–Olha que você fez com minha blusa.

–E você me sujou toda agora como vou embora assim?

–Deixa que eu ti levo .

–Mais minha tia vai vim me busca.

TRIIIIC

O sinal toca droga a agora to sinto o vazio no estomago,não sei se era fome ou medo, acho que era os doidos eu estava nesse momento, pensando em uma desculpa “eu briguei, Paulina minha colega me empurrou, eu cai tropecei no meu pé e cai na lama, não, não droga tenho que arrumar uma desculpa.

TRIIIC.

–Tem uma coisa vibrando. -Disse Allan apontando para minha mochila.

–Ai deve ser a Paulina que deve dar louca me procurando.

–Se não atender não vai saber. Diz ele me empurrando

–Cala boca.

–Oi? Ah? Não vai vim me buscar? Sério. Digo pulando de alegria.

–Viu devia confiar em mim.

–Não ,não mesmo isso se chama sorte agora vem precisamos ir embora.

–Fica calma, vem eu te levo, já que você e nova na cidade , acho que não tem problema ser perder ou tem?

–Não vamos então.

–Agora vem.

Andando atoa conversando sobre arte do nada com ele, vejo o tempo passar quando me detraio, algo vem em minha direção parece um carro, sei lá parei e um deja-vú veio em minha mente, não, não podia acontecer o mesmo com ele era tudo de mais de especial que tinha, tarde demais quanto eu vi já estava do outro lado da rua e ele esticado no chão, debaixo do carro.

–ALLAAAAAAAAAAAAN.-corro na sua direção.

–o que houve?-Diz o motorista cambaleando de tão bêbado.

–Seu monstro você pode ter o matado. Digo pegando meu celular e ligando para um hospital da redondeza, eles custaram para me atender achando que fosse mais um daqueles trotes de adolescentes sem ter o que fazer, ligo para policia a mesma merda acontece. Demorou quase meia hora ate que uma ambulância chegasse e o retirasse dali. Antes disso acontecer, já tinha aquela roda de curiosas cochichando, igualzinho há uns anos atrás.

–Rápido ele precisa de ajuda. Digo a um enfermeiro.

–Temos que ter calma, tente acalmar moça.

–Como posso ficar calma, meu...meu ...amigo debaixo de um carro e tenho quer ficar calma, ele pulou na minha frete para me salvar e que que fique calma me ajuda por Favor.

–Moça vou fazer o possível, infelizmente ele tem muitas fraturas pelo corpo o impacto foi grande pode ser que...

–Morra ?Por favor não .-Digo chorando aos pés do enfermeiro que parece ter dó de mim e tenta agilizar o resgate. Posso ir com ele?

–Pode agora entre vamos não tempo a perder.

–Ok.

Meu coração começava a apertar, e começo a senti minha garganta arder, comecei a suar frio tinha um sentimento amargo dentro de mim que se chamava culpa, me sentia péssima queria sumir queria ir para onde não ninguém possa me ver, queria que fosse comigo, eu não posso perder ele em tão pouco tempo já havia se transformado em alguém importante na minha vida. Mais um na minha lista que morreram por minha causa, preciso fazer de tudo para que isso não acontecer, eu acho que não suporto mais essa culpa se ele morrer não tem outra a escolha a não ser ir com ele.

continua no próximo capitulo