Say All I Need
4 Capítulo IV
Notas iniciais
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N/PrinncyBlack: Hey dizer que estou feliz com os comentários é pouco. kkkkk Espero que gostem desse caps que fizemos como todo amor e carinho pra vocês bbs. Boa leitura e nos falamos lá embaixo.
Os olhos negros do psicólogo continuaram mirando por onde a figura da frágil Renesmee passou. A forma como – mesmo instável – que ela era linda, com os cabelos escuros e os olhos em um azul profundo, onde ele parecia enxergar o oceano. A forma que o corpo magro dela moldava-se nas roupas e as curvas perfeitas que ela tinha.
Pendeu o corpo para trás na cadeira e as mãos pelo o rosto. Ele estava mesmo tendo aquele tipo de pensamento com a paciente dele? Sim, ele estava. Não havia mal nisso não é?
Um sorriso sarcástico – e raro – pode ser visto no canto dos lábios do moreno, fazendo junção com os dentes brancos e perfeitamente alinhados.
Uma batida pode ser ouvida da porta. Ele praguejou até a décima geração da pessoa que estava o incomodando naquele momento. Ele pensou em responder, mas não fora preciso. A maçaneta girou lentamente e com um pouco de espanto Jacob constatou o corpo de Renesmee parado a porta – de novo – Aquilo não podia ser real. A expressão dela era indecifrável.
– Pois não? – ele ditou engolindo em seco.
– Pensei que você poderia estar precisando de mim, senhor. – aquele senhor quando bateu em seus ouvidos foi como se tivesse acordado uma fera adormecida no interior do mais velho. Fera essa, que nem todas tinha o privilégio de ver.
A porta fora fechada por Renesmee e lentamente ela andou até a mesa, ficando de frente para ele.
– Eu precisando de você? – ele perguntou nervoso. – Para o que?
– Não sei. – ela parecia tão inocente quando falava daquele jeito, meio com vergonha. – Para o que o senhor precisar!
Os olhos voltaram a fechar e em segundos ele estava pensando se aquilo não seria errado e proibido e ele teve a resposta dele. Não. Um sorriso que Renesmee nunca tinha visto em seus lábios.
O moreno levantou e andou feito um felino em direção da Renesmee. As mãos grandes fecharam-se com um pouco de força na nuca da menor e os lábios iniciaram um beijo cheio de luxúria. A língua de Jacob brigando por espaço e conseguindo, as mãos ávidas passeando pelo corpo e apertando nos locais certos, recebendo gemidos como respostas para os seus atos.
O corpo menor foi empurrado em direção da mesa, virado de costas. O peito foi prensado contra a mesa e o corpo do maior parou atrás analisando toda aquela carne que estava à disposição do seu bel prazer.
– Vou fazer o que quiser com você e não quero reclamações ouviu? – houve um maneio de cabeça. – Quero que responda. – ordenou por fim mordendo as costas da menor com um pouco de força.
– Sim, senhor. – e novamente aquele senhor para deixá-lo louco. Foi enviada uma corrente elétrica em direção do seu pênis com aquela palavra. O sangue corria e a sua mente pedia para que ele a fode-se fundo e forte.
As mãos fecharam-se nos fios negros os puxando para trás, fazendo com que o corpo ficasse arqueado. – Mexe. – ele pediu olhando para as nádegas cobertas pela a roupa. Aos poucos, como ele mandou. Os movimentos começaram. De maneira lenta, mas começaram. Conforme ela rebolava ele gemia animalescamente com aquilo. O que assustava era o sorriso sádico que não saia do canto da boca. – Mais rápido. – ele pediu.
– Sim senhor. – Renesmee respondeu mordendo os lábios, sentindo total prazer daquilo. – Faço tudo que o senhor pedir. – ela escutou uma risada que fez o seu corpo tremer.
– Eu sei que faz, e não sabe o quando isso está me deixando louco. – ele rosnou descendo com os lábios em direção do pescoço de tez alva chupando e mordendo querendo deixar marcas. Para que quando ela olha-se no espelho soubesse quem era que tinha a marcado.
O corpo menor foi virado de barriga para cima e por mais que a face de Jacob estivesse com outra expressão, os olhos ainda pareciam transparecer a dor que a alma dele sentia. Renesmee sentiu os dedos gelados do psicólogo baterem em seu abdômen alisando e em seguida baixando a calça moletom que ela estava usando. Os mesmo dedos seguiram para a peça intima a colocando de lado e aos poucos os dedos passaram pelo o sexo da menor. – Hum... – o moreno gemeu. – Molhadinha e convidativa. – seu tom era obsceno o que fez com que Renesmee corasse. O digito indicador circulou a carne inchada enviando uma corrente elétrica para todo o corpo da menina arqueando o corpo sobe a mesa. Gemeu em antecipação ao ver os lábios do moreno baterem contra a sua pele distribuindo forte chupões e mordida. – Não se meche. – a voz era fria e dominante. Ela fez o que ele pediu e quando os lábios forem em direção da calcinha dela para sugar o seu sexo sob a calcinha algo alto pode ser ouvido.
O corpo musculoso deu um pulo sobre a cadeira quando percebeu que o telefone estava tocando. Rosnou e olhou para a virilha. O membro prensado contra a boxer e a calça e a mão sobre mesmo apertando, tentando aliviar aquela pressão que estava ali.
– Merda. – praguejou ao ver que era uma mensagem da mãe. Ignorou totalmente a mesma e seguiu para o banheiro que fazia junção a sala que ele trabalhava. Precisava livrar-se daquela ereção e teria que ser no banheiro mesmo.
***
Os dedos longos passavam pela as pequenas bolinhas de água que o copo ostentava com um liquido amarelo dentro do copo com espuma. Eram raras as vezes que ele lhe dava o luxo de sair para beber algo para aliviar a mente. Mas aquele pedido, ele não podia negar. Queria a todo custo saber como chegar a Renesmee. Ele precisava que ela abrisse-se consigo e contasse sobre os demônios que atormentavam a sua alma. Ela merecia ser feliz, como todos merecem.
– Desculpe a demora. – a voz delicada ecoou. Jacob ficou de pé e estendeu a mão para a moça delicada que estava em sua frente. Ela parecia cansada e com os olhos tristes, diferente da outra vez que eles tinham se encontrado.
– Sem problemas, eu estava... Pensando. – ele sorriu e indicou a cadeira em sua frente. Alice sentou de frente para o moreno.
Jacob chamou o garçom e pediu algo para a pequena mulher beber. Quando o suco de Alice chegou ela bebericou um pouco do conteúdo e distribuiu os olhos claros sobre o psicólogo em sua frente.
– Como ela estar? – perguntou por fim. Jacob respirou profundamente.
– Eu creio que melhor do que quando ela chegou à clinica. Hoje mesmo ela saiu do quarto depois de tempos e até ligou para você.
– Pois é. – Alice baixou os olhos.
– Ela ainda não me contou como foi que ela chegou a isso. – o psicólogo ditou depois de alguns minutos de silêncio.
– Eu sei pouco também, ela não me contou. E eu... Quer dizer, ela não me deixou falar com o rapaz com quem ela conversava e seria...
– Ela conversava com alguém? – Jacob indagou.
– Sim. – Alice bebeu mais um pouco de suco e voltou a encarar o belo homem em sua frente.
– Quem era ele?
– Era um rapaz com quem ela encontrava-se quase toda noite e conversavam, segundo a Isabella, a mãe dela, era quem lhe dava drogas, eu tenho as minhas dúvidas.
– Aonde eles se encontravam? – psicólogo ditou nervoso. Não estava entendendo o porquê, mas o seu corpo estava reagindo aquilo. Alice escreveu o endereço em um pedaço de guardanapo e entregou ao homem. – E nome dele? – Jacob perguntou olhando o endereço.
– Acho que é... Eric Black. – o corpo do moreno tremeu. Os olhos ficaram arregalados a boca imediatamente secou um belo e sonoro NÃO PODE SER ecoava loucamente em sua mente. – Doutor. – Alice chamou a atenção do maior em sua frente. – Está tudo bem?
– E... É... Podemos conversar melhor depois sobre esse homem. Eu... Eu lembrei que tenho algo a fazer.
– Tudo bem. – a mulher deu de ombros.
– Deixa que eu pago. – Jacob segurou em sua mão e ela pode ver o quanto ele estava suando.
– Está tudo bem mesmo? Você parece pálido.
– Estou bem. – Jacob tirou uma nota de dinheiro da carteira e colocou sobre a mesa. Sem prestar atenção se Alice tinha saído ou não ele seguiu para a sua moto. Colocou o capacete deu partida.
Seus olhos olhavam atentos para todos os lados. Ele estava com o endereço na cabeça e a certeza que era quem ele estava pensando. A moto parou perto de um beco escuro e o moreno desceu praticamente correndo. O lugar fedia, tinha ratos por todos os lados, lixos. Como ele poderia estar naquele lugar quando ele tinha pessoas que o amavam e choraram até hoje a sua morte.
– Eric. – Jacob gritou da ponta do beco, e não obteve resposta. – Eric. – chamou de novo adentrando mais o beco escuro.
Escutou um barulho vindo de trás de um monte de lixo e pensou até em recuar. Seu coração começou a bater mais forte e para o seu completo desespero, ou alegria, uma figura apareceu em sua frente. – Eric? – ele indagou, não conseguia enxergar direito com o pouco de luz.
– O que você está fazendo aqui? – a voz chegou aos seus ouvidos e foi impossível não sorrir. Podia estar escuro, mas aquela voz ele reconheceria até de baixo de água.
– Eric. – fez menção de andar até o rapaz e foi impedido por uma mão no ar.
– O que você está fazendo aqui? – o outro indagou novamente. Era vívido o tom hostil em sua voz.
– Eu pensei que você estivesse morto...
– Estou morto. – a voz do outro era melancólica. Não era mentira, ele sentia-se morto. Ele morreu quando aquela tragédia abateu-se sobre a sua vida. Quando a luz do seu dia e os motivos pelo os seus sorrisos tinha perdido a vida.
– Eric eu... – Jacob andou em direção do outro. – Você precisa...
– Ir embora. – o outro ditou com raiva. – Eu estou bem.
– Não estar. – Black quase gritou. – Olha para você. – apontou em direção do Eric. – Parece um mendigo. Você tem uma família que lhe ama, e chora a suam morte todo dia.
– Como você me achou? – o outro não queria ouvir aquilo. Não precisava saber que os outros estavam sofrendo por causa dele. Era somente isso que ele causava. Sofrimento. Estava cansado de ser um fardo para as pessoas que ele amava.
– Foi uma tia de uma paciente minha, a tia da Renesmee. – Jacob viu um brilho aparecer no rosto de Eric com a menção do nome da jovem. E por mais que estivesse feliz em vê-lo, não gostou do brilho.
– Ela está bem? – Eric indagou e pela primeira vez andou em direção do maior. – Ela foi praticamente arrastada aquele dia e eu fiquei preocupado quando ela não apareceu mais.
– Ela está bem. – a voz do outro saiu grossa. – Ela não é importante nesse momento. Você é. – Eric sorriu. Estava feliz em saber que Renesmee estava bem. Por muito tempo ela foi à única com quem ele sentia-se bem em estar. A única que escutou os seus problemas e lamurias sem o julgar, pois ela sabia muito bem o que era sentir-se morto e sem vontade nenhuma de viver. Jacob percebeu que o irmão de algum modo, ficou contente com a noticia. O que lhe deixou apreensivo, afinal, não era possível que ele pudesse ter algo muito intimo com a sua paciente, era?
– Onde ela? – Eric exigiu saber. Deu alguns paços em direção ao irmão, ignorando todo o seu subconsciente que lhe dizia para manter-se afastado. Jacob adotou uma postura dura. Cruzou os braços sobre o peito, encarando raivoso o irmão.
– Quer tanto vê-la? Importa-se com alguém além de você próprio? – Jacob indagou. Eric estancou em seu lugar. O mais velho não sabia o porquê daquilo, entretanto ele não sabia o que responder. Ele sabia que tinha feito amizade com a garota, mas não conseguia entender o porque do irmão ter aquela postura ameaçadora.
– E se for Jacob? Porque está assim? Apaixonado Jacob? – um gigantesco bolo se formou em sua garganta. Ele nunca se apaixonou, entretanto, não seria por ela. Não pela sua condição, muito pelo contrario, porque ele não se envolvia com os seus pacientes. Mais vê-lo fazer aquela pergunta lhe pegou de surpresa.
– O que está dizendo? Olha Eric, vamos embora. Nossa mãe ficou doente quando soube... Que você tinha morrido, quando você estava aqui todo esse tempo. Vivendo no meio do lixo e ratos. Como arranja dinheiro para a droga? – sem pensar Jacob caminhou em direção do irmão pegando em seu braço fortemente. Ele não se importava que o mais velho estivesse lutando contra o seu aperto forte. Não era muito difícil carrega-lo contra a sua vontade, afinal, Eric não estava com um físico perfeito de anos atrás. Carregou o seu irmão em direção a rua não muito movimentada.
Um taxi apareceu rapidamente, como se tivesse sido chamado pelos céus. Jacob fez sinal, colocando seu irmão dentro, e entrou. O motorista fez uma careta desagradável pelo mau cheiro de Eric, mais arrancou para o endereço que Jacob forneceu.
– Isso tudo é ciúmes dela? – inquiriu Eric emburrado. Jacob olhou para o irmão com a mandíbula trincada. Porque ele ainda estava falando dela?
– Eric, para você seria melhor se cala-se a porra da boca. Conversamos sobre isso quando chegar à casa dos nossos pais. – Eric olhou para o irmão com um riso sarcástico. Ele lhe conhecia bem, muito bem.
Notas finais
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N/PrinncyBlack: Senhor Jesus amado nos ajude. É muito drama kkkkkk Eric enfim apareceu kkkk espero que vocês gostem dele. kkkk O que achatam do Jake dlç nesse caps? kkkk Super curiosa pra saber o que estão achando do meu gostoso gente... Ops! kkkk meu não ... Nosso gostoso. kkkk
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