Notas iniciais
Gente eu to sofrendo tanto com essa fase da fic, me perdoem por fazer vocês sofrerem também.. Boa leitura!

Kurt estava sonhando com Jane, ela estava deitada na cama agarrada á ele sua respiração quente e suave em seu pescoço fazia cócegas no seu estômago seu sonho é interrompido quando ele ouve uma batida forte na porta e em quanto ele se levanta para abri-la o visitante impaciente já bateu mais umas três.

— Já vou, já vou! – ele diz aborrecido.

Quando abre a porta dá de cara com Avery e pela cara dela ela estava mal-humorada.

— Bom dia! – ela diz e vai entrando.

— Bom dia! Você está bem? – ele pergunta preocupado.

— Não. – ela diz logo.

— O que houve? – Ele fecha a porta e vai em direção á ela.

— Estou preocupada com Jane. – ela diz cansada.

— Nós vamos encontrá-la você vai ver. – ele e a puxa para um abraço.

— Eu só não posso perder mais ninguém, Kurt não vou agüentar.

— Você não vai perdê-la, tenha fé. – ele sorri. – Se quiser pode ficar aqui alguns dias, pra não se sentir tão sozinha.

— Eu não sei, não vou te atrapalhar? – ela pergunta.

— Claro que não, você é da família Avery.

A conversa deles é interrompida quando o celular de Kurt começa a tocar, ele volta até o quarto e pega o telefone era Patterson.

— Tem novidades? – ele atende logo com uma pergunta.

— Sim! E você não vai acreditar no que encontrei. – Patterson diz.

O que? – ele pergunta aflito.

— Eu acho melhor te mostrar pessoalmente. – ela diz.

— Não tenho tempo para joguinhos Patterson. – ele diz irritado.

— Kurt, estou falando sério, é ruim muito ruim. – ela aumenta a voz.

Ele estremece, quando Patterson diz que é ruim é por que eles estão em apuros.

— Estou á caminho. – ele desliga e volta para a sala para encontrar Avery na varanda.

— Avery eu tenho que ir, Patterson encontrou algo parece sério.

— É sobre Jane? – ela pergunta afoita.

— Sim, preciso ir você se importa de ficar sozinha aqui?

— Eu vou com você. – ela diz.

— Acho melhor não. – ele diz receoso.

— Eu vou com você, ela é minha mãe Kurt eu quero ajudar. – ela diz determinada.

— Está bem! – ele diz derrotado.

Meia hora depois ele estava pronto, dispensou os guardas de Avery mas disse pra eles ficarem em seu apartamento para quando ela viesse embora. Durante o caminho Kurt percebeu que as mãos dela suavam, e que ela parecia preocupada.

— Você está bem? – ele pergunta.

— Estou nervosa. – ela diz o mirando. – Você não está?

— Eu estou preocupado, essa demora para encontrá-la está me deixando louco. – ele confessa.

— Você vai encontrá-la não vai? – ela pergunta triste.

— Eu vou encontrá-la nem que eu tenha que ir até inferno atrás dela. – ele diz sério.

— Promete?

— Eu prometo. – ele a encara e sorri.

Como ele faria para cumprir essa promessa ele não sabia, mas dentro dele ele tinha a certeza que faria o possível e o impossível para encontrá-la.

Chegando ao NYO ele e Avery vão direto para o laboratório da Patterson, ao entrar Kurt percebe que todos já estavam á sua espera.

— O que ela faz aqui? – Reade pergunta á Kurt seus olhos em direção á Avery.

— Ela tem o direito de saber o que está acontecendo Reade. – Tasha diz.

— Ela não vai á lugar nenhum, ela está comigo e Jane é sua mãe. – Kurt diz encerrando o assunto.

— Isso pode ser demais pra ela Kurt, ela é só uma garota. – Reade diz.

— Eu agüento. – Avery diz encarando Reade.

— Ela é igual á mãe. – Patterson diz.

— Okay, vamos ao que interessa. – Kurt diz nervoso. – O que você encontrou Patterson?

— Eu estava procurando pelas câmeras da cidade, usei todos os meus recursos legais e ilegais. – ela olha para Reade que revira os olhos diante da confissão. – E encontrei algo, confesso que fiquei surpresa, com ódio e me sentindo traída.

— Patterson para de enrolar. – Kurt a interrompe sem paciência. – Mostre logo.

— Okay, como eu estava dizendo usei todos os meus recursos e encontrei uma pista muito importante.

Ela mexe em seu tablet e o vídeo aparece na tela da televisão, ela respira fundo e aperta o play.

Todos estão com os olhos vidrados na tela, o vídeo mostra uma van preta sem placa estacionando perto de um armazém abandonado na zona rural de New York, duas pessoas encapuzadas saem e vão para o lado da porta lateral da van, quando abrem um deles entra e puxa o corpo de Jane que estava desacordada com as mãos e pés amarrados.

Avery coloca a mão na boca quando avista a mãe naquela situação.

Os seqüestradores puxam uma cadeira de rodas e posicionam Jane sentada nela. Os meliantes conversam sem tirar a máscara um deles aponta para frente direcionando o outro a ir para aquela direção o outro fica para trás e entra na van dando partida e saindo da vista da câmera.

— É isso? – Kurt pergunta decepcionado.

— É mais de um vídeo. – ela diz. – Agora vou mostrar por outro ângulo e em uma área populosa da cidade.

Eles voltam a olhar para a tela e Patterson posiciona o próximo vídeo na tela e dando o play.

Os olhos de todos continuam vidrados, um dos meliantes está dirigindo e olhando para todos os lados parecia com medo de ser visto, passados alguns minutos o meliante pára a van e desce, indo para a porta lateral e pegando um galão que parecia cheio de gasolina encharcando o estofado e ateando fogo nele, em minutos a van está completamente em chamas e o vídeo acaba.

— O que você está querendo Patterson? Quer me enlouquecer? – Kurt grita. – Vamos para a parte mais importante, por favor.

— Este é o último. – ela revira os olhos para a impaciência dele.

Ela aperta o play novamente. Avery respira fundo tentando acalmar o coração que insistia em bater rápido. Kurt aperta os olhos com força e cruza os braços.

O meliante caminha alguns minutos e entra num carro de passeio, ainda com a máscara e olhando para os lados dá a partida e sai. Á alguns metros á frentes sem perceber que estava sendo filmado o meliante tira a máscara.

— Isso só pode ser brincadeira. – Kurt diz sem acreditar no que está vendo.

— Ai meu Deus! – Tasha e Reade dizem ao mesmo tempo.

— Eu disse que era ruim. – Patterson diz.

— Quem é essa? – Avery pergunta sem entender.

— Isso não pode estar acontecendo. – Kurt bate os punhos na mesa. – Eu confie nela, ela foi até a minha casa ontem dizendo que ia me ajudar á encontrar Jane.

— Vadia! – Tasha chinga.

— Quem é essa? – Avery fala mais alto.

— O Nome dela é Nas. – Patterson diz.

— A Nas que falou com você ontem no telefone? – Avery puxa o braço de Kurt o virando para ela.

— Sim, a mesma Nas. – Kurt fecha os olhos com ódio. – Como eu não percebi isso?

— O outro provavelmente deve ser Keaton. – Reade diz. – Eles estavam trabalhando na CIA juntos.

— Por que ela fez isso? – Kurt pergunta confuso.

— Por inveja. – Tasha diz convicta.

— Inveja do que? – Avery pergunta.

— Inveja da Jane, por que Kurt á escolheu ao invés dela. – Patterson responde.

— Eu ... eu.. – Kurt tenta dizer. – Preciso contar uma coisa.

— O que? – Tasha dispara. – Não vai me dizer que ...

— Não é o que você está pensando Tasha, pelo amor de Deus. – Kurt diz. – Ontem Nas esteve em meu apartamento e .. ela me beijou.

— E você deixou? – Avery pergunta incrédula.

— Claro que não! Ela me pegou de surpresa. – ele diz. – Eu á afastei e disse para nunca mais me procurar, mas o seqüestro foi antes disso eu devia ter percebido, eu sou um idiota, Jane jamais vai me perdoar.

— Calma Kurt! – Tasha diz. – Você não podia imaginar, nenhum de nós podia.

— Precisamos rastreá-la. – Avery diz.

— Não é tão fácil assim. – Patterson diz. – Ela trocou de celular, está com um descartável provavelmente.

— Eu preciso encontrar a minha esposa, ela não pode passar por isso de novo. – Kurt passa as mãos pelo rosto e respira fundo. – Isso é minha culpa.

— Pare! – Reade diz. – Não é culpa sua e sim daqueles que querem fazer mal á vocês.

— Não! Eu devia estar junto com ela. – Kurt diz perturbado, seus olhos começando á lacrimejar. – Eu nunca vou me perdoar se algo acontecer á ela, nunca!

— Não é culpa sua Kurt. – Avery diz passando a mão pelo ombro dele. – Nós vamos encontrá-la, agora entendo por que Jane ama tanta esse time.

— E por quê? – Tasha diz.

— Por que vocês cuidam um do outro. – Avery diz. – Sei que vocês farão de tudo para encontrá-la, sei que não falharão com ela.

— Eu já falhei. – Kurt diz e abandona o laboratório limpando as lágrimas que escorreram por seu rosto.

Ele vai direto para o vestiário e se encosta-se ao armário respirando fundo tentando acalmar os nervos e o coração que está em pedaços.

— Eu vou te encontrar meu amor, eu prometo.

Notas finais
Espero que não estejam querendo me matar kkk