Second Chance

7 Ela pensa que eu casei!


Notas iniciais
Oiiiiiiie meus amores. Tudo bem? Primeiro me perdoem pela demora, as coisas estão complicas. Segundo tem coisas nesse capitulo que não fazem parte nem de Instrumentos Mortais nem de Nárnia, são da minha própria cabecinha, espero que gostem.

— O que estamos fazendo num cemitério? – perguntou Edmundo confuso.

— Os irmãos do Silencio não ficam em lugares comuns. – respondeu Susana andando rápido na frente, o caminho havia sido longo, poucas palavras foram trocas, os Pevensie não sabiam o que dizer; Caspian só sentia a culpa e o ódio de Susana pesando nas suas costas e Susana apenas se questionava sobre as coisas que aconteceram com Nárnia. – Chegamos!

— Aquele velho é o irmão do Silencio? – perguntou Pedro apontando para um senhor que cuidava do jardim de um tumulo, Susana não se conteve e deu risada da cara do irmão, balançando a cabeça em negação.

Logo ela desenhou algo na parede e uma porta se abriu e uma luz branca saiu, Susana tirou sua espada e começou a olhar todo o perímetro. – Vão, comecem a entrar! Eu vou fazer a cobertura. – um de cada vez foi entrando, quando todos já haviam entrado Susana respirou fundo e entrou fechando a porta atrás de si, mas antes que pudesse dizer algo Lucia gritou.

— Susana, tem um monstro aqui! Socorro! – Susana olhou assustada para direção que Lucia olhava e antes que qualquer um fizesse algo ela entrou na frente.

— Lucia calma! – disse a rainha tapando a boca da irmã. – Aqui não é lugar de gritar e esse homem a sua frente não é um monstro. – ela acariciava os cabelos da caçula tentando lhe demonstrar confiança.

— Homem? – perguntou Ed assustado. – Essa coisa não tem olhos nem boca.

— Mas escuto muito bem menino, e posso ver bem mais a fundo do que você pensa. – respondeu o homem a frente deles.

— Me desculpe irmão Jeremias, eles não são daqui, não estão acostumados. – Susana se curvou a ele, recebendo a benção na sua cabeça, todos olhavam confusos e assustados, Lucia correu para segurar a mão da irmã. – Narnianos, esse é o irmão Jeremias, um dos irmãos do silencio.

Todos ficaram apreensivos, nunca haviam visto uma criatura daquela maneira, não sabiam como agir, até que Caspian tomou a iniciativa estendendo a mão e se apresentando.

— O prazer é todo meu Rei Caspian! – respondeu Jeremias. – Ouvimos falar muito do Senhor, o Grande Navegador de Nárnia. – completou o irmão. – Na verdade todos são bem conhecidos entre as fronteiras dos mundos, conhecemos as histórias dos irmãos postiços da nossa futura Rainha.

— Você sabe sobre Nárnia, Jeremias?

— Nós irmãos do silencio sabemos mais coisas que qualquer um, minha pequena. – Susana olhava confusa para ele, não conseguia entender o porquê de Jeremias ter escondido aquilo. – Sei que está confusa minha filha, mas você tem missões grandes e elas lhe darão todas as respostas.

— Você disse isso para minha mãe. – retrucou Susana sorrindo para Jeremias.

— Sim, no dia do seu nascimento todos sabíamos que sua caminhada seria diferente minha Princesa.

— Su? – chamou Lucia ainda apertando a mão da irmã. – Ele viu você nascer?

— Sim Lu, nós caçadores quando nascemos somos acompanhados por diversos seres mágicos. – respondeu ela olhando nos olhos na irmã com ternura. – No dia do meu parto, Magnus, Alessandro, a Rainha Seelie, Jeremias, Kassandra e Madalena estavam lá.

— E quem são eles Rainha? – perguntou Rip.

— Um representante de cada espécie. Um feiticeiro, um vampiro, a rainha das fadas, um irmão do silencio, uma lobisomem e uma irmã de ferro. – respondeu Jeremias contando nos dedos. – Todos estavam lá no nascimento de Susana e outro grupo estava no nascimento de Jace e outro no de Max. – Jeremias deu as costas para todos deixando a frase no ar. – A casa é sua minha princesa, use o que precisar e leve seu coração. – a figura do homem não era vista, porém sua voz ecoava por todo ambiente.

—Esse lugar é assustador! – disse Pedro olhando tudo ao redor, vários ossos estavam presos à parede, tudo estava escuro cheirando a terra molhada.

— Aqui ficam os caçadores que foram aprisionados. – respondeu Susana pegando na mão de Lucia e começando a caminhar. – Depois de cometer seus crimes e traições eles são presos e condenados a viver o resto de seus dias nesse lugar, muitos chegam à beira da loucura e imploram a morte.

Aquela explicação vez um frio percorre a espinha de cada um no local e antes que Susana pudesse falar mais algo um grito agonizante de dor ecoou pelo local.

— O que é isso Su? – perguntou Caspian entrando na frente de Edmundo e Pedro, como não tinha família, o Rei de Nárnia havia se apegado aos outros Reis e Rainhas, eles eram seus irmão e ele daria a vida por seus irmãos.

— Ignorem, são os presos que estão sendo interrogados ou estão implorando por misericórdia. Apenas precisamos chegar ao circulo central.

— E lá vamos fazer o que?

— Ainda não sei Caspian, espero que eles tenham a resposta.

Eles continuaram a andar, Caspian, Pedro e Edmundo às vezes trocavam olhares preocupados e assustados, Rip no ombro de Pedro admirando tudo aquilo, sentindo a adrenalina de uma nova aventura, Lucia não soltava da mão de Susana e rezava para Aslam os protegerem, logo eles cruzaram com uma estatua de anjo, ele tinha uma espada na mão e uma faixa nos olhos, a estatua era grande, alta e imponente.

— Que coisa linda! – disse Rip, enquanto todos admiravam a estatua.

— Ela representa Raziel, o nosso líder e criador. – Susana deslizava a mão pela asa da estatua, como se pudesse sentir a pureza e delicadeza daquelas penas angelicais. – Mas vamos, estamos perdendo muito tempo e tempo não é algo legal na Cidade dos Ossos.

Todos começaram a andar mais rápido acompanhando o passo da filha de Raziel, ela apenas parou quando chegaram a um salão grande, com areia no chão um circulo enorme no meio, pilares antigos ao redor e uma espada prata e aviada no teto.

— O que trazem vocês aqui? Senhorita caçadora e submundanos. – perguntou o irmão do Silencio que cuidava do circulo central.

— Esse cara chamou a gente do que? – perguntou Edmundo cochichando, Susana estava mais distante conversando com o irmão do Silencio, todos observavam confusos.

— Submundanos. – respondeu Pedro com cara de desgosto.

— E que droga é essa? – Edmundo balançava a cabeça sentindo seu coração disparar. – Até embaixo da terra somos odiados, tem certeza que ainda somos os mocinhos?

— Ed, fica calado, você só reclama. – respondeu Lucia revirando os olhos.

— O que será que Susana está resolvendo?

— Não sabemos Cas, mas pela postura dela, o assunto é serio. – respondeu Lucia observando atentamente a irmã.

Susana voltou para o lado deles chamando todos para acompanha-la. – O irmão, Daddario irá nós ajudar, ele tem um plano. Vamos usar da espada central, para que ela ative nossas lembranças e assim eles poderão ver como está Nárnia de fato e que tipo de criatura está causando todo aquele caos.

— Mas Rainha é importante ressaltar, a dor da espada é muito dura, sem um caçador junto, ele não aguentará. – disse Daddario observando o objeto que estava pendurado no teto. Susana disse que iria junto e que canalizaria toda a dor pra si. – Nesse caso temos que escolher um.

— Eu vou! –disse Rip antes de todos.

— Admiro sua coragem, nobre criatura. – disse o irmão, ignorando o rato ao seu lado, indo se direcionar ao seu escolhido. – Porém o escolhido é o Rei Caspian.

— Por que ele? – perguntou Susana confusa sentindo seu coração acelerar.

— Ele nasceu nas terras do Leão, conheceu vários lados da moeda e até a escuridão. Posso sentir em seu pulsar a ligação. — Daddario já havia dado as costas, ignorando totalmente Susana e suas bufadas.

— Irmãos do Silencio e suas charadas. – disse Susana tirando a jaqueta enquanto se preparava para estar tão próxima de Caspian. – Lucia cuida da minha jaqueta, e aconteça o que acontecer não saiam desse local. – Sem pensar Susana deu um beijo na bochecha da caçula, fazendo a sorrir largamente. – Vamos Caspian, temos tempo!

Eles caminharam juntos até o centro, Susana respirava de maneira pesada, enquanto encarava o chão, Caspian estava confuso, mas feliz em fazer algo junto a sua amada. – Su o que devo fazer?

— Apenas siga as instruções do irmão e libere sua memoria. – respondeu ela indiferente, ele apenas suspirou e acenou com a cabeça, logo Daddario se aproximou centralizando os dois próximos, apenas o ar passava por eles, os corações estavam acelerados, borboletas e magoas dançavam no estomago daquele pobre ex-casal.

— Caçadora ative a runa! – Susana usou sua estela e ativou a runa da dor, ela não iria conter toda a dor, mas a ajudaria aguentar. – Deem as mãos. – Caspian abriu as duas mãos a sua frente, esperando que Susana as pegasse, ela lentamente foi se aproximando encarrando os olhos negros que estavam a sua frente, quando as segurou, sentiu uma onda de choque percorrer todo seu corpo e um calor a dominar. Conforme a espada ia abaixando Caspian apertava a mão da amada, quando por fim a espada tocou a testa de Susana, ela arfou de dor e no mesmo momento a alma de Caspian foi puxada, os olhos deles não tinham mais vida e seus corpos estavam abraçados flutuando no ar, imagens misturadas começaram a passar por suas memorias.

Era Nárnia, porém tudo estava destruído, os lugares que marcaram a vida de Susana e as descobertas de Caspian não existiam tudo era escuridão e carvão. Demônios estavam por todos os lados, comandando o povo que andava em filas, todos acorrentados, era possível ouvir chicotes sendo estralados, gritos de socorro e lágrimas de desespero.

Susana olhou para o lado e viu Caspian, mas antes que pudesse falar algo ele sumiu, e a cena de um jardim florido apareceu, nele estavam Caspian e Liliandil, eles se olhavam apaixonados como se fossem almas gêmeas, Caspian a rodava no ar gritando aos ventos que amava a jovem loira, ela por sua vez agradecia pelo Rei a ter escolhido como esposa. Susana que observava tudo sentia seus olhos arderem até que lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto.

Caspian por sua vez, encarava Susana, mas o reflexo dela estava parado, não respondia nem piscava, quando ele tocou nela, ela se desfez, e a cena dela num lugar moderno, diferente de tudo que ele estava acostumado, apareceu, Susana usava um vestido branco, tinha um véu na cabeça, seus cabelos estavam soltos e ela sorria radiante, todos seus irmãos estavam ao seu lado, felizes e bem arrumados, apenas Lucia parecia estar insegura, até que ela puxou Susana de canto e perguntou aquilo que Caspian mais temia, “Su, certeza que você está feliz?”, Susana balançou a cabeça sorrindo, porém Lucia insistiu perguntando sobre ele e o amor que eles viveram em Nárnia. “Lucia, entenda, eu não sei quem é esse tal de Caspian. Pare de insistir nisso.” A resposta de Susana fez com que lágrimas brotassem dos olhos de Caspian e uma dor em seu peito brotasse.

Ambos estavam frente a frente, nada daquilo estava acontecendo, tudo eram apenas os medos que seus corações carregavam que haviam virado alucinações, os corações estavam partidos as lágrimas rolavam pelos olhos deles constantemente e antes que eles pudessem dizer algo para acabar com aquela dor, um grito ecoou pelo local, trazendo Susana e Caspian de volta para a Nárnia destruída. Entretanto agora eles estavam num castelo, sombrio e muito bem fechado, um homem estava de joelho implorando por perdão, enquanto o outro estava de costa gritando, ”Ela já devia estar aqui, eu destruí todo esse Reino e até agora ela não está do meu lado” o homem que estava de joelhos implorava por mais uma chance, repetindo diversas vezes que não falharia pela segunda vez. “E você não vai falhar, porque eu vou realizar essa missão com as minhas próprias mãos” quando ele ia se virar para encarrar o homem a sua frente, um vento começou a soprar todo o local, folhas voavam por todos os lados e a voz do irmão Daddario ecoou.

— O tempo de vocês acabou!

Os corpos deles começaram a voltar para o chão um vento forte bateu, fazendo com que eles se separassem e caíssem no chão, Caspian caiu próximo aos pés de Pedro, Susana caiu do outro lado, ele ainda estava sonso, sentia um enjoou e calafrios pelo corpo.

— Caspian, como você está? – perguntou Pedro.

— Estou bem. – respondeu ele já se levantando com a ajuda de Edmundo.

— Doeu muito?

— Não Ed, não doeu nada, foi apenas tudo muito confuso. – respondeu ele lembrando as cenas do esquecimento de Susana.

— Gente, a Susana ainda não levantou! – todos acompanharam Lucia que corria para o lado de Susana, ela estava encolhida no chão, com os olhos fechados e respirando lentamente.

— Su, fala comigo, por favor? – pediu Lucia balançando o corpo da irmã lentamente.

— Calma, a caçadora está bem, ela só está com muita dor. – respondeu o irmão Daddario se aproximando deles. – Ela sentiu a dor dos dois, se ela não tivesse feito isso, o Senhor Rei Caspian iria morrer no meio da viagem.

Caspian ficou perplexo, Susana estava sofrendo por causa dele, para protegê-lo, algo dentro dele pulou de alegria e tristeza ao mesmo tempo, sem saber bem o que fazer ele a afastou todos e a pegou no colo, no começo ela resmungou um pouco, porém a dor falava mais alto. – Pedro, você lembra como chega a casa daquele senhor?

— Magnus? – perguntou Pedro, Caspian apenas balançou a cabeça ajeitando Susana melhor em seu colo. – Lembro sim!

— Então vamos para lá, da ultima vez ele curou Susana, espero que ele possa fazer isso de novo. – Pedro saiu na frente correndo, Caspian ia atrás carregando Susana que se contorcia de dor, Lucia ia atrás acompanhada de Rip, Ed quando foi para pegar as armas de Susana, sentiu algo segurando seu ombro.

— Por Aslam, eu não fiz nada, nem sei usar essa espada, ela é da minha irmã. – disse ele com medo.

— Calma! Rei Edmundo, só avise a filha de Raziel, que amanhã vou ao instituto para conversar sobre as revelações que eles tiveram. – Ed apenas balançou a cabeça e saiu correndo atrás dos irmãos, rezando para que fosse possível salvar Susana.

Não demorou muito para que eles chegassem a casa de Magnus, Pedro agora respirava aliviado por ter lembrado todo caminho, Susana não se contorcia de dor, mas também não acordava de maneira nenhuma.

Pedro bateu na porta três vezes e quando ia bater a quarta um homem moreno com olhos verdes e uma roupa toda preta abriu a porta. – Você? – perguntou Pedro confuso.

— Esse não é o Alec? – perguntou Edmundo a Lucia.

— Sou eu mesmo, e você é Edmundo certo? – perguntou Alec se apoiando na porta, mas antes que pudesse receber uma resposta seus olhos, pousaram em Caspian, que carregava Susana desacordada no colo. – O que houve com a Su?

— Não sabemos, estávamos com os irmãos do Silencio, ai ela e o Caspian fizeram um negocio das lembranças e ela não acorda mais. – respondeu Edmundo desesperado.

Alec mandou todos entrarem e gritou por Magnus que chegou à sala com um copo de bebida. – Meu deus, coloque a rainha deitada no sofá. – Caspian deitou Susana e ficou do lado dela segurando sua mão. – Vocês acessaram suas lembranças junto aos irmãos do silencio?

— Sim, como o Senhor sabe? – perguntou Caspian preocupado.

— Posso sentir a energia de vocês dois. – respondeu ele sorrindo para o jovem que estava preocupado. – E, por favor, não me chame de senhor. – ele se levantou e falou algo no ouvido de Alec que apenas acenou com a cabeça.

— Venham todos! Vamos para biblioteca, Magnus precisa ficar sozinho com os dois. – meio contrariados todos acompanharam Alec.

Magnus já estava preparando um feitiço, enquanto Caspian apenas observava sua amada Susana. – Você ama mesmo a Rainha? – perguntou Magnus direto.

— Amo Susana com a minha própria vida, quando ela foi embora de Nárnia eu descobri o que era o amor, eu descobri que amar alguém era dar a sua vida para aquela pessoa e mesmo assim continuar vivendo. – Caspian estava quase chorando, porém não queria demonstrar fraqueza na frente de um estranho.

— Entendo bem! – respondeu Magnus pensativo. – Mas me conte o que você viu na viagem que fizeram?

Enquanto Caspian contava tudo a Magnus, na biblioteca Lucia estava abraçada a Pedro tentando pensar em coisas boas para espantar o medo, Pedro tentava se fazer de forte, mas por dentro estava tremendo de medo, Rip estava analisando todo o local, se segurando para não fazer nenhuma pergunta sobre a Rainha Gentil, Ed era o único que estava isolado, se culpando por deixar algo ruim acontecer com Susana.

— Ei, você está bem? – perguntou Alec sentando ao lado de Edmundo.

— Estou maravilhosamente bem, por que eu estaria mal né? É só a minha irmã que está deitada naquele sofá sem acordar. – respondeu ele com lágrimas nos olhos, Alec vendo a dor do menino o puxou para um abraço, abraço esse que Edmundo correspondeu rapidamente.

— Ei, eu sei que está preocupado, eu também estou, Susana é como uma irmã pra mim, amo ela igual amo Izzy. Mas sei que ela é muito forte e vai aguentar essa, confie nela. -- disse Alec se afastando do irmão caçula de sua amiga. – Melhor coisa que você faz é pensar positivo e distrair sua cabeça.

— Mas como vou me distrair aqui? – perguntou Ed tentando afastar o ciúme que estava sentindo de Alec com Susana.

— Você gosta de armas? – Edmundo apenas confirmou com a cabeça. – Então vou te mostrar algumas dos caçadores de sombras. – eles iniciaram uma conversa animada que fez Edmundo esquecer por um segundo todo o medo e toda dor.

Na sala, Magnus já havia dado a o poção a Susana e a Caspian, eles estavam conversando, esperando Susana acordar, Caspian ainda segurava a mão dela, enquanto Magnus lhe explicava as coisas que eles viveram.

— Provavelmente, as imagens que estão no seu coração estão relacionadas aos três elementos. – Caspian o olhou confuso, então ele resolveu continuar. – Você, Susana e Nárnia, podemos dizer que as imagens de destruição e até dos dois homens estão ligadas a Nárnia, as imagens que você viu de Susana casando, pode ser um medo seu ou até uma duvida sua e agora essas imagens rasgadas de você com a senhorita Lili, podem ser medo ou duvidas de Susana.

— Então, você quer dizer, que Susana acha que me casei com a Lili? – perguntou Caspian assustado, imaginando que esse seria o real motivo do ódio de Susana por ele.

Notas finais
Bom, é isso, por favor, quem puder comenta, me fala o que achou, duvidas, elogios, criticas, é só me falar. ♥ beijooos ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.