Say When...
18 Buried Alive
Notas iniciais
Eai povo? Demorei menos dessa vez, née? To melhorando. Espero que gostem do capitulo.
Uma outra coisa é que o próximo capitulo é do Héracles e que eu não vou poder escrever essa semana por que tenho 7 provas Uma delas é de Fisíca, coisa que eu não entendo nada, então não vou poder me concentrar na fic.
Boa leitura galera.
Musica do capitulo: Buried Alive - Avenged Sevenfold
Uma outra coisa é que o próximo capitulo é do Héracles e que eu não vou poder escrever essa semana por que tenho 7 provas Uma delas é de Fisíca, coisa que eu não entendo nada, então não vou poder me concentrar na fic.
Boa leitura galera.
Musica do capitulo: Buried Alive - Avenged Sevenfold
P.D.V. Perseus Jackson
-Como assim foi sequestrado? -Eu não tenho certeza. Pedi para ele não ir muito longe, então não faz sentido. Sua presença sumiu! -Você está certo disso? Ele pode apenas ter ido muito longe. -Féres não faz isso, Annabeth. Um dragão não se afasta de seu senhor a não ser que lhe seja mandado. E mesmo se isso acontecesse eu ainda poderia senti-lo. Está estranho demais, preciso ir ao Olimpo. -Então eu vou junto. -Você ainda está machucada — falei preocupado. -Não vou servir de nada aqui parada. -Não adianta discutir com você, não é? Annabeth simplesmente sorriu para mim. Peguei sua mão e sussurrei: "Feche os olhos". Em um instante estavamos nas movimentadas ruas do Olimpo. -Vamos falar com Athena. -Pensei que minha mãe não gostasse de você. -Não sou a pessoa preferida dela no mundo, mas ela não me odeia mais. Caminhamos até a imensa biblioteca e abri as portas. A biblioteca do Olimpo sempre foi uma incrível visão, apesar de eu não vir muito aqui. Logo na entrada havia uma área comum com algumas mesas e sofás, a sala tinha um formato circular que permitia ver todos os 5 andares. Dessa sala principal saiam alguns corredores cheios de prateleiras levando a salas particulares ou à escadas. No teto, uma clara-boia que deixava a luz do Sol iluminar todo o recinto. Como estava de noite, existiam tochas espalhadas por todo lugar clareando até o ultimo canto. -Sua mãe praticamente vive aqui — respondi quando Annabeth perguntou se não era melhor preocurá-la em seu templo. -Athena? Está aqui? — depois eu meio que gritei. — Athena! -Você está numa biblioteca garoto, faça silencio — ela entrou por um dos corredores com um grosso e, aparentemente, antigo livro. -Desculpe-me. É que preciso falar com você. -Claro, mas não precisa gritar — ela franziu o senho. — Annabeth? É uma surpresa vê-la aqui, principalmente acompanhada dele. Mas seja bem vinda. É bom te ver depois de tanto tempo — Athena sorri para a filha. -Oi mãe — ela acenou meio envergonhada. -Odeio interromper o momento familiar, mas nós temos um problema aqui. -E qual seria? -Féres, o meu dragão, desapareceu. Devido aos ultimos acontecimentos, temo que ele tenha sido capturado. Gostaria de saber se sabe algo sobre isso, algo sobre seu paradeiro. -Não estamos lidando com inimigos comuns, já devem ter percebido. Eles tem a capacidade de sumir sem deixar rastros, é uma habilidade realmente impressionante. Receio não ter suas respostas Percy, contudo, posso disponibilizar minha biblioteca e meu conhecimento para qualquer outra que seja sua dúvida. -Então a senhora acha que ele foi levado como todos os outros objetos dos deuses? -Provavelmente para outros fins, mas sim. -Entendo. Agora o melhor a fazer é completar essa missão. -Aproveitando que estamos aqui, poderiamos concluir nossa pesquisa original? — Annabeth perguntou. -Você que é mais tempo por aqui — brinquei. -Não é sempre que se tem uma oportunidade dessas. -Terceiro andar, seção 14 ao norte. -Como sabe? — perguntamos juntos. A deusa arqueou a sobrancelha e eu entendi. -Leitura de mentes, claro. Obrigado pela ajuda. -É sempre um prazer ajudar os que buscam o conhecimento. Andamos em direção as escadas, mas parei no meio do caminho. Uma dor gritante queimou em meu pescoço. Tentei gritar, porém a dor era muito intensa. Caí de joelhos e aos poucos fui perdendo os sentidos. Tive a sensação de que Annabeth falava comigo, entretanto, ouvir era algo impossivel para mim nesse momento. Meu ultimos pensamento foi: isso não pode ter acontecido. P.D.V. Annabeth Chase -Percy! Percy o que aconteceu? — chamava-o sem obter uma resposta. — Mãe. -Não se preocupe, chamarei Apolo para examina-lo. Me ajude a coloca-lo no sofá. Juntas o deitamos em um sofá e ela, como havia dito, foi chamar Apolo. Ao examiná-lo, ele disse que Percy ficaria bem e só precisava descançar. -Não precisa se preocupar. Em alguns minutos ele irá acordar sem quaisquer danos maiores — ele sorriu. -E o que é essa marca no pescoço? Ela não estva ali antes. -Do que está falando, gata? Percy não tem tatuagens no pesco... Da onde isso veio? Parece uma queimadura. -Pelo menos já sabemos por que ele desmaiou — disse minha mãe. -Com isso você tem certeza de que ele ficará bem? -Fica de boa, isso aí é coisa de dragões, ele explica quando acordar — Apolo sorriu. — Sinto um haicai chegando. Cara do Fogo Sua garota chora Isso é chato -Deuses Apolo, isso foi horrivel. -Não enche Athena, meus haicais são muito bons. Não é, Annabeth? -Ahn, eu não sei o que dizer. -Não gosta dos meus haicais? — ele fez muxoxo. -Não é isso. Eles são bem... — procurei a palavra certa — criativos. -Viu? Sua filha gosta. Obrigado querida. -De nada?! — pareceu mais uma pergunta. -Agora eu vou indo, vai começar Skins agora.
-Tem mais de cinco mil anos e ainda se porta como um adolescente — ela revira os olhos. — O que achou daqui, filha? -Aqui é impressionante. Imagino toda a informação e sabedoria contidas aqui — falei olhando em volta. -Sabia que gostaria. É parecida comigo. -Por que nunca pude vir aqui? -Já lhe disse, existem coisas que mortais não devem saber. -E agora que estou aqui? -Não seria justo privá-la disso agora que já veio. Sinta-se livre para ir e vir apartir de hoje. -Sério? Sempre que eu quiser? -Sempre que Ártemis permitir. Apenas uma regra para voce: fique longe das seções privadas, ou serei obrigada a bani-la pela eternidade. -Por que as seções privads são tão importantes? -Contém arquivos, histórias, reliquias, coisa que cabem apenas aos deuses. -Bem tentador — imaginei como seriam essas salas. -Realmente. Gostaria de um café? -Adoraria. A senhora tem uma cozinha aqui? — perguntei surpresa. -É preciso. Esse lugar toma tempo, e deve ser cuidadosamente guardado. Enquanto esperava, refleti sobre o que aconteceu até agora. Os assaltos à objetos divinos, o filho de Éos, Diego, declarando guerra, os sabres de luz que são capazes de quebrar até o bronze celestial, Féres desaparecido. Nenhuma desses acontecimentos foi por acaso, isso é óbvio. Agora vem Phobos, ele disse que a profecia não deve ser seguida ao pé da letra e que eu já sabia onde encontrar o cristal. O cristal deve ter algo a ver comigo, ou a alguém próximo a mim. Em algum momento de minha vida eu descobri sobre ele, mas não deve ter sido muito importante na época. Eu só tenho que me lembrar o que era que eu descobri, e rápido. O mais intrigante é a tatuagem/marca de Percy. Será que ele saberá dizer o que é? -Aqui está — minha mãe me ofereceu uma xícara que peguei de bom grado. -Obrigada. -Outra coisa, vocês vieram aqui para uma pesquisa, vão achar o que precisam nesses livros — apontou para a mesa. — Quando ele acordar voês devem voltar ao hotel. Descance, esse machucado vai cicatrizar em breve. -Tudo bem. Athena pegou o livro que lia antes e se dirigiu para um dos corredores. -Mãe — chamei. -Sim? — corri e a abracei, depois de deixar a xícara na mesa. -Obrigada. Por tudo. De verdade. -Não se preocupe com isso. Você é minha mais brilhante filha, vai saber como retribuir — sorriu e se retirou. Sentei na poltrona ao lado de Percy e comecei a ler um livro chamado "Titanomaquia: a queda do Ótris". Estava em grego, o que facilitava minha leitura. -Eu desmaiei? — Percy disse depois de um tempo, ao se sentar. -Apenas alguns minutos. Consegue se levantar? -Acho que sim — estendi minhas mãos para ajudá-lo. — Ai! Annie? -O que? -Diga que não tem nada no meu pescoço — ele colocou a ponta dos dedos na borda da marca. — Ah! -Tem, tem sim. É estranha, é uma queimadura em expiral. Tem uma parte que corta até o meio e faz parecer um pouco com os olhos de um dragão. -Droga. Eles conseguiram — disse de olhos fechados. -Conseguiram o que? Quem? -Vamos dar uma volta? Vai ser mais fácil de explicar. -Claro, mas nós devemos voltar ao hotel depois. Ele sorriu. -Por acaso achou que eu fosse te raptar? -Louco do jeito que é. -É. Mas eu faria isso. Fugir com você, digo. Só preciso do seu consentimento. -Percy... -Eu sei, já entendi. Só preciso de umas ataduras e vamos. Passamos pela cozinha e eu fiz o curativo (sim, tinham ataduras na cozinha). Caminhamos por ai como ele tinha proposto e Percy começou a me explicar o que havia acontecido. -Quando eu me tornei um deus, me encarregaram de várias funções. A musica e os semideuses foram fáceis, o fogo um pouco complicado porque era o contrario do que estava acostumado, sou filho de Poseidon afinal. Os dragões foram um caos, um território totalmente novo e selvagem, tive que conquistar a confiança deles aos poucos. Até que Féres apareceu. O encontrei na Califórnia atacando alguns sátiros, ele era imprevisivel. O levei para meu templo aqui, temporariamente, os deuses não gostam de um dragão rebelde atormentando a vida deles. "Ele exigiu paciência e persistência. Só depois de duas semanas, consegui falar com ele pela primeira vez. Devagar, fomos nos aproximando e ele se tornando cada vez menos feroz e, então, nosso primeiro vôo. O jeito que me senti é indescritivel, a melhor coisa que já havia feito. Depois eu descobri nossa ligação. Féres tinha me escolhido como senhor. Quando percebi, nosso elo já estava formado." "Isso se chama Marca do Perdido. Se refere à perda do dragão e como isso deixa seu mestre perdido, meio bobo mas é assim que funciona. A espiral seria o coração do perdido, enquanto àqueles três triangulos significam a ponte que os une. As riscas em volta representam o fogo da vida que queima em ambos. E a grande 'estaca' que corta o circulo, como você disse antes, é o olho do dragão, a visão plena." -Quer dizer que eles quebraram sua conexão com Féres? -Ou ele morreu. Não consegui dizer mais nada depois disso. Voltamos em silencio e paramos na porta de seu quarto. -Não se preocupe, as garotas irão acordar de manhã. Boa noite. -Boa noite Pers. Fui para o quarto que dividia com Ashley e cai no sono assim que me deitei. No outro dia, depois de me arrumar, fui com Ashley chamar todos para comer. Thalia ainda dormia, decidimos deixá-la lá mais um pouco enquanto tomávamos o café. Percy e Nico estavam no corredor e descemos juntos para o restaurante. Pude perceber que Percy não dormiu bem, Sophie também percebeu, mas quando ela perguntou ele respondeu simplesmente. -Pesadelos. Me perguntei por que ele não contou sobre Féres, ou ainda como eles não perceberam a atadura. Talvez ninguém tenha dado atenção. Ou ainda ignoraram pois perceberam que tem algo errado com ele. Comemos sem conversar muito, apenas coisas superficiais. Alguns minutos depois Thalia desce e ajuda Nico a terminar de devorar o café da manha. -Percy, seu carro está funcionando? — Gabriela perguntou. -Ainda não. Assim que eu tiver tempo o levarei para Hefesto. Vamos precisar de outro meio de transporte.
Notas finais
Gostaram?? Ou não? Alguém ainda lê aqui? Só dois reviews por dois capitulos, abandoram?? Estou triste com isso.
Sério mesmo que desistiram de Say When?
Sério mesmo que desistiram de Say When?
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