School Boxe

6 Capítulo 6 – Olhos Frios


Notas iniciais
E ai!!! 9dades fãs loucos do meu kokoro XD
eu vou postar mais nessas férias, por quê?...estou de férias oras =D
XDDDD
Coisas irão acontecer....
LOVI YOU!!! BETA PLANTA DO MEU TUM TUM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O diretor estava firme em sua decisão. Sua alma implorava pela vingança de seu filho, Kiyo. Lembrou-se do estado deplorável em que ele ficara e sua fúria aumentou ainda mais.


- Você deve eliminar estas três! – disse para a figura misteriosa a sua frente. — Mas o alvo principal é esta aqui. – apontou para a silhueta mais alta na fotografia que tinha sobre a mesa.

- Esta? – perguntou olhando seu alvo, gravando a imagem na memória.


- Sim, agora comece seu trabalho... Minha nova aluna. – a menina deixou o diretor em uma reverência, um sorriso de loucura tomando conta de seus lábios.


Na sala de aula, ainda se escutavam comentários do ocorrido da semana passada. Hanajima e Miyu se aproximaram de Kisa, nervosas com a notícia que tinham que dar para a amiga.


- Kiiiiisa... – Hanajima apoiou os braços na carteira da mais alta como sempre fazia, com a sonolenta em seu encalço. — Nós temos uma péssima notícia para te dar...


- Que merda vocês fizeram agora? – perguntou com certa irritação.


- Bem... Durante a investigação sobre o Kiyo, deixamos uma leve informação passar... – a loira hesitou um pouco.


- Kiyo é o filho do diretor. – a menina com aura de sono completou a frase em uma voz monótona, como se essa informação fosse extremamente irrelevante. Ambas viram a atitude de Kisa mudar rapidamente, ela passou de irritada e relaxada sobre a carteira para tensa e imóvel. Por uns instantes ela não respirou.


- Eu tinha esperanças de passar um único ano sem ter inimigos... – sussurrou para si. Hanajima e Miyu pensaram que a amiga tinha mais inimigos do que ela imaginava, mas não falariam nada.


- O que vamos fazer? – Hasegawa perguntou em sua sonolência eterna.


- Vamos simplesmente esperar. – respondeu a morena friamente, as outras duas se olharam assustadas.
O sinal tocou. A professora de matemática entrou pedindo a atenção de todos:


- Alunos do 1º ano, hoje receberemos uma nova aluna, que, por motivos familiares, não pôde vir nos primeiros dias de aula. Recebam-na bem! – ela anunciou alegremente enquanto uma menina de cabelos pretos e curtos entrava na sala, seus olhos eram azuis e sua pele morena. Não era muito alta, mas não era baixinha como Hanajima.


- Olá! Meu nome é Heya Kaoru, muito prazer. – a menina tímida olhou para todos da sala, sorrindo inocente.


- Heya, você pode se sentar ali do lado da Sakeri – A professora indicou uma carteira vazia ao lado de Hanajima, fato que nem a própria loira havia se dado conta.


- Olá! – ela lhe cumprimentou com um sorriso bem humorado, que lhe respondido por um aceno tímido de cabeça da aluna nova.


- Muito bem, vamos começar a aula porque eu sei que essa sala gosta de perder tempo! – Tanaka-sensei falou feliz. Na ausência de Kiyo, os professores gostavam de dar aula.

- Kisa, você está bem? Parece cansada. – Hanajima perguntou preocupada com a amiga que estava estranhamente quieta durante o intervalo.


- Não me sinto muito bem. Mas não deve ser nada, vou para a enfermaria tomar alguns remédios e já volto. – se despediu deixando as outras relembrando de quando a menina tinha pego uma forte gripe que quase se transformara em uma pneumonia.


O trio não fazia idéia que estava sendo observada por um par de olhos frios.


Acabando o intervalo Kisa retornou para a sala antes que o sinal batesse e o professor entrasse na sala.


- Você está melhor, Kisa? – Miyu perguntou casualmente. A amiga parecia melhor, mas tinha certeza que era o efeito do remédio.


- Um pouco, já não me sinto tonta, mas estou cansada. – a de cabelos compridos e soltos colocou a mão na testa da outra e percebeu que ela estava quente e suando frio. Não falou nada, afinal, Kisa era quem tinha a temperatura corporal mais quente entre as três.


A professora de Química entrou chamando a atenção dos alunos como sempre fazia.


- Todo mundo para o laboratório de química! Vamos fazer algumas experiências atrasadas! – a classe se animou e logo todos estavam a caminho do laboratório. Mais atrás, nosso grupo de meninas conversavam e riam.


- Faz tempo que eu não entro em um laboratório! – Hanajima disse animada, seguido de acenos de cabeças positivos das outras.


- Na verdade, Hana-chan, você ficou expulsa por um ano inteiro do laboratório depois de explodir um mini-forno, derrubar uma seção inteira de animais no formol, e colocar uma pinça na tomada que deixou o prédio inteiro sem energia... – a garota de uniforme masculino riu ao relembrar a cena. A mais quieta continuou a narração daquele dia marcante tanto para elas quanto para a professora.


- Mas não fui eu que coloquei a pinça na tomada! – a loira se defendeu. — Foi o menino que eu estava incentivando!


- E ainda derrubou uma colônia de formigas africanas! – Kisa completou. — ...Entre várias outras coisas.
- Tá, tá! Eu já entendi, prometo me comportar nessa aula! – a outra levantou a mão imitando um juramento sagrado, deixando as Kisa e Miyu desconfiadas.


O dia passou e Hanajima, por um milagre divino vindo dos céus, não quebrou, queimou, explodiu ou derramou nada. Todas seguiram para suas casas depois das aulas, sem notarem que eram seguidas silenciosamente.


Em seu quarto, Hanajima pensou na nova garota que entrara na sala. Achou isso estranho, mas não se importou com nada. Percebeu que a menina era muito bonita, e que, talvez pudesse fazer amizade com ela. Relembrando o seu rosto, ela pensou intensamente de como os olhos de Kaoru eram azuis, penetrantes, com um passado vazio e sem experiências alegres na vida. Sem perceber, adormeceu com esses pensamentos.


Miyu logo depois de seus afazeres diários entrou no computador e começou a pesquisar sobre Heya Kaoru. Havia algo na nova aluna que a incomodava e em situações passadas, aprendeu não ignorar sua intuição. Passava rapidamente por páginas e páginas com conteúdos inúteis. Sem outra opção, começou a hackear o site da escola. Mas quando estava conseguindo entrar nas fichas dos alunos, foi barrada por um firewall poderoso. Derrotada e inquieta, resolveu dormir, mas as perguntas não saíam de sua mente, e a medida que tentava encontrar uma resposta, mais eram formuladas naquela mente. Quem era aquela menina? Porque não achava nada dela? Nem Twitter, facebook, Orkut, MySpace e etc? Porque raios o site da escola estava, agora, tão difícil de hackear? Sentia que tinha muita coisa oculta por trás daquela menina.

Notas finais
este ficou um pouco confuso neah =D (?)