Se Eu Pudesse Voltar
10 O surpreendente Bruno
Notas iniciais
Bom, eu gostei muito desse capítulo, fluiu naturalmente.
Eu demorei pra postar por falta de tempo, mas espero sinceramente que gostem.
Acho que dessa vez eu me superei. rs.
Leiam até o fim, boa leitura.
Uma semana se passou desde o beijo em Bruno, não nos beijamos outra vez, e nem tocamos no assunto, talvez por falta de oportunidade, mas enfim, eu ainda não conversava com Eduardo, só o necessário e este se mostrava cada vez mais insatisfeito comigo, e com as outras pessoas da loja. Sempre discutia com alguém, brigava, ficava o tempo todo de mal humor. Naquela sexta feira a noite Sabrina convidou a todos para sua festa de aniversário, seria uma coisinha simples, só para amigos e alguns familiares, mas ela fazia questão que fossemos.
Então no fim do expediente, todos foram pra casa se aprontar para comemorar o aniversário de Sabrina, e eu não poderia ser diferente. Cheguei em casa, tomei aquele banho demorado, resolvi colocar uma calça jeans bem descolada, uma camiseta regata e um tênis, arrepiei meus cabelos e passei um gel, me perfumei, cumprimentei meus pais e ao abrir a porta pra sair lá estava Eduardo:
_ Nossa!!! Você está lindo!!! – ele disse entusiasmado.
_ Lindo e atrasado, eu preciso ir. – eu respondi passando por ele e indo em direção ao carro que estava estacionado em frente a minha casa.
_ Não espera, eu só vim pedir que diga a Sabrina que eu acho que não poderei ir a sua festinha, mas que eu estou mandando os parabéns e...
_ Não se incomode em dar explicações Eduardo. – eu o interrompi – Eu tenho certeza que a festa vai ser agradabilíssima sem a sua presença lá. Agora se me der licença.
Nem esperei que ele respondesse, entrei no carro e fui em direção à casa de Sabrina. Todos menos Bruno já haviam chegado. Cumprimentei a todos e perguntei por ele. Adriana disse que ele não iria a festa, pois não se sentia bem, e ao saber da notícia fiquei totalmente desanimado, querendo que o tempo passasse rápido para eu poder sair dali. Mesmo assim não demonstrei minha inquietação e fui agradável o tempo todo.
Ficou tarde e eu decidi ir embora, me despedi de todos e no caminho de volta resolvi passar na casa de Bruno e saber se ele havia melhorado.
Chegando lá, toquei a campainha, e não demorou pra ele me atender. Estava vestindo uma blusa azul e uma bermudinha preta, achei que já estivesse indo dormir. Fiquei sem graça, mas já que eu estava ali mesmo, eu disse:
_ Bruno, eu soube que você não se sente bem, vim ver se você está melhor.
_ Oi Cássio por favor entre.
Foi o que fiz, entrei e me sentei no sofá da sala. A casa estava tão silenciosa, imaginei que todos já estivessem dormindo. Ele se sentou do meu lado e começamos a conversar.
_ Temos que falar baixo não é? Todo mundo já deve estar dormindo, já é tarde, não vou me demorar. – eu disse quase sussurrando para não ser notado pelos demais da casa.
_ Não se preocupe, não tem ninguém.
_ Onde estão seus pais e seu irmãozinho?
_ Foram pra roça.
_ Nossa, mas saíram e te deixaram passando mal sozinho em casa? Falando nisso, o que você está sentindo?
_ Bem, talvez seja difícil de explicar. – nessa hora ele me olhou nos olhos, com um olhar malicioso, diferente. – Eu sinto um calor que começa aqui em baixo e vai subindo, esse calor vai me tomando, e agora, nesse instante está totalmente incontrolável.
Cada palavra que saía de seus lábios o aproximava mais de mim, ele falava e chegava cada vez mais perto a ponto de encostar sua testa na minha.
_ Mas Bruno, eu não estou entendendo. Você está passando mal.
_ Só se for de tesão.
Me beijou, calorosamente, com desejo, com ansiedade de quem esperava pelo momento a muito tempo. Mesmo sem entender eu correspondi ao beijo. Suas mãos passava pelo meu corpo com vontade, sentindo cada centímetro dele. Eu então passei a mão em sua nuca, segurando firme a parte de trás de seus cabelos e puxando-os levemente para baixo, fazendo o interromper o beijo e posicionando sua cabeça para cima. Beijei seu pescoço, mordiscando-o de leve, fazendo Bruno gemer baixinho.
_ Ah Cássio... Ah... Hum!!!
Ele então me empurrou forte no sofá, fazendo com que eu me deitasse. Eu fechei meus olhos e Bruno deitou-se sobre mim, beijou meus lábios, beijou minha bochecha, beijou minha testa e finalmente passou sua língua em minha orelha e gemeu em meu ouvido, fazendo arrepiar cada fio de cabelo que existia em meu corpo. O tesão tomou conta do meu ser, eu já não agüentava mais. Empurrei Bruno de cima de mim e ele caiu no chão sentado, eu tirei sua camisa e sentei com as pernas abertas em cima de suas pernas. Nos beijamos, ele mantinha sua boca entre aberta para que eu pudesse colocar minha língua dentro. Beijei seu pescoço, e me coloquei de joelhos em sua frente. Beijei seu peitoral, mordisquei seus mamilos, fui descendo até chegar à seu umbigo, mordi sua cintura e Bruno gemia alto, sem medo de ser ouvido.
_ Ah Cássio, não pare...Eu estou com muito tesão.
Eu somente o obedecia, mesmo que ele quisesse eu não pararia nunca. Com a ajuda dele eu tirei sua bermuda, deixando-o somente de cueca. Seu membro já estava ereto, eu o acariciei, o mordi por cima da cueca, e vagarosamente fui colocando-o para fora. Eu parei por um instante e olhei para o rosto de Bruno, que me observava, então eu sorri e continuei tirando sua cueca vermelha bem devagar até que seu membro estivesse totalmente visível.
Era incrível, muito bem cuidado, não tinha pêlos, então eu beijei a pontinha de seu pênis, respirei fundo e o abocanhei com todo o tesão que se fazia presente em mim, tirando gemidos e sussurros de Bruno que se contorcia no tapete da sala. Por um instante eu parei de me movimentar, ainda com o pênis na boca, e olhei para Bruno com a testa enrugada, e ele ainda me observava, e sorriu. Continuei chupando aquela coisa cheia de veias, e voltei percorrendo o mesmo caminho em seu corpo até que eu cheguei a boca de Bruno.
Ele por sua vez me tirou de cima dele e tirou minha camisa e minha calça em uma velocidade sem igual. Me beijava intensamente. Lambeu meu corpo de cima a baixo e tomou conta da situação. Me colocou de pé e fomos nos beijando ate que ele me pressionou contra a parede, forçando seu corpo sobre o meu, me apertava com vontade até que com a mesma força que me apertava, me virou de costas, e abaixou ate minha bunda. Tirou minha cueca com violência e me mordeu.
Eu estava tomado pelo tesão, gemia e arranhava a parede.
_ Bruno... Hum... Nossa... Você é muito gostoso!!!
Ele realmente era muito gostoso. E ele me mordia cada vez com mais vontade, até que começou a me lamber, e cada vez mais perto do meu ânus. Eu me arrepiava e tentava imaginar o que estava por vir, mas ele sempre me surpreendia. Ele colocou a língua bem de leve no meu ânus, e fazia com ela movimentos circulares em volta dele que me deixava louco de prazer. Vagarosamente o abria e sua língua se fazia mais e mais dentro do meu ser. Bruno estava deixando-o molhadinho. Resolveu subir e passou a língua pelas minhas costas, até chegar a minha orelha, Colocou seu maior dedo na porta do meu ânus e sussurrando perguntou-me:
_ Você me dá?
_ Claro que sim.
Antes mesmo que eu pudesse terminar essa frase tão curta, ele me puxou com força e me jogou no sofá, posicionou-me de quatro e me segurou pela cintura. Ele mais que depressa abriu minhas pernas, e ficou entre elas, encostando seu pênis totalmente ereto em meu ânus. Aquela sensação de medo e prazer era gostosa demais, nunca havia sentido antes.
_ Cuidado por favor Bruno... Ah...
_ Pode deixar Cássio. Eu esperei demais por este momento, vou fazer como ninguém jamais fez com você.
Eu dei a passagem e ele foi entrando devagar, invadindo o meu ser, com o cuidado que eu havia pedido. E quando percebeu que eu já estava a vontade, começou a fazer movimentos lentos de vai e vem. Eu fechei meus olhos e viajei, ele entrava e saía e dentro de mim e eu mordia o sofá, apertava com força, batia no sofá, mas não era de dor, e sim de prazer, de tesão.
Os movimentos foram se intensificando, ficando mais rápidos, mais fortes, e eu não queria que acabasse nunca, e pelo visto nem ele queria.
_ Ain Bruno, que delicia... Nossa!!!
_ Cássio, você é muito bom cara, que tesão...
Os movimentos estava mais velozes, nós estávamos totalmente suados, ele me puxava com toda a força contra seu corpo, e eu queria gritar mas não podia. E o medo de ser ouvido.
_ Goza Bruno... Vai... Eu quero muito vai...
Ele fechou seus olhos, levantou a cabeça e os movimentos não paravam, eu estava ardendo e mesmo assim não queria que acabasse.
_ AAAAAAAHHHHHHH!!! DELICIAAAAAA!!!
Ele havia gozado dentro. Depositou em mim todo o clímax do momento. Com todo o cuidado, retirou seu membro de dentro de mim. Imaginei que ele fosse se vestir aquela hora, me mandar embora, ou que me mandasse me vestir, mas como eu disse, ele era surpreendente. Eu me levantei, peguei minhas roupas e antes de começar a me vestir ele disse:
_ O que está fazendo?
_ Vou me vestir. – falei meio confuso, e olhando pra ele que retribuía o olhar, mas percebi que ele ainda mantinha aquele olhar malicioso e aquele sorriso de quem não estava satisfeito.
_ De jeito nenhum. – me sentou no sofá e segurou meu pênis olhando pra mim. – Quem foi que disse que acabou? Eu ainda não te vi gozando Cássio!
Colocou meu pênis na boca bem devagar olhando pra mim. Parou por um instante, sorriu, fechou os olhos e bem devagar eu vi meu pênis sumir inteirinho dentro daquela boca carnuda de Bruno. Delirei, gemia e o apertava.
Bruno voltou a fazer os movimentos de vai e vem, só que dessa vez com a boca no meu pênis, chupando-o com vontade, e intensidade, acariciando meu ânus com uma das mãos, e a outra levou até minha boca, fazendo-me chupar um de seus dedos.
Ficou assim durante um tempo, até que ele retirou seu dedo de minha boca e começou a me masturbar com vontade. Eu estava totalmente tomado pelo tesão, nunca pensei em sentir tanto prazer com uma pessoa.
_ Bruno eu vou gozar!
_ Então goza aqui na minha cara.
Foi feito. Não consegui segurar por muito tempo e gozei no rosto de Bruno que recebia feliz tudo aquilo. Quando eu terminei ele ainda me chupou por mais um instante, se levantou e me convidou para um banho. Não tinha como eu recusar, eu estava todo suado, precisava mesmo de um banho.
Nos levantamos e fomos para o banheiro e só lá é que eu fui entender o que havia acontecido.
_ Bruno, você não estava passando mal?
_ Cássio, você acha mesmo que eu estava passando mal? Eu só não fui a festa porque tinha certeza absoluta que alguma coisa te traria aqui hoje, então resolvi te esperar.
_ Mas e se eu não viesse sozinho?
_ Eu com certeza pensaria em alguma coisa na hora. O importante é que veio, e me proporcionou a melhor noite que eu já tive. Eu sempre te quis, e você sabe disso. Eu sempre te amei, e ao te beijar na sua casa aquele dia eu percebi que você estava sofrendo, mas que queria parar. Então eu não quis forçar a barra, nem falei nada durante toda a semana para não parecer que eu estava apressado demais. Mas você está aqui agora, e finalmente é real. Eu amo você!
Eu apenas sorri e nos beijamos. Era tarde e Bruno me convidou para ficar aquela noite ali na casa dele. Eu aceitei, avisei meus pais e fiquei lá. Era incrível como a gente se dava bem, como a gente se completava. Ele me entendia perfeitamente. Eu me sentia totalmente bem e a vontade com ele. Bruno estava ganhando espaço, um espaço enorme em meu coração. Nem por um instante eu me lembrei de Eduardo durante aquela noite. Percebi finalmente que era com ele que eu deveria ficar.
Notas finais
Por favor recomendem minha fic para outras pessoas, e deixem reviews quem gostar.
Continuo aceitando sugestões.
Fico muito feliz pra quem me der pontinhos de popularidade.
Bem até o próximo capítulo.
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