Secrets

4 Capítulo 3 - A primeira descoberta


Já passava da meia-noite quando Stefan chegou em casa. As luzes da sala estavam apagadas e não tinha ninguém por perto, concluiu que todos já estavam dormindo.

Entrou no seu quarto com todo o cuidado do mundo para não acordar a esposa. Mas não adiantou nada, Elena se mexeu e abriu os olhos.

- Stefan! — ela disse com a voz bem sonolenta – Você acabou de chegar? Que horas são?

- Já está bem tarde – deu um beijo no topo da cabeça dela – Volte a dormir, meu amor. Vou trocar de roupa e já vou me deitar também.

- Como é que estão as coisas lá não restaurante? — ela se sentou e esfregou os olhos – Vai ficar tudo pronto para o jantar de inauguração?

- Ainda tem muita coisa para fazer – sentou-se na ponta da cama e abriu o primeiro botão de sua camisa – Mas vai estar tudo pronto para a semana que vem.

- Você está trabalhando tanto para esse restaurante dar certo – a mulher se ajoelhou para poder abraçá-lo e colocou o queixo sob o ombro dele – Tenho certeza de que vai ser um grande sucesso.

- Assim eu espero – deu um longo suspiro – Sabe, tenho trabalhado tanto que mal posso esperar para inaugurar logo esse restaurante e poder descansar.

- Bom, quanto a isso, podemos resolver agora mesmo – o empurrou deitando por cima do marido, aproximou os lábios dos do marido – Eu posso te relaxar agora mesmo.

- Acho que vou aceitar o seu convite – deu um fraco sorriso e a mordeu no queixo – Tenho certeza que vou me sentir bem melhor depois disso.

- Mas eu posso te ajudar a relaxar um outro dia – sugeriu, fingindo estar pensativa – Isso se você estiver cansado ou com sono. Vou entender perfeitamente.

- Nem pensar, senhora Salvatore – se virou, ficando, então, por cima de Elena – Nunca me senti tão acordado.

Encurta a distancia entre os dois e a beija. Começaram apenas com alguns selinhos, mas logo foram aprofundando o contato. Precisaram se separar, alguns minutos depois, pois precisavam de ar.

- Eu adoro quando você me chama assim – passou a mão pelo rosto do marido – Sei que já faz quase cinco anos que nos casamos, mas até hoje eu não acredito.

- Fui eu quem não acreditou quando você aceitou casar comigo -ele estava sorrindo – Desde o momento em que te conheci imaginei esse momento, mas achei que nunca fosse acontecer.

- Até parece que você pensou isso quando me conheceu – revirou os olhos – Devo ter parecido uma idiota esbarrando em você e derrubando todos os livros que estavam na minha mão.

- Quer saber mesmo o que foi que passou na minha cabeça no momento e que olhei pela primeira vez? — Elena balançou a cabela afirmativamente em resposta – Eu pensei que estava conhecendo a mulher mais maravilhosa do mundo naquele momento.

- Eu nunca fui maravilhosa dessa jeito que você está falando – fez uma careta – Ainda mais naquela época. Era só aquela garota triste que tinha perdido os pais.

- Tudo bem, confesso que não foi a melhor época em que nos conhecemos, mas você se subestima demais – completou – Quer que eu faça uma lista dos caras da Mystic Falls High School que só estavam esperando eu vacilar para correrem atrás de você?

- É mentira sua -respondeu – Fora o Matt, que nunca aceitou o fim do nosso namoro, não tinha mais ninguém de olho em mim.

- Então vamos em ordem alfabética – colocou a mão no queixo, fingindo estar pensativo.

- Tudo bem, Stefan, esquece – colocou as mãos sob os dois ombros dele – Mesmo que toda a população masculina de Mystic Falls estivesse interessada em mim, saiba que você não tinha concorrentes e continua não tendo.

O puxou para mais perto o beijou novamente. Se afastou alguns segundos depois e mordeu o lábio inferior do marido.

- Mas quero que saiba de mais uma coisa, você continua tão linda quanto no dia em que nos conhecemos – completou- Talvez até mais linda do que era naquela época.

- E continua mentindo para mim – se fingiu de brava – Já se passaram nove anos e muita coisa mudou. Sem contar que quando se tem filhos nada volta a ser o mesmo.

- Tudo bem, Elena, vou parar de te fazer elogios – disse, por fim – Só uma coisa eu tenho total certeza. Você ainda me deixa louco como da primeira vez.

Seus lábios se juntaram, mais uma vez, Stefan colocou a mão por debaixo da blusa do pijama da morena, enquanto ela terminava de abrir os botões da sua camisa. Foi nesse momento que ouviram a porta se abrindo e se separaram na mesma hora.

- Mãe! Pai! — ouviram a voz manhosa de Giulia e reviraram os olhos ao mesmo tempo. Tinham se esquecido de trancar a porta.

A menina estava segurando a boneca que tinha ganhado de Caroline no seu última aniversário com um das mãos e, com a outra, coçava os olhos. Parecia bem sonolenta.

- O que foi, minha pequena? — Stefan caminhou em direção a filha e pegou no colo – Você acabou de acordar?

- Não consigo dormir – deitou a cabeça no peito do pai.

- Por que você não volta para o seu quarto e fecha os olhinhos? — sugeriu – Tenho certeza de que vai dormir bem rapidinho.

- Tem muito barulho lá – explicou – Acho que vem lá do quarto do tio Damon, parece que quebrou alguma coisa.

Viu que Elena estava revirando os olhos. Os dois sabiam, muito bem, o que estava acontecendo.

- O que ele está fazendo lá? — Giulia pergunta por fim. O homem ficou em silêncio por alguns segundos sem saber o que dizer.

- Eles estão só brincando, Giu – foi a morena que respondeu – Ás vezes os adultos gostam de brincar no quarto de noite.

- Adultos são tão estranhos – ela comentou quando Stefan a colocou sentada na cama – Você e papai também brincam que nem o tio Damon?

O rosto da mulher estava extremamente vermelho nesse momento. Ficou encarando a colcha.

- Quando se tem filhos as prioridades mudam, Giu – Stefan explicou calmamente – Então não brincamos com tanta frequência.

- Posso dormir aqui com vocês? — mudou de assunto – Não vou conseguir dormir lá dentro.

Eles acabaram deixando que a menina passasse a noite lá. Giulia deitou junto com a mãe enquanto o homem ia até o banheiro trocar de roupa de escovar os dentes.

Acordou, como sempre, com o despertador tocando, apesar de ser sábado, teria que ir ao restaurante . Levantou-se, foi ao banheiro e trocou de roupa antes de ir para o andar debaixo.

- Bom dia, irmãozinho – Damon apareceu alguns minutos depois – Nem vi quando você chegou ontem.

- Cheguei bem tarde – explicou – Mas hoje devo chegar mais cedo. É sábado e todos merecem descanso.

- É verdade – concordou enquanto se sentava em uma das cadeiras em frente a bancada.

- Estou fazendo panquecas para o café da manhã – avisou – Vai querer algumas também?

- Vou querer sim – disse, parecendo bem animado – Faz tanto tempo que não como as panquecas com a receita especial dos Salvatore.

Quando ele já tinha terminado de preparar as panquecas, Elena apareceu. Acenou para o cunhado antes de ir beijar o marido.

- Elena, eu preciso ir agora – avisou – Quanto mais cedo eu chegar ao restaurante, mais cedo eu volto.

- Tudo bem – deu de ombros – Não demora muito. Quem sabe a gente consegue assistir a um filme.

No momento em que ele saiu pela porta, a morena foi até a geladeira e pegando algumas laranjas para poder fazer um suco.

- Então – começou a falar se virando para o Damon – Fiquei sabendo que você e a Rebekah e divertiram muito ontem a noite.

- Isso significa que nosso barulho atrapalhou você e o Stefan? — estava com um sorriso malicioso – Eu pediria desculpas, mas ainda me lembro de quando o meu quarto ficava embaixo do de Stefan. Acredite, só estou retribuindo.

- Não fomos nós que escutamos vocês e sim a Giu – explicou – Ela foi dormir no nosso quarto pois estava muito barulho no dela.

- Então quer dizer que isso atrapalhou vocês dois de fazerem a mesma coisa que eu e Rebekah – fingiu estar pensativo – Agora eu entendo o seu mal humor, cunhadinha.

- Não é isso – continuou, sem consegui esconder o quanto o seu rosto está vermelho – Só não quero que você traumatize a minha filha.

- Você quer dizer, nossa filha – respondeu – Isso mesmo, Elena. Não importa que o nome do Stefan, ela ainda é minha filha.

- Damon, por favor – ela revirou os olhos – Você não vai voltar a falar sobre isso agora, não é mesmo.

- Não pretendo falar nada, não se preocupe com isso – garantiu – Só queria que você se lembrasse disso.

- Não tem como eu me esquecer disso – suspirou pesadamente – Por mais que eu queira.

- E eu sei que a Giu está crescendo saudável e maravilhosa – continuou, sem prestar atenção no que ela tinha acabado de falar – E vai ser uma mulher incrível, tudo graças a você e ao Stefan. Não sei se conseguiria fazer isso tão bem quanto vocês dois.

- Iria conseguir sim – garantiu – Ela é sua filha e saberia lidar com ela da mesma maneira que eu e Stefan.

Então ela voltou a preparar o suco em silêncio. O que eles não sabiam é que Rebekah estava ali ouvindo a conversa dos dois na porta da cozinha.

- Oi,tia Rebekah – tomou um susto ao ver Giulia parada aonde seu lado – O que está fazendo ai parada.

Foi então que ela conseguiu perceber o quanto a menina era parecida com Damon. O formato do rosto, do olho e o nariz eram da mãe; mas a cor dos olhos e o contorno dos lábios eram muito iguais aos dele. Não sabe como ninguém, até agora, não tinha percebido isso.

- Não é nada – respondeu, por fim – Por que você não vai até a cozinha enquanto eu vou até o meu quarto pegar uma coisa que esqueci.

- Tudo bem – concordou com a cabeça antes de entrar no outro aposento.

Os dois se viraram assim que Giulia entrou no local. Ela se sentou ao lado do tio antes de pegar a primeira panqueca.

- Toma o seu suco de laranja – Elena colocou o copo na frente da menina, que fez uma careta – Você precisa beber tudo, tem muita vitamina e é bom para o crescimento.

- Sua mãe tem razão – o moreno disse – Quando eu tinha a sua idade tomava muito suco de laranja. Por isso sou assim: lindo, forte e irresistível.

- Está bem – pegou o copo e tomou um gole – Vou tomar todo esse suco, está bem, mamãe.

- É assim que se fala – ela pareceu satisfeita – E sabe de uma coisa? Preciso ir ao zoológico entregar uns papeis que trouxe para casa ontem. O que acha de ir comigo?

- Oba! — disse bem animada – Vou poder ir ver eles irem alimentar os animais que tem lá.

- Claro que sim – garantiu – Talvez você possa ver até os que ainda não estão na área do público.

- Legal! — completou.

- Então parece que vou ficar aqui sozinho – fingiu-se de triste – Mas não precisam se preocupar comigo. Vou ficar aqui assistindo algum filme na televisão.

- A tia Rebekah vai estar aqui também – a menina lembrou – Vocês podem brincar de novo, que nem ontem de noite.

Damon não entendeu nada do que ela falou. Mas quando viu que a cunhada tinha virado, evitando olhá-lo.

- Não sei se vou querer brincar – deu de ombros – Estou um pouco cansado hoje, ainda deve ser o efeito da viagem.

- Termine o seu café rápido e vai trocar de roupas – a morena avisou – Temos que sair bem cedo.

- Pode deixar – concordou antes de comer mais um pedaço de panqueca.

Menos de uma hora Elena e Giulia saíram de casa. O moreno decidiu ir para sala ver televisão, começou a mudar de canal até achar um filme que gostasse.

Não tinha visto Rebekah ainda e imaginou que ela ainda estivesse dormindo. Se ela não aparecesse até a hora do almoço, iria até o quarto chamá-la.

- Damon! — virou-se a encontrou descendo as escadas.

- Oi Rebekah – acenou para ela – Pensei que fosse dormir o resto do dia. Ainda tem panquecas na cozinha se quiser comer.

- Não estou com fome, na verdade – da de ombros antes de se sentar ao lado do namorado – Por que você não me contar a verdade?

- Verdade? — a olhou em dúvida – Do que você está falando Rebekah? Não tem verdade nenhuma para falar.

- Estou falando a verdade a respeito da Giulia – continuou – Por que não me contou que ela era sua filha.

Damon ficou sem ação por alguns segundos, apenas abriu e fechou a boca algumas vezes. Será mesmo que ela tinha escutado alguma coisa? Ou simplesmente está falando isso para que ele contasse a verdade? Não podia arriscar falar alguma coisa e revelar aquele segredo.

- Não sei do que você está falando, Rebekah – deu de ombros, fingindo que ela estava maluca – Você sabe que a Giu é filha do Stefan, meu irmão caçula. Portando, é minha sobrinha.

- Ouvi você e a Elena conversando mais cedo na cozinha, nem adianta mentir sobre isso também – estava com um sorriso vitorioso – Vocês deveriam tomar mais cuidado quando conversam sobre isso. Imagina se o Stefan esquece alguma coisa e ouve a conversa de vocês?

- Tudo bem, não tem mais como mentir para você – disse, por fim – A Giu é minha filha sim. Mas o Stefan criou ela e é isso que importa.

- Não parecia que era isso que estava conversando com a Elena – continuou – Lembre-se que tem mais uma pessoa que pode contar isso para o Stefan.

- Você não teria coragem de fazer isso – gritou mais alto do que estava planejando – Só está dizendo isso para me deixar nervoso.

- Não duvide de mim, Damon querido – deu de ombros – Sabe, o Stefan tem sido tão legal me hospedando aqui. Não me sinto bem estando aqui escondendo uma coisa assim dele.

- E acha mesmo que ele vai acreditar? — riu ironicamente – E quem você acreditaria? Em alguém que acabou de conhecer ou no seu irmão e na sua esposa.

- Pode até não acreditar de primeira, mas a dúvida vai ficar no ar – explicou – E um simples teste de DNA vai confirmar o que eu falar.

- Por que você está fazendo isso, Rebekah? — a segurou pelo ombro e começou a sacudi-la – Você quer ferrar a minha vida tanto assim?

- Não é isso – não conseguiu encará-lo nesse momento – Vejo como você olha para ela e também como ela te olha.

- Acho que você está mesmo alucinando – coloca a mão na testa da loira – Não está acontecendo nada entre mim e a Elena.

- Mas já aconteceu – lembrou – Afinal, essa menina não foi feita com a força do pensamento. Chego até a imaginar que vocês o enganavam meses antes da gravidez e depois também.

- Tudo bem, aconteceu alguma coisa entre eu e a Elena – suspirou pesadamente, não conseguiu acreditar que isso estava acontecendo – Mas nós não enganamos o Stefan em momento nenhum, as coisas não foram assim.

Quando terminou de falar colocou as mãos no rosto de Rebekah, fazendo com que o olhasse.

- Percebi que você não gostou da Elena desde ontem quando a conheceu – a olhava nos olhos – Por que tem tanta raiva dela? Você nem conhecem a Elena.

- Por que você a ama. Desconfiei disso quando te vi conversando com ela e agora tenho total certeza – uma lágrima escapou dos seus olhos – Você teve um bebê com ela, coisa que não quer ter comigo.

Ele não tem o que argumentar. Amava mesmo Elena e não fazia questão de disfarçar isso para ninguém.

- Não posso mais ficar junto com você – ela disse, por fim – É óbvio que você nunca gostou de mim. Nem tem porque continuar com esse relacionamento que não vai levar a nada.

- Por mim tudo bem – deu de ombros, parecendo indiferente – Finalmente concordamos em alguma coisa.

- E não precisa se preocupar, não vou falar nada – garantiu – Estou indo lá para cima arrumar as minhas coisas. Quero voltar hoje mesmo para Nova York.

Quando a loira diz que está indo embora, com a mala na mão, Damon nem ao menos se despede. Foi ela quem provocou tudo isso, ninguém mandou ameaçá-lo, ainda mais envolvendo Giulia.

Continuou assistindo televisão até que as duas voltaram um pouco depois do almoço.

- Oi tio Damon – pulou no sofá ao seu lado – Foi tão legal lá no zoológico, você devia ter ido.

- Quem sabe da próxima vez – avisou – Mas agora me fala, você viu muitos animais legais lá.

- Sim – balançou a cabeça afirmativamente – Tem tantos animais legais lá. Quero sempre ver todos eles.

- Vou te levar um dia ao zoológico de Nova York – avisou – É maior que o daqui e tem muito mais animais.

- Aonde está a Rebekah? — Elena decidiu perguntar – Não a vi o dia inteiro hoje.

- Ela foi embora – disse como se fosse a coisa mais natural do mundo – Nós dois tivemos uma pequena discussão e terminamos.

- Terminaram! — a mulher ficou muito chocada ao ouvir isso — E como é que você está se sentindo com tudo isso.

- Normal – deu de ombros – Não há motivos para ficar triste por causa de uma mulher. Elas são que nem biscoito, vai uma e vem dezoito.

- Damon! — o reprimiu – Não é para falar essas coisas perto da Giu. Não quero que ela cresça achando que os homens podem tratar as mulheres como objetos.

- E ela sabe disso, não é mesmo Giu? — a puxou para mais perto de si – Se algum garoto quiser se aproveitar de você desse jeito, é só falar comigo que eu quebro a cara dele.

- Como você é contraditório, Damon – a morena revirou os olhos – Giu, por que você não vai lá para cima, um pouco?

- Tudo bem – se levantou do sofá – Vou fazer desenho de um bichinho que eu vi hoje. E te dou de presente, tio Damon.

- Mal posso esperar – respondeu.

Viram a menina subir as escadas rapidamente, até que ela desapareceu no andar de cima.

- Você está bem mesmo? — ela perguntou um pouco incerta – Terminar um namoro nunca é fácil.

- Já disse que estou bem – garantiu – Ela ficava tentando me mudar e mudando o meu jeito de ser. E eu não posso admitir isso.

A morena ficou em silêncio. Pelo jeito não adiantava falar nada com ela, mesmo que estivesse sofrendo, nunca admitiria.

- Somente uma mulher pode tentar me mudar – completou – E ela tem 4 anos e meio metro de altura – esse comentário fez com que Elena sorrisse – Talvez a mãe dela também possa, mas isso depende dela.

- Acho que vou logo dar banho na Giu – caminhou em direção a escada, estava se sentindo desconfortável ficando ali sozinha com o cunhado — Se não ela vai ficar com preguiça mais tarde.

Estava de costas para Damon ciente de que ele a estava olhando.

Notas finais
Ta ai mais um capitulo.
E um momentinho Stelena só para compensar o momento Dalena do outro cap. Era para ser menor, mas decidi aumentar um pouco o momento Stelena.
Minha ideia original era eles não serem casados, só morando juntos, mas ai resolvi colocar eles casados mesmo.
E a Rebekah descobriu tudo; Será que mais alguém vai descobrir antes do Stefan?
E só mais uma coisa, já decidi com quem a Elena fica no final, mas não vou falar quem é, só no final kkkkkkkkkk.
Agora vocês comentam. Devo postar quinta ou sexta.