Say All I Need
18 Capítulo XVIII
Notas iniciais
Espero que gostem desse e comentem pessoal u.u
Agradecer as recomendações que ganhamos. Muito obrigado mesmo. Adoramos!
Caps grande dedicado as pessoas que comentaram e recomendaram.
Beijinhos nos falamos lá embaixo.
Renesmee entrou no carro de Claire, com um sorriso gigantesco no rosto. Ela estava satisfeita com o que tinha feito.
- Então como foi?
- Tinha que ver a cara dele Claire. Parecia um homem prestes a ser torturado. – a amiga riu ligando o carro. Queria mesmo ter visto a cara dele.
- Eu queria ter visto isso. Imagina, ele totalmente excitado e você dando no pé. Deve ter sido engraçado.
- Eu tenho absoluta certeza que ele ficou com raiva de mim.
O carro se movimentava pela avenida, enquanto Renesmee desligava o ar condicionado. Abaixou o vidro do lado do passageiro apoiando o seu braço na porta.
Claire ria de toda aquela situação. Ela achava mesmo que o namorado da amiga merecia uma bela lição.
Pararam em um sinal vermelho e os olhos esverdeados de Claire pousaram sobre um corpo esbelto e alto que caminhava tranquilo pela ruía, com fones de ouvido, basicamente curtindo uma musica tranquila. Olhos azuis que olhavam, quando na verdade não estavam prestando atenção em nada. Seus movimentos eram tão leves.
- Nessie, olha ali o Alec. – Renesmee olhou na direção que Claire apontava, e surpreendeu-se ao ver o primo descontraído pela rua.
Alec tinha lhe dito que faria algumas coisas pela manhã e talvez nem pudesse ir à casa de Alice. Talvez ele tenha alguma consulta marcada ou algo do tipo. Todavia o olhar perdido de Claire parecia triste. Renesmee se perguntava o porque de Alec não deixar que a amiga se aproxime. Era obvio que ele não queria fazer ninguém sofrer, não queria que ninguém sentisse pena dele, mas Claire o amava. Talvez mais do que qualquer uma mulher iria ama-lo.
- É. Ele me disse mais cedo que iria fazer algumas coisas hoje. – e Alec sumiu da linha de visão delas, quando virou em uma esquina. O sinal abriu e Claire acelerou o carro.
- Ele, não fala de mim?
Renesmee suspirou pesadamente. Claire sabia o que aquilo significava. Sabia que a resposta era negativa. Mas o seu lado masoquista ainda esperava ouvir. Mesmo que não fosse o que ela tanto queria, mas esperava.
- Claire, eu tentei de tudo. Mais o Alec ele... – pensou em algo o mais rápido que conseguiu. – O Alec disse que não quer se envolver com ninguém agora. Ele quer viajar, conhecer o mundo. – virou para olhar a amiga. Claire mantinha uma expressão indiferente no rosto, como se ela não se importasse, quando na verdade Renesmee sabia que ela se importava. Deus, como ela se importava.
- Entendo.
- Então, como foi essa primeira semana de faculdade? – Alice se jogou na cama da sobrinha, assistindo-a colocar cardigã rose com pequenas bolinhas brancas na barra.
- Foi boa Alice. Claire me ajudou bastante. Não posso me considerar perdida dentro dela mais. – Alice sorriu entregando a bolsa para ela. Renesmee jogou os cabelos para um ombro, prendendo uma mecha rebelde atrás da orelha. Alice sabia que o olhar tímido da sobrinha significava algo.
- Ok! Pode me dizer o que está prendendo ai.
Renesmee respirou bem fundo, antes de falar.
- Eu... Na verdade eu queria saber se está tudo bem se eu dormir na casa do Jake hoje.
Alice riu.
- Renesmee minha queria, alguma vez eu te proibi? Claro que pode.
A jovem sorriu dando um beijo na bochecha magra da mulher. Se afastou segurando firma na alça da bolsa.
- Então está bem. Vou pedir pro Alec me levar. Aproveitar que ele está de bom humor.
- Ah sim. Vai lá.
Já se passava das sete horas da noite e Jacob havia mandado uma mensagem curta para ela. Não tinham se visto o resto da semana depois que ela apareceu na clinica, e mal se falaram ao telefone. Ela estava acreditando fielmente que Jacob estava aborrecido com ela. Talvez melhorasse a situação essa noite.
As duas desceram as escadas lado a lado, parando na sala. Alice sorriu convidativa para Jasper, que pegou Christian no colo, saindo do local. Alec parecia estranhamente triste.
- O que foi?
Renesmee se aproximou do primo, puxando-o pelo braço até a porta.
- Não é nada. – ele forçou um sorriso
- Tudo bem então. – deixou uma careta em evidencia quando Alec lhe puxou para fora.
- Vamos. Ou o senhor mau humor vai achar que sequestrei você. – riu da piada.
- Muito engraçado Alec. – entrou no carro dando uma ultima olhada para o celular. Jacob não tinha ligado desde manhã. Talvez ele tivesse mesmo muito aborrecido com ela.
Alec dirigia quieto. Ele parecia pensar em algo. Parecia estranhamente concentrado. Às vezes Renesmee imaginava ter visto seus olhos lacrimejarem, mas talvez fosse coisa da cabeça dela. Só quando Alec fungou que a jovem percebeu que não era nada coisa da sua cabeça.
- Alec o que você tem! – exigiu saber.
- Eu estou bem Nessie!
- Não, não está!
- Tudo bem. – suspirou.
- Vamos me conte.
- Encontrei com a Claire. – parecia estranhamente abatido com aquela revelação.
- Com a Claire... – Renesmee se inclinou no banco. – E o que aconteceu?
Alec parecia pensar em um jeito mais fácil de lhe dizer o que havia acontecido quando encontrou a Claire. Cristo, ele não acreditava que tinha feito aquilo. Não acreditava que havia magoado ainda mais a garota.
- Eu... Eu a beijei. E depois agi como um completo imbecil. Sai de lá porque não conseguia encara-la. Foi difícil Nessie. Eu gosto da Claire. – ele suspirou pesadamente. – Ela deve me odiar agora.
Renesmee tentava imaginar a cena dos dois juntos. Alec a beijando, e depois a deixando. Claire com toda certeza deveria está em farrapos agora. Por isso não tinha ligado depois do almoço como disse que ligaria. Buscou o celular dentro da bolsa novamente mas logo desistiu. Alec parecia precisar de apoio em um momento como esse.
- Er.. Bom, eu não sei bem o que dizer Alec, mais... Não acho certo o que você fez, nem discordo. Eu e a Claire lhe vimos hoje antes do almoço. Vocês se encontraram quando ela me deixou na casa de Alice?
- Sim. Na verdade, eu estava indo pra casa de Alice, quando parei naquele restaurante que tem ali perto. Ela estava lá.
Renesmee recordou que ouviu Claire dizendo que passaria no restaurante para comprar uma água.
- Ela me falou que iria comprar uma água.
- Então, eu encontrei ela lá, e acabei chamando ela pra almoçar comigo. Depois quando estávamos saindo do restaurante, no estacionamento acabou rolando. – ele controlava o choro. – Me desculpa Nessie, não quero que isso atrapalhe a sua amizade com ela.
- Não vai. Não se preocupe. – Alec parou enfrente ao prédio de Jacob secando o rosto molhado. Renesmee se inclinou dando um abraço apertado no primo. – Você vai ficar bem? – se afastou mirando o rosto dele.
- Vou sim, não se preocupe. Vá curtir a sua noite. – deu um beijo na bochecha dele, e se afastou.
- Tudo bem então. Me liga se qualquer coisa acontecer. Ouviu?
- Ouvi mamãe. – ele zombou quando ela abriu a porta, lhe entregando a bolsa. Renesmee lhe sorriu sarcástica, fechando a porta. Atravessou a rua, parando na frente do prédio.
Alec acelerou o carro e Renesmee entrou no prédio subindo de elevador. Ela não tinha anunciado a Jacob que iria, tão pouco tinham cogitado aquela ideia pela semana, mais ela precisava vê-lo pra saber que estava tudo bem.
Assim que a porta do elevador se abriu, Renesmee saiu caminhando pelo corredor vazio. A porta do apartamento de Jacob estava encostada e ela conseguia ouvir algumas vozes vindas lá de dentro. Aproximou-se mais da porta, com receio de bater.
“Jacob você vai ficar com essa cara? Você está assim o dia todo!”
“Não estou com cara nenhuma mãe... – suspirou cansado. – Eu estou bem!”
- Dona Sarah... – Renesmee sussurrou e achou que talvez fosse melhor voltar. Porém, assim que virou, sua bolsa encostou-se à campainha soando-a alta. – Droga! – não dava para simplesmente sair correndo. O corredor era logo, e bem provavelmente Jacob a veria.
Respirando fundo, se virou assim que a porta foi aberta. Sarah parecia surpresa, mais logo um grande e gigantesco sorriso lhe estampou o rosto.
- Ô, Renesmee querida. Quanto tempo. – sorriu ainda mais convidativa. Renesmee pode observar perfeitamente Jacob que estava jogado sobre o sofá, pressionando suas têmporas com a mão fortemente. Ele parecia sentir alguma dor.
- Sim, dona Sarah, quanto tempo. – Sarah puxou Renesmee para dentro, pela mão, encostando a porta.
- Que bom que está aqui querida. Jacob não está muito bem hoje. – apontou para o filho deitado totalmente largado sobre o sofá macio.
Renesmee observou o namorado atenta.
- Eu tenho que ir. – Sarah deu um beijo na bochecha do filho e um abraço em Renesmee. – Ah, antes eu queria lhe convidar para um jantar na minha casa. Rebecca está muito curiosa sobre você. O que acha?
Renesmee se viu num beco sem saída. Mas resolveu aceitar. Talvez fosse a melhor escolha.
- Er, bom tudo bem por mim. – sorriu
- Ah que ótimo. Pode ser amanhã o que acha meu bem? – perguntou a Jacob, que deu de ombros. Ele parecia sentir dor. – Argh! Espero que passe esse seu mau humor. – Renesmee imaginou Alec dizendo aquilo. Soava mais original quando ele dizia. Sarah se despediu mais algumas vezes e foi embora fechando a porta. Renesmee se sentia uma verdadeira intrusa. Jacob continuava lá. Calado.
Ela mesma contrariada se aproximou do sofá que ele estava estirado, sentando no da frente. Jacob acompanhou os movimentos dela com os olhos, porém nada disse. Ele tinha um ar de suspense que deixava tudo ainda mais sombrio.
- Oi.
- Oi. – ele parecia irritado. Renesmee imaginou que talvez seja pela simples brincadeira que ela havia feito. Mas Renesmee se lembrava da “brincadeira” que ele também tinha feito. Não parecia nada boa também, pensando agora.
- O que você tem Jacob?
- Eu não tenho nada Renesmee!
O tom da sua voz era roucamente grossa. Renesmee cruzou os braços sobre peito, fitando-o contrariada.
- Jacob, eu acho que vim em uma péssima hora. Agente se fala depois. – levantou do sofá segurando com força a alça da bolsa. Mas Jacob se levantou antes que ela pudesse chegar até a porta. Agarrou o seu braço prendendo-a onde estava. Interceptando o seu andar.
- Não vou te levar pra casa agora.
Ele disse rude.
- Não se preocupa. Eu pego um taxi, ou ligo pro Alec.
- O que? – a raiva tomou o seu rosto. – Ligar pro Alec? Pra que? Você não tem sempre que recorrer a ele!
- Jacob, depois agente conversa...
Jacob a puxou prendendo a com certa urgência. Renesmee estava de costas para ela, sentindo o bater do coração de Jacob acelerado em suas costas. A respiração quente que batia contra o pescoço coberto pelos longos fios escuros. – Você sabe como eu fiquei naquele dia... – sussurrou – Duro! Muito duro. – Renesmee fechou os olhos, sentindo a respiração quente contra a sua pele arrepiada. – E eu quero você agora.
Ela sentiu a mão direita dele, deslizando pelo seu ombro, indo em direção a pescoço pálido, com uma mão espalmada onde os dedos circularam em torno à pele sensível do colo dela. Ele não apertou, mais também não foi frágil. Renesmee sentiu um estranho frio na barriga descendo como uma queda d’água em direção ao seu sexo já completamente úmido. Parecia perfeitamente com o mesmo aperto que Jacob tinha lhe dado naquele sonho.
Ele apertou mais seu braço ao redor da cintura dela, e com um giro certo, Jacob a jogou sobre o sofá sem nenhuma dificuldade. Ele caminhou até a porta trancando-a, virando sobre os calcanhares. Renesmee se encolheu diante do grande tamanho de Jacob. Ele retirou sua camisa, agachando-se sobre ela no sofá. Seu corpo praticamente todo deitado encima do pequeno corpo de Renesmee. Jacob não se incomodou nem um pouco de desabotoar todos os botões do cardigã um por um. A regata branca que ela vestia, era final demais para esconder vermelho vivo – rendado – do seu sutiã. Ele levantou a barra da blusa dela, após retirar o cardigã rose. Renesmee apenas observava os movimentos dele.
Os olhos escuros não estavam mais concentrados nos olhos dela. Apenas no corpo quente de Renesmee, nas curvas deliciosas que ela tinha. Ele queria deixar sua língua escorregar pelos seios dela, brincarem na barriga lisa deslizando para o sexo mais cheiroso e molhado que ele já viu.
E foi exatamente isso que fez. Sua língua brincava com a pele sensível, arrepiada. Os dedos dela embrenharam-se nos cabelos espetados, mais Jacob prendeu as mãos com força, segurando os seus pulsos, e com a outra mão ele abriu o botão da calça deslizando o zíper. Ele puxou a calça jeans dela pelas pernas, até retira-la por completo de Renesmee. A jovem não acreditou realmente que aquilo era possível. Como Jacob conseguia fazer tudo isso, e ainda assim, segurar as suas mãos juntas?
- Jacob eu...
Ele a olhou severamente, como se estivesse a repreendendo.
- Não fale. Nenhuma palavra, ou vou ser obrigado a amordaça-la. Tenho certeza que não quer isso.
Renesmee não sabia se gritava, ou se o obedecia. Mais o que Jacob quer...
- O que... – Jacob bufou se levantando do sofá e de cima dela. Andou até o corredor se perdendo por lá. Ela olhou o corpo um pouco avermelhado por conta dos beijos e quase nu.
Quando ele retornou do quarto, em seu punho tinha um pano avermelhado da mais pura seda. Seu andar parecia mais um felino do que o andar natural e másculo dele. Jacob se aproximou ajoelhando sobre o acolchoado do sofá, colocando-a sentada.
- Vira de costas! – ele ordenou
Renesmee respirou fundo fazendo o que ele disse. Jacob puxou as duas mãos dela para trás do corpo, e com o lenço amarrou suas mãos presas, nas costas. Ela estava presa. E estava bem firme. Levantou os cabelos dela, quando a seda escorregou pelo seu colo tão leve. Jacob segurou nas duas pontas bem diante do seu rosto.
- Abra a boca!
E novamente ele ordenou sabendo exatamente o que estava fazendo. Renesmee já tinha ouvido falar sobre aquilo. Ela já tinha noção do que Jacob estava propondo.
- Jacob...
- Abra a boca! – repetiu grosso.
Ela respirou fundo abrindo a boca como ele mandou. O tecido de seda foi colocado dentro da sua boca, sendo puxado para trás, onde ele amarrou atrás da cabeça dela. Ela poderia gritar que não seria ouvida. Um frio na barriga lhe pegou de surpresa.
Jacob ficou em pé no meio da sala e parecia analisar Renesmee. Ela continuava de costas, e Jacob a puxou pelas mãos amarradas, colocando-a de pé. Pressionou o corpo dela contra o dele, beijando o ombro da jovem com certa devoção. Empurrou o corpo da jovem, em direção ao quarto. Renesmee sentia as suas pernas moles, mais conseguiu manter-se firme, e caminhar até lá, com Jacob em seus encalços.
Assim que entraram no quarto, ela esquadrilhou o local, observando a cama totalmente arrumada e os lençóis espichados. Nem parecia que ele tinha dormido. Ela a empurrou levemente até a cama, onde a sentou na beirada, de frente para ele. Deu a volta pelo corpo da jovem, sentando-se atrás dela. Levou os dedos em direção ao fecho do sutiã retirando-o, deixando os seios da jovem pularam para fora. A peça nem fazia falta, quando Jacob segurou com as duas mãos cheias os seios dela, apertando os mamilos entre os dedos.
Ela soltou um resmungo e em seguida um gemido grave escapou pelos seus lábios presos entre as linhas do tecido. Fechou os olhos com força, controlando o resto do corpo a respirar melhor.
Quando se sentiu satisfeito por beijar o ombro exposto e acariciar os seis saiu de trás dela, ficando de frente ao corpo da jovem. Sentia os olhos inquisitórios de Renesmee em cada movimento que ele fazia, e percebeu a umidade no meio das cochas dela. Desamarrou as mãos dela, a empurrando de encontro à cama, deixando-a deitada. Renesmee levou suas mãos em direção ao lenço em sua boca, porém Jacob a deteve.
- Não faça isso. Eu não disse que poderia.
Ela manteve suas mãos paradas exatamente onde estavam.
Jacob se aproximou da jovem, ficando encima dela, uma perna de cada lado do corpo, pressionadas ao lado das costelas. Seus olhos estavam vidrados nos olhos dela. Como se estivesse hipnotizado.
- Você me deixou em uma péssima condição aquele dia Renesmee. Péssima!
Renesmee murmurou como se estivesse protestando. E ela estava. Sabia que tinha mesmo deixado Jacob em uma péssima condição como ele havia falado. Mais ele também tinha lhe deixando em uma péssima condição. Estavam quites no final das contas.
- Vou te torturar essa noite. – um sorriso malicioso
E ela estremeceu. Mais não por que estava sentindo medo. Ela estava sentindo o seu corpo quente, em brasas. Ela queria que Jacob a ajudasse nesse problema. Ela queria suplicar para que ele ajudasse naquela queimação em seu sexo, mais sabia que se pedisse Jacob não iria lhe ajudar. Ele mesmo havia dito que iria tortura-la.
Jacob beijou o seu pescoço, deslizando sua língua pela pele quente, milímetro por milímetro, degustando da pele alva, com gostoso cheiro de morangos. Inacreditável como Renesmee cheirava tão bem a morangos frescos. Suas mãos percorriam todo o corpo dela, até que desceram pela barriga, entrando na calcinha. Renesmee estava muito molhada.
- Já pronta pra mim Nessie?! Assim você me desestabiliza.
Ela queria murmurar, mais a forma como Jacob passava os dedos em suas dobras, em cada pedacinho do seu sexo a deixava completamente torpe. Ela gemia alto como uma gata no sio. Jacob apertava sua cocha com força.
Dessa vez ela levou os dedos em direção aos cabelos dele, puxando-os com força enquanto seu corpo arqueava sobre o colchão com gemidos presos e suspiros inexistentes. Quando o corpo dela explodiu em uma convulsão poderosa, Jacob assistiu quando ela gozou. Todo o corpo tremendo e arrepiado.
Jacob ainda mantinha sua mão dentro da calcinha dela, mais não mexia mais os dedos. Estava concentrado em cada movimento o que espasmo no corpo alvo ainda produzia. Ele bruscamente levantou da cama, desabotoando sua calça a retirando com ela sua boxer. Seu membro mais do que duro pulou para fora grande, e pulsante. Sua glande já deixava bem evidente seu pré-gozo que gotejava, escorrendo por toda a base. Jacob levou sua mão direita até ele, o estimulando, movimento seu punho de forma sincronizada, num vai e vem lento.
Renesmee se ergueu sobre os cotovelos, observando cada movimento de Jacob. Ela estava hipnotizada. Tudo ao redor parecia ter perdido o foco. Ela apenas enxergava-o. Ele que jogou sua cabeça para trás, apreciando os movimentos que ele mesmo fazia com o seu punho, estimulando o membro. Masturbando-o, imaginando que seria ela ali. Que estaria dentro dela. Como havia imaginado durante toda semana. Como havia imaginado e se aliviado dentro daquele banheiro, da pequena salinha onde ele chamava de escritório.
Ela levou uma mão em direção ao lenço puxando-o de sua boca. Queria dizer para ele que faria aquilo. Que o ajudaria. Mais não tinha forças. Nada saia dos seus lábios.
Ele se virou de costas para ela, e andou até a cômoda abrindo a primeira gaveta, retirando uma camisinha onde ele abriu e a desenrolou em seu membro com facilidade. Com paços largos caminhou até onde Renesmee estava, e com agilidade pegou em suas coxas abrindo bem as pernas dela, onde ele lhe retirou a calcinha. O sexo completamente exposto que escorria pela excitação. Entretanto, ele a virou de costas, deixando-a de barriga para baixo. Deitou seu corpo por cima dela, afastando um pouco as pernas dela, levando seu membro até a entrada melada. Renesmee respirou aliviada, quando percebeu que ele não a forçaria a entrar atrás. Ela não iria aguentar.
Quando Jacob penetrou o corpo pequeno, ele sentiu que estaria gozando a qualquer minuto. Toda aquela estimulação em seu membro quase o fez gozar. Ele queria entrar nela, queria estoca-la com toda virilidade possível.
Ela gritou quando Jacob segurou em sua cintura com força, e um chupão no meio das costas dela foi deixado. Ele queria marcar território, mesmo sabendo que ela era dele.
Ele não queria gozar, não naquela hora. Não quando tinha acabado de penetra-la, e Renesmee ainda nem tinha gozado. Apenas com aquela estimulação. – Porra! – e correndo contra o tempo, Jacob penetrava-a rápido. Os corpos suados pareciam se enroscar feito duas cobras.
Renesmee levou a mão para as pernas dele, deixando suas unhas ralarem nas chochas, e em seguida subiu para a bunda dele, apertando com força. Jacob urrou e contra a sua vontade, ele gozou forte e sufocante. Seu corpo caiu sobre o dela, mas ele ainda teve forças para vira-los no colchão, deixando-a por cima do seu corpo. A jovem ainda não tinha gozado, mais estava sentindo-se satisfeita por ele ter conseguindo gozar. Ela se sentia uma verdadeira depravada por ter gostado daquilo. Por deixar seu libido explodir pelo seu corpo.
Ela escorreu para o lado dele, quando Jacob retirou seu pênis de dentro dela. Retirou o preservativo jogando-o longe. Ela ainda mantinha sua respiração acelerada por mais que quisesse ficar tranquila e serena. Mirando o teto Renesmee deixou a tranquilidade fluir pelo seu corpo. Ela sentiu o tecido leve da seda acariciar as suas costas e lembrou-se da forma como Jacob estava amarrando-a àquela hora. Ele sem sombra de duvidas deveria ter sido um bom escoteiro. Aqueles nós eram sem duvida de profissionais.
Jacob se sentia incomodado com todo aquele silencio repentino dela. Ele sabia que tinha a tomado duramente, quem sabe até repugnante, mais preferia que Renesmee dissesse alguma coisa. O silencio só o perturbava ainda mais. Era cruciante pensar o que ela estaria achando dele. Do que fizeram.
- Não pense Renesmee!
Ele lhe advertiu arrancando bruscamente a atenção dela. A jovem virou seu rosto para ele, duvidoso.
- Por quê?
- Porque quando você pensa, eu tenho medo.
Suas sobrancelhas arqueadas, os olhos escondidos por uma fenda negra como pequenas manchas em sua íris e o corpo rígido. Ele parecia ainda irritado.
- Me desculpa. – respirou fundo, suspirando em seguida. Virou sobre a cama, ficando de barriga para baixo, sustentando seu rosto com as mãos e cotovelos. Jacob analisou o formato redondo das nádegas dela. Ele imaginou deixar alguns tapas naquela carne deliciosa. Desejou poder surrar aquele traseiro maravilhoso.
Renesmee fechou os olhos procurando uma melhor maneira de começar a falar.
- Olha Jake, eu sei que peguei pesado com a brincadeira, mas... Foi você quem me provocou primeiro. – ela lhe acusou e Jacob momentaneamente sentiu uma vontade grande de rir.
- Eu provoquei primeiro? – parecia ofendido. – Renesmee eu... – respirou fundo passando as mãos pelo rosto. Ele não conseguiu evitar as risadas que queriam explodir em sua garganta. Era visível que a jovem não estava entendendo nada.
- O que foi?
Controlando a sua histeria Jacob se virou de lado, deixando seus dedos da mão direita, deslizar pelas costas nuas dela, arrepiando-a.
- Eu nem sabia que você usava aquele e-mail ainda Nessie. Foi algo estupido eu concordo, mas peguei o e-mail. Alice me mandou logo assim que você saiu da clinica, mais disse que talvez você não o usasse por ser bem antigo.
Renesmee parecia um pouco perdida.
- Então não era pra que eu veja?
- Acho que não. – mais sorriu – Porém eu fico contente que você tenha lido. – deixou seus dedos passearem pelas costas dela, se unido aos cabelos colados pelo suor.
- A Claire também leu...
- O que?
- Nada! – suas bochechas ruborizaram esquentando o seu rosto. Renesmee sentiu quando Jacob lentamente acariciou a carne exposta da sua bunda, apertando logo depois uma de suas nádegas. Ela fechou os olhos, de certa forma apreciando as mãos quentes de Jacob em seu corpo, mas não esperava sentir a ardência em sua carne logo após de um forte tapa contra ela.
Em um ataque de surpresa Renesmee se virou espantada, mirou Jacob.
- O que...
- Shhh... Nada! Agora vira!
Sua voz máscula e grossa lhe ordenou assim como ele tinha feito durante quase toda a noite. Renesmee mesmo que relutante se virou sobre a cama, voltando a sua antiga posição.
Sentia Jacob acariciar sua pele, e em seguida um tapa, depois outro e mais outro. Ele a estava surrando, provavelmente lhe corrigindo pelas suas desobediências. Sorriu contra o travesseiro com esse pensamento. Ela parecia mesmo uma menina que precisava de um corretivo a respeito do que tinha feito com ele no escritório. Mesmo que sua cabeça, tudo girasse e gritasse que não poderia se render a algo tão banal, ela não estava mais no comando do seu corpo. Apenas sentindo a firme e forte agressão contra a sua carne, já provavelmente inchada e avermelhada. Ela nunca pensou que conseguiria segurar tanto os seus gritos como naquela hora. Não por ser uma dor absurda. Muito pelo contrário. Ela sentia uma necessidade ultrajante de ter Jacob dentro dela. Ele continuava a punindo por ter sido má.
E aos poucos a respiração de Jacob começou a ficar pesada, deixando claro o quanto ele estava ficando mexido com a visão de Renesmee recebendo de bom grado sua punição. Aos poucos pequenos rosnados começaram a deixar os lábios de Jacob.
- Eu preciso... – ele falou mordendo a pele atrás da orelha de Renesmee. – Eu preciso muito.
- Eu também. – Renesmee resmungou baixinho.
Os lábios de Renesmee abriram-se em um gemido mudo quando devagar ela sentiu Jacob violando sua entrada de novo. Indo devagar, mas fundo. A primeira investida veio seguido de um gemido rouco de Jacob. A mão que estava livre ele apertou a mão de Renesmee com força, entrelaçando os dedos em um momento mais do que íntimo e de puro desejo e paixão entre os dois. Em poucos minutos ambos chegaram ao prazer gemendo. Os corpos suados, o cheiro de sexo e um calor que em nada tinha a ver com o tempo lá fora.
- Eu ainda vou ficar louco com você. – Jacob deixou o corpo cair ao lado na cama e puxou o corpo de Renesmee mais para perto, mordendo e beijando o ombro dela. – Espero que você esteja pronta para ser apresentada como a minha namorada amanhã.
Renesmee fez uma pequena careta com aquele pensamento. Não por Sarah ou por qualquer pessoa. Adorava Eric e sabia que adoraria Rebecca também, mas ela era nova nesse mundo de encontro com os sogros. E estava bem nervosa.
A porta abriu revelando um sorridente Eric que fazia um tempo que Renesmee não via.
- Renesmee. – ele abriu os braços e pegou a jovem em um abraço que a tirou do chão. Nem mesmo o pequeno rosnado de Jacob foi o suficiente para fazê-lo parar. – Não tenho medo de rosnados, Jacob. Já ouvi dizer que cão que ladra não morde.
- Sou cachorro agora? – o mais novo indagou indignado.
- Rosnar igual a um, você sabe. – ele passou os braços sobre a cintura de Renesmee e a puxou. – Vamos entrando minha linda. Tenho que lhe apresentar uma pessoa.
O nervosismo que Renesmee estava sentindo aos poucos foi se dissipando. Tinha mesmo esquecido que Eric era capaz de deixar uma atmosfera mais do que descontraída. Eric continuou falando e puxando-a em direção da cozinha.
- Mãe, eles chegaram. – Sarah largou o que estava fazendo e andou em direção da Renesmee abrindo os braços para cumprimentá-la.
- Você está linda como sempre.
- Obrigada. – Eric puxou Renesmee de novo pela cintura e trouxe para perto de uma morena que estava parada perto da pia e olhava Renesmee de cima a baixo.
- Amor, essa é a Renesmee que eu lhe disse. – Eric estalou um beijo na bochecha de Renesmee. – Ela foi à garota que me ajudou quando eu mais precisei.
Renesmee sorriu ficando vermelha com as palavras de Eric. Mas sentiu o rosto aquecer ainda mais quando percebeu que o olhar de Rebecca não era amigável, pelo contrário. Ele era duro e frio, como se a analisasse.
- Oi. – o tom de voz da esposa de Eric foi hostil. – Rebecca, esposa do Eric. – ela estendeu a mão e apertou a mão de Renesmee com força, como se ela estivesse demarcando o seu território e deixando claro que Eric era seu.
- Renesmee, namorada de Jacob. – Renesmee fez questão de frisar que não tinha nada com Eric. Não sabia por que todos confundiam a amizade deles como relacionamento. – Seu marido é um grande amigo. Ele foi muito importante na minha vida. – Rebecca sorriu, mas não era muito convincente o sorriso dela.
- Fico feliz em saber que vocês são apenas amigos. – se Eric estava percebendo a tensão entre as duas, estava se divertindo. Ele não tinha soltado a cintura de Renesmee por um minuto e estava sorrindo entre as duas.
- Sei como você se sente... – os olhares voltaram para Jacob que estava parado a porta da cozinha. Vestia um blazer preto, uma camisa de gola V branca e jeans. Ele parecia despojado e incrivelmente sexy para Renesmee. – Meus dentes doem de tanto que eu os aperto em ver Eric e Renesmee assim. – ele apontou para os dois que ainda estavam abraçados. – Mas pode ficar tranquila, ela não quer o seu marido, Becca. – ele sorriu e andou até a jovem cunhada beijando-a na testa. – Você está bem?
- Vou ficar. – ela respondeu virando de costas e deixando a cozinha com passos duros.
- Acho melhor você ir lá. – Renesmee falou para Eric.
O homem bufou descontente e andou em direção do mesmo lugar que a esposa tinha ido. Ele resmungou algo parecido como: Parece o Jacob e logo sumiu.
- O há com vocês? – Sarah estava sorrindo. – Quando não é o Jacob é a Rebecca, ninguém confia um no taco do outro?
- Taco, mãe? – Jacob fez uma careta e puxou Renesmee pela cintura abraçando por trás depositando um beijo na pele exposta do ombro.
- Sei lá como vocês falam hoje em dia.
- Cadê o meu pai? – Jacob indagou.
- Está chegando. – Sarah fez uma careta. – Billy foi outro que não ficou feliz com esse jantar, eu não sei o que anda acontecendo com esse mundo.
Minutos depois Eric voltou com uma Rebecca agarrada a ele e com um bico que parecia meio infantil.
- Acabei de mostrar para ela que sou somente dela. – Eric sorriu com malicia deixando a esposa com a face rubra.
- Também não precisa estragar os meus pensamentos. – Jacob fez uma careta levando todos a rirem do pequeno comentário.
Renesmee estava sentada a mesa acompanhada de aparentemente toda a família de Jacob. Eric, Sarah, Rebecca e até mesmo Jacob riam e conversavam enquanto jantavam um delicioso Nhoque ao Sugo antes de provar Fettuccine à Carbonara de Camarões que Sarah havia lhe garantido ser sua especialidade. Surpreendeu-se por Sarah cozinhar tão bem, quando na verdade existiam alguns empregados por toda casa. Todavia ela percebia que a única pessoa que não estava conversando, nem ao menos se quer dirigiu alguma palavra calorosa a ela foi ele. Billy.
Calado, comia tudo enquanto degustava do vinho tinto caro, provavelmente bem antigo. Seus olhos eram frios, e sua mandíbula trincada, como se ele não tivesse nem um pouco alegre com aquela pequena confraternização que acontecia em sua casa.
Os poucos momentos em que Renesmee falava, ela percebia a forma como o seu rosto se distorcia em uma careta, como se estivesse pronto para vomitar. Ela não achou que fosse tão repugnante ao ponto de deixar Billy enjoado com apenas o som da sua voz, e preferiu manter sua boca bem ocupada. De preferencia calada. Não iria falar algo do tipo com Jacob, nem perguntar nada a ele. Pelo que pode perceber Eric não conversava com o pai, nem olhava em seu rosto. Era como se Billy não estivesse ali.
Depois de toda a refeição, e a sobremesa, Renesmee estava sentada na sala com Rebecca – que estava mais à vontade com ela – e Sarah. Billy havia sumido para dentro de uma grande porta onde ela imaginou ser um escritório.
Jacob estava ao lado de Eric perto da porta, conversando algo que ela não se preocupou em saber. Seus pensamentos estavam todos nublados com assuntos fúteis de Rebecca e Sarah. Mesmo que ela não gostasse desse tipo de papo, era sempre inevitável quando Alice queria conversar sobre ou até mesmo Claire.
- Se vocês me dão licença. Eu vou ao banheiro. – Sarah sorriu para a nora, lhe indicando onde era.
Renesmee seguiu sobre o olhar atento de Jacob. A forma como o vestido rosado dela, dançava em suas pernas lhe deixou hipnotizado. A jovem seguiu em direção a um corredor longo, que levava para o elegante banheiro com uma grande porta de carvalho envernizada. No final do corredor uma porta dupla também de carvalho estava um pouco aberta. Renesmee conseguia ouvir a voz grossa de Billy vindo lá de dentro. Ela não queria escutar o que ele dizia porém foi impossível.
- O que você acha que eu iria fazer? Colocar veneno na comida dela? Acorda! Ele está muito ligado àquela garota!
Ela se aproximou mais da porta assustada com o tom de voz agressivo dele. Não queria ser pega em flagrante escutando conversas alheias, por isso se escondeu atrás de uma pilastra ao lado.
- Deixa de ser burra! É claro que não! Não me pressione. Vou fazer o que eu achar que tem que ser feito. Não seja tão imprudente quanto você foi com aquele homem...
Renesmee tentou compreender o sentido daquelas palavras. Não estava mesmo entendendo nada. Como assim? Que homem? Com quem ele estava falando?
Quando percebeu que ele havia terminado a ligação, batendo com força o telefone, ela se apressou em correr para o banheiro. Ficaria lá, até ele sumir pelo corredor. Assim que ouviu os passos de Billy se afastando, Renesmee arrumou o vestido saindo do banheiro. Encontrou Jacob na sala, porém nem Sarah, ou Eric ou Rebecca. Achou estranho aquilo.
- Onde estão todos?
- Na cozinha. Preferi esperar aqui. – ele analisou as feições dela, um pouco assustada. – O que foi? Você parece... Estranha.
- Não tem nada de estranho comigo Jake. Eu estou bem.
Tentou sorriu, mais sabia que não passou mais do que uma careta torta. Algo como se tivesse paralisia facial.
- Vou acreditar por agora...
- Jacob!
Seus olhos se viraram para Billy que apareceu na sala, chamando a atenção do filho.
- Quero falar com você. – fez sinal com a cabeça para o corredor, certamente indicando o escritório, e Jacob ficou surpreso.
- Tudo bem. Eu já vou.
Billy saiu andando com as mãos nos bolsos sumindo no corredor escuro. Jacob se levantou deixando um beijo quente no alto da cabeça de Renesmee.
- Eu já volto. E podemos ir.
- Tudo bem.
Assim como o pai, Jacob caminhou com paços largos em direção do corredor, sumindo nele. Renesmee tentou imaginar o que Billy queria conversar com o filho, mais nada lhe veio à mente. Ela ainda estava atordoada com o que tinha ouvido, e imaginou que Billy estivesse armando algo. Ele não parecia amigável a seu ver.
Notas finais
Então babys! O que acharam? Billy não foi com a cara da Nessie. tcs tcs tcs. E Rebecca. kkkk Morri de rir com ela. "Taco" foi fall da Sarah. rs. Jake ficou mesmo bravo. Que isso. kkk Até bateu na menina. kk No bom sentido éeh claro. QUEM GOSTOU DESSE CAPS LEVANTA A MÃO!
Bom, não vamos nos esquecer dos 600 reviews não éeh mesmo? Rum! Enfim. Daqui a pouco a Miss chega aqui pra falar com vocês. Espero que comentem, recomendem, e novamente agradecer as pessoas que recomendaram a fic. Fico muito feliz com isso. ^^
Kisses PrinncyB.
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