Secret Feelings

37 Breaking rules.


Notas iniciais
Oi, me desculpem pela demora, e espero que vcs curtem e resolvem aparecer e me enviar reviews falando sobre o q achou do cap, pq estou precisando saber disso... Esse cap terá cenas HOTs não sou muito boa em escrever esses tipos de cenas mas ai tá e curtem. Boa Leitura.

POV Liz

Esperei por uma resposta dele impacientemente, depois que ele retirou os olhos da garotinha Luce ele olha pra mim:

– Quem é? — ele pergunta por fim, e eu logo pego na mão dele e o arrasto para o quarto onde a Flor está.

Quando chegamos lá ela ainda estava pintando seu quatro e que pra mim parecia uma caricatura de um ser.

– Olá Flor! — falei com meio entusiasmo, ela se vira pra fica de frente para mim e Avan.

Ela demora o olhar em Avan e depois me olha:

– Olá Liz. — ela lança um sorriso para mim.

Eu olho para o Avan esperando ele fala alguma coisa, mas ele não parece animado e apenas olha pra garotinha e pronto, não consigo decifrar suas emoções.

– Em fim, Flor este é... — ela me interrompe na mesma hora.

– Avan Jogia, o Beck Oliver da serie Victorious. — eu assenti e Avan dar um sorriso de leve, um sinal de que ele ainda tem vida!

– Prazer Flor. — e ai vem o aperto de mãos.

Sento-me ao lado de Flor e vejo-a pintar pela segunda vez, Avan se senta ao meu lado.

– Quero adota-la.- eu anunciei para Avan.

– Quantos anos você tem Flor? — ele pergunta olhando para Flor que logo presta atenção nele.

– 11 anos.- Avan assentiu.

Depois disso Avan fez sinal para irmos para fora, eu sem entender nada o segui, paramos no meio do corredor, afastados da porta do quaro onde Flor está:

– Ela é muito velha, praticamente criada! Pensei que queria uma mais nova, tipo a Luce. — ele se mostra indignado.

– Eu também pensei isso, mas quando eu a vi... Não sei, eu gostei dela, e ela não está inteiramente criada Avan. — ele meio que assentiu.

– Gostei da Luce. — ele diz em voz baixa.

– Eu pressenti isso, mas eu gostei da Flor e não podemos pegar duas garotas. — ele concordou comigo.

– Então vamos pega a Flor.

– Você está fazendo isso só pra mim agradar que eu sei. — eu falei.

– É verdade, mas em fim, vamos logo. — me animei.

Dei lhe um beijo meio demorado e segui para o quarto.

– Ótimas noticias! Eu sou sua mãe. — e Flor me abraçou, eu não esperava já que eu achei ela meio fria.

– Que bom! — ela diz toda animada.

Logo que Flor ajuntou todas as suas coisas fomos para fora do quarto onde encontrei minha tia, a Ari e a mãe da Ari.

– Já escolhi! — eu anunciei e elas olharam para Flor com um sorriso no rosto.

– Bem vinda à família. — minha tia falou abraçando a Flor.

Logo eu fiz as apresentações e encontramos Avan na frente do orfanato íamos seguir para casa, mas uma mulher disse que não poderíamos levar a Flor assim e que deveríamos organizar uma papelada e resolve coisas pendentes no orfanato e que ela deveria permanecer aqui até segunda ordem.

Quando chegamos Avan esperou minha tia banhar e ela ir pra casa da Ari onde a mãe da Ari ia ensina Sabine a fazer cupcakes.

– Estou querendo mudar de ideia. — Avan começa, quando ele ver minha cara de confusão ele logo se apressa em dizer.

– Estou me referindo à adoção. — assenti com leveza.

– Era você e Sabine que queriam isso, agora que vocês conseguiram, você é o primeiro a deixar o barco. — ele segura meu rosto em suas mãos me encarando.

– Eu sei disso, me desculpe por fazê-la aceita isso, eu acho que tomamos essa decisão muito impulsivamente sem pensar direito e com clareza, eu aprovo a adoção, eu só acho que devemos espera pra termos o nosso filho, que tenha o nosso sangue. — eu confirmo, ele tem razão.

– Você está certo, e aliás, seus pais nem sabiam dessa historia toda, eles não iam gostar disso. — Avan se sentou ao meu lado do sofá.

– Ainda tem eles mesmo, eles não iam se agradar disso mesmo, então? Vamos desistir? — eu assenti.

– Te amo. — ele me lança um sorriso e depois me beija.

*

Enquanto eu esperava Avan prepara a comida, estou mexendo no meu Twitter, atualizando a galera do meu estado de saúde, acho que todos estão preocupados com minha sumida repentina, então explico tudo o que aconteceu na minha vida, conto sobre a gravidez sobre a perda e sobre a recuperação, sem mencionar o nome do pai da criança porque eu tenho certeza de que eles sabem quem é, já que uma galera fã de Elavan não cansam de me enviar fotos e frases relacionadas a essa junção de nomes, antes eu não curtia isso, porque não existia essa junção isso era só coisa da cabeça deles, mas agora eu amo, pois eu e Avan realmente estamos juntos e Elavan existe.

*

No dia seguinte encontro minha tia e suas malas na sala.

– Já que a senhorita não vai mais precisa de mim aqui, estou indo embora. ela se despede.

Vou até ela e a abraço.

– Tia não precisa ir agora. — ela nega.

– Mas eu vou, tenho que trabalhar.

Logo em seguida Avan desce as escadas.

– Já vai? — ele pergunta olhando as malas.

– Já. — e me desgrudo dela pra Avan a abraça.

Depois da despedida, acompanhamos ela parti em um táxi que já estava esperando por ela.

Hoje Avan não ia trabalha, eu vibrei com isso! Estaríamos juntos há mais tempo, mas depois ele me disse que não poderia me dar uma atenção grandiosa, pois vai arruma a casa, já que eu estou impossibilitada. Eu apenas fiquei o observando, ele tirando o tapete vermelho do chão, ele sem camisa exibindo o seu peitoral definido que eu amooooo.

– Isso é torturante. — eu falo de vez.

Ele me olha sem entender.

– Você sem camisa na minha frente. eu falo vendo o chegar mais perto de mim.

– Opa! Desculpas, eu não posso fazer com que seu fogo acenda. — ele me provoca.

Maldito resguardo... Fiz umas contas e deduzi por mim própria que estou bem o suficiente pra transar!

– Você já acendeu. — eu sussurro, ele não resiste.

Beijo ele de uma vez, ele não me dar o beijo que eu quero.

– Porque não me beija do jeito que eu gosto? — eu pergunto, ele me solta e se senta no sofá.

– Você está de resguardo. — tá explicado.

– Estou bem, não está doendo nada, se doe eu falo. — ele ainda não se convenceu.

Aproximo-me dele, e beijo de novo, não sou de desisti.

– Me toque! Estou ansiando. — ele corresponde na mesma intensidade, não resisto e lhe dou um sorriso.

Arrasto-o para o quarto, me deito na cama e o chamo.

– Vem... Eu sei que você quer tanto quanto eu amor, pra que esconder? — ele me lança um sorriso.

Sei que estou lhe convencendo aos poucos.

– Você deveria tirar essa bermuda, já tá sem camisa mesmo. — eu falo analisando ele.

– Você está toda vestida aí e não estou reclamando. — ele fala apontando para o meu pijama.

– Porque não quer, vem cá! — eu choramingo.

E tudo acontecer como um piscar de olhos, ele finalmente cede às tentações e se torna um selvagem. Quando já vi eu e ele estávamos sem roupas.

– Isso está tão errado. — ele resmunga, logo agora que estou por cima dele.

– Acho melhor você para com isso e trata logo de fazer seu trabalho em mim. — ele me dar um sorriso largo.

E então acontece a penetração que por tanto tempo ansiei, de inicio não sinto dor, ele para e me olha.

– Não senti dor, continua. — ele assentiu e continua.

Eu fico tão concentrada no lance de sentir ou não dor, que eu me esqueço de aproveitar o momento, mas tenho que concentrar pra ver se sinto alguma dor, quero mudar de posição, mas não dar pra ele ficar por cima de mim já que estou de resguardo. Permito-me um gemido longo.

Não demora muito e a dor vem, ele sente minha mudança de humor repentina e sai de dentro de mim.

– Eu sabia que isso não ia dar certo. — ele reclama e me põem deitada ao seu lado.

Tento não demonstra tanta dor assim.

– Tá tudo bem. — eu falo e ele se sentar ao meu lado.

Espero a dor passar, Avan coloca o edredom por cima de mim já que estou nua.

– Pelo menos não sangrei, e corro o risco de esta grávida.- dou um sorriso de satisfação.