Notas iniciais
Espero que gostem, rs :)

Lucy estava sozinha na casa do pai. Naquela sufocante noite de verão, pais divorciados e ocupados. Ela tinha dezesseis anos, longos cabelos dourados e muitas camisinhas que não esperava usar como bexigas. Ela esperava o namorado a mais de 30 minutos, a impaciência o calor e os hormônios já estavam a enlouquecendo, não que toda maldita Woodsboro não a deixasse da mesma forma. Mal podia esperar para mandar aquele lugar para o inferno e ir morar em New York, festas e garotos dos quais tinha certeza que podiam proporcionar-la um orgasmo a mais de 5 metros de distancia.

Ah adolescente que agora se encontrava urinando em um caro sanitário branco feito de porcelana, escuta de longe o toque do telefone. – Ótimo! – Disse em voz alta a si mesma. Rapidamente pegou um pedaço de papel higiênico e passou por sua vagina a secando, subiu sua calcinha e seu short juntos para apressar as coisas. Correu para a sala, sem lavar as mãos mesmo, o telefone ainda tocava. O pegou um tanto raivosa.

– Você sabe quanto tempo já está atrasado? – Disse ela com a voz alterada.

– Qual o seu filme de terror favorito? – Não era a vós de Charlie, era uma voz ríspida e estranha. Provavelmente um brinquedinho comparado em uma lojinha qualquer, para mais uma de suas ridículas brincadeirinhas.

– Aquele em que a garota mata o namorado que chega as nove quando deveria ter chego as oito! – Ela revidou alterando o máximo que podia sua fina voz.

– Parece interessante. Uma pena não ser o seu namorado.

– Imagino que seja mesmo uma pena, Papai Noel. Não se esqueça de mandar um beijo para Satã quando for para o inferno.

– Por que você mesma não manda? – Ah campainha da casa toca, a feição irônica que já tomava o resto da menina desaparece. A pessoa com quem falava ao telefone desligou quase no mesmo tempo do toque da campainha. A menina de cabelos dourados se acalma, vai até a porta e gira de vagar a maçaneta, ninguém lá fora, como já esperava.

Um som ensurdecedor toma a casa, a garota se vira, é Charlie. Havia sido arremessado contra a grande janela da cozinha. O garoto estava ensangüentado dos pés à cabeça. Ela estava em choque.

Uma voz já conhecida falava atrás da menina. – Não responder minha pergunta! – Ah garota olhou para trás e quando pensou em correr já não era mais tempo, a grande e prateada faca do homem que vestia trajes negros e uma mascara branca já estava dentro dela. Era quente, ardia como fogo. Depois de repetidas vezes, após derramar uma grande quantidade de sangue. Tudo se apagou. Era o fim para a menina de cabelos longos e dourados.

Notas finais
E então, gostaram? Eu curti até (risos).
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.