Say All I Need
11 Capítulo XI
Notas iniciais
Boa leitura!
Sobre aquela famosa atração que rolava entre primos Renesmee sabia que era diferente. Entre ela e Alec apenas tinha carinho e compreensão. Eles eram realmente amigos e próximos – mesmo com a distância – ainda assim o carinho que um sentia pelo o outro sobreviveu. E era exatamente por causa daquela conexão que Renesmee sabia que tinha algo errado com o primo. Nunca foi segredo para ela que sua amiga Claire sempre foi apaixonada por Alec, e mesmo não sabendo dos casos dele, ainda assim achava que ele deveria dar uma chance a Claire. Contudo, não contava que Alec seria tão... Radical ao assunto. Fazia exatamente quase uns três dias que ela tentava fazer com que o primo saísse e desse uma chance a sua amiga.
Os olhos azuis de Renesmee acompanhavam os movimentos do primo. Alec estava sorrindo enquanto fazia uma vitamina para eles. Tinham combinado de passar o dia inteiro juntos, e ela tinha achado estranho a proposta do primo, mas achou que era somente saudade dela. Alec vivia mais tempo viajando do que com a família, e tinha que frisar que também estava achando estranho que Alec não tenha inventado mais uma viagem para fazer. Voltou o olhar para o primo e o achou mais magro, assim como encontrou uma mancha roxa na costa dele quando o mesmo levantou a camisa para coçar o local.
– Então... Já pensou sobre sair com a Claire? – ela indagou sorrindo. Estava fazendo bastante aquilo, sentia-se bem melhor.
Alec suspirou parando de bater os ingredientes da vitamina que estava no liquidificador. Fechou os olhos e apertou a tampa com força. Não podia mais suportar aquilo. Além de não poder mais ficar enganando a prima, ele precisava muito mesmo conversar com alguém. – Eu não posso, Nessie. – ele respondeu ainda de costas. Puxava o ar para os pulmões e torcia que a coragem viesse junto.
– Por que não? Ela é linda, você é lindo, ela é gente boa e acho que vocês poderiam fazer um belo casal.
– Não tenho dúvidas. – ele resolveu virar. Renesmee que estava chorando parou no momento em que viu que o rosto do prima estava com lágrimas. Deu um pulo e em menos de segundos já segurava o rosto do Alec nas mãos.
– O que foi? – indagou assustada. – Por que você está chorando? Se não quiser ficar com ela, eu entendo. Não vou mais ficar lhe enchendo. – beijou o rosto do primo. – Você não precisa ligar para mim, eu ando bem idiota ultimamente, mas não precisa me escutar, mas para de chorar. – pediu sorrindo fraco e secando as lágrimas.
Alec segurou as mãos da prima. As dele estavam tremendo, assim como suadas. Tinha certeza que estava passando mal. Como falaria aquilo para Renesmee se ele mesmo ainda não tinha aceitado? Como seria depois? Ela aceitaria ficar quieta? Sem contar a ninguém? Eram tantas perguntas que ele só teria a resposta quando enfim perguntasse. – Eu aprecio sua intenção de me ver feliz, mas temo que isso não seja mais possível...
– Já entendi. – ela o interrompeu. – Não vou mais falar nada e....
– Eu descobrir que sou HIV positivo. – ele finalmente falou. Quando as palavras saíram de seus lábios ele sentiu um peso imenso sair dos seus ombros, como se agora tendo Renesmee como confidente as coisas não seriam tão difíceis. Mero engano. O pesadelo daquela doença estava somente começando.
As costas de Renesmee bateram na bancada da cozinha. Os olhos cravados no primo, o coração batendo tão forte que o escutava em seus ouvidos, as pernas ficaram bambas ao mesmo tempo em que uma imagem do primo deteriorando sobre um leito de hospital passou por sua mente e um soluço seguido de um choro nada controlado atingiu o corpo da menina. Ela puxou Alec com força e a abraçou. Que merda tem a minha família? – pensou. Ela tinha sido estuprada e agora seu primo era HIV positivo, o que mais de tragédia estava reservada para a família deles.
– Alec... – ela finalmente conseguiu falar. Ela estava o abraçando forte, como se desejasse que fosse tudo mentira ou até mesmo um pesadelo. Fechou os olhos com força e quando os abriu percebeu que estava ainda na cozinha abraçada com o primo. Não era pesadelo, era a mais cruel e fria realidade. – Como? – ela quase gritou. – Como e por que?
– Shhh. – ele passou a mão pelo os cabelos da prima. – Primeiro eu preciso que você se acalme, porque meus pais não sabem e.... Se eles nos pegarem aqui assim, eles irão querer saber e eu... Bom, eu não estou preparado para algo do tipo.
– Você é burro? – ela o empurrou com força. Por isso agora entendia porque ele estava magro e com os roxos na pele, ele estava doente. – Não conhece proteção, Alec? – ela deu um soco no peito do primo, depois deu mais um e quando Alec percebeu ele teve que segurá-la, pois ela tinha perdido o controle. Não podendo mais aguentar, Renesmee deixou o corpo cair nos braços do primo e ambos aos poucos sentaram no chão abraçados.
Alec permaneceu calado, somente escutando a prima chorar. A reação de Renesmee tinha sido a mesma dele. Primeiro ele não acreditou, quando a ficha caiu ele chorou e por último ele aceitou. – Melhor? – perguntou quando sentiu o corpo da prima ficar mais calmo.
– Melhor? – ela perguntou fungando. – Você me conta uma coisa dessas e acha mesmo que eu irei ficar melhor? – ela o empurrou e o encarou. Os olhos dela estavam vermelhos e inchados, assim como a ponta do nariz e as maçãs do rosto. – Você.... Você está se cuidando? – ela perguntou.
– Eu já estou tomando os meus coquetéis, mas eu ainda não sei como contar isso aos meus pais. Mais ainda ao meu pai que tem muitos planos para o um futuro e bom... – ele deu de ombros. – Eu não sei quanto tempo eu irei durar. – ele sorriu em uma tentativa de fazer graça. Não deu certo, Renesmee não riu, pelo o contrário, pareceu ainda mais preocupada.
– E esses coquetéis estão dando certo? Eu o achei mais magro. – Alec sorriu fraco.
– Dando certo, Nessie? – ele passou a mão pelo os cabelos e agora ela estava vendo Alec ficar com raiva. – AIDS não tem cura, mas eu ainda não cheguei a esse estágio.
– E nem irá chegar. – ela segurou o rosto dele. – Os medicamentos são para que?
– Para que a doença não se desenvolva, no momento eu sou HIV positivo e não aidético. Estou somente com o vírus que causa a doença e posso ficar por muito tempo assim tomando os meus coquetéis, mas eu sei que isso não irá durar muito. – ele baixou o olhar.
– Por que? – Renesmee perguntou preocupada.
– Porque eu tive uma pequena infecção e isso é sinal que o meu sistema imunológico está começando a falhar. O médico mandou eu me cuidar, eu estou tentando, mas... – Renesmee o abraçou.
– Eu estou aqui. – ela falou com segurança. – Mas temos que contar para o tio Emmett e tia Rosalie. Eles são seus pais, se amanhã ou depois acontece algo com você e eles descobrem é pior. Promete que vai contar? Eu fico ao seu lado. – ele sorriu balançando a cabeça em afirmativa.
– Eu prometo pensar a respeito. – ela o abraçou, mas ficou com medo de machucá-lo. Agora que ela sabia estava o achando ainda mais frágil do que já tinha percebido.
– Essa vitamina.... O que houve? – Emmett perguntou preocupado quando viu o filho no chão abraçado a prima que estava com cara de choro. – O que aconteceu? – ambos trocaram olhares entre si, mas Renesmee sabia que o primo não estava pronto. Contudo, não pode deixar de sentir pena do tio, ele ficaria devastado.
– Eu.... Eu lembrei do meu pai, e o Alec me consolou. – Renesmee foi ágil na resposta. Emmett achou estranho. Sabia que o filho gostava do irmão, mas não ao ponto de chorar, algo estava errado ali.
– Lembranças. – ele ditou ainda olhando para os dois.
Alec seguiu para o liquidificador e serviu a vitamina e logo deixaram a cozinha. Ainda não era o momento certo para contar. Só esperava ter tempo para fazer.
Do outro lado da cidade, para ser mais preciso dentro de um escritório o sorriso de Jacob era o maior, que Eric – seu irmão – tinha o visto dá na vida. Claro que quando estavam juntos, Jacob era outra pessoa, mas os olhos dele estavam brilhando, e era um brilho especial. Brilho esse que ele já tinha sentido na vida.
– Desembucha. – falou incentivando o irmão mais novo.
– O quê? — o outro brincou fazendo-se de desentendido.
– Conta o nome do pássaro verde que você viu, ou melhor, só confirma para mim quem é o passarinho verde.
Jacob sorriu. Podia ficar o tempo que fosse longe de Eric, ainda assim seu irmão o conhecia muito bem. – Eu sai com a Nessie e.... Nos beijamos.
– Ah moleque! – Eric bateu a mão sobre a coxa dando um enorme sorriso para o irmão. Estava feliz por ele. – Fico feliz por você, mas vai com calma.
– Eu estou indo, sei muito bem que tenho que ir com calma com ela, mas ela é incrível. E a cada dia mais está melhor, menos arredia. – ele sorriu pensando no progresso que Renesmee tinha feito até aquele momento. Ela tinha força de vontade.
– E você está apaixonado. – Eric debochou. Jacob ignorou aquela brincadeira do irmão e pegou o celular. – Vai ligar para quem?
– Para ela. Já faz três dias que não nos vemos, só nos falamos pelo o telefone e eu preciso vê-la. – ela ditou discando o número que ele já sabia de cabeça.
– Manda um beijo. – Eric brincou vendo o irmão fazer uma pequena careta, não ia adiantar nunca. Jacob era muito possessivo para ver que o irmão estava brincando. Sempre seria verdade para ele.
O moreno estava pronto para sorrir e brincar ao ouvir a voz de Renesmee do outro lado, mas quando viu que estava rouca e estranha o sorriso sumiu. – O que aconteceu? – ele nem deu ‘Oi’. Pensou logo que Renesmee estava tendo uma recaída.
– Oi Jake. – ela tentou forçar alegria na voz. – Como você está?
– Bem, mas pela a sua voz você não está muito bem. O que aconteceu? – tornou a perguntar. Eric olhou preocupado. Era amigo dela e pensar que ela estava mal o deixava aflito.
– Nada. – ela deu uma risada baixa. – Eu só pensei em meu pai hoje o quanto ele me faz falta e.... Acabei chorando, mas eu estou bem. – Jacob respirou fundo, ficou mais tranquilo. Era triste do mesmo jeito, mas ao menos não era uma recaída.
– E que tal sair comigo para ficar mais animada? – ele indagou e sorriu. – J.J – fez uma pequena careta, ainda não tinha se acostumado com aquilo. Viu o sorriso do Eric e lembrou do dia que contou ao irmão que ela tinha dado o nome do cachorro de Jacob Junior. Nunca viu Eric rir tanto na vida. – Podemos levá-lo para passear e depois irmos em uma lanchonete de um amigo meu. – acrescentou.
– Eu acho que seria uma boa. – ela respondeu. – Estou com saudade do J.J. Acho que vê-lo me fará bem. Quando irá vir me buscar? – indagou em seguida.
– Passo aí em vinte minutos.
– Está bem. – os dois despediram-se e logo Jake desligou.
– Ela está bem? – Eric indagou.
– Disse que sentiu saudades do pai e chorou um pouco, menos mal. – ele falou arrumando suas coisas. Já estava quase em sua hora de ir.
– E o J.J? – Eric perguntou rindo.
– Acho melhor nem começar. – ele levantou a mão no ar e Eric riu ainda mais alto.
– Mande um beijo para Renesmee, diga que fui eu que mandei com carinho.
– Não tem nada para fazer? – Jacob perguntou terminando de arrumar as coisa.
– Sabe que não. – Eric ficou de pé e andou até o irmão. – Bom passeio. – deu um pequeno afago no ombro do mais novo e saiu. Jacob respirou fundo. Não via a hora de Eric ficar melhor, assim como sua cunhada. Se tinha alguém eu merecia ser feliz, esse alguém era o seu.
Quando o carro estacionou em frente à casa dela, Jacob desceu do automóvel e correu. J.J já estava no banco de trás e parecia saber que a qualquer momento veria a garota. Antes que Jacob pudesse tocar a campainha Alice saiu séria pela a porta interceptando o andar do moreno.
– Boa tarde, Jacob. – pelo o tom ele sabia que não tinha nada de boa naquela tarde.
– Boa tarde, Alice. Como está? – foi simpático como sempre.
– Eu estou bem. – ela estava séria. – Na realidade, eu estou com uma pequena dúvida. – ela colocou o dedo sobre os lábios. – Por um acaso você não esqueceu que é o psicólogo da minha sobrinha não é?
– Claro que não. – ele respondeu rapidamente.
– Era somente isso que eu queria saber. – ela sorriu. – Vou chamá-la. – Jacob respirou. Ela não poderia ter falado muita coisa com aquilo. Contudo, ele era um bom entendedor, aquilo era Alice o lembrando ou forçando-o a colocar os pés no chão em relação ao envolvimento dele com Renesmee.
Ela apareceu na varanda sorrindo, mas ainda assim a achou meio com o olhar triste, ela tinha dito que era pelo o pai e ele estava acreditando. Sorriu quando ela chegou perto dele.
– Oi. – ela o cumprimentou. A vontade era de poder beijar os lábios dela de novo, mas Alice parada na varanda, os olhando como se dissesse não, ele não fez nada. Simplesmente apontou para o carro, onde J.J já latia feito louco esperando por Renesmee. A garota correu em direção do carro abrindo a porta. J.J desceu correndo pulando nela, ele era um bastardo. Pois ele podia beijá-la e ser tocado por ela, enquanto ele... Bom, ele tinha que ficar somente olhando.
Eles voltaram para o carro e Renesmee já parecia um pouco melhor. Passaram por um campo onde brincaram com J.J por quase uma hora e depois seguiram para uma lanchonete. Deixaram J.J dentro do carro com as janelas abertas e seguiram somente os dois para o local.
– Então. – Jacob puxou uma cadeira para Renesmee sentar e fez a volta sentando-se de frente para ela pegando o cardápio que estava sobre a mesa. – Eu nunca soube a data do seu aniversário. – ela sorriu baixando o cardápio o olhando.
– Você é o meu médico e não sabe a data do meu aniversário?
– Não estraga. – ele sorriu fechando os olhos. – Só responde, estou tentando puxar um assunto aqui.
– Hum... O que ganho se disser? – Jacob riu brincando com o cardápio em mãos.
– Não sei... Você escolhe.
– Dia 18 de março. – Jacob concordou prevendo um futuro presente. Seu aniversário estava perto. — Qual é a sua comida preferida? – ela perguntou olhando o cardápio.
– Sei lá, como o que me dá vontade. Por exemplo. – os olhos azuis esquadrinharam o papel em sua mão. – Agora eu quero muito um x-burguer com batata frita. – ele chamou o garçom e fez o pedido para os dois.
– E você? Quando faz aniversário e o que mais gosta de comer e fazer quando não está na clínica?
– Eu....
– Jake. – o moreno virou para ver quem estava o chamando. Sorriu. Era Herry, seu amigo.
– Henry. – o moreno ficou em pé indo abraçar o amigo. – Nossa o que anda fazendo aqui?
– Pergunto o mesmo. – o amigo que era menor do que ele alguns centímetros olhou em direção da mesa. – Acompanhado? – indagou com um sorriso brincalhão.
– Pode se dizer que sim e você?
– Também. – Henry apontou para umas mesas que estavam nos fundos da lanchonete e o coração de Jacob foi quase parar na boca. Olhou com horror Leah, conversando com um homem. Virou para Renesmee e ela estava olhando para ele com um sorriso tímido, mas bonito. – Vamos lá que eu a apresento para você.
– Não precisa. – ele deu um pequeno tapa no ombro do amigo e virou para Renesmee. – Eu realmente sinto muito, mas precisamos ir. – ele jogou o dinheiro sobre a mesa. A comida nem tinha chegado.
– Por que? – ela olhou para ele desconfiada.
– Acho que o J.J está sozinho e.... – Jake olhou com horror quando Leah o viu e sorriu. Suas mãos suavam frio e conforme a mulher se levantava, caminhando em sua direção, ele apenas poderia prever o pior. Teve o reflexo de um sorriso malicioso em seus lábios, já prevendo o pior.
– Jacob... Quanto tempo. – aquela voz sádica preencheu os seus ouvidos, em sua pior entonação de malicia. Ela respirou fundo, virando em seus calcanhares. Leah realmente não tinha vergonha na cara. Renesmee percebeu que tinha algo errado, afinal, Jacob nunca foi assim.
– Leah. – ela sorriu debochada, ultrapassando as barreiras, e o abraçou apertado na frente de todos. Jacob não teve reação é claro, ele não esperava que ela fosse tão abusada. Em outra ocasião, se ambos estivessem ainda naquele contrato ele iria castiga-la sem nenhum pudor ou benevolência. – Eu senti sua falta gostoso! – ela sussurrou em seu ouvido, afastando-se. Em nenhum momento havia reparado em Renesmee sentada atrás de Jacob. Essa apenas conseguia pensar que estava no lugar errado, e na hora errada. Droga, não poderia ser mais azarada?
– Bom... – Jacob se afastou gradativamente deles, pegando Renesmee pela mão, deixando-a de pé. -... Eu já estava indo. Depois agente se fala Henry. – o cara nada sabia que Jacob estava fugindo de Leah. Ele mesmo fugiria se não fosse tão apaixonado. Sabia da fama da mulher, afinal, ela nunca foi flor que se cheire.
– Tudo bem Jake. Até mais!
– Tchau Jake! – aquela voz irritava Renesmee de uma forma nunca vista. Ela aceitou de bom grado sair dali.
Andavam rapidamente para o carro, e Jacob percebeu que tinha algo errado, Renesmee parecia nervosa, ou tímida.
– Está tudo bem?
– Sim. – limitou-se a dizer, brincando com o cachorro, que veio para o banco da frente, lambendo o braço dela.
– Desculpa por te tirar de lá assim. Mais... Eu... – Renesmee o cortou. Não precisava explicar. Jacob tinha seus próprios problemas assim como ela.
– Tudo bem. – respirou fundo tentando mudar de assunto. – O que vamos fazer agora?
– O que você quiser. – ela sorriu. Um sorriso tímido mais que contagiou Jacob por completo, retirando de si aquela carga pesada das costas.
– Que tal um cinema? Tem um filme que eu estou querendo ver há muito tempo. – ela concordou pondo JJ para o banco de trás. Jacob ainda não tinha dado partida com o carro, e aproveitou para poder beijar nem que seja apenas sua mão. Renesmee era fodidamente apetitosa para ele.
Aproximou seu corpo do dela, sentindo sua respiração quente chocar-se contra o seu rosto másculo. A respiração da jovem acelerou, assim que fechou os olhos, prevendo o roçar de lábios. Jacob estava viciado em beija-la, era o seu hobbie favorito a parti do seu primeiro beijo.
Continua....
Notas finais
Daqui a pouco a Miss chega com as notinhas dela! Um beijo, e até quarta que vem!
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N/ Miss Black: AÍ, aí, aí aí ui ... Aí, aí aí uiui Novinha 'tu me seduz'♫ ... Essa música é do Jake .... uahua ... Momento sério pelo o Alec, coitado cara, doença destruidora é essa, mas existem pessoas que vivem bem com ela, basta saber se o Alec será uma dessas .... E Leah? Amo tanto Leah ... uhaua.. Coitada, eu gosto dela mesmo!!! Beijos! E comentem!!!
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