Say All I Need
28 Capítulo XXVIII
Notas iniciais
A parte boa disso é que o meu livro está saindo mais rápido do que imaginei. kkk
Voltando, vambora ler o caps de hoje?? SÓ MAIS DOIS!
QUEM QUISER CHORAR SINTA-SE CONVIDADO.
Desculpas novamente pelo atraso, e vamos lá.
Boa leitura.
- Você contou?! – não era uma pergunta nem afirmação. Na realidade Eric não sabia o que falar para acalmar o irmão. Ele estava tão fodidamente descontrolado.
Jacob virou a garrafa na boca, sorvendo no gargalo.
- Contei... – com a manga da camisa enxugou as lágrimas. – Porra Eric, eu contei e ela surtou. – bebeu mais um pouco.
- Jacob, olha, eu vou falar com ela.
- Ela não vai querer te ouvir. Ela...
- Espera cara. Renesmee deve ter entrado em pânico. Não é todo dia que se descobre que o pai do seu namorado matou o seu. – Jacob evitou olha-lo nos olhos. Não estava nem um pouco se importando de desmoronar na frente dele ou de qualquer um.
- Eu não tenho culpa Eric! Ela agiu como se eu tivesse ajudado meu pai a matar o dela. – tombou sua cabeça no balcão, e as lágrimas molharam suas mangas rapidamente.
- Noite difícil? – a garçonete encheu mais o copo de ambos, observando Jacob ao lado.
- E como...
- Espero que melhore... – piscou para ele dando a volta, para atender um cliente na ponta do balcão.
Jacob levantou a cabeça mirando as prateleiras de copos brilhantes presa à parede. Embora seus olhos estivessem lá, ele não realmente não estava a enxergando.
- Hei Jake, acho melhor te levar pra casa. – Eric tirou o copo dele, que inconscientemente estava apertando-o com força, com raiva.
- Ela não pode terminar comigo Eric...
- Jacob eu vou falar com ela. Amanhã, deixe isso se acalmar, mas agora vamos! – pulou do banco deixando uma nota encima do balcão embaixo do copo, acenou para a garçonete e puxou Jacob em direção à porta. Ele estava em estado de inercia, e deixou-se ser levado. Cristo, ele estava tão mal.
Estava chovendo. Forte.
Ela desceu da moto, estacionando-a do outro lado da rua. Observou as gotas de chuva atingir o chão com força, cada uma mais impactante do que a outra.
Seus dedos estavam congelados, e ela buscou auxilio empurrando suas mãos para os bolsos do casaco. Sua mochila nas costas ficaria encharcada se não corresse para dentro do prédio em minutos.
As pessoas ao redor corriam para não perderem a aula seguinte, e no seu intimo ela desejou apenas dormir. Dormir para sempre. Uma rajada de ar frio lhe pegou e ela estava imediatamente encharcada pela chuva, mas foi capaz de ver o rosto conhecido no carro ao lado. Era Eric. Seus olhos se encontraram. Ele sorriu amigável.
Hesitou por um segundo. Eu deveria? Ela se perguntou, antes mesmo de perceber que já tinha feito sua escolha. Voltando sua caminhada, ela andou em direção ao SUV preto parado a três carros de distância.
- Olá moça. – Eric se aproximou, deixando um beijo quente em sua bochecha. Renesmee apenas se encolheu mais. Sabia o que ele iria perguntar, sabia que exigiria saber o porquê dos seus motivos. Sabia que ele não estava contente com a noticia. Mas não poderia poupa-lo. Um caminho com Jacob seria apenas um caminho de dor. E ela sentia-se ainda mais suja por ter aceitado participar de tudo aquilo. Seria mais fácil se tivesse ouvido os seus instintos.
- Oi.
- Aceitaria tomar um café comigo? Ou tem uma aula importante? – ela olhou para a entrada, para a longa escadaria que se estendia até a entrada principal. Estava tentada a virar as costas e entrar na aula, embora não conseguisse. Eric era muito importante acima de tudo.
- Tudo bem. – ele deu um amplo sorriso abrindo a porta do carro. Escorregando para o banco, Renesmee encolheu-se. Eric deu a volta no carro, e entrou. Estendeu seu braço para ligar o aquecedor, ligando o carro.
- Então, Miss América, pensou que poderia apenas dar um chá de sumiço e simplesmente abandonar a todos nós. Não com tanta sorte.
Ela não teve realmente animo para rir diante de sua piada. Eric poderia facilmente ser um primo, ou até mesmo filho do seu tio Emmett, todavia ela não estava no espirito. Não naqueles dias.
- Sorte é algo que não se tem pra mim. – balbuciou.
Eric considerou o que ela tinha dito a ele, então levou sua conversa para uma direção diferente.
- Então... Quando vai voltar?
Suas xicaras de café chegaram quentes e convidativas. Ela ainda estava molhada e sentia o frio subindo pela sua coluna com aquela pergunta. Assim que a garçonete se afastou, Renesmee encolheu os ombros.
- Eu não posso Eric.
- Não pode o quê?
- Não posso voltar. Não posso me deixar ficar com Jacob.
- Que tal ficando comigo, então? ― vendo sua piscada provocante, ela sorriu. ― Não pode me culpar por tentar ―, disse, agarrando sua mão do outro lado da mesa e entrelaçando seus dedos.
Atirou-lhe um sorriso envergonhado e disse ― Você é incorrigível.
― E você está vermelha.
Revirou seus olhos ―, Está realmente se esquecendo do fato de que Rebecca está esperando um filho seu, e eu acabei de terminar com o seu irmão? – Eric riu alto debruçando-se sobre a mesa.
- Agora é sério Ness, eu não esqueci, nem nunca vou esquecer. E se eu trouxesse novidades?
Renesmee parou de bebericar o seu forte e quente café mirando seus olhos escuros.
- Novidades de que?
- Novidades de que Jake está definhando por você. Que está inconsolável. ― O tom de Eric passou a ser sério agora. ― Eu acima de tudo Ness, acho que você tem todo o direito de se sentir assim, triste, embora o meu irmão não tenha realmente culpa de nada.
Renesmee sentiu o seu estômago se remoendo e lutou para manter sua voz firme.
- Olha Eric. Eu realmente sinto muito. Eu sei disso. Jacob não tem culpa, mas eu... Só não posso ok? Eu não posso aguentar tudo isso. Gostaria de dar a isso uma chance, mas depois de tudo, depois do seu pai... – respirou fundo. – Do meu pai... ― Parou. Eric mantinha um olhar atento nela. Ele não estava a recriminando embora realmente soubesse que sim.
- Você deveria dar a ele uma chance de se explicar. – argumentou.
- Jacob não tem do que se explicar. Isso não é sobre ele, é sobre mim. Eu passaria por cima de tudo Eric, até mesmo dessas crises que ele tem mais não por cima do que estou sentindo agora.
- Então você não o ama de verdade Ness. – sua voz fora dura. Cortante.
- O que?
- Quando amamos, passamos por cima de tudo, do nosso orgulho próprio.
Renesmee pairou seus olhos cristalinos sobre o café. Eric estava certo, ela sabia, e pela primeira vez sentiu-se sendo a verdadeira vilã da história, onde ela apenas crucificou Jacob.
- Desculpa por isso... – sussurrou.
- Não sou a pessoa da qual você tem que pedir desculpas, você sabe.
- Eu não sei... – murmurou
- Vamos fazer o seguinte, eu ligo pro Jake, e o chamo aqui. Vocês conversam e chegam aonde tem que chegar o que tiver que ser, será Ness.
Ela suspirou derrotada. Não podia fugir daquela situação, como gostaria. Ela queria Jacob de volta, mas os recentes acontecimentos ainda borbulhavam em sua cabeça.
- Eu não quero que você o chame Eric, não posso perder a próxima aula. – justificou. – Mas agradeceria se ligasse para ele.
- Porque você não liga? – Eric mantinha a mesma expressão séria adquirida há alguns minutos. Ele queria que aquilo se resolvesse logo. – Vamos Renesmee, ligue logo, ou eu vou ligar e chama-lo aqui. Nem que eu tenha que amarrar você na cadeira, vocês vão se falar, mesmo que seja pelo telefone.
- Tudo bem. – pescou o celular no bolso do casaco. Suas mãos estavam duplamente frias, congeladas pelo nervosismo.
Há quase dois dias não falava com Jacob, não ouvia sua voz, nem sentia a proteção e possessividade ondulando em suas palavras macias. Percebeu o quanto gostava de toda aquela atenção vinda dele. Percebeu que estaria cometendo o maior erro de sua vida retirando-o dela.
Procurou seu número no registro de chamadas, aguardou.
Uma.
Duas.
Três chamadas.
Jacob não atendeu. Ela desistiu, deixando o aparelho encima da mesa.
- O que foi?
- Ele não atendeu.
- O que? Deixa-me ver. – puxou o celular, discando o número do irmão.
Jacob resmungou enfiando a mão embaixo do travesseiro.
O barulho parecia ensurdecê-lo, aumentando gradativamente o latejar em sua cabeça. Puxou o celular, limpando as vistas embaçadas com as costas da mão.
Duas chamadas perdidas.
Sentou-se bruscamente quando no visor apareceu o nome de Renesmee, e sorriu. Sem pensar retornou a ligação. Chamou apenas uma vez, e a voz doce e delicada dela soou do outro lado.
- Ness. – sua voz saiu mais rouca e grossa do que ele desejou.
- Oi Jake. – Jacob suspirou aliviado. Ele tinha tanto a dizer, embora nada realmente saísse. Não queria ficar em um silencio tortuoso. Queria poder ouvir a voz dela, de novo e mais uma vez.
- Me desculpa não ter atendido da primeira vez, estava... Dormindo.
- Dormindo? Pensei que estaria no trabalho. Você está bem? – sorriu com a preocupação dela. Embora ele soubesse que não estava bem, não quando Renesmee não estava ali com ele, não quando as palavras dela ainda ecoavam com força em sua cabeça.
- Não, eu não estou bem. Você sabe...
O silencio se pendurou. Ele imaginou que a linha havia ficado muda, ou algo parecido. Mas não. Ela ainda estava lá, apenas sem saber o que realmente responder.
- Agente... Eu... Er...
- O que?
- Podemos conversar, se você quiser.
- Você sabe que eu quero. – JJ deitou no pé da cama, com o focinho entre as patas. Ele parecia saber com quem Jacob estava falando.
- Amanhã à noite então? Hoje eu vou fazer algo... Na casa de Claire. – Renesmee era uma péssima mentirosa, e Jacob reprimiu a vontade de saber realmente a verdade. Ele apenas precisava fazê-la voltar atrás, voltar para ele.
- Tudo bem. Pego você as oito, para jantar? – mordiscou incansavelmente o canto de sua boca, completamente nervoso.
A resposta demorou, mas veio.
- Claro. Oito horas. Eu vou esperar.
- Ness?
- O que?
- Eu amo você. Me perdoa por não ter contato sobre o seu pai, eu quis proteger você, evitar de te ver triste. Sinto muito. – respirou fundo. – Droga Ness. Eu sinto muito mesmo.
Ela ficou quieta. Jacob imaginou que Renesmee estaria sentada em sua cama, ou no pátio da universidade, onde ela geralmente ficava quando ligava para ele.
- Eu também.
- Eu quero resolver isso Nessie. Eu não quero ficar longe de você. Nem um minuto se quer. – murmurou.
- Jake eu... – suspirou. – Droga. Eu tenho que ir, tenho que entrar na aula. Desculpa. Nos vemos amanhã. – e ela desligou sem esperar uma resposta. Jacob a conhecia tempo suficiente para saber que ela estava nervosa. Aflita. Enxergava em sua voz a melancolia. Ela era o seu espelho. Ele também estava assim.
- Então? – Eric sorriu inclinando-se na mesa. Ele havia escutado toda a conversa descaradamente.
- Vamos jantar amanhã à noite. – ela jogou o celular dentro do bolso novamente, voltando a bebericar o seu café pela metade.
- Viu, não doeu. – encostou-se à cadeira. – Não sei por que vocês mulheres dramatizam tanto. – divagou.
- Não estou dramatizando Eric... – pensou por um minuto. – Sua mãe sabe sobre... O meu pai?
- Contei ontem para ela. Eu realmente odeio ter que ser aqueles que dão a noticia ruim.
- Posso te perguntar algo? – sussurrou.
- Vá em frente. – ele sorriu.
- O que aconteceu quando vocês sofreram o acidente? – viu a expressão de Eric mudar. Sua mandíbula se contraiu rígida, e seu corpo endureceu. – Quando Rebecca estava gravida, na primeira vez.
Ele desviou os olhos, mirando as xicaras de porcelana. Tocar naquele assunto não era nada agradável, ainda mais saber que foi ele o culpado pelo acidente. Por se descontrolar.
- Estava chovendo, e eu prometi pega-la na casa dos seus pais. Mas antes eu tinha que falar com o Billy, sobre o aniversário da mamãe. Quando eu cheguei ao seu andar, estava tudo escuro e a secretária dele... – olhou sugestivamente para Renesmee. – Não estava na sua mesa. Presumi que eles estivessem em algum tipo de reunião, e esperei na sala dele. Quando tinha se passado quase uma hora, e eu percebi que realmente não tinha ninguém mais no prédio eu fui até a sala de reuniões, saber se estava tudo bem, se ele estava lá. – respirou fundo soltando o ar em seguida. – Era uma cena deplorável. Encima da mesa, no meio dos papeis. – Renesmee abaixou o rosto, sentindo suas bochechas esquentarem. – Eles estavam lá, rindo de todos nós, fazendo planos para um possível golpe na minha mãe, e na empresa. Quando Billy me viu, ficou mais branco do que papel, eu ainda me lembro da expressão dele. Eu queria entrar e quebrar a cara dele, atirar aquela vadia pela janela, ver o corpo dela se quebrar na calçada, mas a única coisa que fiz foi sair de lá como um covarde. E eu fiquei furioso comigo mesmo por fazer isso. Por ser um grande covarde.
- Você acabou perdendo o controle do carro.
- Sim. – abaixou a cabeça. – Eu estava com raiva, e dirigia rápido, mesmo Becca me pedindo para diminuir, eu não fiz.
- Ele está preso?
- Sim. E ele entregou Isabella, estão com um mandato de prisão contra ela.
- Eu sei. Minha família está em estado de choque.
- Eu imagino. – levantou seus olhos para Renesmee. – Quero que você tome muito cuidado Ness. Eles são loucos. Especialmente o meu pai, embora ele esteja atrás das grades, Isabella está solta, e eles andaram conversando na cadeia.
- Você acha que ela pode vir atrás de mim?
- Eu não sei. Para o bem dela é melhor que não.
Para o meu também.
- Você tem que voltar pra faculdade, não é? – retirou a carteira do bolso.
- Sim.
- Tudo bem então, podemos ir. – fez sinal para a garçonete entregando o seu cartão.
Já estava escuro quando ela desceu os últimos degraus da escada. Sua moto estava no mesmo lugar que havia estacionado cedo.
Rumou em direção à calçada, tropeçando em um homem apressado que surgiu do nada.
- Desculpe. – murmurou.
O homem se virou, mirando-a bem, antes de retirar o celular do bolso e discar um numero. Ela percebeu os olhos castanhos escuros nela. Queimando a sua pele. Arrumou a mochila nas costas, seguindo para a moto. Seus membros congelaram, e um frio cortante atravessou sua espinha quando ouviu os paços do homem ritmados com o seus. Ele estava seguindo-a.
Pensou que poderia chegar até a moto rapidamente, subir nela, e acelerar até o final, fugir daquilo. Ou poderia correr até o estacionamento, onde havia ainda alguns estudantes sentados no capo dos carros, conversando e rindo. Ela poderia atravessar a rua, e entrar na loja de revistas, esperando que o homem seguisse o caminho, e fosse embora. E pensar fora o seu maior erro antes de agir.
A dois metros da sua moto, uma mulher loira vestida com um casaco rosa estava parada. Usava óculos escuro, típico de disfarces. Engoliu em seco, já sabendo que lhe aguardava ali.
Recuou, apertando a alça da mochila entre os dedos. Sua boca seca, assim como todo o seu corpo. Suas costas bateram contra um corpo grande, másculo. Uma parede de músculos. Duas mãos fortes e grandes se fecharam em torno dos seus braços finos, apertando.
- Não! Solte-me! – suas palavras estavam carregadas de medo.
O homem fingiu não escuta-la. Apenas a levou em direção a Isabella, deixando-as frente a frente. Apertando ainda os seus braços, e Renesmee imaginou que ele poderia facilmente quebra-los como quem quebra um biscoito ao meio.
- E agora? – ele tinha um sotaque carregado. Europeu.
- Coloque-a na van. – ordenou.
- Você matou o meu pai! – acusou.
- E vou fazer o mesmo com você se não calar a boca.
As lágrimas pinicaram os seus olhos, e ela lutou para não deixa-las cair.
- Vamos! – virou as costas, seguindo em direção à rua. O homem empurrou Renesmee para seguir o mesmo caminho que Isabella, mais ela permaneceu parada. Ele retirou algo do bolso, pressionando em suas costas. Ela sentiu a rigidez do cano de uma arma, contra a sua coluna.
- Ou vai por bem, ou vai por mau. O que escolhe?
Prendendo com mais força o choro, Renesmee foi empurrada novamente para frente, seguindo o caminho. Atravessaram a rua, entrando em um beco. Havia uma van estacionada, onde Isabella abriu a porta, e o homem jogou Renesmee para dentro sem cuidado algum.
- O que você vai fazer? – sua voz entrecortada.
- Já falei pra calar a boca. Você sempre me deu nos nervos. Sua voz me irrita.
- Para aonde vamos? – o homem perguntou.
- Para o aeroporto particular das empresas Black. Vamos pegar um jatinho. Quer dizer, nós duas vamos. Você suma.
- Sim senhora. – ele ligou a van, saindo pela rua.
Renesmee pensou em ligar para alguém, todavia antes que pudesse puxar o seu celular, Isabella, retirou das suas mãos a mochila, e roubou o celular de dentro do casaco.
- Não queremos que você banque a esperta, não é mesmo? – riu amargamente.
- O que você quer?
- Você vai ser a minha saída do país. Desde que as minhas irmãs simplesmente me viraram as costas, e acreditaram em tudo aquilo, eu não tenho escolha.
- Você matou o meu pai! – Isabella lhe encarou.
- O seu pai se matou. Ele bisbilhotou aonde não foi chamado.
- Você estava traindo ele! – Acusou.
- Porque ele me traiu. – a olhou com nojo. – Nós dois éramos um casal feliz, muito feliz antes de você, antes da sua mãe.
- Minha mãe...
- Sim. Aquele ser repugnante. Sempre que eu olho para você, vejo aquela mesma mulher imunda, com que o seu pai se deitou. Uma meretriz de merda.
- E você? O que você é? Acha que é diferente dela? O que você fez com Sarah?
- Sarah é uma idiota! Como aquela mulher nunca percebeu o desinteresse de Billy? – ela se perguntava agora. Renesmee tremeu com tamanha frieza.
- Eu não sei bem o que você está tramando, mas não vai sair bem dessa.
Isabella riu sarcástica, a fúria emanando dos seus poros.
- Eu deveria explodir os seus miolos contra a porta, mas, — revirou seus olhos. – Não posso agora. Porém se você continuar enchendo o meu saco, não respondo por mim, ou seja, cale a droga da boca.
Renesmee a encarou por mais alguns momentos, sustentando os seus olhos. Ela sentia que estava perdida. Isabella não a pouparia dessa vez.
Demorou cerca de três horas até que desembarcasse na Califórnia. Renesmee sabia que Isabella estava planejando uma fuga, e tinha certeza de que entraria em contato com a família assim que estivessem longe, para poder pedir o resgate.
O carro movia-se nas ruas escuras e movimentadas de Malibu. Ela sempre quis visitar Malibu, foi um pedido feito para o seu pai em seu aniversário de onze anos, gostava da praia, do mar, mas não esperava estar aqui com Isabella, sendo feita de refém.
Pararam no estacionamento de um prédio alto e moderno. A estrutura era toda de feita de vidro e concreto, a uns trinta metros do chão. Ela ouviu um helicóptero se aproximando, e pousando sobre o prédio. Isabella iria pega-lo.
- Vamos!
Ela abriu a porta escondendo dentro de sua jaqueta jeans uma arma. Renesmee engoliu em seco, abriu a porta, pisando em falso do lado de fora do carro.
- E nem tente sair correndo como fez no aeroporto, eu dessa vez mato você.
- Você é louca. – murmurou
- E você uma chata sem sal. Agora vai!
Respirando fundo, Renesmee caminhou com Isabella até a entrada do heliporto. Ela não estava com a sua mochila, não estava com o seu celular, ela não tinha nenhum documento ali, não poderia simplesmente fugir porque certamente Isabella iria dar-lhe um tiro, restando à única opção em obedecer ao desejo doentio daquela louca.
Subiram de elevador, parando no ultimo andar. Isabella indicou uma escadaria de metal, que levaria para o terraço do prédio onde o helicóptero estaria esperando por elas.
Assim que chegaram perto, Renesmee olhou ao redor. Viu a praia a alguns metros de distancia, casas e muitas ruas. As pessoas pareciam nem existir naquela altura toda. Ela sentiu-se zonza, tinha medo de altura.
- Eu não posso, eu não posso. – tentou recuar sentindo-se ficar verde. Tremia feito uma folha seca.
- Ora, faça-me o favor, e entre nessa porcaria.
Ela olhou ao redor esperando encontrar algum auxilio do piloto, mas o homem parecia nem se comover. Desceu da aeronave abrindo a porta para Isabella, mostrando-lhe os controles.
- Você me ligou dizendo que precisava disso com urgência, eu nem pude conferir se estava tudo realmente em ordem. – escutou ele dizer. Sentia o sangue gelando em suas veias.
- Não se preocupe com isso, sou um excelente piloto.
Isabella respondeu. O homem colocou Renesmee sentada fornecendo para ela um fone.
Quando o helicóptero começou a decolar Renesmee sentiu os seus olhos pinicarem. Ela não havia sido tão esperta como imaginou. Ela tinha fracassado. Ela tinha se colocado nessa situação.
Notas finais
ISABELLA VADIA SEQUESTROU RENESMEE!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH QUE FINAL DE CAPS DE MATAR NÃO É MESMO? KKKK
JAKE TAVA SOFRENDO, TADINHO, A NESS TAMBÉM PARECIA ESTAR. CARA SÓ EU QUE ESTOU ANSIOSA AQUI????? SEMANA QUE VEM TEM MAIS, E DEPOIS O ULTIMO CAPITULO DE SAIN! Dá até vontade de chorar.
Vou deixar aqui com a Miss.
COMENTEM E RECOMENDEM!!! PLIXXXXX!.
Amamos vocês.
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