Notas iniciais
Olá, sou nova no site mas adoro escrever. Essa história foi baseda no Jardim Secreto, mas como não tem nenhum jardim resolvi chamar somente de Secreto. Os nomes da história são baseados nos clássicos de Jane Austen pois não tenho imaginação para criar nomes. Os erros ortográficos estão presentes, mas se tiver algum erro absurdo me mandem algum comentário que eu concerto. O livro é basedo em outra época então se eu escrevi alguma coisa que ainda não existia me desculpem, podem mandar comentários que eu mudo também.
O primeiro cap, é o prólogo, e se vocês gostarem estarei escrevendo um cap por semana.
Obrigada a todos por estarem tentanto ler minha história.
Me perguntava se demoraria muito mais. Sabia que a viagem era longa, mas não queria acreditar que demoraria ainda mais. Suspirei, mas olhei para o Sr. Colin,

dormindo de uma forma não muito confortavel, no banco da carruagem, à minha frente. Ele foi realmente gentil de se propor a me acompanhar, talvez fosse apenas pelo

dinheiro, mas eu não ligava, era bom ter uma companhia. Olhei de novo para fora da janela, o céu ia clareando aos poucos, porém as nuvens já estavam se formando.

Sr. Colin me contou sobre isso, aqui chovia muito, muito mesmo. De repente a carruagem deu um solavanco, e Sr. Colin acordou desespererado.

-O que houve? — pergutou ele, dirigindo-se à mim. Dei de ombros, mas olhei para fora outra vez. O cocheiro continuou andando mais um pouco depois disso, e depois parou

por completo. Olhei a janela novamente, mas tinha parado do lado onde só se via o jardim descuidado que continha na frente da casa. Esperei que o cocheiro saisse de

seu posto, em seguida ele abriu a porta . Saltei da carruagem, e dei a volta, assim a primeira visão foi de absoluto espanto. A casa era uma das mais antigas, talvez a

mais antiga que tivera visto em toda minha vida, a pintura, antes bela, agora estava desbotada, e a umidade escureceu-as ainda mais, por mais que tivesse muitas janelas,

pouquissimas estavam abertas, a maioria estava bloqueada por pesadas cortinas. Era enorme, não havia como negar, dois andares, mas com uma largura excessiva que

escondia grande parte do terreno atrás.

-Vamos? — pergutou Sr. Colin, no gesto mais amistoso possivel. O cocheiro vinha logo atrás trazendo minhas malas. Sr. Colin bateu na porta, que foi logo aberta por uma

mulher com rugas, cabelos cinzentos, e uma roupa preta que cobria seu pescoço, braços, e ia até o chão que encarou todos nós. — Olá. — disse

o Sr. Colin, parecendo um pouco perplexo, mas querendo demostrar confiança — Sou o Sr. Colin — disse ele esticado o braço para que a senhora apertasse sua mão, ela o olhou

primeiramente e, claramete contra sua vontade, esticou seu braço também, eles tiveram um breve aperto de maõs. — Vim aqui trazer a senhorita Thorpe. — Disse ele olhando

para mim — Ela vai ficar hospedada aqui — continuou ele quando a senhora não fez nenhum comentário. — Já está tudo certo quanto ao direitos legais, conversei tudo com

o senhor Woodhouse, e aqui — ele começou a apalpar o bolso interno de seu paletó, finalmente quando achou dois envelopes os esticou para a senhora, que os pegou de má

vontade — Está uma cópia do que concordamos em proporcionar a Sra. Thorpe, e o endereço da carta que mandarei todos os meses com a pensão. Este endereço também poderá

ser ultilizado para qualquer contato ou dúvida. Bom — disse ele suspirando — Acho que isso é tudo.

A senhora finalmente demostrou sinal de vida, com um suspiro disse:

-Sou a Sra. Mary Williams, sou a responsavel por Emma Thorpe, quando o Sr. Woodhouse está fora de casa, como hoje por exemplo. Mas assim que chegar entregarei a carta

à ele. Aceita uma xícara de chá antes de ir? — perguntou ela de má vontade

-Não, por favor, não quero incomodar, além disso tenho que voltar logo à Londres, tenho outros casos a resolver. — O Sr. Colin virou para Emma e lhe entregou um pedaço

de papel — Aqui está uma cópia do endereço Emma, se quiser me contatar é só me mandar uma carta. — Dava para perceber que estava sem graça, o Sr. Colin por ser um

advogado, ou por ser somente isso como vínculo da família não sabia o que dizer, por fim desejou um boa sorte, e entrou novamente na carruagem, o cocheiro colocou as malas

no chão do rall de entrada, e também partiu, voltando ao seu posto, e conduzindo a carruagem para longe dali.

-Queira me acompanhar Sra. Thorpe. — mandou Sra. Williams. Emma, sem questionar a seguiu, já conscientizada de que aquela seria uma experiência horrivel.