Notas iniciais
Eu sei, eu sei. Demorei muito para postar, mas tenho alguns motivos. Na verdade não estou muito bem.. Mas enfim está aqui um novo capítulo para vocês. Boa leitura!

No dia seguinte...

Roman estava na espreita esperando Nas voltar para o cativeiro de Jane, ele sentia raiva da irmã por ter escolhido Kurt ao invés dele, mas saber que ela está sendo torturada o deixa doente e com sede de sangue, assim que Nas aparece ele pega o seu telefone para ligar para Kurt.

— Weller! – Roman diz. – Vou te enviar a localização de Jane, mas não se acostume não estou sendo bonzinho só estou fazendo isso por que somente eu posso torturá-la, somente eu posso fazê-la sofrer.

— Você é doente Roman. – Kurt diz do outro lado da linha.

— Talvez você esteja certo Weller, mas como eu disse somente eu posso matá-la.

— Apenas me diga onde ela está. – Kurt pede.

— Eu vou te mandar a localização por mensagem, seja paciente primeiro eu quero brincar com os agressores.

— Pare de brincar comigo Roman.

— Tchau Weller. – Roman desliga.

Roman se aproxima da entrada do armazém e verifica se a porta está trancada, para a sua sorte a porta estava somente encostada, então ele se esgueira pela porta sem fazer um minúsculo barulho, respirando devagar e calmo. Sua arma estava em sua mão, quanto mais ele avança vozes começam a ficar mais próximas, ele sorri de lado e seu coração acelera a cada passo que ele dá.

Roman avista Nas e Keaton conversando, ele procura por Jane e a avista pendurada pelos braços. Keaton estava escolhendo qual utensílio iria torturar Jane, o estômago de Roman se revira e a raiva se aflora mais, apesar de tudo ela é sua irmã.

O desejo por sangue se apodera de Roman ele se aproxima devagar e antes de chegar perto demais ele pega seu celular e envia para Kurt a localização deles. Feito isso, ele se aproxima mais um pouco de Jane, Nas e Keaton estão de costas para eles ele a alcança e a analisa procurando algum ferimento antes de tocá-la, mas neste momento Keaton se vira e avista Roman ele puxa sua arma do coldre, mas Roman é mais rápido atira em sua cabeça, Keaton cai no chão sem vida, e Nas pula por cima da mesa e atira em direção á Roman, ele tenta chamar sua atenção para o outro lado para não deixar que nenhuma bala atinja Jane.

Para a sua sorte Nas fica sem munição e sai correndo pelo corredor lateral do armazém, antes de correr atrás dela Roman atira na corrente da algema que prende Jane ao guindaste que a está suspendendo, fazendo com que ela caia no chão com força. Roman então segue Nas pelo armazém, mas já sabia que ela havia dado um jeito de sumir.

(...)

O team estava reunido no apartamento de Kurt.

— Roman me enviou a localização de Jane, vamos embora. – Kurt chama o team.

— Eu vou com vocês. – Avery diz já pegando seu casaco.

— Absolutamente não! – Kurt diz.

— Kurt, por favor, eu preciso saber se ela está bem.

— Avery eu te ligo assim que á encontrarmos, eu prometo.

— Não! – Avery grita. – Ela é a única família que me sobrou Kurt eu preciso vê-la, ela é minha mãe.

Kurt respira fundo pensando por um segundo, Jane ficará tão feliz quando descobrir que Avery já á vê como mãe.

— Okay, você pode vir. – Kurt diz em derrota. – Mas eu quero que me prometa uma coisa.

— Qualquer coisa. – Ela diz.

— Se eu disser corra você corre, se eu disser fique você fica me prometa.

— Eu prometo. – ela diz.

— Vamos embora. – Tasha diz.

O team saiu depressa para a localização que Roman havia dado, saíram com a sirene ligada e passando todos os sinais vermelhos, não demorou muito para eles chegarem ao local.

Kurt foi o primeiro á sair do carro seguido por Avery e o team, quando chegou à entrada do armazém virou para Avery e colocou o dedo na boca em sinal de silêncio mostrando pra ela não fazer nenhum ruído, ela assentiu e começou a pisar devagar e olhando onde pisava.

Eles seguiram armazém adentro e Kurt estava ficando nervoso por não ouvir nada, nem uma voz conhecida. Eles avançam mais um pouco e Kurt pôde notar dois corpos no chão, ele gelou na hora, pois reconheceu Jane no mesmo segundo, seu coração pedia para correr em seu auxilio, mas ele primeiro tinha que verificar se não havia perigo se aproximar.

Kurt não teve nem tempo de raciocinar se havia perigo quando Avery passou como um raio por ele e correu em direção á Jane.

— Avery não! – ele diz.

Avery alcança Jane e apóia sua cabeça em seu colo.

— Hey, hey, Jane acorde! — Avery pede. – Por favor, acorde, não posso te perder.

Neste momento Kurt alcança as duas e procura pelo corpo de Jane sangue.

— Kurt! – Reade chama. – Keaton está morto.

Kurt olha em sua direção e avista Keaton no chão e uma poça de sangue em sua volta.

— Roman fez isso. – Kurt diz. – Não posso lidar com isso agora Reade, por favor, Jane não acorda.

Em quanto isso Avery dá tapas leves no rosto de Jane para acordá-la.

— Jane, por favor, acorde! – ela diz com lágrimas nos olhos. – Por favor, Mãe não me deixe, eu só tenho você.

Jane começa a se mexer devagar e geme de dor.

— Ela está acordando Kurt. – Avery diz limpando as lágrimas.

— Ela vai ficar bem Avery, vamos cuidar dela. – Kurt sorri para Avery.

Jane abre os olhos devagar e olha para cima avistando Avery, ela pisca os olhos tentando enxergar melhor.

— Avery? – ela pergunta confusa. – O que você faz aqui?

— Mãe, você está bem? – Avery pergunta emocionada.

— Mãe? Você me chamou de mãe? – Jane pergunta com a voz embargada.

— Sim, eu chamei. – Avery sorri para ela e uma lágrima cai na testa de Jane.

— Minha mente está me pregando uma peça. – Jane aperta os olhos com força. – Estou delirando.

— Você não está delirando Jane. – Kurt diz apertando a mão dela. – Estamos aqui, Avery finalmente chamou você de mãe.

Jane começa á chorar e Avery acaricia seu cabelo.

— Hey, não chore! – Avery pede.

— Jane, você consegue se sentar? – Kurt pergunta chamando sua atenção.

Ela limpa suas lágrimas e o encara séria, ela se lembra das fotos que Nas á mostrou e seu coração fica em dúvida se o que ela disse é verdade, mas esse não é o momento e nem lugar para questioná-lo.

Ela balança a cabeça positivamente.

— Eu só preciso de uma ajuda. – ela diz.

Kurt e Avery á ajudam a se sentar, Jane agarra Avery e se apóia nela, o resto do team observa eles silenciosamente.

Neste momento Roman aparece e rapidamente e o team aponta a arma para ele, Roman continua se aproximando sorrindo para Jane.

— Olá minha querida irmã! – ele diz sarcasticamente.

— Roman! O que você faz aqui? – ela pergunta na defensiva.

— Calma irmãzinha, Kurt não te disse? – ele pergunta.

— Me disse o que? – ela mira Kurt.

— Eu te salvei.

— Eu duvido disso Roman, você me quer morta.

Todos observam os dois sem dizer nenhuma palavra.

— Verdade. — ele diz. – Mas eu quero te matar.

— E por que não tentou agora? – ela pergunta e vê Kurt engolindo em seco.

— Ah não, vou te matar, mas será na hora certa, por em quanto eu vou te salvando.

— Chega Roman. – Kurt interrompe os dois. – Se você não sair daqui agora eu vou esquecer que você á encontrou e vou te prender.

— Você pode tentar. – Roman diz sorrindo.

— Vá embora Roman. – Jane diz.

— Eu vou irmã, mas lembre-se que você me deve uma e eu vou cobrar, em breve. – Ele diz e vai andando em direção á saída do armazém.

Ele para e olha para trás.

— Á propósito. – ele diz. – Nas Kamal conseguiu fugir.

Ele acena para eles se despedindo e sai.

Eles não estão em condições de pensar em Nas neste momento.

— Jane consegue ficar de pé? – Tasha pergunta.

— Eu vou chamar uma ambulância. – Patterson diz.

— Não! Eu consigo ficar de pé só preciso de alguma ajuda. – ela diz.

Kurt já a segura pela cintura e apóia o braço dela em seu pescoço.

— Temos que te levar ao hospital Jane. – ele diz sério.

— Não, por favor, eu estou bem só alguma dor na costela. – ela franze o cenho quando ele á levanta.

— Então deixa pelo menos nós te levarmos para o NYO e cuidar de você lá. – Patterson diz.

— Estou bem pessoal. – ela implora com os olhos. – Só quero ir pra casa.

— Mãe não! – Avery intervêm. – Você precisa fazer um check-up, preciso ter certeza de que você está bem.

Jane observa Avery falando e seus olhos se enchem de lágrimas.

— Você está preocupada comigo? – Ela pergunta receosa ainda não acreditando que ela á chamou de mãe.

— É claro que sim! – a adolescente diz. – Você é minha mãe, demorei muito para aceitar, mas finalmente consegui.

— Não acho que preciso ir ao hospital Avery. – Jane ainda tenta dissuadi-la.

— Por favor, vamos ao hospital, não custa nada checar. – ela pede. – Faça isso por mim e por Kurt.

Jane vira a cabeça observando Kurt, seus olhos estavam sérios e preocupados.

— Okay, então vamos ao hospital. – ela cede.

Kurt solta o ar que estava segurando, finalmente descobriu uma forma de fazer Jane ser sensata com seu bem estar.

Notas finais
Obrigada pela leitura, até a próxima.