Secret paradise
3 Decisões
Notas iniciais

• Decisões •
Resto do bando
– Oeeeeeeeeee, Robin voltamos! Sanjiiii comida!! — o barulhento capitão adentra o Sunny, juntamente com restante do bando. — Robinnnnnnnnn?
– Capitão-san, estamos aqui em cima! — uma cópia de Robin surge no chão a frente de Luffy. — Sanji não está com vocês?
– Não...Zoro está com você ae? — Luffy cutuca o nariz.
– Zoro-san, sim. Notícias de Nami e Trafalgar?
– Eles não voltaram aqui ainda? — Luffy estava surpreso pelo sumiço de ambos.
– Não. Acredito que devemos procurá-los. O Cook-san também.
– Será que eles não estão na cidade Robin? — Ussop falava pensativo.
– Há sempre uma possibilidade.
– Eles devem estar curtindo as festividades na cidade. E a Nami está suuuuperrrr bem acompanhada! O shichibukai pode protege-la.
– Tem razão Franky. Podemos deixar amanhecer e caso eles ainda não tenham voltado, vamos atrás deles. — Robin sugere.
– Yosh! Mas preciso do Sanji! Quero comidaaa...
– Estou aqui, Luffy. — Sanji sobe ao navio acendendo um cigarro. — Não gosto da ideia de deixar Nami-swan junto daquele shichibukai, mas não temos muitas opções...
– Cook-san, descobriu de quem era o grito?
– Não Robin-chan... O rastro e os gritos cessaram.
–Humm.. Estranho. Vou continuar minha vigia. — o clone se desfaz.
– Sanji, COMIDA!!!!
Nami e Law
– Você é simplesmente a mais linda, Nami-ya... — Law estava agora abraçado com a ruiva, ambos despidos e ofegantes. Nami estava um pouco corada e tanto seu corpo quanto o do cirurgião estavam suados e cansados. Mas ela ainda podia se lembrar daquela sensação tão única e maravilhosa que a preencheu naquele momento... O shichibukai era tudo que ocupava sua mente e coração, ele havia tocado sua alma.
– Heh... Law...e a partir de agora...- ela estava um pouco preocupada de como seria.
– Quer mesmo pensar nisso?
– Claro!
– Certo. — ele se vira, beijando o topo da cabeleira ruiva — você é viciante. Vou precisar de seu toque diário, então o que sugere? — ele apoia seu queixo no topo da cabeça dela.
– Não sei como eles vão reagir...se vão concordar...Luffy, não tenho certeza de como vai reagir..
– Se mugiwara-ya não aceitar bem, posso resolver te levando para minha tripulação...me resolveria um problema gigante. — ele sorri malicioso.
– Idiota! — ela dá um leve tapa na barriga delineada do moreno — Não vou deixar Luffy! Sou a navegadora dele!
– Falando dessa maneira Nami-ya, fico com inveja dele.... — um certo ciúme fisga o cirurgião
– O capitão da tripulação dos piratas do coração com ciúmes de uma mugiawara? Heh, agora que devo ficar lisonjeada? — ela morde a barriga ali exposta, se levanta correndo em direção a água. — Hey, acha que aguenta se levantar? — ela dá uma piscadela e mostrando a língua fica ali parada perto da parte rasa do lago.
– Devo me preocupar com ele? — ele se levanta devagar- Dessa vez você não vai fugir! — ele corre em direção a ruiva e a pegando no colo pula na água. Estava gelada, mas para ambos estava deliciosa, o calor de seus corpos os mantinham bem.
Eles permanecem um tempo sem dizer mais nada, só brincando ali no lago. Eles voltam para a grama e se vestem, deitando-se, exaustos. Nami se acomoda no peito do shichibukai e adormece. Law fica ali acariciando as longas mechas ruivas, tão macias e cheirosas...Ele vela o sono da ruiva. Dormindo ela era tão angelical, meiga, simplesmente perfeita. não a deixaria nunca mais. Precisaria daquele sorriso todos os dias.
No Sunny...
– Luffy, vejo duas silhuetas saindo da floresta!! — O atirador do bando gritava do topo do mastro, onde fazia vigia — São eles!!!! — ele desce rapidamente para centro do barco.
– Ooooeeeee Namiiiii, Taaraoooo! — Luffy estava com um sorriso enorme ao saber que sua amiga estava de volta e Law também.
– Luffyy!! — Nami sorria acenando para o barco. Sua outra mão estava sendo firmemente segurada pelo shichibukai.
– Oe, por que aquele shichibukai está segurando a delicada mão da Nami-swan?
– Quem sabe, cozinheiro de merda. — Zoro se juntava aos demais. Ao se aproximar de Robin, um sorriso tolo parecia persistir em se exibir para a morena. Ela sorri de volta e olha em direção aos recém chegados. Franky pega no ar o clima entre a morena e o espadachim.
– Minaaaaaaa! — Nami sorria contagiando o ambiente com seu magnifico e estranho bom humor.
– Nami, Tarao, onde se meteram? Perderam a ceia que Sanji fez!
– Tsc...- Trao mantinha a mão da ruiva seguramente na sua.
– Nos perdemos na floresta! Na verdade eu não me perdi mas parecia que essa ilha maluca estava a todo custo nos fazendo ir até uma caverna ao norte da ilha...Foi muito esquisito! — Nami gesticulava contando o ocorrido. Alguns minutos depois ela conta toda a aventura do casal.
– Fico feliz que esse shichibukai de merda tenha te protegido Nami-chwan... Mas ainda não entendo por que ele está segurando sua linda e delicada mão... — Sanji acendia outro cigarro e agora olhava com cara de poucos amigos para Trao.
– Tsc... não consegue adivinhar cozinheiro? — ele puxa Nami para si e a abraça por trás. Sorri maliciosamente e deposita um beijo na bochecha da ruiva. — Quer que desenhe?
– TIRE SUAS MÃOS DELA SEU MISERÁVEL!!! — Sanji é envolvido por uma aura assassina.
– Sanji- kun se acalme. É como ele diz. — ela fala friamente. Sabia que um dos maiores obstáculos seria Sanji.
– Mas Nami-swan... — ele falava manhoso
– Tsc...ele precisa de uma demonstração...
– SANJI! JÁ CHEGA. — Luffy estava sério. O capitão dos mugiwaras encara o cozinheiro que se limita a controlar sua fúria e dar as costas a eles.
– Façam como quiserem... Mas se magoar ela Trafalgar eu te busco no inferno. — Sanji vai para cozinha.
– Nami, isso e sério? — Luffy encarava ambos.
– Sim Luffy... Se não estiver tudo bem pra você eu vou entender...mas..
– Você entende o que está em jogo, certo Law? — o olhar do capitão estava irredutível.
– Sim, mugiwara-ya. Mas não pense que estou pedindo permissão. Estou tomando-a pra mim e no momento certo a levarei comigo. -Trafalgar rebatia o olhar com a mesma intensidade para o mugiwara.
– Espero que estejam cogitando minha vontade também, pois até onde sei, sou uma pirata e a liberdade me pertence! — ela se solta dos braços do moreno encarando ambos.
– Nami, só quero que tenha certeza do que está fazendo. Se isso te deixa feliz e é o que quer, por mim tudo bem. Mas você é minha navegadora!
– Não te deixarei até que conquiste o One piece, Luffy. — a navegadora falava convicta.
– Ótimo. VAMOS COMEMORAR MINAAAAAA ! Shishishishishi! — o capitão sai em direção a cozinha para passar as ordens para Sanji. Os demais companheiros também se dispersam.
– Tsc...
– E você, não esqueça o que falei: sou uma pirata e decido meus próprios passos.
– Mas terá que partir comigo em algum instante... — ele enlaça a cintura da ruiva — já te avisei que estou viciado em você... — ele deposita um selinho nos lábios cítricos de Nami. — Tenho que ter você sempre...
– Somos piratas de tripulações diferentes Law. Haverá um momento que lutaremos um contra o outro... — Nami estava séria.
– Prefiro a morte do que te machucar, Nami-ya... — o olhar do cirurgião era um cinzento olhar profundo, que transmitia toda a preocupação e verdade ditas naquelas palavras.
– Luffy jamais permitiria que acabasse assim, mas toda hipótese e valida.
– Você ainda não me respondeu se viria comigo, Nami-Ya... — Trao deposita um beijo na testa da ruiva.
– Não respondi, por que apenas agora você me perguntou... — ela o abraça forte — vou com você até o fim do mundo, Trafalgar Law...mas depois que meu capitão conquistar o One piece e eu o meu sonho! Então a escolha é sua se pretende esperar.
– Tsc... Você não vai mudar de ideia certo?
– Nunca!
– Então o jeito é te esperar, ruiva irritante. Ainda mais que o One piece será meu.
– Shichibukai idiota... — ela sorri.
Ele não resiste a beijando.
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