Seasons Gods - Interativa

11 Capítulo 11 - What Ever Happened?


Notas iniciais
Muito bem, capítulo novo. Ok, isso pode ser chamado de capítulo. Um quase capítulo. Ficou meio curto mas espero que não notem.
Tentei fazer alguns personagens aparecerem mais aqui :)
Ah sim, GENEVIVE foi oficialmente excluída da fanfic até segunda ordem. Sem comentários por mais de 4 capítulos.
Um aviso para: téh bieber horan gaga, Sweet Anny, Elleart , Aria S, V in Wonderland e VitBusatto21 (CadÊ????)
Espero que comentem nesse capítulo. É chato eu ter que ficar mandando recadinho para vocês, tanto pra mim quanto pra vocês...
Me irrita quando eu vejo que a pessoa entrou no dia de hoje e o capítulo foi postado faz um tempão e nada de comentário. Não queria me irritar, mas acontece...
Espero os comentários, já que o que aconteceu com a Genevive até ela comentar, se ela comentar, não foi algo que eu costumo fazer.
É isso, desculpem a grosseria, eu acho, mas podem ler agora :)


I wanna be forgotten,

and I don't wanna be reminded.

You say "please don't make this harder."

No, I won't yet.

–Não acredito nisso! — Alex continuou choramingando, assim como fez o trajeto todo desde a estação. — Isso só pode ser um pesadelo...

– Olha garota, não que eu tenha gostado ou feito de propósito, mas não é tão ruim a ponto de você não parar de reclamar por um segundo! — Honmin suspirou enquanto caminhava logo atras dela. — Foi só um beijo, afinal.

– Só um beijo?! Não foi só um beijo! — Ela se virou para ele e suspirou, ainda irritada. — Foi meu primeiro beijo!

– O quê?! — Ele não sabia se ria ou mantinha-se sério. Optou por fazer uma careta, confuso.

– Você! — Ela o segurou repentinamente pela gola da camiseta.- Me devolva! Me devolva ele! — O balançava freneticamente.

– Você é louca?!

– Você que estragou tudo! — Ela o soltou com força, fazendo-o cambalear para trás. — Tudo que eu queria era dar meu primeiro beijo para meu príncipe encantado; alguém que eu realmente amasse.

– É... Vocé É louca. — Ele concluiu com um sorriso sarcástico. — Príncipes não existem; não se iluda.

– Prefiro me iludir do que pensar que o dei pra você! — Ela disse acusados e fria.

– Não pode negar isso, mas de qualquer forma, não é algo que faça sentir-me honrado. — Ele deu de ombros.

– Estúpido! — Ela gritou e manteve o tom elevado ao decorrer das palavras. — Para você pode não ser nada, mas é importante pra mim. — Alex suspirou. — Não fale comigo nunca mais! — Gritou ainda mais alto e voltou a caminhar para casa, da qual eles ainda estavam um pouco longe.

Honmin sentiu um certo peso na consciência, e aquilo era inédito para ele.


(...)

– Eles já saíram tem umas duas horas... — Bella se sentou no sofá segundos depois de Vanessa ter aberto o portão para Honmin e Alex. O clima entre os dois estava pesado, mas tinha algo mais serio acontecendo. — Acho que a Gwen vai ficar bem, afinal.

– Espero. — Suspirou Miley. — Mas... E a Dália? Onde ela está?

– Espero que não causando confusões. — Vanessa apoiou o queixo na almofada que abraçava e suspirou. — Bella, acha que vamos ficar nesse mundo por quanto mais tempo?

– Espero que o menos possivel. — Suspirou. — Sabe, desde que chegamos aqui foi apenas confusão. Eu realmente sinto falta da arvore.

– Não vamos nos deprimir, meninas! — Miley estava tentando ver o lado positivo, embora fosse difícil encontrar. — Tudo vai ficar bem. Por que não subimos no quarto dos garotos para ver como estão as coisas com o Will?

– Acho bom. — Bella se levantou e as outras duas fizeram o mesmo. — Espero que essa Dália não esteja lá.

As três subiram animadamente os degraus e não demoraram em bater algumas vezes na porta dos garotos. Justin abriu a porta e não pareceu surpreso ao vê-las ali; apenas lhes deu passagem.

– Então.... Nossa mas isso aqui está inundado por uma onda de depressão profunda! — Miley disse ao observar o semblante sério de William, que lançava com raiva alguns dardos contra o alvo.

– O que eu fiz de errado? Isso é ridículo! — Honmin saiu praguejando algo que nenhuma delas entendeu.

– Ahn?

– Parece que ele se desentendeu com a Printemps bonitinha. — Arthur estava deitado no sofá e grande parte da cama estava congelada. — Ficou estressadinho e acabou com a minha cama.

– Ok... Ahn... — Bella se aproximou de William com cautela, sentindo as más vibrações que o rondavam e que ele esbanjava. — Will, está tudo bem?

– Não! — Ele disse alterado e lançou o último dardo com tamanha força que acabou rompendo o alvo. — Sinceramente, para onde esse estúpido pode ter levado ela depois de me falar tudo aquilo? Faz quanto tempo que saíram?

– Acho que umas duas horas. — Miley cruzou os braços e virou o rosto. Scarllet abraçava o braço de Dimitri carinhosamente.

– Ainda bem que não temos esse tipo de problemas. — Ele sussurrou dando-lhe um beijo rápido e ela sorriu um pouco. — Vocês são muito complicados.

– Isso é... Ridículo! — Will suspirou. — Eu realmente preciso achar a dália e...

– Cara, relaxa. Está tarde e é melhor a gente ir dormir. — Justin alongou os braços. — Amanhã tenho que acordar as cinco da manhã pra cumprir minha tarefa diária.

– E temos que encobrir isso com algumas nuvens carregadas. — Riley apareceu na porta com os braços cruzados e Jessika ao seu lado.

– Vamos dormir, meninas. A não ser que queiram compartilhar essa cama congelada com o Arthur ou o Honmin. — Jess fez piada para quebrar o clima. — Ahn... Amanhã vai estar bem frio, pretendo.

– Vamos então. — Vanessa puxou as outras duas para fora do quarto. — Espero que a Gwen esteja melhor.

– Vai estar. — Bella — Ei... — Antes de fecharem a porta, se virou. — Pretende dormir Aí Scarllet? — Deu um sorriso malicioso e a Summer ficou pouco nervosa. Seu dedo se incendiou como uma vela e logo ela corria atras de Bella brincando.

– Tsc. Como crianças. — Vanessa cruzou os braços.

– Você é super madura. — Riley riu e se pendurou no ombro dela. — Vamos, vamos. — Cada uma foi para seu quarto.


(...)


– Não tenho certeza disso... — Gwen murmurou de dentro do provador. Derek e a atendente da luxuosa loja de roupas esperavam-na do lado de fora.

– Senhorita, pode sair. — A moça tentava convencer ela já fazia um tempo.

– Ok... — A larga porta de Madeira se abriu e revelou Gwen. Vestia uma simples regata preta e um short de couro balonê preto. Por cima destes um sobretudo vermelho e grosso, devido ao frio que fazia; tinha as abotoaduras pretas e luatrosas. Calçava longas botas com um salto alto e fino, no qual ela nem ao menos demonstrava ter dificuldade em equilibrar-se. Uma meia calça em um tom escuro e um longo lenço preto com escritas brancas. Os cabelos platinados por natureza caiam pelos ombros até o meio da cintura e a franja fora deixada jogada de lado.

– Você está... Perfeita. — Derek levantou-se do sofá onde a esperava. — Passe isso, por favor. — Estendeu o cartão para a moça, que apenas sorriu e assentiu, afastando-se deles.

– Não acho que ficou muito bom... — Ela cruzou os braços. — Não precisa levar... De verdade.

– Está linda. — Ele riu e passou a mão por seus cabelos. — Apenas me disseram que uma mulher com uma roupa nova, sente-se revigorada.

– Obrigada.

– Claro. — Ele digitou a senha do cartão assim que a atendente lhe estendeu a maquina e rapidamente o retirou. — Vamos comer alguma coisa. — Ele estendeu o braço para ela, que o entrelaçou com o dela sorrindo.

Saíram pelo bairro comercial luxuoso iluminado por vários postes de luz. Haviam carrinhos de pipoca, algodão doce e também muitas pessoas. Gwen chamava muita atenção.


(...)


– Obrigada, Derek. — Ela sorriu já na porta de seu quarto. — Você realmente me fez sentir melhor. — Suspirou. — Você é demais. — Ela o abraçou por um rápido momento e sorriu. — Nos vemos amanhã.

– É... — Ele disse em um murmuro.- Boa noite. — Colocou as mãos nos bolsos frontais da calça, afastando parte do blazer.

Assim que ela entrou e fechou a porta, ele sentiu uma presença se aproximando. Virou o rosto e viu Dália caminhando até o quarto onde ficaria.

– Ahn... Dália... — Ele a chamou em um tom misterioso e sério.

– Sim? — Seu tom era claramente falso para ele, mas animado.

– Podemos conversar no meu escritório? — Derek perguntou. Ela assentiu e logo o seguiu até a penúltima porta do corredor. Ele abriu e ela passou por esta.

– O que você queria me... — Sua voz foi ficando mais fraca ao adentrar no cômodo. Claramente sentiu uma sensação estranha e incomoda. — Ahn... Podemos conversar em outro lugar? Não sei se me sinto bem aqui e...

– Não, não podemos... — Ele fechou a porta e se apoiou na mesma, impedindo passagem. Puxou a gaveta da estante ao seu lado e dela retirou o punhal, envolto em um pano e amarrado por uma corda delicada. A duende estremeceu e se encolheu no outro extremo da sala.

– V-você! — Ela estava ofegante. — Caçador? — Ela perguntou assustada ao vê-lo deslizar as faces do punhal por sua mão.

– Vamos acabar logo com isso...

Notas finais
Gostaram? O que será que vai acontecer com a Dália?!? '-'
Comentem, ok? Espero receber dicas e opiniões sinceras.
;3