Schattenstaffel, o Esquadrão Sombrio
14 Capítulo 14 - Reconquistando a Cidade
Notas iniciais
Mandei ordens para os tanques do Kurt cercarem a cidade, se mantendo em campo aberto. Enquanto isso, dividi os pelotões em 7 grupos, além da companhia da Rebecca. Todos tinham um objetivo diferente, o do meu pelotão era a prefeitura e um banco.
A duas quadras do banco encontramos uma dúzia de rebeldes, certamente um grupo de patrulha, nos avistaram e começaram a disparar, ao mesmo tempo revidamos e matamos 7 deles após alguns a rápida troca de tiros, os outros 5 tentaram fugir, mas não conseguiram.
Já na rua, vimos que no banco não parecia haver rebeldes, e isso se confirmou após termos entrado e confirmarmos que ele estava todo fechado. Em seguida fomos para a prefeitura, havia perto dela um café de dois andares com uma sacada, fui para lá e deixei três atiradores prontos e mais 2 em outras duas casas.
Estávamos indo em direção a prefeitura, quando reparamos em uma janela abrindo, rapidamente gritei para se protegerem, em seguida escutamos vários vidros de pelo menos três prédios quebrando e logo começaram a disparar sobre nós. Me protegi atrás de uma arvore e puxei o corpo de que estava perto para faze de apoio, não era de um soldado meu, mas era recente, de certo um rebelde que tentou fugir, já que mesmo que não estivesse armado, achei um clip de munição de rifle com ele.
Como a Nicolle estava inconsciente, coloquei dois soldados no lugar dela até ela se recuperar, cada um foi para um lado da rua, como eu tinha ordenado caso fossemos atacados, e direcionaram os outros soldados que estavam perto deles. Eu me preocupei em acertar os rebeldes nos prédios, como estava quase no meio da rua. Quando fui recarregar o meu rifle, um tiro atingiu a cabeça do corpo e a explodiu, outro acertou de raspão o meu dedo e mais dois no tronco da arvore, como reflexo balancei a mão a vi que estava começando a sangras, então coloquei o rifle de lado e saquei a minha pistola Mauser C96 para poder continuar atirando. Um pouco depois um soldado veio tentar me levar para fazer um curativo.
Franz – Estou bem soldado, me deixe!
Kaleb – Capitão, sua mão, você precisa ir até um dos soldados do tenente Ollaf.
Franz – Soldado, é uma ordem, me solte.
Kaleb – Mas capitão, é peri...
Franz – Soldado? SOLDADO!!!
Enquanto ele tentava me puxar, um rebelde conseguiu acertar um tiro em seu olho direito, a bala o acertou em cheio e espirrou um pouco de sangue no meu ombro, em seguida ele caiu desmaiado para trás. Me levantei e comecei a atirar em todas as janelas abertas que eu via, em dois minutos esvaziei meus quatro pentes da mauser, quando a munição acabou eu percebi que meus soldados me acompanharam, pelo menos 15 deles estavam a minha volta atirando nas janelas em que ainda podiam ter rebeldes, enquanto os outros entravam nas casas e pegavam os que se esconderam.
Poucos minutos depois, o restante dos rebeldes nos prédios se renderam, no total foram 36 mortos e 49 capturados, desses 49, 27 estavam na prefeitura. Já do nosso lado foram 4 mortos e 28 feridos. O soldado Kaleb Bennewitz foi levado para junto do pelotão do Ollaf por dois Flügels, o tiro acertou seu olho, mas de certo não o cérebro, e saiu pela lateral da cabeça, talvez ele sobreviva. Já a Nicolle acordou, mas está em repouso por conta das dores.
Duas horas depois, os pelotões do Ollaf, Ludovyka e da Erika se juntaram ao meu, se espalhando pelos prédios em frente à prefeitura, todos eles cumpriram suas missões e, com isso, toda a parte da cidade ao norte do rio Elba estava sobe controle. Recebi a confirmação de que os tanques do Kurt não só já haviam formado o cordão de isolamento, como também capturaram mais de 50 rebeldes fugindo da cidade. Ele nem chegou a comentar sobre as ordens que recebeu do Oberkommand Wehrmacht, que tiveram que passar por mim antes, mas creio que ele não ficará quieto sobre isso.
Com o final do entardecer, mandei toda a minha Unidade dos 13 pelotões e a companhia da Rebecca cruzarem o rio Elba, com isso, poderia libertar a cidade ainda neste dia, e depois perder um dia para o descanso das tropas da Unidade. Com isso, conseguiria fazer com que só saísse-mos de Hamburg no dia 1 de julho.
As tropas cruzaram o rio sem problemas, e não houve nenhuma resistência por parte dos rebeldes comunistas. Elas usariam as grandes pontes levadiças para passar com as tropas, mas os rebeldes as danificaram para evitar a nossa passagem. Com isso, tivemos que pegar varios barcos pequenos e botes para cruzar 5 ou no máximo 10 por barco, a cada travessia.
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