Scorose- I Will Love You
9 Bônus!!!!!
Notas iniciais
P.O.V. Albus
Despedi-me do Scorpius e do Nicholas e fui para perto da minha família. Papai deu-me um curto abraço, seguido por um abraço de urso-das-montanhas-siberiano-faminto da minha mãe.
– Olá, querido! – ela disse. Depois de uns dois minutos, soltou-me e foi falar com a Lily.
Seguimos para casa contando histórias sobre acontecimentos de Hogwarts e rindo das piadas de James.
... ...
As férias estavam sendo legais, o Nick veio dormir aqui por uma semana, Scorpius também, porém só passou alguns dias. Em um piscar de olhos, já era natal, e, pelas cuecas de Merlin, aquele dia prometia. Terminei de me vestir, encarei-me no espelho e dei-me uma última chance de reconsiderar o que estava fazendo. Provavelmente ela me agradeceria depois, ou então me mataria. Chamei meu pai com um berro. Ele veio em instantes. Pedi que se sentasse.
– Pai, a Rose vai fazer uma coisa meio doida hoje á noite, e só quero avisar para que o senhor não tenha um ataque ou coisa parecida. – um olhar curioso tomou conta de sua face. Comecei a contar tudo o que havia acontecido, desde o tio Rony proibindo Rose de ver o Scorps, ameaçando deserdá-la, a proposta de Scorpius e, finalmente, o plano insano da minha querida prima e meu melhor amigo. Harry ficou quieto até o final.
– Ela realmente perdeu o juízo. – decretou depois de alguns segundos de assimilação. – Mas ele deveria ter previsto isso. Não existem barreiras para o amor. – ele sussurrou a última parte, e eu não pude entender.
– Hein? – perguntei. Ele me olhou confuso, e uma chama de compreensão iluminou seu rosto quando percebeu que havia expressado pensamentos em voz alta.
– Nada, querido. – levantou-se, desarrumou o meu cabelo e saiu andando. Quando estava atravessado a porta de carvalho, chamei-o.
– Pai! – ele virou-se para me encarar. – Não conte para ninguém. Ela pediu segredo. – ele assentiu e desceu as escadas.
... ... ...
Estranhei quando vi Rose entrando pela porta com um vestido e jóias vermelhas, porém não comentei. Ela também havia cortado um pouco seu cabelo.
A celebração estava correndo bem, até que ela começou seu discurso.
– Falta o último presente para minha amada família. – começou e estufou o peito, como uma grande Sonserina.- Vocês me odiaram por toda a minha vida, sempre preferindo o meu querido e amado irmão. — todos a olhavam com as bocas abertas, menos eu e Nick, que etava sentado do meu lado. Já sabíamos de tudo que ela estava falando. Só um cego não veria os esforços daquela menina. — Sempre quis mais atenção. Sempre procurei o amor e a aprovação de vocês, mais como a sem cérebro da Rose Weasley ia chegar aos pés do gênio do Hugo Weasley? Eu digo como. Vocês estavam tão distraídos com ele que não perceberam que eu sei fazer feitiços mudos, coisa que eu só aprenderei oficialmente ano que vem, aprendi sozinha a fazer um patrono, que, por acaso tem a forma de uma cobra, só tiro notas máximas. Eu recusei o cargo de monitora. Não o quis quando McGonnagal me ofereceu no terceiro ano. eu sou uma aluna prodígio. Mais o Hugo é melhor que eu, não? Quando eu percebi que meus esforços estavam dando em nada, parei de tentar. A única regra que eu ainda continuei respeitando foi a de não chegar perto de Scorpius Malfoy. E isso porque você ameaçou me deserdar se eu quebrasse essa regra- ela olha diretamente para o pai, que estava mais vermelho que uma pimenta. — Eu tive de respeitar isso, afinal, se eu fosse deserdada eu não teria nada.- papai fuzila meu Ronald com o olhar.- Mais esse ano isso mudou. Nas últimas duas semanas eu voltei a falar com ele. Deixamos de ser inimigos e viramos melhores amigos, porque nossa amizade nunca morreu. Só foi enterrada em baixo das palavras que desferíamos um para o outro. Eu chamei-o de filhote de comensal, e me arrependo disso. – terminou.
– Você virou amiga do Malfoy? – tio Rony perguntou, furioso.
– Sim.
– Você não é mais dessa família — ele diz. Rose olha para a mãe, com expressão desafiadora.
– Ronald! Pare com essa bobagem!- ela está branca, mais vejo a raiva faiscando sob seus olhos.
– Não, Hermione. A decisão está tomada.- Hugo está rindo como um hipogrifo que acabou de encontrar um pote cheio de carne.
– Antes de terminar esse assunto, eu tenho mais uma notícia para falar. — olha diretamente para o irmão- Nosso Huguinho está escondendo uma namoradinha nova! — ele se engasga. Rose um milho do bolso, convoca uma bacia da cozinha, estoura e multiplico a pipoca e vai para o canto da sala, comendo. — E ela é Líllian Potter! Eles ficavam se amassando nas rondas e ninguém desconfiava! Eu presenciei a cena em um dia que estava voltando um pouco tarde da biblioteca. Se quiserem, tragam uma penseira e eu mostro! – meu queixo caiu. Olhei para lily, esperando que ela negasse, porém minha irmã estava vermelha como os próprios cabelos. Enfurecido, levantei-me e peguei minha varinha, em um movimento conjunto com o de James.
Uma luz vermelha saiu das nossas varinhas. Também sabemos fazer feitiços mudos com perfeição.
– Protego! — a voz do papai soa pela casa, e um escudo invisível para o raio vermelho segundos antes de atingir Hugo. — Albus Severo Potter! James Potter! Baixem essas varinhas agora! — ele diz ríspido. Obedecemos, afinal, não queríamos nosso pai ainda mais bravo. — Rose, termine o que tinha de falar. Acabamos com esse assunto depois. – ele encara Hugo, furioso. Rose para de comer as minhas pipocas e deixo a bacia no colo da Victorie.
– Só um minuto — fala e olha para a porta. Todos na sala imitam o movimento. Ouvimos um craque e ela a maçaneta. Scorpius aparece lá. Tio Rony levanta e pega a varinha. Quando ele começa a recitar o feitiço, Rose, com uma agilidade única, pega a própria varinha e lança um feitiço mudo nele. Ronald, por sua vez, fica petrificado. Todos a olham com choque, menos, novamente, eu e Nicholas, que já sabíamos do que aquela ruiva era capaz.- Eu vou morar com os Malfoy daqui em diante. Os pais de Scorpius me aceitaram. Lá, pelo menos, não terá ninguém implicando com a minha Casa.
– ACCIO BOLSAS- Draco sai do lado da porta, onde antes não podia ser visto. As bolsas que ela tinha arrumado em casa vieram do nada e pararam atrás da mesma. O resto fica dividido entre Draco e Scorpius. Os três deram as mãos. Draco acena com a mão livre para a família. – Olá, Harry. Weasleys, Potters. – ele cumprimentou.
– Vejo vocês em Hogwarts! Tchau tio Harry! – Rose acenou e Draco desaparatou.
Fui até onde Victorie estava e peguei a bacia com pipocas de sua mão. Sentei-me ao lado de James, com a varinha ao alcance da mão.
– Tenso – George disse, para tentar descontrair a situação. Não funcionou. Hermione lançou um contra-feitiço em Ronald, que logo alcançou a varinha. Começou a caminhar a passos largos até a porta, porém foi parado pelo meu pai, que segurou seu braço.
– O que vai fazer? – Harry perguntou.
–Exterminar uma Doninha Albina Jr. E uma Doninha Albina. E pegar a minha filha de volta.- respondeu.
– Ronald Billius Weasley! Se você fizer isso eu mesma lhe arrastarei até Azkaban pelas orelhas! – Tia Hermione disse e levantou-se. – Deixe que ela espaireça um pouco. Novos ares farão bem a ela. – seu tom se suavizou, porém a expressão de Ronald continuava a mesma. – E se continuar com essa ideia, o sofá lhe servirá de cama por um booom tempo. – com essa menção, Rony acalmou-se e sentou-se. Voltei a minha atenção para Lily.
– Isso é sério?! Existe um nome para o que vocês dois estão fazendo, e é incesto! Seria a mesma coisa se eu começasse a namorar a Rose! Isso é uma coisa repugnante. Mas pouco me importa com quem você está namorando. O que me magoou foi o fato de você ter escondido isso de mim. Eu realmente esperava mais de você. – ela encolheu-se no sofá, e Lucy passou os braços sobre seus ombros, protetora. – E o namoradinho é tão inútil que nem mesmo tenta defender a namorada! – disse, com o máximo de repugnância que consegui juntar na voz. – Vamos, Hugo, mova-se! Ajude-a!
– Se eu chegar perto dela vocês vão me acertar com todos os tipos de azarações possíveis. – ele falou. Ri com escárnio.
– Realmente, Lily, não havia ninguém melhor em Hogwarts? Não importa se você vai sofrer. O bem estar dela é o que importa. Palhaço. – com essa, virei-me e subi para o meu quarto.
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