Say All I Need
29 Capítulo XXVIIII
Notas iniciais
Enfim, espero que vocês gostem, e que definitivamente o Nyah não coma o cacete das palavras. Mas é isso.
Boa leitura e nos falamos lá embaixo.
A imensidão abaixo de si deveria lhe deixar feliz – se aquilo fosse um passeio de verdade – Na verdade era o mais puro pesadelo.
Renesmee não tinha nenhuma noção para onde Isabella estava a levando, só pedia mentalmente que tudo aquilo terminasse logo. Ela tinha um encontro com Jacob e pretendia estar lá, assim como pretendia deixar o passado no seu devido lugar – no passado – E estava disposta a viver sua vida ao lado do homem que ela amava. Ao lado de Jacob Black.
Renesmee olhou para o lado, observando o mar que estava ali, não poderia nem mesmo tentar se jogar do helicóptero sem que morresse ou sofresse algo muito grave. Isabella falou algo pelo fone e Renesmee levou sua atenção para mulher. Ela apertava alguns botões de controle no painel que estava em sua frente. Renesmee engoliu em seco quando o helicóptero deu uma pequena guinada para baixo, fazendo com que um imenso frio se estalasse em seu estômago. Frio de puro medo, frio de algo estava indo dar errado.
- O que está acontecendo? Renesmee murmurou para Isabella totalmente assustada sem realmente esperar uma resposta.
Isabella que mesmo tendo experiência como ela havia informado lançou um olhar assassino para ela, como se dissesse para calar a boca.
A jovem agarrou-se com força no estofado de couro do banco e fechou os olhos. Buscando a imagem do sorriso de Jacob quando eles estavam juntos, buscou até mesmo a imagem de quando ele ficava transtornado por sentir ciúmes dela. Sorriu ainda de olhos fechados e imaginou que estaria nos braços dele novamente na parte da noite. Ela não faltaria ao encontro com ele. Lindo engano. Renesmee deixou um pequeno gemido escapar dos seus lábios quando a queda do helicóptero foi maior dessa vez. Fazendo com que o frio fosse ainda assustador, a obrigando a abrir os olhos e pela primeira vez perceber que o helicóptero estava caindo totalmente de bico. E que encanto Isabella gritava feito uma louca tentando arrumar um jeito de subir, o mar aproximava-se cada vez mais rápido deles. As mãos de Renesmee seguraram-se no suporte que tinha perto da porta, e sem realmente poder fazer alguma coisa, Renesmee esperou o impacto da aeronave contra a água azul daquele imenso mar.
E assim ela chegou, o bico do helicóptero foi o primeiro a bater, fazendo com que um baque surdo ecoasse a quilômetros. Renesmee gritou quando o bico da aeronave afundou com uma velocidade impressionante e a água em volta de si passou a ficar vermelha. Sangue. Ela percebeu com horror que aquele sangue era de Isabella. Renesmee em meio ao desespero, vendo o helicóptero afundar devagar, levou a mão ao cinto na tentativa de liberá-lo, mas tudo parecia estar conspirando contra ela. O cinto estava emperrado pela batida no mar, e minutos que ela estava gastando naquela tentativa, o helicóptero afundava ainda mais. A água já estava na cintura de Renesmee quando ela finalmente aceitou o seu destino. Ela não estaria indo ao jantar com Jacob, ela não estaria indo passar o resto da vida com ele, nem conhecer a França como ele – como assim foi comentado – e o para sempre deles terminava naquele momento.
Renesmee fechou mais uma vez os olhos, sentindo a água chegar ao começo do seu pescoço. Puxou imagens alegres em que ela passou com Jacob, Alec, Claire e toda sua família. Desejava profundamente que eles ficassem bem, que eles conseguissem superar mais aquela tragédia que se apossava da família Cullen. Estava tendo o mesmo destino que o seu pai. A morte. E pelas mãos de Isabella, que no final ela tinha conseguido sua morte também. Renesmee arregalou os olhos quando algo queimou em seu peito. Água. A morena percebeu que o helicóptero estava completamente submerso, e que ela não aguentaria nem se quer um minuto prendendo a respiração. Ela já estava com o pulmão com um pouco de água, e ele estava ardendo, pedindo que ela respirasse. Coisa que ela realmente não podia fazer. A jovem levou a mão ao coração, apertando o lado esquerdo do peito e lamentando ter brigado com Jacob, ter sido infantil. Com as últimas forças no corpo ela tentou soltar o cinto, vendo que foi feliz na tentativa, mas não tinha mais força para sair. O último requisito de oxigênio deixou os seus pulmões formando uma pequena bolha em sua frente, ela estendeu uma mão para tocar o seu último sopro de vida, mas ela nunca chegou. Renesmee foi antes que pudesse tocá-la e memorizar o rosto do homem que ela amava.
Alice estava varrendo a cozinha, mas o pensamento estava sobre Renesmee. A menina ainda não tinha chegado, e ela sendo a tia superprotetora que era já estava imensamente nervosa pelo sumiço de Renesmee. Não tinha compartilhado do medo que estava sentindo e nem do aperto no coração com ninguém. Renesmee poderia estar com Jacob, mas ela não conseguia falar com o psicólogo, com isso tinha realmente esperar que Renesmee a qualquer momento aparecesse por ali. E assim ela tinha grandes esperanças. Mesmo que tivesse sentindo que tinha algo errado. E estar sozinha em casa, tendo Jasper na rua com Christian não ajudava em nada em seu desespero para com a sua sobrinha.
O olhar de Alice caiu mais uma vez sobre o relógio na parede, e seguindo para o telefone ela discou pela sexta vez – somente naquele minuto – o número do celular de Renesmee. Recebendo a mensagem que o celular estava desligado ou fora da área de cobertura. Suspirando, Alice depositou o telefone no suporte e voltou a varrer. Quando Jasper voltasse da padaria ela estaria comunicando ao esposo que teriam que ir procurar a Renesmee.
Zack lamentou estar batendo na porta dos Cullen dessa vez. Ele não estava sendo um portador de boas notícias. E ele odiava quando tinha que contar uma coisa tão ruim como a que ele estava prestes a fazer. Levou a mão a campainha tocando-a. Espero alguns segundos e em sua frente Alice apareceu. Ela não estava sorrindo como era habitual, e Zack tinha quase certeza que sabia muito bem do por que.
- Detetive Zack, algum problema? Você conseguiu prender Isabella?
- É exatamente sobre ela que eu quero falar, será que posso entrar?
Alice deu passagem para ele, fechando a porta atrás de si o seguindo até a sala. Estava completamente estressada e preocupada. Renesmee não dava notícias já faziam horas, e já tinha pessoas atrás dela na rua. Algo de ruim tinha acontecido. Ela sentia em seu coração.
Zack parou na sala e esperou Alice chegar.
- Sente detetive. – Alice lhe ofereceu o sofá.
- Eu estou bem em pé, mas eu gostaria que a senhora sentasse. – meio temerosa Alice fez o que ele pediu.
Apertando uma mão na outra ela estava até com medo de pedir que ele começasse o que tinha que falar. O coração batendo forte no peito, o sangue correndo em seus ouvidos.
- O que aconteceu? Prenderam a minha irmã é isso? Se for, o senhor pode falar. Já estava meio que preparada para que acontecesse isso. Não é como se a minha irmã fosse inocente das acusações.
- Foi espedido um mandato de prisão para ela sim, mas não chegamos a tempo. Ela tinha deixado à cidade.
- Como assim?
- Eu ainda me faço essa pergunta, como ela passou pelos meus dedos. Mas eu coloquei homens atrás dela, ela foi rápida. Chegou à Califórnia e de lá iria para outro lugar...
Alice engoliu em seco e o detetive percebeu que ela tinha entendido.
- Iria? – Alice perguntou nervosa.
- Isso mesmo. Iria, ela não teve sucesso em seu plano, mas eu... Eu não vim para lhe falar sobre isso.
- E sobre o que o senhor veio falar?
- Ela não estava sozinha, tinha... Sua sobrinha.
Alice sorriu. Negou com um aceno de cabeça.
- Minha sobrinha está mesmo sumida, mas Isabella não teria essa coragem.
- Temos testemunhas que afirmam que viram as duas juntas. Que elas estiverem em um aeroporto e que pegaram um helicóptero juntas. – Zack respirou, nunca tinha um jeito fácil para contar que alguém tinha morrido. – A aeronave caiu, senhora Cullen. Eu realmente sinto em lhe informar que tanto sua irmã quanto sua sobrinha não resistiram aos ferimentos. Eu já inicie as buscas dos corpos. É de se esperar que como elas estavam em mar aberto... E tinha sangue e...
- Para. – Alice pediu segurando o peito com força. Sabia que aquele incômodo não era exagero e proteção de tia. Renesmee nunca sumia sem avisar. E aquilo não podia estar acontecendo. – Eu... – as lágrimas manchavam o rosto que sempre foi alegre. – Eu preciso que seja a verdade, que seja certo.
- É certo, eu realmente sinto muito em falar isso, mas como eu estava falando por elas estarem em mar aberto e a água estar com uma quantidade grande de sangue elas podem ter sofrido algum ataque animal. – Alice arregalou os olhos. – Ou até mesmo soltaram longe da aeronave com o impacto e afundaram rapidamente. Eu não tenho nenhum corpo para lhe dar para enterrar, mas eu iniciei as buscas e espero encontra-las logo. Para que a dor de vocês seja logo amenizada.
Alice estava chorando – muito – nada do que o detetive falava fazia sentindo aos seus ouvidos e ela nem queria ouvir mais nada. Percebeu no modo automático quando Zack despediu-se dela, lhe dizendo que manteria contato sempre para avisar sobre as buscas, como ela contaria para todo mundo que Renesmee tinha... Morrido?
A mulher deixou o corpo cair sobre o sofá e gritou. O gritou o que não tinha tido coragem de gritar na frente do detetive. Amaldiçoou Isabella com todas suas forças, chamou pela sobrinha vendo finalmente a ficha cair de que ela tinha perdido sua amiga. Sua pequena companheira.
Alice deitou de qualquer jeito sobre o sofá e um murmuro escapou dos seus lábios. Ela tinha falhado como tia, ela tia falhado na única coisa que ela não podia errar. Na segurança de Renesmee. Ninguém aguentaria algo tipo, não depois da forma brutal em que Edward havia sido morto, não depois de tanto sofrimento que Renesmee passou nas mãos de Isabella. Ela tinha direito de ser feliz, mas o mundo não estava sendo seu aliado. Os olhos de Alice miraram a figura sorridente de Jasper passando pela porta com o saco de pães nas mãos e Christian apoiado em seus braços. Ele estava brincando com o filho e seria até doentio tirar aquele sorriso.
- Pequena, eu demorei porque estava cheio. E o Chris meio que começou a chorar quando viu o pão doce que ele mais gosta e... O que aconteceu? – Jasper largou o saco e correu na direção da esposa.
Christian esticou os braços para que a mãe o pegasse no colo e assim Alice fez quando voltou a ficar sentada no sofá. Contudo, ás lágrimas não deixavam seus olhos.
- Alice?
- Isabella ela...
- Foi presa é isso? Por isso que você está chorando?
- Ela sequestrou a Ness.
Jasper ficou calado por alguns minutos antes de ficar de pé e ir passar a mão no bolso de trás da calça jeans que usava para pegar o celular. – Eu vou ligar para a polícia e...
- Foi o detetive Zack que me comunicou, eles já sabem do sequestro.
- Eu vou ligar para o Emm então. Preciso avisá-lo, chamar a Rose todo mundo precisa estar aqui, ela deve querer o resgate e temos que conversar sobre o que faremos. Edw deixou um dinheiro para ela não foi? Podemos usar esse dinheiro e...
- Jazz. – Alice puxou o esposo pela mão. Jasper sempre fora calmo era a calma em pessoa. Raramente ele se estressava com algo, ou até mesmo demonstrava preocupação. Ele era bom em esconder os seus sentimentos. Mas Alice era sua esposa, e ela sabia muito bem que aquele brilho que estava brincando nos olhos claros de Jasper era medo. Ele já tinha perdido o irmão, tinha medo da reação dele em saber que tinha perdido a sobrinha. – Ela... Aí me Deus. – Alice apertou Christian em seus braços. – Isabella sequestrou Renesmee, ela a levou para Califórnia e lá embarcaram em um helicóptero. Detetive Zack ainda não sabe as causas do acidente, mas o helicóptero caiu e Jazz... – ela chamou pelo esposo quando viu que ele ficou de pé lhe lançando um olhar vago, frio e estranho. – Eu sinto muito. – ela pediu chorando. Jasper elevou a mão no ar pedindo para que a esposa parasse, e virando as costas para Alice não vislumbrasse a dor e fraqueza em seus olhos, e ele saiu da sala, deixando Alice chorando com os filhos nos braços.
Aos poucos, todos os Cullen estavam sendo quebrados.
Alec entrou sorridente de mãos dadas com a Claire. Era triste saber que ele estava feliz quando Renesmee estava passando por um término de namoro conturbado. Mas a vida era realmente daquele jeito. Uns terminavam, outros começavam a namorar, pessoas nasciam o tempo todo no mundo e pessoas perdiam suas vidas por toda parte do planeta. Isso se chama vida. O garoto parou de sorrir quando viu que a família estava toda reunida na sala, mas o que lhe chamou atenção foi ver que estavam todos chorando. Não tinha nenhuma exceção. Até mesmo o seu pai – que Alec nunca se lembrava de ter visto Emmett daquele jeito, estava chorando. – Emmett estava abraçado a Rose, e era o que parecia estar mais abalado depois de Alice.
- O que houve? – Alec perguntou aproximando-se de sua mãe que soltou o seu pai e lhe abraçou. Alec retribuiu o abraço, mas não estava entendendo nada. – Mãe.
- Você tem que ser forte. – Emmett falou atrás de Alec, apertando os ombros do filho. – Lembre-se que você não pode deixar-se abalar. Você está na luta contra uma doença, e eu preciso que você seja forte.
- O que está acontecendo. – ele saiu dos braços da mãe. – Que história é essa, porque está todo mundo chorando eu... Cadê Renesmee? – os olhos azuis do menino percorreram a sala vendo que a sua prima e melhor amiga não estava ali. – Nessie ainda não voltou? Cadê ela? – as mãos de Alec começaram a tremer e ele levantou os olhos quando as mãos frias de Alice fecharam-se com força contra as suas mãos.
- Isabella sequestrou Renesmee. – Alec deixou a respiração sair, e o rosto tomou uma expressão de choro no exato momento que as palavras deixaram os lábios da tia. – Ela a levou para Califórnia, a colocou dentro de um helicóptero. Não sei para onde ela pretendia levar sua prima e se até mesmo ela tinha intenção de pedir resgate, mas...
- Por que você está falando no passado? – Alec olhou para trás, vendo que Claire estava chorando e que seu pai já abraçava sua namorada. – O que aconteceu com a minha prima? – Alec exigiu.
- Eu sinto muito ter que lhe falar isso, mas o helicóptero que elas estavam caiu e... Eu sinto muito.
- Não. – Alec empurrou de leve a tia e encarou o pai. Os olhos de Emm repetiam as exatas palavras de Alice.
- As buscas pelos corpos foram iniciadas, mas temos que colocar em nossa cabeça que ela pode nunca ser encontra e...
- Minha prima não morreu! – Alice falou com ódio. – Ela estava comigo ontem, ela não pode simplesmente ter morrido assim, do nada.
- Alec, meu filho. – Rose andou em direção do filho, mas ele afastou-se da mão.
Correndo em direção das escadas ele correu para o quarto da prima. Renesmee deveria estar deitada na cama e tudo aquilo era uma imensa brincadeira de muito mau gosto. Quando abriu a porta e deu de cara com a cama arrumada e o quarto totalmente vazio, as palavras finalmente pareceram fazer efeito em sua mente. Correndo para cima da cama da prima, Alec sentiu o cheiro do perfume de Renesmee e o seu coração quebrou em pedaços quando entendeu que nunca mais a veria sorrir ou ficar vermelha quando ele mexesse com ele e com Jacob... A mente de Alec correu para o psicólogo, quem contaria ao Jacob o que tinha acontecido?
- Amor. – Claire correu na direção de Alec. Deitando ao lado dele e o abraçando com força. – Fala que é mentira, fala que eu não perdi a minha melhor amiga. Diz que isso tudo foi um engano, Alec. Fala! – ela pediu agarrando-se a camisa do namorado com força.
- Eu adoraria poder falar que um engano, Claire. Mas eu acabei de perceber que eu perdi a minha prima.
Abraçado a Claire, Alec viu o dia começar a cair. Logo Jacob estaria ligando para ele, para saber como Renesmee estava. Era quase um ritual do homem saber notícias de Renesmee através de Alec. E Alec não ia conseguir contar aquilo pelo telefone. Teria que estar cara-a-cara com ele. Jacob merecia isso. Merecia uma explicação descente. E ele não podia deixar isso acontecer. Ele teria que contar para o psicólogo o que estava acontecendo. Eles podiam estar separados, mas Jacob estava sempre atrás.
Claire deitou melhor sobre a cama, abraçando Alec o puxando mais para perto. Cada um em sua dor particular, contudo, chorando pela mesma pessoa em questão. Alec afundou o nariz no pescoço de Claire a apertando ainda mais. Teria que cuidar muito bem da namorada, não suportaria mais uma perda. Mesmo que essa perda fosse somente um término de namoro e não uma morte em questão.
- Alec. – Alec olhou em direção da porta e viu sua tia Alice com os olhos completamente vermelhos e o rosto inchado, assim como a ponta do nariz estava quase roxo. – Eu estava pensando, ou melhor, Emm me lembrou que... Jacob.
- Eu sei. – Alec soltou o corpo da namorada ficando sentado sobre a cama. – Eu estava pensando nele e sei que alguém daqui tem que avisar antes que chegue aos ouvidos dele de outra forma. Eu vou. – o garoto ficou de pé, passando as mãos pelo rosto e pelos cabelos em uma tentativa de melhorar sua aparência. Queria contar com palavras e não que Jacob percebesse que ele estava chorando antes mesmo que ela pudesse formular algo.
- Eu vou com você. – Claire ficou de pé fazendo o mesmo, arrumando-se.
- Eu prefiro que você fique aqui. – ele pediu segurando a namorada pela cintura. – Fique com a minha tia. – ele falou baixou estando ciente de que Alice estava parada a porta. Mesmo que parecesse que não estava ali naquele plano. – Eu ficarei mais tranquilo com você aqui, não sei como o Jacob pode reagir à notícia. Sabemos como ele é.
- Eu fico então se você acha melhor.
- Obrigado. – Alec tomou os lábios de Claire e segurou a imensa vontade de chorar que ele teve.
Odiava sem portador de más notícias. Odiava o fato de a ter perdido. Sua prima. A única que um dia ele realmente pode confiar. A única que mais do que ninguém merecia ser feliz. Agora ela não podia mais, estava morta, e talvez nunca fossem capazes de encontrar o seu corpo.
Notas finais
Não tenho muito o que dizer aqui, verdade!
Só peço para que comentem, plix!
Próximo ultimo caps, e já é uma tristeza ter que aguentar esse fim. SAIN é quase um filho, afinal, foram sete longos meses. Longos meses de triste e doce paixão JakeNess.
Mas é isso.
O próximo, 30, THE END.
Beijinhos.
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