Scarllet

7 A tregua que um doente mental me obrigou a aceitar


Notas iniciais
ME MATEM POR TER FICADO SEM POSTAR, EU FIQUEI SEM TEMPO, DESCULPEM-ME, MAS AÍ TEM UM CAPITULO NOVO.

Eu acho que Nicholas deve estar planejando me matar, é sério, quando ele se tornou legal? Como se ele se importasse comigo...

– Sky? — Nicholas diz estalando os dedos na minha frente — Acorda pra vida — Ele ri

– Ahn? Ah, que foi? — Digo confusa

– Quer sorvete? — Ele sorri. Que sorriso lindo e... O quê? Se concentra Scarllet, essa paixão já passou.

– Sim — Sorrio. Nick pega minha mão e anda em direção a um carrinho de sorvete. Aliás, estamos no parque. Espera, eu dei permissão pra ele segurar minha mão? — É.. Nick?

– Sim ruivinha? — Ele para e vira de frente pra mim.

– Eu dei permissão pra você se abusar e segurar minha mão? — Eu digo sorrindo. Um sorriso que percebi bem depois...

– Não, mas eu também não pedi — Ele ri e continua andando. Me puxando pra mais perto ainda.

– Eu vou matar você a qualquer hora.

– Tá, mas e aí, quer sorvete de quê? — Ele diz já pedindo o dele, que a propósito era de chocolate crocante, e eu amo esse sorvete.

– O mesmo que o seu — Digo e quando vou me virar pra me sentar e esperar o anta do Nick, esbarro em uma criança. — Cacete, não olha por onde anda?

– De-de-desculpa, mas você até que merecia — O garotinho diz; Ai meu Deus, eu só arranjo garoto assim na minha vida?

– Vai se fo... — Nick me corta antes que eu possa continuar.

– Scarllet, larga a criança aí e vem. — Nick ri — Você devia ser mais sociável de vez em quando, em vez de sair por aí xingando todo mundo.

– Me obrigue Sr. Correto — Ironizo

– Não, eu gosto de você assim. — Ele ri e senta em um banco. Sento também.

– Que bom. Ah, valeu pelo sorvete. — Sorrio.

Estávamos em um silêncio confortável fazia uns três minutos. Até que o idiota resolveu abrir a boca e falar idiotice. De gente idiota só deve se esperar idiotice.

– Sky?

– Sim? — Me viro de frente pra Nick.

– Tá sujo aqui — Ele diz

– Aonde?

– Aqui — Ele ri e passa sorvete no meu rosto.

– Ai seu idiota! — Passo sorvete no rosto de Nick também.

– Boba! — Ele ri. Fico séria, mas logo começo a rir também. Ele corre pra um balanço mais próximo e eu corro atrás do mesmo, e pulo na costa do idiota.

– AAAAAAH. SAI, SAI. DESCULPA TER TE SUJADO. — Ele grita rindo

– NÃO. — Grito também e começo a dar tapas na costa dele rindo enquanto ele girava.

– AAII, SAI DAQUI ANÃ.

– Chato. — Pulo da costa dele e saio correndo. Ele corre ainda mais e me puxa pela cintura. Eu já devia estar vermelha de tanto rir e sim, meu rosto já estava limpo do chocolate. Nick, me puxa pela cintura e logo em seguida me carrega. — AAAAH, ELE VAI ME MATAR, SOCORRO.

– Não vou não. — Ele ri e começa a me girar no ar.

– Eu vou morrer, para. — Digo rindo.

– Tá, tá, parei. — Ele me põe no chão e ri.

**

Agora estamos na praia, em uma parte em que não tem ninguém, e eu ainda acho que ele vai me matar.

– Eu realmente queria te abraçar bem apertado agora. — Diz Nicholas cortando o silêncio.

– É-é.. O quê? — Digo envergonhada.

– Posso? — Ele pergunta também envergonhado.

– Tá, mas só porque eu tô de bom humor.

Ele ri e me abraça. Ele me aperta contra o corpo dele.

– Espero que o motivo do seu bom humor seja eu. — Ele diz enquanto me abraça. E eu abraçava ele o mais apertado que podia, também.

– Não é você.

– Mas vai ser

Cessamos o abraço, mas Nick não me solta completamente. Ele aproxima o rosto do meu bem devagar e sorri.

– Nick.. — Digo quase num sussurro

– Por favor... — Ele sussurra também. Ele me beija. Era um beijo calmo e doce. Ainda bem que não tinha ninguém ali. E eu tô beijando ele. O garoto que eu odeio agora, mas gostei um dia. Não vou entrar em mais detalhes do beijo, porque você sabe como se beija. Do nada, cai um pingo no meu ombro. Olho pra cima e vejo que mais pingos começam a cair. Chuva, ai meu Deus, tá chovendo. Isso tá igual aqueles momentos românticos de filmes clichês de amor. Não que eu assista, é claro. Nick ignora isso e puxa meu rosto delicadamente novamente e volta a me beijar.

– Eu devia te matar — Digo parando beijo.

– Você não teria coragem

– Não duvide disso.

– Então, por que ainda não me matou?

– Boa pergunta. — Digo e pulo em cima dele tentando estapear ele, porque a propósito estávamos sentados toda essa hora na areia molhada da praia. E eu acho que deve ser umas seis horas da tarde agora, mas enfim, Nick segura meu pulso e se estica. Se estica e me beija. Apenas um selinho.

– Quer parar de me beijar toda a hora? — Sorrio

– Impossível. Ei, vamos fazer uma trégua? Sem brigas e sem provocações até quando o tempo permitir e... Nossa isso saiu gay, mas enfim topa?

– Hmm, tá, tá bom. — Digo revirando os olhos. Ele sorri e me puxa pra outro beijo. — Ei! Isso não está na nossa trégua.

– Quem disse que não? — Ele ignora e me beija.

**

Passamos o resto da tarde rindo, brigando — Uma coisa que não cumprimos do acordo. Ou melhor, trégua. — Brincando, Nicholas me agarrando.

E também quando Nicholas podia, me beijava. E acho que eu devo ter chego em casa umas uma da manhã. Minha mochila estava na minha casa, o que é estranho, mas o que ocupa minha mente agora é Nicholas. O que eu mais queria antes anda se realizando, mas agora, sou inimiga dele. Esse amor não pode voltar. Nicholas.. Por quê fizemos uma trégua?

Notas finais
Reviews? (: Sorry se o capitulo ficou pequeno, mas tô sem criatividade. BEIJOOOOOOOOOOS