Então, a morena caminhou e direção a cozinha deixando os outros três ainda em pé na sala.

- Elena, não é melhor você se sentar ? — o loiro sugeriu – Você está me deixando nervoso ficando em pé com essa barriga enorme.

- Estou bem! — garantiu enquanto passava a mão pela barriga – Passei quase o dia inteiro sentada, primeiro no avião, depois no carro. É bom ficar um pouco em pé.

- Dessa vez eu tenho que concordar com o Stefan – o outro homem falou, em seguida – Ontem mesmo você estava reclamando que os seus pés estavam inchados e agora está querendo ficar em pé, de jeito nenhum.

- Agora, com quase 30 anos, eu arranjei uma babá – sentou-se no sofá e cruzou os braços como uma criança emburrada – Satisfeito, agora?

- Sim! — balançou a cabeça afirmativamente.

Giulia se sentou ao lado da mãe e começou a fazer carinho na barriga dela, como sempre fazia depois do jantar. Adorava sentir a irmãzinha se mexer e chutar.

- Por que a Laura não está se mexendo agora, mamãe? — perguntou, se sentindo um pouco frustrada.

- Ela está dormindo, minha filha, bebês também fazem isso antes de nascer – explicou – Você queria que ela ficasse me chutando o dia inteiro, era isso?

- Claro que não – riu levemente – Pelo jeito ela está tão cansada da nossa viagem quanto eu.

- Isso me lembra que preciso pegar as nossas malas dentro do carro – Damon lembrou – Daqui a pouco vocês duas vão querer dormir e não vão ter roupas para trocar.

No momento em que ele saiu pela porta da frente, Stefan se sentou no sofá bem em frente a cunhada. Estava ficando com o braço cansado por estar segurando o filho.

- Agora me diga, Elena – começou a falar, em seguida – Como é que está indo o seu trabalho?

- Está tudo as mil maravilhas – disse sem conseguir deixar de sorrir – Sempre quis trabalhar com biologia marinha e isso está sendo um sonho realizado.

- Fico feliz com isso – continuou – Sei que não nos vimos muito desde que você e o Damon se mudaram para Nova York, mas fico feliz que você está feliz.

- Você também parece feliz – comentou – Quero dizer, não só pelo restaurante, eu fiquei sabendo que está fazendo um enorme sucesso. Mas você também está feliz com a Katherine.

- Eu amo muito a Kath – garantiu – E também amo o Joseph, esses dois são a minha vida.

- Acho que as coisas deram certo para nós dois – completou – Apesar de tudo que aconteceu.

- Sim – concordou com a cabeça – E sabe, Elena, já que as coisas não deram certo para nós dois, me sinto mais confortável sabendo que você está com o meu irmão. Sei muito bem que ele te ama o suficiente para respeitar, mas se ele fizer alguma coisa, posso quebrar a cara dele.

- Elena começou a rir. Foi nesse momento que a outra morena voltou do comodo ao lado, trazendo uma mamadeira na mão.

- Deixa eu levar esse garotinho lá para cima e dar a mamadeira dele – pegou, novamente, Joseph no colo – Assim ele fica bem relaxado e dorme mais rápido.

- Não, mamãe – reclamou, mas dava para ver que ele estava começando a ficar com sono.

- Vamos sim – deu um beijo no topo da cabeça do filho – Giu, por que você não vem também? Seu avô já deixou o quarto em que você vai dormir pronto.

- Eu vou sim – levantou com uma certa dificuldade, pois já estava quase dormindo – Boa noite mãe! Boa noite, tio Stefan – aproximou-se do loiro e deu um beijo em sua bochecha antes de começar a caminhar em direção as escadas.

Depois que Katherine anunciou sua gravidez para toda a família, Elena teve uma pequena conversa com a sua filha. Disse que, apesar dela já está acostumada a chamar o Stefan de pai, o novo bebê poderia achar isso um pouco estranho e ela deveria começar a chamá-lo de tio. Giulia demorou um pouco para se adaptar a isso, mas agora já achava bem natural.

Os dois continuaram a conversar sobre várias coisas que estavam acontecendo na sua vida naquele momento enquanto Damon começava a subir com as malas para o andar de cima da casa. Quando ele terminou, se sentou ao lado da esposa.

- A Giu já vestiu o pijama – avisou – Disse que queria ver a Katherine colocar o Joseph para dormir e vai se deitar também.

- Tenho que admitir que essa viajem também me deixou bem cansada – deitou a cabeça no ombro do moreno.

- Se você quiser pode ir deitar também – avisou – As nossas coisas já estão lá em cima.

- Quero esperar o seu pai chegar para poder falar com ele – explicou – Seria muita falta de educação se eu não fizesse isso.

- Ele não vai se importar com isso – garantiu – Meu pai sabe que você está grávida e que sente muito sono por causa disso.

- Mas eu faço questão – levantou-se para poder olhá-lo melhor – E, por favor, não queira discutir comigo. Eu estou grávida e com os hormônios totalmente descontrolados.

- Tudo bem – levantou os braços em sinal de rendição – Não está mais aqui quem falou.

Não demorou muito para Katherine voltar do andar de cima da casa. Ela suspirou cansada enquanto se largava no sofá.

- Finalmente consegui fazê-lo dormir – comentou com o marido – Ele relutou muito dessa vez.

- Ele estava mesmo muito agitado – falou – Acho que é muita informação nova para ele.

- A Giu foi uma fofa querendo me ajudar com ele – virou-se para o outro casal – Ela me disse que vai te ajudar muito quando a irmãzinha nascer.

- Eu disse que vou precisar muito da ajuda dela com a Laura – Elena explicou – Li que é a melhor maneira dela não sentir ciúmes do novo bebê.

- É mesmo uma ótima maneira – a outra concordou – E, parece que ela está aceitando muito bem.

- Nós estamos deixando ela participar de tudo: ajudou a comprar os móveis para fazermos o quartinho do bebê, também escolheu algumas roupinhas, a consultamos quando começamos a pensar em um nome e até levei ela quando fui fazer uma ultra para poder escutar o coração da irmã – falou – É uma boa dica para vocês dois quando forem ter um outro bebê.

- É claro que queremos ter outro bebê, dessa vez uma menininha – Katherine riu enquanto olhava para o marido – Mas acho que ainda está muito cedo, o Joseph já me dá trabalho o suficiente e ter dois filhos com uma diferença tão pequena de idade, eu vou enlouquecer. A diferença que vocês deram da Giu para a Laura me parece perfeito.

- Não vamos demorar tanto tempo assim para ter um bebê – Stefan interferiu – Eu e Damon temos um pouco mais de um ano de diferença de um para o outro e nosso pai não enlouqueceu para cuidar de nós dois.

- Tudo bem, não precisa ser oito anos de diferença, mas o que você acha da diferença de idade que eu tenho para o meu irmão? — sugeriu – Ele é cinco anos mais velho que eu, nunca tivemos nenhum tipo de problema por causa disso.

- Acho que me parece uma ideia perfeita – deu um selinho bem rápido nela – Cinco anos de diferença então.

- Nossa Laurinha ainda nem nasceu e já estamos planejando o próximo – Damon segurou a mão da morena – E dessa vez vai ser um menino.

- Eu não ficaria tão confiante assim nisso, senhor Salvatore – se virou para poder olhá-lo melhor – Podemos ter uma terceira menina e você sabe disso.

- Tudo bem – deu de ombros – Se for uma outra menina tentamos uma quarta vez, depois uma quinta, uma sexta, até nascer um menino.

- Vai sonhando com isso – revirou os olhos – Três é o meu limite, talvez quatro, mas só se você conseguir me convencer com jeitinho.

Foi nesse momento que ouviram o barulho de chave na porta da frente. Todos se viram a tempo de ver Giusepe Salvatore entrando cheio de sacolas na mão.

- Desculpem a demora, o mercado estava lotado – avisou – Damon! Elena! Aonde é que está a Giu?

- Ela não aguentou esperar e já foi dormir – o moreno avisou.

- Bom, parece que só vou falar com ela amanhã – deu de ombros – Vou até a cozinha guardar essas coisas e vão preparar alguma coisa para gente comer.

- Não precisa pai! — Damon voltou a falar – Acho que ninguém aqui está com fome, não é mesmo?

- Deixem de bobagens, eu faço questão – avisou – Não demoro muito.

Ele preparou alguns sanduíches e todos foram para a mesa da cozinha para comer. Depois disso foram dormir, amanhã seria um novo dia e todos poderiam aproveitar juntos, como nos velhos tempos.

Fim

Notas finais
Bom gnt, agora não tem mais jeito, a fic chegou mesmo ao fim.
Quero vocês saibam que eu gostei muito de escrever essa história, espero que vocês também tenham gostado de lê-la.
Não sei se muitos de vocês estão sabendo, mas já comecei a postar uma fic nova, o nome dela é Recomeçar, ela é totalmente Stelena (embora tenham algumas cenas Steferine, mas são só no começo). Espero que vocês possam ir até lá lê-la.
Aqui está o link: https://www.fanfiction.com.br/historia/223806/Recomecar
Uma última coisa, eu tinha dito que ia colocar o resumo da minha fic Steferine no capítulo anterior, mas esqueci completamente na hora em que fui postar (isso que dar ficar escrevendo até as duas horas da manhã kkkkkkkkkk) e eu coloquei no meu perfil, mas, caso nem todos tenham visto, vou colocar aqui também.
- Paixão arrebatadora (Steferine)
Kahterine é uma mãe solteira que luta para fazer sua faculdade de jornalismo e para dar um futuro melhor a sua filha.
Stefan é um médico que foi traído pela única mulher que realmente amou.
Duas pessoas completamente diferente, mas quando se encontrarem sentiram uma atração mútua, o que os fará viver uma paixão arrebatadora. Mas será que estarão dipostos a compartilhar uma vida juntos em nome de todo esse amor?
Caso vocês se interessem, também coloquei o resumo de alguns outro projetos de fic que eu pretendo postar me breve.
É isso, agora vocês comentam.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!