Say All I Need
15 Capítulo XV
Notas iniciais
Renesmee acordou com um beijo quente em sua nuca. Ela não estava acostumada com aquilo, entretanto sorriu contra o travesseiro, aconchegando o seu corpo mais contra o colchão. Jacob deixou sua mão caída ao lado do corpo da jovem, puxando o longo lençol branco para cobrir ambos os corpos.
– Bom dia... – sussurrou contra o pescoço de pele alva, deixando um tímido beijo.
– Bom dia. – ela respondeu esfregando os olhos com a mão. Jacob se espreguiçou deslizando pela cama levantando. Arrumou a sua boxer caminhando em direção ao banheiro. Renesmee sorriu para o JJ que estava em pé ao lado da cama abanando o rabo para ela. – Bom dia para você também. – embrenhou seus dedos nos pelos avermelhados do cachorro. Ouviu o barulho da água caindo pelo cano da torneira, enrolando o lençol no seu corpo. Levantou-se da cama, indo em direção ao banheiro dele. Jacob estava encostado a pia, escovando os dentes, virando o seu rosto na direção dela encostada-se ao batente da porta com o seu lençol enrolado ao corpo. Corpo esse que Jacob havia experimentado durante toda a noite de sábado, uma metade do dia de ontem, e essa noite.
Jacob percebeu o sorriso bobo que brincava no canto dos lábios dela, e sentiu-se feliz por poder dizer que sentia o mesmo. Ele ainda não havia conseguido pedi-la em namoro, consequentemente não havia dito as três palavras, todavia Renesmee sempre o cortava quando chegavam a esse assunto.
– O que foi? – suas palavras saíram desconexas por ainda está com a escova e pasta de dente na boca, mais Renesmee entendeu perfeitamente balançado a cabeça em negativa. Aproximou-se da pia, retirando de dentro da sua nécessaire sua escova de dente cor de rosa pondo a pasta e abriu a torneira molhando-a. Ambos escavavam o dente enfrente ao espelho um ao lado do outro. Jacob não evitou pensar que mais pareciam um casal com muito tempo de conviveu. Ele cuspiu a pasta na pia enxaguando a boca em seguida. Renesmee fez o mesmo, e aproveitou para lavar o rosto.
Ela assistiu quando ele retirou a boxer entrando no box úmido, testando a temperatura da água. Observou de costas o corpo másculo que ele tinha. Uma marca de nascença do lado esquerdo do braço, pequena que parecia um formato de coração. Todos os músculos que se tencionavam e a forma como o seu tórax mexia conforme ele movimentava os braços. Sorriu. Jacob era perfeito.
– Vai babar hein. – ela desviou os olhos piscando arduamente. Ele ostentava um sorriso debochado em seus lábios e um olhar de escárnio. Renesmee sentiu suas bochechas rubras. Abaixou os seus olhos, saindo do banheiro. Ela escutou a risada alta que Jacob soltou e andou até a cama, pescando sua bolsa no chão.
[...]
Jacob deixou o celular escorregar entre os dedos, caindo encima da mesa. Havia acabado de falar com Eric e sabia perfeitamente que o irmão estava melhorando gradativamente. Sentia seu corpo cansado. Fazia quatro dias que não via Renesmee, apenas se comunicavam com ligações. Ela havia ido para a casa dos avós e ficaria alguns dias antes de começar uma universidade. Descobriu que Renesmee ainda não sabia qual curso queria fazer. Jacob de uma maneira louca sentia seu estomago embrulhado. Era como se estivesse apreensivo, ou até ansioso por vê-la. Ela chegaria naquela noite com Alec. Alice iria busca-los no aeroporto. Queria sentir a textura dos seus lábios macios contra os dele, sua pele quente sendo apertada pelos dedos grandes e longos do psicólogo. Jacob desejava ter ela ali, em seu colo.
[...]
Alec colocou a mala no chão do quarto, reclamando pelo peso. Renesmee riu do quanto ele parecia frouxo.
– Você ri porque não é você quem tem que trazer essa mala que mais parece chumbo. – ele ralhou espichando a coluna. Renesmee sentiu na cama, retirando o celular do bolso. Não falava com o Jacob desde hora que acordou, e pensou que ele poderia está aqui, que Alice talvez o tivesse chamado.
– Pensei que o Jake estaria aqui... – Alec revirou os olhos, se sentando ao lado da jovem. Roubou o celular da mão dela, e apertou a tecla das ultimas chamadas. Renesmee levantou da cama, abrindo a sua mala. Teria que começar a arruma-la se quisesse dormir em paz, prevendo que Alice iria lhe encher os ouvidos.
– Alô? Jacob? – Renesmee virou o rosto em direção ao primo, deixando bem visível em sua face o tamanho do espanto. Largou a mala, caminhando em direção a Alec com pressa, tentando retirar o celular da sua mão. – É. Não a Nessie está aqui sim. Bem. Quer dizer... Eu acho né... – ele sentia vontade de rir vendo o espanto do psicólogo e a forma como ela batia nele tentando retirar o aparelho da sua mão. – Ela ta meia caidinha. Não sei... Vai passar aqui? Tudo bem eu aviso.
– Alec eu vou te matar! – ele tampou o telefone levantando a cama.
– Para de gritar Nessie. To falando com o seu namorado aqui. – riu colocando o telefone no ouvido. – O que? Não... Ela disse que essa gripe vai nos matar. Pois é! Coisa do litoral. Tá bem. Vou avisar a Alice. Tchau. – Renesmee estava vermelha da cabeça aos pés. Alec colocou o celular encima do criado mudo ao lado da cama, rindo debochado. – Cara... Ele ficou bem preocupado. – colocou ambas as mãos na cintura, mirando a prima. Ela pouco faltava sair fumaça pelos ouvidos. Jogou-se encima de Alec batendo e puxando os cabelos dele. – Para Nessie... O que foi que eu fiz? – sua voz cínica parecia estranhamente esganiçada. Renesmee o jogou no chão, lhe apertando o pescoço.
– O QUE VOCÊ FEZ? COMO PODE SER TÃO CÍNICO?! – batia em Alec em seu ataque de fúria. Ele ria descontroladamente também ficando todo vermelho. Renesmee sentia raiva por ele está rindo dela, embora soubesse que aquela situação era engraçada. Alec se levantou do chão, jogando Renesmee encima da cama.
– Calma baby. Eu só te fiz um favor. – riu enquanto recuperava o fôlego.
– Você é um cretino. Eu tenho certeza que o Jacob vai querer me levar pra um hospital agora. – ela não conseguiu evitar de rir. Alec sempre lhe aprontava cada uma.
– Pelo menos você vai ver ele. Não era isso que você queria?
Saiu do quarto ainda rindo dela. Renesmee revirou os olhos, se jogando na cama. Era verdade. Ela queria ver Jacob. Queria poder sentir ele perto dela.
[...]
Jacob estacionou o carro enfrente a casa de Alice, e desceu rápido. Do jeito que Alec havia falado, ele pensou mesmo que Renesmee estaria muito mal. Visto que pelo jeito, ela parecia ser bem propicia a resfriados. Antes de tocar a campainha surpreendeu-se quando Renesmee abriu a porta fechando-a atrás de si.
– Nessie?! Alec disse que você estava...
– Não liga pro Alec. Ele é doido! – fez o sinal giratório em sua cabeça. Jacob suspiro mais aliviado. Não tinha demorado nem meia hora da clinica até ali.
– Eu fiquei preocupado.
– Eu imaginei. Sinto muito por ele. – Jacob sorriu se aproximando da jovem.
– Senti sua falta. – deixou seus dedos embrenharem-se no meio dos cabelos da nuca dela, puxando-a mais para perto. Grudou seus lábios com certa urgência. Ele precisava daquilo. Ela precisava daquilo. Seus corpos se encaixavam em perfeita sincronia. Jacob sentiu que tudo ao redor parecia mover em câmera lenta, conforme seus lábios degustavam dos lábios doces de Renesmee. A jovem afastou o seu rosto do dele, deixando um beijo em sua bochecha e um Jacob completamente confuso. – O que foi?
– Não nada... – desviou os olhos, mirando o chão. Ele pegou em seu queixo levantando-o. Queria poder olhar nos olhos dela, e poder enxergar o que talvez a estivesse perturbando.
– Não precisa omitir você sabe...
– Eu sei. Quer dizer. Não é nada demais Jake. – ousou em deixar um sorriso aparecer em seus lábios. Olhou em direção a porta voltando o seu olhar para ele. Jacob ainda analisava cada expressão que o rosto pequeno deixava transparecer. – Er... Janta com a gente?
– Hum-hum. – Renesmee sorriu puxando sua mão e abriu a porta. Não tinha ninguém na sala, apenas Alec jogando vídeo game com Emmett e Jasper. Seu tio tinha deixado Roselie em casa. Ela estava com alguns problemas na empresa que trabalhava, e precisa focar em alguma recuperação.
Quando Jacob viu Alec sentado de costas para ele, suas mãos se fecharam automaticamente, e Renesmee contorceu-se com o aperto. Virou seu rosto para Jacob deixando sua careta evidente. – Desculpa. – ele sussurrou levando a mão da jovem até a sua boca, deixando um beijo nela.
– Tudo bem. – Alice saiu da cozinha secando a mão em um pano de prato.
– Boa noite Jacob. Acabei de fazer o jantar. – ela lhe sorriu convidativo. Jacob sentiu suas bochechas enrubescendo ao lembrar que sempre aparecia na hora das refeições. – Vai jantar com a gente?
– Não eu só, vim buscar a Nessie pra jantar. – Renesmee olhou para ele assustada.
– Pensei que fossemos jantar aqui.
– Na verdade eu vim conversar com Alice. Depois vamos jantar. – ela não conseguiu esconder a decepção. Jacob sorriu deixando um beijo em sua cabeça.
– Me acompanhe Jacob. – pediu Alice indo em direção ao escritório da casa. Renesmee se sentou ao lado de Alec cruzando os braços sobre o peito. Ele passou seu braço ao redor do ombro da jovem, enquanto entregava o controle do jogo para Jasper.
– Então Jacob, o que queria falar? – Alice apontou em direção ao sofá de couro encostado a parede. Jacob caminhou até ela, se sentando.
– Er... Eu queria te pedir uma coisa, e avisar outras.
– Sobre Renesmee presumo? – ela se sentou ao seu lado.
– Sim. Er... Alice tenho certeza que você já percebeu que eu e Renesmee estamos tendo... Algo. – Alice franziu as sobrancelhas. – Quer dizer, mais do que algo eu... Eu quero pedir ela em namoro, mas queria falar com você antes. Sobre o que você acha... Não quero passar sobre as suas ordens. Você é a responsável por ela.
– Bem sensato. – ela começou – Bom, primeiramente eu não colocaria empecilho nisso, até porque Renesmee é outra pessoa desde que vocês começaram com “esse algo”. – fez aspas – E eu sei que ela gosta de você. Não vou negar que sinto um pouco de medo dela sair machucada disso tudo, mais não posso a privar dessa experiência.
– Eu não pretendo deixar que ela saia machucada. – Jacob deixou escapar que ele parecia ofendido.
– Eu sei que não, apenas não sabia o que esse envolvimento poderia prejudicar no tratamento dela, mais eu reconheço que você a está ajudando bastante. Ela não me parece mais tão reclusa. Por mim tudo bem se vocês namorarem, mais você tem que ver isso com ela. Eu não sei o que Renesmee pensa sobre isso.
– Eu sei. Obrigado. Er... Sobre o fato dela antes ser tão reclusa as pessoas eu consegui descobrir. Estou me achando um péssimo profissional em falar sobre isso, mais... Creio que você tenha que ficar sabendo.
– Ela te contou?
– Aham.
– O que era? O que aconteceu com ela? – Alice não conseguiu evitar a apreensão em sua voz. Ela mesma já perdeu o sono tentando descobrir o que Renesmee tanto escondia. Sempre fracassava, mais pelo visto a sobrinha confiava mesmo no psicólogo.
Jacob levantou do sofá e coçou a cabeça. Ele estava nervoso. Andava de um lado para o outro, sobre os olhares atentos de Alice.
– Jacob pare de andar assim, está me deixando mais nervosa do que antes.
– Ok. Er... – parou olhando para ela. – Eu sei que não deveria te contar sobre isso. Na verdade eu deveria deixar a própria Renesmee te contar, mais eu sei que ela não vai querer contar. Er... – colocou ambas as mãos na cintura respirando fundo. Era difícil falar algo assim, ainda mais quando isso aconteceu com a mulher que ele estava terrivelmente apaixonado. – Ela me disse que... Que foi violentada. – Alice arregalou os olhos tomados pela surpresa e espanto. Não conseguia acreditar. Não queria acreditar.
– O que?
– Não conta pra ela que eu te contei Alice.
– Eu não... Meu Deus! – a pequena mulher jogou o seu corpo sobre o acolchoado do sofá passando as mãos sobre o rosto. – Quando foi isso? – Jacob cosou a nuca visivelmente desconfortável.
– Er... Antes de ela ser internada. Parece que na festa de formatura.
– Meu Deus. Eu não acredito que isso aconteceu com a minha sobrinha. E Renesmee guardou isso por tanto tempo! Alec sabe disso?
– Eu acho que não.
Alice levantou do sofá rapidamente. Jacob até pensou que ela fosse até a sala e retirasse todas as verdades de Renesmee mais ela apenas andou em direção a mesa de mogno pegando o telefone encima dela.
– Pra quem você vai ligar? – Alice sentia o ódio ondulando em suas veias. Ela tinha total certeza de que apenas uma pessoa sabia daquilo. Agora tudo fazia completo sentido. Não entendia o porquê de tanto ódio. Aquela mulher não poderia ser a sua irmã.
– Pra Isabella. Ou aquela que um dia se intitulou mãe de Renesmee. Eu tenho certeza que ela sabia de tudo. – Jacob aspirou o ar prendendo em seus pulmões. Ele sentia-se um completo traidor. Mais precisava contar para Alice.
Assim que Isabella atendeu o celular do outro lado Alice sentiu uma raiva imensa apossa-se do seu corpo. Ela ainda não tinha digerido a história de Renesmee ter sido violentada, agora ela sabia de quem era o filho que um dia ela julgou ser de Eric.
– Você é um monstro, Isabella. – disparou sem rodeios. – Sua filha foi violentada de baixo dos seus olhos e você mentiu esse tempo todo, dizendo que ela estava daquele jeito porque estava usando drogas.
– Eu não sei do que você está falando. – a voz fria e calculista de Isabella finalmente pode ser ouvido do outro lado da linha. – Ela estava sim usando drogas.
– Mentira sua! – Alice estava vermelha, segurando a borda do balcão. – Me pergunto como um homem como o Edward pode ter se apaixonado por uma pessoa como você. Sem escrúpulos.
– Eu não estou disposta a ouvir os seus xingamentos, Alice. Não tenho porque ficar aqui ouvindo você falando asneiras. Renesmee era uma desequilibrada, e foi por isso que ela foi internado. Eu ainda acho que deveriam deixá-la trancada na clínica, ela é um perigo.
– Perigo é você sua cobra. Escuta bem o que eu vou lhe dizer, porque será somente uma vez. Não chegue perto da Ness, ou seu juro por tudo que há de mais sagrado nesse mundo, eu vou dar um jeito em você. – antes mesmo que Isabella pudesse responder a ameaça, Alice bateu o telefone na cara dela e respirou fundo pensando no quanto a sobrinha tinha sofrido esse tempo todo guardando aquilo para ela.
O Carro parou na sua, três casas antes da casa de Renesmee. Não queria mesmo que o primo ou algum tio os visse sentados dentro do carro.
– Eu realmente não entendi porque você mudou de ideia no último minuto.
– Arrependeu-se de sair para jantar comigo? – Jacob estava sério. Tudo o que ele menos queria é que Renesmee passasse a rejeitar sua companhia
– Não. Eu só... Achei estranho. – ela sorriu para ele. – Como foi esses dias aqui na cidade?
– Entediante. – ele deixou escarpar entre os lábios. – Eu só trabalhei. E o seu?
– Eu até que aproveitei. Gostei de ver o Alec se divertindo, ele tem precisado disso... Amei tudo. – ela mudou de assunto na última hora. Por mais que sentisse um nó na garganta para colocar para fora, em querer desabafar, não podia. O segredo era do Alec e ele deveria contar que julga-se estar pronto.
– O que tem o seu primo? – Jacob perguntou sério. – Claro, além de fazer brincadeiras de mau gosto. – Renesmee sorriu encostando a cabeça no banco do carro.
– Você e Alec sempre terão uma rixa não é? – Jacob deu de ombros ligando o som do carro. Aumentou um pouco o volume e virou os olhos na direção de Renesmee. O brilho que aqueles negros olhos carregavam estavam falando muitas coisas de uma vez só, coisas as quais a mente do psicólogo não conseguia acompanhar em tempo real, mas uma em especial chamou atenção de Renesmee. Saudade. – Senti sua falta. – revelou sem medo. Ela tinha falado as benditas três palavras e agora era a primeira falar que sentia falta, estava mesmo querendo fazer o psicólogo surtar.
– Eu também. – Jacob admitiu descendo com o corpo em direção do banco de Renesmee. Com o dedo a chamou, e ainda sorrindo Renesmee arrumou-se melhor no banco. As faces ficaram perto uma da outra, olhos de Jacob percorreram os olhos de Renesmee, o nariz fino e levemente empinado, a boca que parecia estar o chamando e sem pensar muito ele quebrou o espaço que era o único empecilho naquele momento e tomou os lábios de Renesmee nos seus. Foi um beijo apaixonado, denotando a saudade que ambos sentiam, mas foi algo quente. As línguas brigando por espaço, Jacob colhendo o gosto de Renesmee enquanto sua mão adentrava pelos cabelos da jovem na nuca, dando uma apertada ouvindo um gemido sair. Como se ela não pesasse nada e como se ele já estivesse tudo em mente, ele afastou o banco e puxou Renesmee com um puxão somente.
Renesmee colocou as pernas em volta da cintura de Jacob e deixou o corpo cair sobre o colo do psicólogo que sem pudor investiu contra o corpo dela fazendo ambos gemerem com o gesto. As mãos de Renesmee adentraram pela camisa de Jacob, sentindo os músculos tencionados na palma de sua mão. O calor já subia por todos os membros dela, concentrando-se em seu baixo ventre, de onde ela sentia fisgadas vindo. Ele sabia deixá-la excitada clamando por seus toques.
A mão de Jacob – que estava nos cabelos. – Desceu para a barra da blusa que Renesmee estava usando e puxou em um movimento só para cima, deixando o sutiã de renda preta a mostra. – Porra, você Deve estar querendo me matar. – ele falou com a respiração entre cortada.
Na brincadeira do tirar e sem querer mais fazer onda. Ele tinha sido o primeiro dela e tinham passado quase um final de semana inteiro fazendo sexo, não deveria ter mais certo tipos de pudor, e queria poder vê-lo sentir prazer. Com esse pensamento a blusa de Jacob foi tirada, deixando ambos sem as peças de cima do corpo. Vendo aquele corpo todo a sua disposição, Renesmee desceu com a boca para beijar toda a pele de Jacob. E tão rápido quando aquela atmosfera erótica foi criada, ela foi destruída quando um carro parou ao lado do deles e do interior desceu Emmett batendo no vidro do carro que estava embaçado.
– Não é por nada não, mas se a intenção é continuar, saiba que você tem um quarto, Nessie. – Emmett falou e saiu rindo.
Renesmee pulou longe do corpo de Jacob. Os dois estavam suados e com a respiração descompassada. Jacob fez uma expressão de dor terrível.
– Agora eu sei de quem seu primo puxou aquele lado dele que eu odeio.
Não adiantava mais tentar buscar o clima, a noite de amasso tinha terminado por ali. Renesmee sentia suas bochechas rubras e Jacob vestiu a blusa, colocando a de Renesmee nela.
– Te busco amanhã. – ela virou o rosto para ele e concordou. Jacob beijou a bochecha dela, sorrindo.
– Vou esperar. Me liga quando chegar em casa?
– Ligo. – Jacob deu partida em direção a casa dela, deixando-a no portão. Renesmee entrou em casa, sentindo suas bochechas extremamente vermelhas. Maldita herança do seu tio avó Charlie, O brincalhão.
Notas finais
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