Se Fosse Verdade...
6 Capítulo 6 - Connecticut. Vamos?
Notas iniciais
–Zeus estava sendo a F-A-B-U-L-O-S-A – Hermes foi o único que teve coragem de responder – Estava cantando e dançando Gangnam Style com essa roupicha!
– Ahn... Senhor Hermes – eu chamei – Acho que é melhor parar de fazer essa piada.
O Rei dos deuses olhava furiosamente para Hermes. Eu estava apavorada. Queria sair dali logo, pois nem queria saber quais seriam as consequências. Foi aí que Zeus percebeu que eu e Percy também estávamos ali.
– E vocês dois?! – Zeus gritou – Ninguém me avisou que semideuses viriam aqui hoje! O que vocês estão fazendo aqui?! Vão embora antes que eu mate vocês!
– Senhor – eu disse o mais carinhosamente possível – Nós queremos que você deixe Percy andar de avião com total segurança. Nós estamos em uma missão.
– Você acredita mesmo que depois disso eu vou deixar? – Ele falou raivosamente – Hahaha, coitada. NÃO! Vocês terão que arranjar outro jeito de ir para essa missão estúpida.
– Mas senhor...
– Quieto Percy! – falei – Vamos.
Entramos no elevador. Todos os deuses ficaram lá para saber a história toda. Todos exceto dois: Poseidon e Atena.
– Oi Pai – Percy disse a Poseidon
– Oi mãe – Eu disse à Atena
– Olá – Os deuses disseram juntos
– Percy, vamos comigo até o meu trono – Poseidon disse – Quero falar com você.
– Annabeth, minha filha, também quero falar com você – Atena falou – Siga-me.
– Ok – Percy e eu respondemos juntos
Percy POV
Fui até o trono de meu pai, acompanhando-o. Era incrível como os tronos eram grandes. Cada um devia ter no mínimo cinco metros de altura.
– Percy – meu pai começou a falar – Tudo bem com você e com a sua mãe?
– Sim. Estamos muito bem. – Respondi – E você pai?
– Estou bem também, meu filho.
– Mas então pai, o que você queria falar comigo?
– Sobre a sua missão – ele disse – Eu já estava sabendo dela e já previa que Zeus recusaria a proposta. Então, já providenciei um barco mais rápido para você e para a filha de Atena.
– Ah, obrigado pai! – agradeci – Mas onde o barco está?
– Ele está em Connecticut – Ele respondeu
– Posso ir de Pégaso?
– Pode tentar a sorte – Falou – Mas depois do que você viu, eu não te garanto de nada. E aproveitando que você está aqui...
– Fale...
– E você e a Annabeth hein Percy?
– O que tem a gente?
– Vocês vão enrolar até quando?
– PAI! Nada a ver tá...
– Aham, vou fingir que acredito – Ele disse rindo. – Mas quero que saiba de uma vez que não será nada fácil a deusa da sabedoria aprovar isso.
E assim me despedi dele. Annie ainda estava conversando com Atena, então resolvi dar uma volta pelo Olimpo. Mas eu não conseguia parar de pensar no que meu pai tinha me dito. E se um dia acontecesse Percabeth e Atena não aprovasse? Mas isso não iria acontecer mesmo, então resolvi deixar pra lá.
– Ei, Cabeça de Alga – Annabeth estava me chamando, pelo visto, já tinha acabado a conversa com sua mãe – Está indo para onde?
– Estava só dando uma volta, te esperando. – falei – E aí? O que sua mãe falou?
– Ah, nada de mais – ela disse – E seu pai?
– Ele arranjou outro jeito de irmos para o Brasil
– Sério? Qual?
– De barco – respondi – Mas é um barco mais rápido que os normais.
– Ah sim – ela disse – E onde o encontramos?
– Em Connecticut – respondi – Meu pai disse que podemos ir de Pégaso.
– Ah, que bom!
Entramos no elevador de novo e descemos. Fomos para um lugar ali perto que estava deserto. Assobiei e esperei um pouco. Logo Blackjack, o meu Pégaso, já estava lá.
– Ei chefe – o Pégaso falou – Me chamou?
– Chamei. Preciso que nos leve a Connecticut.
– Sem problemas! – Ele respondeu – Subam. Tem torrões de açúcar aí chefe?
– Claro que tem – Respondi e dei os torrões para ele.
Montamos em Blackjack e partimos para Connecticut. Foi uma viagem longa, porém quieta. Annabeth não falava nada.
Fale com o autor