Acordei pela manha,acho que era umas oito horas,olhei ao meu redor tudo manchado de lápis,claro havia chorado o restante da noite desde do momento que Paulina chegou e me contou o que havia acontecido com ele,estava com tanta dor de cabeça que tudo ao meu redor parecia que girava.Havia me lembrado hoje eu iria novamente ao hospital vê o Allan e encarar novamente a mãe dele que me odiava por sinal,e tinha todas as razoes do mundo para me odiar eu havia,sido o motivo do seu filho estar numa cama de hospital,vagando nos pensamentos dormindo profundamente e que esteja com um só desejo acorda novamente,eu havia realmente mais uma vez estragado a vida de muitas pessoas ao meu redor,eu fazia isso tao bem que chego a ter nojo de mim mesmo, ninguém me entende mesmo há momento que me matasse não seria uma má ideia.
Olhando no espelho vejo como estou mais feia do que normal, meus olhos estavam ao mesmo tempo pequenos e inchados.
Começo a tomar banho e varias lembranças das poucas horas que passei junto a ele que valeram por mais que muitos momentos na minha vida,foi o máximo para ficar totalmente apaixonada por ele,perdidamente apaixonada,e outro lado das minha lembranças passava em minha mente como pude ser capaz de me levar nas historias dele,como pude ser capaz de concordar com tudo que ele disse devia ter me afastado como fiz todas as outras vezes,com qualquer pessoa que se aproximasse de mim,isso era para o bem dele e de todos.
Saindo do banho não procuro a melhor roupa nem penso em me maquiar como estava chovendo pego um moletom uma regata preta um meu all*star uma calça e pronto arrumo meu cabelo que estava uma merda apenas faço um coque e pronto.
–Paulina.-Digo descendo as escadas.
–Sim Molly?
–Vamos ao hospital?
–Molly querida preciso lhe contar uma coisa.
–Fala logo Paulina.-Digo com frio na barriga que fico ate pálida.
–Allan deve uma piora no caso dele e bem ele deve que ser transferido para um hospital.
–Passa o enderenço quero ir ate lá.
–Molly esse hospital fica em São paulo,e alem do mais e um hospital cheio de regras não deixariam você vê-lo no estado que ele se encontra,ele precisara fazer outra cirurgia sinto muito,as chances de ele sobreviver são pequenas.
–Por que não me acordou quando recebeu essa noticia?
–Você tinha dormindo não queria acorda-la e deixa você mais preocupada.
–Mas preferia.Olha esquece preciso sair,tomar um ar.
–Molly.-Diz Paulina vindo atras de mim mais era tarde.havia corrido estava muito a frente.
Como havia levando dinheiro ,por que pensei que iria ao um hospital precisaria levar um dinheiro para comprar algo para comer,bem isso agora não importa e o suficiente para ir ao algum lugar nessa cidade que te para pensar e escrever em paz.
Vou a um ponto de ônibus fico acho que uma hora esperando algum ônibus aparecer e quando aparecer,o era que levava ao parque ou era ele o ficar mofando ate aparecer outro.
Por que supostamente o único ônibus que aparece e indo para lá o que esse tal de destino arrumou,se que ele existe.
Só descobrirei se entrar nele.
–------------------------------------------------------------------------
Descendo do ônibus um vento frio e bate e vem como uma lembrança eu chegando nesse mesmo local a um dia atras com ele totalmente sem saber onde ir e por incrível que pareca estava realmente feliz.Tenho quer para com isso vim ate aqui para conseguir desligar arrumar forças de algum lugar não me afundar em lembranças e já sabia onde iria a um lugar que nenhuma lembrança iria me perseguir na floresta perto da cachoeira,mais havia um problema não sabia chegar ate lá,Allan não havia me falando.O jeito e seguir parque dentro e perguntar para alguém.
–Senhor.-Encontro um guarda parado .
–Sim menina?
–Pode me informa como chego a cachoeira?
–Seguindo reto você vai ver uma trilha nela você pode seguir rapidinho chegara a cachoeira.
–Muito obrigado.
Ele apenas sorri,e faço o que ele disse sigo reto ate ver uma trilha,ando nela por uns quinze minutos,pego o celular 8 chamadas perdidas da Paulina apenas mando um sms "estou bem volto as dez da noite",sei que quando chegasse ela iria me xingar,me deixar de castigo não importava precisava sair precisava respirar.
Finalmente a cachoeira ela era tão bela com ele a tinha falado ,a água era tao azul,que por um momento pensei que era água cristalina me deu vontade de nadar mais estava muito frio,e não havia levado nenhuma roupa para nadar.
Me assento em baixo de uma arvore em frente a bela cachoeira fico ali escrevendo no meu diário e compondo por horas.
Ate que escuto um barulho estranho que veio da mata,parecia pessoas,me levanto assuntada,pra ver o que era mais longo em seguida o silencio volta.
Volto a minha arvore e continuo a escrever.
–Veja uma criança andando pelos bosque nesses dias frios,e chuvosos não tem medo.Acho que nunca ouviu as historias da região,em que pessoas idiotas veem nesses dias a floresta para refletir,chorar por que o namorico acabou e acabam sumido para sempre.-Diz a criatura do meio a mais estranha por sinal.Tento correr mais era inútil eles eram mais rápidos do que eu que quando um me pegou me arremessou para outro lado da floresta fazendo bater a cabeça numa rocha.Bem a morte havia chegando eu já estava pronta para ela,finalmente não ia resistir a nada oque a tanto tempo desejava havia finalmente chegando por mais que seja dolorida esse e meu destino.
Fale com o autor